Eu não consigo manter uma relação por mais de 2 meses porque eu começo a "enjoar" da pessoa que está
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Eu não consigo manter uma relação por mais de 2 meses porque eu começo a "enjoar" da pessoa que está comigo, em alguns casos sinto até enjoo físico, isso é normal?
Olá! Através da sua pergunta não consegui discernir se esse é um comportamento que lhe traz sofrimento ou se apenas o observou como uma repetição em sua história. Caso seja a segunda opção, talvez ajude perceber com quais pessoas costuma se conectar, entendendo também que no início de um relacionamento amoroso existe bastante projeção, que implica enxergarmos no outro o que desejamos ver. Assim, quando isso cai, algumas vezes já não há muito o que nos vincule. Contudo, pensando na primeira hipótese, caso haja angústia na forma como conduz seus laços afetivos, possivelmente fosse benéfico que investigasse mais profundamente sua história, através de uma análise pessoal, ajudando a desenvolver conexões emocionais mais profundas. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!
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Ola!
Não é incomum encontrar pessoas que têm medo de se envolver afetivamente. Existe um ditado popular que diz "Sem apego, sem abandono", que é capaz de resumir como pensam, e agem, essas pessoas.
Por trás desse comportamento quase sempre existe uma grande insegurança, mas que não necessariamente está relacionada a relações que não deram certo. Elas podem ser consequência, por exemplo, de uma ferida emocional que aconteceu na infância.
O medo do abandono, a possibilidade de que o outro perceba suas falhas, a vulnerabilidade de poder não ser correspondido, a insegurança pela chance de ouvir críticas e a sensação de inadequação estão entre os principais motivos desse medo de se envolver.
Experiências traumáticas que podem ter sido vivenciadas, ou compartilhadas, podem ficar guardadas e surgirem somente quando a pessoa se depara com uma relação que pode evoluir e ficar mais séria.
Há nisso um importante paradoxo: o medo, no lugar de proteger, acaba deixando a pessoa ainda mais vulnerável. A pessoa sente angústia só de imaginar que a experiência boa pode acabar - e, por isso, prefere sabotar a relação, sem sequer permitir que ela de fato aconteça.
Viver assim, evitando a dor, pode impedir a manutenção de relacionamentos saudáveis, além de aumentar a propensão ao isolamento ou fazer com que a pessoa viva somente relações muito superficiais e quase sem ganhos.
Nos casos em que a pessoa consegue algum nível de envolvimento, o medo do abandono pode fazê-la se preocupar excessivamente com as atitudes do parceiro, gerando uma espiral de desconfiança e ciúmes, que também sabota a relação.
A psicoterapia pode ajudar a aumentar a autoestima e a fazer com que a pessoa reconheça os motivos pelos quais age dessa maneira, permitindo que possa viver relações mais profundas e plenas, sem se escravizar pelo medo de que elas acabem. Avalie se essa resposta faz sentido pra você. Estou à disposição para te ajudar!
Não é incomum encontrar pessoas que têm medo de se envolver afetivamente. Existe um ditado popular que diz "Sem apego, sem abandono", que é capaz de resumir como pensam, e agem, essas pessoas.
Por trás desse comportamento quase sempre existe uma grande insegurança, mas que não necessariamente está relacionada a relações que não deram certo. Elas podem ser consequência, por exemplo, de uma ferida emocional que aconteceu na infância.
O medo do abandono, a possibilidade de que o outro perceba suas falhas, a vulnerabilidade de poder não ser correspondido, a insegurança pela chance de ouvir críticas e a sensação de inadequação estão entre os principais motivos desse medo de se envolver.
Experiências traumáticas que podem ter sido vivenciadas, ou compartilhadas, podem ficar guardadas e surgirem somente quando a pessoa se depara com uma relação que pode evoluir e ficar mais séria.
