Eu ultimamente tenho sentido que o tempo tem passado muito rápido, de uma forma emocional. Sinto uma

20 respostas
Eu ultimamente tenho sentido que o tempo tem passado muito rápido, de uma forma emocional. Sinto uma angústia quando paro pra pensar, reconheço que a minha família tá envelhecendo (o que é completamente normal, eu tenho essa compreensão) meus pais, minha irmã e até minha cadelinha. Começo a ver os sinais físicos neles, não consigo parar de pensar que eu cresci, que aquele tempo em que eu era criança não volta mais, que eu sinto falta da sensação que eu sentia, em como eu era, como eu via a vida, as vezes penso que sinto como se fosse um luto, sabe? A saudade de algo que não volta mais, algo que me dava conforto. Como se eu tivesse perdido alguma coisa. Não sei se pode ser algum sinal de ansiedade, mas isso tem me deixado bem emocional, com o peito pesado, refletindo muito e não necessariamente de uma forma positiva. Sei que preciso de ajuda profissional mas infelizmente não estou em um momento aonde eu consiga financeiramente e tenho medo disso piorar mais ainda.
Oi, tudo bem com você?
O processo de perda é um movimento natural da vida, as vezes vivemos como se esse dia não fosse chegar. E em outras vezes, vivemos como se ele fosse chegar em todos os momentos. Isso nos gera ansiedade. O processo terapêutico, poderia te ajudar nesse momento sim. Em relação ao seu momento financeira. eu entendo mas também seria importante, que não se estenda esse momento.
Caso queria continuar essa conversa, me coloco a sua disposição.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Obrigado por dividir algo tão sensível. O que você descreve toca numa experiência muito humana, e ao mesmo tempo muito solitária: perceber que o tempo passou. Que tudo segue mudando — os rostos da família, a rotina da casa, até o corpo da sua cachorrinha. Às vezes, é como se a gente acordasse de repente dentro da vida adulta, com uma sensação de "como cheguei até aqui?", e uma saudade apertada de algo que talvez nem dê mais pra tocar.

Essa saudade pode mesmo ter o peso de um luto. Um luto não só pelo que se foi, mas também por aquilo que a gente sente que não pode mais ser. Como era pra você aquele tempo de infância? Que tipo de sensação você sente que perdeu? Quando essa lembrança aparece, ela te leva pra que lugar dentro de você?

É possível que essa angústia traga ecos da ansiedade, sim — mas mais do que rotular isso, talvez o mais importante agora seja reconhecer que você está sentindo algo que pede espaço, que está pedindo pra ser cuidado. E mesmo que o momento financeiro dificulte buscar ajuda profissional, saiba que existem serviços com atendimentos gratuitos ou a preços populares, inclusive por faculdades e instituições.

Você não está só nisso. Esse nó que se forma no peito, essa sensação de que o tempo levou algo de precioso… tudo isso pode ser atravessado com um pouco de escuta, com alguém ao lado que ajude a colocar em palavras o que hoje parece pesado demais pra carregar sozinho. E se for o momento de buscar isso, vale dar um passo de cada vez — no seu tempo.
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! É natural sentir angústia diante da passagem do tempo e das mudanças que ele traz. Seu luto pela infância e pelo que não volta mais é um processo legítimo e humano, que merece acolhimento. Reconhecer esses sentimentos já é um passo importante. Enquanto não puder buscar terapia, tente praticar a autocompaixão e encontrar pequenos rituais que reconectem você com o que traz conforto no presente. Você não está sozinha nessa jornada.
Muitas pessoas passam por sentimentos parecidos com esse, do luto de perceber a vida se modificando, de deixar coisas que apreciávamos e ter que assumir novas responsabilidades, etc. Dependendo da forma que fomos criados, é possível desenvolver um sentimento de que não seremos capazes de dar conta do que vem pela frente sozinhos e isso pode trazer muito desconforto. Se for esse o seu caso, vale a pena buscar ajuda de um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, para te ajudar a entender o que está acontecendo e se fortalecer.
Olá bom dia!

