Eu sou mulher, tenho 30 anos e depois de muito pesquisar e ler, percebi que muito me enquadro na Sup
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Eu sou mulher, tenho 30 anos e depois de muito pesquisar e ler, percebi que muito me enquadro na Superdotação, temperamento melancólico e personalidade introvertida. Queria buscar ajuda terapêutica para lidar com tudo isso pois minha mente pode ser muito exaustiva e acaba afetando meu corpo físico e a vida pessoal e social como um todo. Qualquer psicólogo pode me ajudar ou tem que ser alguém especializado nessas características? Penso também se a abordagem TCC seria a melhor.
Oi! Que bom que você está buscando esse cuidado. Já é um passo importante reconhecer o que você sente e buscar ajuda.
Antes de tudo, é essencial passar por uma avaliação cuidadosa com um(a) psicólogo(a), para entender o que de fato está por trás desses traços que você identificou. Muitas vezes, características como superdotação, melancolia e introversão podem se manifestar de formas que se confundem com outras questões emocionais. Uma investigação clínica bem-feita é o primeiro passo para construir um caminho terapêutico realmente eficaz e respeitoso com a sua singularidade.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ser uma boa abordagem, especialmente para lidar com os pensamentos acelerados, autocrítica e sobrecarga mental, mas o mais importante é encontrar um espaço em que você se sinta segura para ser quem é, no seu tempo.
Se quiser, estou à disposição para conversarmos melhor.
Antes de tudo, é essencial passar por uma avaliação cuidadosa com um(a) psicólogo(a), para entender o que de fato está por trás desses traços que você identificou. Muitas vezes, características como superdotação, melancolia e introversão podem se manifestar de formas que se confundem com outras questões emocionais. Uma investigação clínica bem-feita é o primeiro passo para construir um caminho terapêutico realmente eficaz e respeitoso com a sua singularidade.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ser uma boa abordagem, especialmente para lidar com os pensamentos acelerados, autocrítica e sobrecarga mental, mas o mais importante é encontrar um espaço em que você se sinta segura para ser quem é, no seu tempo.
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Olá, tudo bem?
Antes de qualquer coisa, queria dizer que a forma como você descreve sua busca já revela uma mente bastante reflexiva, curiosa e atenta aos próprios processos internos — o que é uma base riquíssima para o trabalho terapêutico. Quando alguém diz que “a mente pode ser exaustiva”, geralmente não está falando de uma mente fraca, mas sim de uma mente que está sempre em movimento... talvez até rápido demais para o corpo acompanhar.
A superdotação, combinada a traços melancólicos e à introversão, pode formar um conjunto que intensifica o mundo interno: pensamentos profundos, sensibilidade aguçada, senso crítico elevado e uma certa dificuldade em encontrar pares com quem realmente se conectar. Nesses casos, o que mais importa não é tanto a especialização técnica do profissional em superdotação, mas sim a capacidade do terapeuta em acolher essa complexidade com escuta atenta, sem reducionismos. Claro que conhecer as particularidades de perfis como o seu pode enriquecer o processo — mas o vínculo, a segurança e a sensibilidade clínica costumam pesar mais do que o rótulo da especialização.
A Terapia Cognitivo-Comportamental, quando aliada a outras abordagens que consideram a profundidade emocional e a construção da identidade, pode ser uma excelente escolha. O ideal é que o processo ajude a organizar o fluxo intenso dos pensamentos, mas sem ignorar suas emoções mais silenciosas. E a neurociência nos ajuda a entender, por exemplo, por que um cérebro que processa rápido pode entrar mais facilmente em fadiga: é como um computador potente, mas que roda vários programas ao mesmo tempo — uma potência que também cansa.
Como seria pra você entrar em um espaço onde, pela primeira vez, não precisa “dar conta” de tudo sozinha? Em que momentos você sente que sua mente mais te atropela? E se existisse um jeito de se relacionar com ela com mais gentileza — você toparia tentar?
Caso precise, estou à disposição.
Antes de qualquer coisa, queria dizer que a forma como você descreve sua busca já revela uma mente bastante reflexiva, curiosa e atenta aos próprios processos internos — o que é uma base riquíssima para o trabalho terapêutico. Quando alguém diz que “a mente pode ser exaustiva”, geralmente não está falando de uma mente fraca, mas sim de uma mente que está sempre em movimento... talvez até rápido demais para o corpo acompanhar.