Há nisso um importante paradoxo: o medo, no lugar de proteger, acaba deixando a pessoa ainda mais vulnerável. A pessoa sente angústia só de imaginar que a experiência boa pode acabar - e, por isso, prefere sabotar a relação, sem sequer permitir que ela de fato aconteça.
Viver assim, evitando a dor, pode impedir a manutenção de relacionamentos saudáveis, além de aumentar a propensão ao isolamento ou fazer com que a pessoa viva somente relações muito superficiais e quase sem ganhos.
Nos casos em que a pessoa consegue algum nível de envolvimento, o medo do abandono pode fazê-la se preocupar excessivamente com as atitudes do parceiro, gerando uma espiral de desconfiança e ciúmes, que também sabota a relação.
A psicoterapia pode ajudar a aumentar a autoestima e a fazer com que a pessoa reconheça os motivos pelos quais age dessa maneira, permitindo que possa viver relações mais profundas e plenas, sem se escravizar pelo medo de que elas acabem. Avalie se essa resposta faz sentido pra você. Estou à disposição para te ajudar!
Olá! Acredito que o primeiro passo pra responder sua pergunta é: Como você se sente em relação a isso?! O normal é superestimado. Não precisamos colocar pessoas em caixinhas de padrões para serem ditas normais. Mas isso te causa sofrimento? Se sim, busca uma psicóloga que possa te ajudar a entender esse comportamento. De onde vem, porque acontece, qual a necessidade dele, etc.
Fico à disposição.
Um abraço!
Fico à disposição.
Um abraço!
Olá!
O normal, segundo o português, é aquilo que segue as normas. Que está normatizado, pode ser para aquela cultura, para aquele período da vida, para aquela situação em particular. Então seria interessante saber o que você entende por norma, para estabelecer seus critérios de julgamento e a partir disto situar a sua queixa. Em alguns casos 2 meses de relação pode ser demasiado, em outro muito pouco. Tudo depende do seu objetivo na relação.
O normal, segundo o português, é aquilo que segue as normas. Que está normatizado, pode ser para aquela cultura, para aquele período da vida, para aquela situação em particular. Então seria interessante saber o que você entende por norma, para estabelecer seus critérios de julgamento e a partir disto situar a sua queixa. Em alguns casos 2 meses de relação pode ser demasiado, em outro muito pouco. Tudo depende do seu objetivo na relação.
Respondendo objetivamente à sua pergunta: se faz algum mal a você, se lhe incomoda, não é "normal". Coloco a palavra entre aspas porque prefiro não qualificar os comportamentos em "normal ou anormal", mas sim em "saudável ou não saudável". Nesse sentido, creio que o principal, no seu caso, é identificar qual a mensagem que essa sensação de "enjoo" está tentando lhe passar. Em Gestalt-terapia, minha abordagem de trabalho, todo sintoma é um aviso inconsciente do organismo como um todo de que algo não vai bem. Por organismo entenda-se não somente o corpo, o aspecto físico, mas também as questões psicológicas, os sentimentos, pensamentos, comportamentos e aspirações existenciais. Para tanto, recomendável um processo psicoterapêutico que lhe ajude a esclarecer à cerca de suas escolhas, suas necessidades, com relação aos relacionamentos afetivos. Desejo sucesso! Sempre às ordens!
Olá! Seus relacionamentos parecem ter um padrão repetitivo de frustração e termino. Sugiro iniciar uma psicoterapia para entender melhor seus sentimentos, forma de amar, necessidades afetivas, solitude, esse "enjoo". Pode ser muitas coisas, desde bloqueio afetivo ate uma questão de gênero mal resolvida. Busque ajuda especializada para sua qualidade de vida. Espero ter ajudado. A disposição.
Essa experiência de "enjoo" ou perda de interesse nas relações pode ser desafiadora. É importante explorar esses padrões mais profundamente. Na terapia, podemos investigar as origens desses sentimentos, examinar padrões de relacionamento passados e trabalhar no desenvolvimento de uma compreensão mais profunda de suas necessidades e desejos. Compreender esses padrões pode ajudar a criar relacionamentos mais duradouros e satisfatórios. Podemos trabalhar juntas no processo de psicoterapia!
Olá.
É preciso avaliar os seus pensamentos, a forma como você se sente em decorrência de permanecer pouco tempo nessas relações, o quanto isso pode estar te causando prejuízos e outros possíveis sinais. É importante fazer uma consulta com psicólogo para obter avaliação e cuidado, pois se está te causando enjôo físico, está te causando sofrimento.
Fico à disposição. Um abraço.
É preciso avaliar os seus pensamentos, a forma como você se sente em decorrência de permanecer pouco tempo nessas relações, o quanto isso pode estar te causando prejuízos e outros possíveis sinais. É importante fazer uma consulta com psicólogo para obter avaliação e cuidado, pois se está te causando enjôo físico, está te causando sofrimento.
Fico à disposição. Um abraço.
Sentir-se entediado ou "enjoado" em relacionamentos pode ser uma experiência comum para algumas pessoas, mas quando essa sensação se torna frequente e provoca desconforto físico, é importante investigar mais a fundo. Cada pessoa tem diferentes expectativas e desafios em relacionamentos, e algumas podem sentir isso com mais frequência do que outras.
Existem várias razões pelas quais alguém pode sentir dificuldade em manter relacionamentos por períodos mais longos:
Incompatibilidade: Pode ser que você e seus parceiros anteriores não fossem compatíveis em vários aspectos, levando ao rápido desinteresse ou desconforto na relação.
Medo do compromisso: Algumas pessoas têm medo inconsciente do compromisso, o que as leva a se distanciar ou se sentir desconfortáveis em relacionamentos mais duradouros.
Falta de conexão emocional: Em alguns casos, pode haver dificuldade em estabelecer uma conexão emocional profunda com o parceiro, o que pode levar a sentimentos de distanciamento.
Necessidade de novidade: Alguns indivíduos podem se sentir atraídos por novidades constantes e podem perder o interesse quando a relação se torna previsível.
Se essa tendência está causando desconforto físico e emocional, pode ser útil procurar ajuda de um terapeuta ou conselheiro. Eles podem ajudar a explorar esses padrões de comportamento e sentimentos, oferecendo estratégias para entender melhor suas necessidades e expectativas em relacionamentos. A terapia pode ajudar a identificar padrões de pensamento ou comportamento que possam estar contribuindo para a dificuldade em manter relações duradouras e oferecer ferramentas para lidar com isso de forma saudável.
É importante entender que, embora seja comum ter diferentes experiências em relacionamentos, buscar ajuda profissional pode ser valioso para compreender melhor seus sentimentos e descobrir maneiras saudáveis de estabelecer e manter relacionamentos satisfatórios e duradouros.
Existem várias razões pelas quais alguém pode sentir dificuldade em manter relacionamentos por períodos mais longos:
Incompatibilidade: Pode ser que você e seus parceiros anteriores não fossem compatíveis em vários aspectos, levando ao rápido desinteresse ou desconforto na relação.
Medo do compromisso: Algumas pessoas têm medo inconsciente do compromisso, o que as leva a se distanciar ou se sentir desconfortáveis em relacionamentos mais duradouros.
Falta de conexão emocional: Em alguns casos, pode haver dificuldade em estabelecer uma conexão emocional profunda com o parceiro, o que pode levar a sentimentos de distanciamento.
Necessidade de novidade: Alguns indivíduos podem se sentir atraídos por novidades constantes e podem perder o interesse quando a relação se torna previsível.
Se essa tendência está causando desconforto físico e emocional, pode ser útil procurar ajuda de um terapeuta ou conselheiro. Eles podem ajudar a explorar esses padrões de comportamento e sentimentos, oferecendo estratégias para entender melhor suas necessidades e expectativas em relacionamentos. A terapia pode ajudar a identificar padrões de pensamento ou comportamento que possam estar contribuindo para a dificuldade em manter relações duradouras e oferecer ferramentas para lidar com isso de forma saudável.