A superdotação, combinada a traços melancólicos e à introversão, pode formar um conjunto que intensifica o mundo interno: pensamentos profundos, sensibilidade aguçada, senso crítico elevado e uma certa dificuldade em encontrar pares com quem realmente se conectar. Nesses casos, o que mais importa não é tanto a especialização técnica do profissional em superdotação, mas sim a capacidade do terapeuta em acolher essa complexidade com escuta atenta, sem reducionismos. Claro que conhecer as particularidades de perfis como o seu pode enriquecer o processo — mas o vínculo, a segurança e a sensibilidade clínica costumam pesar mais do que o rótulo da especialização.
A Terapia Cognitivo-Comportamental, quando aliada a outras abordagens que consideram a profundidade emocional e a construção da identidade, pode ser uma excelente escolha. O ideal é que o processo ajude a organizar o fluxo intenso dos pensamentos, mas sem ignorar suas emoções mais silenciosas. E a neurociência nos ajuda a entender, por exemplo, por que um cérebro que processa rápido pode entrar mais facilmente em fadiga: é como um computador potente, mas que roda vários programas ao mesmo tempo — uma potência que também cansa.
Como seria pra você entrar em um espaço onde, pela primeira vez, não precisa “dar conta” de tudo sozinha? Em que momentos você sente que sua mente mais te atropela? E se existisse um jeito de se relacionar com ela com mais gentileza — você toparia tentar?
Caso precise, estou à disposição.
Sua percepção é muito valiosa e buscar ajuda já é um passo importante. Qualquer psicólogo pode acolher e trabalhar essas questões, mas profissionais com experiência em altas habilidades, perfis de personalidade e regulação emocional podem oferecer um cuidado mais direcionado. A TCC pode ser bastante eficaz para organizar pensamentos e reduzir a sobrecarga mental. Fico à disposição para te acompanhar nesse processo!
Olá, como vai?
Fazer a autoavaliação pode trazer benefícios, como o incentivo a procurar por tratamento psicológico; e riscos, como se fechar a algo que não foi diagnosticado e viver sob a sombra desse pseudodiagnóstico.
Com relação à superdotação, sugrio procurar um neuropsicólogo ou um psicólogo habilitado em avaliação psicológica, para te ajudar a compreender melhor esse diagnóstico. Quanto aos aspectos de personalidade, você pode procurar um profissional para te ajudar na demanada que você elaborou.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Fazer a autoavaliação pode trazer benefícios, como o incentivo a procurar por tratamento psicológico; e riscos, como se fechar a algo que não foi diagnosticado e viver sob a sombra desse pseudodiagnóstico.
Com relação à superdotação, sugrio procurar um neuropsicólogo ou um psicólogo habilitado em avaliação psicológica, para te ajudar a compreender melhor esse diagnóstico. Quanto aos aspectos de personalidade, você pode procurar um profissional para te ajudar na demanada que você elaborou.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Olá, bom dia. Como vai? Eu sei que a internet democratiza bastante os conteúdos, mas sugiro que você procure um psiquiatra, converse sobre suas dores antes, veja com ele/a a indicação de passar por uma avaliação neuropsicológica, converse com um profissional da psicologia antes. O diagnóstico é multidisciplinar por profissionais que são habilitados e capacitados pra isso.
Olá! Que bom que você tem buscado se compreender com mais profundidade — perceber traços como a superdotação, o temperamento melancólico e a introversão já é um passo importante para olhar com mais cuidado para a sua experiência no mundo. A exaustão mental que você menciona, assim como os impactos no corpo e nas relações, são efeitos muito reais de viver com uma sensibilidade ampliada, uma mente intensamente ativa e uma relação mais profunda e silenciosa com o mundo.
É comum que pessoas com essas características tenham uma vida interior rica, mas também enfrentem um certo sentimento de inadequação, ou um cansaço de "ter que caber" em ambientes que nem sempre acolhem esse modo de ser. Muitas vezes, há também uma oscilação entre o desejo de conexão e a necessidade de recolhimento — algo que não é um problema, mas sim uma parte legítima do seu modo de existir.