É importante entender que, embora seja comum ter diferentes experiências em relacionamentos, buscar ajuda profissional pode ser valioso para compreender melhor seus sentimentos e descobrir maneiras saudáveis de estabelecer e manter relacionamentos satisfatórios e duradouros.
Oii! Se está te apresentando desconforto as relações serem passageiras e te provocarem enjoos, é importante você buscar terapia. Investigar desde quando as suas relações são passageiras e você não consegue se intensificar com ninguém. Olhar para as causas disso, investigar se existe autosabote, medo, anseio. Verificar quais as suas crenças sobre relacionamento, o que você acredita que um relacionamento pode ou não te agregar. Seu histórico passado de relacionamento, se há traumas ou não. O fato é: está te incomodando, você não considera isso normal? Tem vontade de construir uma relação duradoura? De Construir um relacionamento com alguém e não consegue? Engoa? Sou especialista em relacionamento. Aguardo seu contato. @carolsoarespsi
Olá! Antes de pensamos se é normal ou não, é importante avaliar como isso tem afetado a sua vida, se tem te gerado algum incomodo ou prejuízo no seu cotidiano. Caso essa experiência esteja te incomodando, é válido aprofundar essa questão, compreender o que acontece nessas construções de relações, identificar se existe algum tipo de padrão se repetindo, o que pode está por de trás do "enjoar" e desenvolver novas estratégias para lidar com essas situações. A psicoterapia irá te auxiliar nesse processo, pois é um espaço seguro e acolhedor para explorar essas questões. Espero ter ajudado, qualquer dúvida, me coloco à disposição. Cuide-se, abraços :)
Te convidamos para uma consulta: Consulta psicológica - R$ 100
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Olá!
Não parece algo natural enjoar das pessoas em pouco tempo, talvez idealize demais as pessoas e em qualquer diferença queira tirar da sua vida.
Recomendo que busque um processo de análise e se descubra.
Espero ter ajudado um pouquinho que seja.
Não parece algo natural enjoar das pessoas em pouco tempo, talvez idealize demais as pessoas e em qualquer diferença queira tirar da sua vida.
Recomendo que busque um processo de análise e se descubra.
Espero ter ajudado um pouquinho que seja.
Olá, a situação de enjoar da pessoa pode estar relacionada a perspectiva que você crie durante a relação com a pessoa, caso essa perspectiva não se conclua da forma que você idealizou pode ocorrer essa rejeição.
Seria de extrema importância procurar Psicoterapia para compreender seus anseios e angustias. Fico a disposição para maiores esclarecimentos!
Seria de extrema importância procurar Psicoterapia para compreender seus anseios e angustias. Fico a disposição para maiores esclarecimentos!
Claro, vou simplificar a resposta:
Sentir-se enjoado ou desinteressado em um relacionamento após um curto período de tempo pode ser um sinal de medo do compromisso, idealização inicial, necessidade de novidade ou problemas pessoais não resolvidos. É importante explorar esses sentimentos mais profundamente, possivelmente com a ajuda de um psicólogo ou terapeuta, para construir relacionamentos mais saudáveis e satisfatórios.
Sentir-se enjoado ou desinteressado em um relacionamento após um curto período de tempo pode ser um sinal de medo do compromisso, idealização inicial, necessidade de novidade ou problemas pessoais não resolvidos. É importante explorar esses sentimentos mais profundamente, possivelmente com a ajuda de um psicólogo ou terapeuta, para construir relacionamentos mais saudáveis e satisfatórios.
Parece que você teve uma percepção interessante sobre si e está se incomodando com o rumo que suas relações estão tomando.
Caso tenha interessa, sugiro que busque ajuda profissional de um psicólogo(a) para entender melhor o que tem acontecido, pois o modo como a gente se relaciona com as pessoas e com o mundo está intimamente conectado ao nosso mundo psíquico. Então, explorar esse assunto profundamente pode ser de grande ajuda para você e para as suas relações.
Minha agenda está aberta, estou à disposição!
Caso tenha interessa, sugiro que busque ajuda profissional de um psicólogo(a) para entender melhor o que tem acontecido, pois o modo como a gente se relaciona com as pessoas e com o mundo está intimamente conectado ao nosso mundo psíquico. Então, explorar esse assunto profundamente pode ser de grande ajuda para você e para as suas relações.
Minha agenda está aberta, estou à disposição!
Olá! Esse comportamento pode ter a ver com ideias já formadas antes de conhecer alguém e das expectativas criadas em torno do relacionamento. É importante procurar psicoterapia para conseguir lidar com esses sentimentos. Estou a disposição.
Olá, considere a possibilidade de procurar um psicanalista para falar sobre isso.
Seria importante na terapia entender o que causa e a origem desse "enjoar" para que possa buscar se relacionar com alguém por mais tempo se essa relação estiver lhe fazendo bem.
Olá!
O que você está descrevendo pode estar relacionado a um padrão repetitivo de desinteresse ou até mesmo uma forma de evitação emocional que surge quando as relações começam a se aprofundar. Esse "enjoo" pode ser um reflexo de algo no seu inconsciente, como o medo de se entregar emocionalmente, de se envolver de verdade ou até de lidar com questões não resolvidas dentro de si.
Na psicanálise, buscamos entender a origem desses sentimentos, muitas vezes ligados a dinâmicas passadas ou a defesas emocionais que você possa ter desenvolvido para lidar com o medo da intimidade. Esse comportamento não é necessariamente "normal" no sentido saudável de uma relação, mas é uma expressão de algo que pode ser trabalhado e entendido.
Se você quiser explorar mais a fundo o que está por trás desse padrão e aprender a lidar com ele de forma mais consciente, posso te ajudar nesse processo. Fique à vontade para procurar um espaço terapêutico onde possamos investigar e compreender melhor esses sentimentos. Um abraço, Vinícius.
O que você está descrevendo pode estar relacionado a um padrão repetitivo de desinteresse ou até mesmo uma forma de evitação emocional que surge quando as relações começam a se aprofundar. Esse "enjoo" pode ser um reflexo de algo no seu inconsciente, como o medo de se entregar emocionalmente, de se envolver de verdade ou até de lidar com questões não resolvidas dentro de si.
Na psicanálise, buscamos entender a origem desses sentimentos, muitas vezes ligados a dinâmicas passadas ou a defesas emocionais que você possa ter desenvolvido para lidar com o medo da intimidade. Esse comportamento não é necessariamente "normal" no sentido saudável de uma relação, mas é uma expressão de algo que pode ser trabalhado e entendido.
Se você quiser explorar mais a fundo o que está por trás desse padrão e aprender a lidar com ele de forma mais consciente, posso te ajudar nesse processo. Fique à vontade para procurar um espaço terapêutico onde possamos investigar e compreender melhor esses sentimentos. Um abraço, Vinícius.
Olá, tudo bem?
O que você descreve pode parecer estranho à primeira vista, mas faz muito sentido quando olhamos pela perspectiva da mente e do corpo. O encanto inicial de uma relação muitas vezes é impulsionado por uma descarga intensa de dopamina e outros neurotransmissores ligados à recompensa e ao prazer. Com o tempo, esse efeito tende a diminuir, e se o vínculo não se fortalecer com outras formas de conexão – como intimidade emocional, interesses compartilhados e segurança no relacionamento – a empolgação pode dar lugar ao desinteresse ou até mesmo a uma aversão. O enjoo físico pode ser a forma do seu corpo sinalizar um desconforto profundo, algo que sua mente ainda não processou completamente.