Quanto à sua pergunta: nem todo psicólogo precisa ser especialista nesses temas, mas é importante que seja alguém aberto a escutar com profundidade a sua experiência, sem tentar reduzi-la a um “funcionamento fora da curva” ou a um diagnóstico fechado. Mais do que buscar uma especialização específica, o mais importante é encontrar alguém com quem você se sinta à vontade para falar livremente sobre quem você é, com suas contradições, cansaços e perguntas.
Sobre a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), ela pode ser útil, especialmente se você estiver buscando estratégias para lidar com pensamentos acelerados ou questões práticas do dia a dia. Mas há outras abordagens — como a fenomenologia existencial, por exemplo — que não trabalham com o objetivo de controlar os pensamentos, mas sim de compreender seu sentido e como eles se ligam à forma como você está no mundo. Essa abordagem pode oferecer um espaço mais livre e respeitoso para pessoas como você, que sentem o mundo com profundidade e têm uma complexidade que não se resolve em fórmulas.
Se quiser, posso te contar um pouco mais sobre essa abordagem ou te ajudar a pensar em como escolher um profissional que acolha verdadeiramente essa experiência que você traz.
É comum que pessoas com essas características tenham uma vida interior rica, mas também enfrentem um certo sentimento de inadequação, ou um cansaço de "ter que caber" em ambientes que nem sempre acolhem esse modo de ser. Muitas vezes, há também uma oscilação entre o desejo de conexão e a necessidade de recolhimento — algo que não é um problema, mas sim uma parte legítima do seu modo de existir.
Quanto à sua pergunta: nem todo psicólogo precisa ser especialista nesses temas, mas é importante que seja alguém aberto a escutar com profundidade a sua experiência, sem tentar reduzi-la a um “funcionamento fora da curva” ou a um diagnóstico fechado. Mais do que buscar uma especialização específica, o mais importante é encontrar alguém com quem você se sinta à vontade para falar livremente sobre quem você é, com suas contradições, cansaços e perguntas.
Sobre a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), ela pode ser útil, especialmente se você estiver buscando estratégias para lidar com pensamentos acelerados ou questões práticas do dia a dia. Mas há outras abordagens — como a fenomenologia existencial, por exemplo — que não trabalham com o objetivo de controlar os pensamentos, mas sim de compreender seu sentido e como eles se ligam à forma como você está no mundo. Essa abordagem pode oferecer um espaço mais livre e respeitoso para pessoas como você, que sentem o mundo com profundidade e têm uma complexidade que não se resolve em fórmulas.
Se quiser, posso te contar um pouco mais sobre essa abordagem ou te ajudar a pensar em como escolher um profissional que acolha verdadeiramente essa experiência que você traz.
Não há abordagens de psicoterapias melhores ou piores. Busque um profissional com o qual se identifica e que seja qualificado.
Quanto à Superdotação/Altas Habilidades, sugiro avaliação neuropsicológica. Um laudo bem feito pode te ajudar a entender melhor seus comportamentos e informar sua psicoterapia para você desenvolver estratégias para sua saúde mental e relacional.
Quanto à Superdotação/Altas Habilidades, sugiro avaliação neuropsicológica. Um laudo bem feito pode te ajudar a entender melhor seus comportamentos e informar sua psicoterapia para você desenvolver estratégias para sua saúde mental e relacional.
É muito comum, pessoas com superdotação terem muitos problemas nos relacionamentos, como sofrer bullying, ser deixada de lado, não ser compreendida, se sentir diferente, etc., pois infelizmente qualquer pessoa que saia um pouco do comum, seja muito bonita ou feia, com muito ou pouco peso, etc., sofram algum tipo de reação negativa do ambiente. Um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, pode te ajudar a lidar com essas situações.
Qualquer psicólogo, independentemente da abordagem, pode te ajudar a lidar com as questões que você trouxe. O mais importante é que você se sinta acolhida, escutada e confortável com o profissional. A escolha da abordagem pode influenciar na condução do processo, mas não há uma única melhor abordagem, tudo depende do que faz mais sentido para você. O vínculo terapêutico e a identificação com o profissional fazem grande diferença na efetividade do processo, então vale a pena conhecer e conversar com o psicólogo sobre suas necessidades e expectativas.
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