Já parou para refletir sobre o que acontece dentro de você quando essa mudança ocorre? O que passa pela sua cabeça quando percebe que a empolgação inicial está diminuindo? Muitas vezes, padrões emocionais inconscientes podem estar influenciando essa dinâmica, seja pelo medo da vulnerabilidade, pela necessidade de novidade constante ou até por experiências passadas que moldaram a forma como você se relaciona. Seu corpo pode estar tentando comunicar algo importante.
Na neurociência, sabemos que o apego e a manutenção de vínculos estão muito ligados ao funcionamento do sistema límbico, especialmente à amígdala e ao córtex pré-frontal. Se houver um histórico de insegurança nos relacionamentos ou uma necessidade intensa de estímulos novos para manter o interesse, o cérebro pode ativar mecanismos de afastamento como uma "falsa defesa". Isso pode criar um ciclo onde, ao invés de aprofundar a relação, sua mente busca um novo começo em outro lugar. Você percebe algum padrão nos tipos de pessoas com quem se envolve? Há algo que sempre se repete nesses relacionamentos?
Compreender o que está por trás dessa experiência pode te ajudar a transformar essa dinâmica. Você já tentou sustentar o relacionamento mesmo após esse sentimento inicial de "enjoar" aparecer, para entender se há algo mais profundo acontecendo? Caso precise, estou à disposição.
O que você descreve pode parecer estranho à primeira vista, mas faz muito sentido quando olhamos pela perspectiva da mente e do corpo. O encanto inicial de uma relação muitas vezes é impulsionado por uma descarga intensa de dopamina e outros neurotransmissores ligados à recompensa e ao prazer. Com o tempo, esse efeito tende a diminuir, e se o vínculo não se fortalecer com outras formas de conexão – como intimidade emocional, interesses compartilhados e segurança no relacionamento – a empolgação pode dar lugar ao desinteresse ou até mesmo a uma aversão. O enjoo físico pode ser a forma do seu corpo sinalizar um desconforto profundo, algo que sua mente ainda não processou completamente.
Já parou para refletir sobre o que acontece dentro de você quando essa mudança ocorre? O que passa pela sua cabeça quando percebe que a empolgação inicial está diminuindo? Muitas vezes, padrões emocionais inconscientes podem estar influenciando essa dinâmica, seja pelo medo da vulnerabilidade, pela necessidade de novidade constante ou até por experiências passadas que moldaram a forma como você se relaciona. Seu corpo pode estar tentando comunicar algo importante.
Na neurociência, sabemos que o apego e a manutenção de vínculos estão muito ligados ao funcionamento do sistema límbico, especialmente à amígdala e ao córtex pré-frontal. Se houver um histórico de insegurança nos relacionamentos ou uma necessidade intensa de estímulos novos para manter o interesse, o cérebro pode ativar mecanismos de afastamento como uma "falsa defesa". Isso pode criar um ciclo onde, ao invés de aprofundar a relação, sua mente busca um novo começo em outro lugar. Você percebe algum padrão nos tipos de pessoas com quem se envolve? Há algo que sempre se repete nesses relacionamentos?
Compreender o que está por trás dessa experiência pode te ajudar a transformar essa dinâmica. Você já tentou sustentar o relacionamento mesmo após esse sentimento inicial de "enjoar" aparecer, para entender se há algo mais profundo acontecendo? Caso precise, estou à disposição.
Quando o corpo reage com enjoo só de pensar em manter alguém por perto… é sinal de que tem algo emocional por trás, e não é frescura! Sabe aquela fase em que no começo tudo parece incrível, mas de repente você passa a evitar até as mensagens da pessoa? Isso pode ter relação com traumas afetivos, medo de intimidade ou até esquemas emocionais inconscientes que te colocam nesse ciclo. O mais importante: dá pra entender e tratar isso na terapia. Quer descobrir o que está por trás desse ‘enjoar’ repentino?
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