Sente que é como se fosse um luto, por serem lutos.
Você esta sentindo essas "perdas", da infancia, do tempo, das sensações que não vão mais ser vivenciadas da mesma forma.
É aconselhado sim uma ajuda de um profissional da psicologia pra você entender mais como são esses sentimentos, observar como lida com os pensamentos e possiveis outras formas de desenvolver o jeito de lidar com o luto, mas tambem com o olhar no passado, presente e futuro.

Como você não tem recursos financeiros no momento, existe a possibilidade de encontrar essa ajuda através de:
SUS: você vai ao posto de saúde e passa no clinico geral, solicita atendimento psicológico, eles encaminharão para um psicólogo da unidade ou de uma mais próxima;
Instituições de ensino: Faculdades tanto particulares quanto publicas que tem o curso de psicologia fazem atendimento gratuito, chamam-se 'clinica escola';
Essas são duas opções viáveis

Espero ter ajudado
Um abraço
Patricia de Jesus Oliveira
Psicóloga
Olá! Que bom que você trouxe essa questão. É muito importante essa sua percepção de que o tempo está passando rápido, e de como isso tem te afetado emocionalmente. Sinto a angústia em suas palavras, a forma como você descreve a observação do envelhecimento da sua família, da sua cadelinha, e a dor de sentir que aquele tempo da infância se foi. Essa sensação de "luto" por algo que não volta, algo que trazia conforto e que você sente que perdeu, é algo muito profundo e real para você.
Na Gestalt-terapia, a gente entende que o mais importante é nos conectarmos com o aqui e agora. E é interessante como, mesmo falando do passado e da passagem do tempo, você está vivenciando intensamente essa perda no presente. Essa dor no peito, essa reflexão que não é positiva, são sinais de que algo em você está pedindo para ser olhado. É como se a sua própria consciência estivesse te mostrando que há um processo em curso, um ciclo que está se fechando e que traz com ele sentimentos intensos.
Essa sensação de "luto" que você descreve não é necessariamente por uma morte física, mas pelo fim de uma fase, de um tempo, de uma forma de ser e de se relacionar com o mundo. Você está se deparando com a impermanência da vida, com o fato de que tudo está em constante transformação. E sim, essa tomada de consciência pode ser dolorosa, assustadora e gerar uma profunda angústia.
Esses sentimentos que você descreve — a angústia, o peito pesado, as reflexões que não são positivas — podem, sim, ter um componente de ansiedade. A ansiedade muitas vezes surge quando nos desconectamos do presente, seja nos prendendo ao que já passou ou nos projetando excessivamente no futuro. Sua energia fica "presa" nesses pensamentos, e isso pode causar um grande desconforto.
Na Gestalt, vemos a experiência como um fluxo. Parece que você está em um momento de intenso contato com essa realidade da mudança. Essa percepção gera uma sensação muito forte em você. A questão é: o que vem depois? Como você mobiliza a sua energia para lidar com essa sensação? Muitas vezes, ficamos "presos" em uma parte desse fluxo, e a energia que poderia ser usada para seguir em frente fica estagnada.
Entendo perfeitamente sua limitação financeira para buscar ajuda profissional neste momento. No entanto, sua capacidade de reconhecer e articular o que está sentindo já é um grande passo e um recurso valioso. Mesmo sem o acompanhamento terapêutico, você pode começar a explorar algumas coisas:
Valide o que sente: Permita-se sentir essa dor, essa saudade. Não a julgue. Ela é real para você. Em vez de lutar contra ela, tente apenas observá-la.
Volte para o corpo: Quando se sentir muito angustiada, tente trazer sua atenção para as sensações físicas do aqui e agora. Onde você sente essa angústia no seu corpo? No peito? Na garganta? Apenas observe, sem tentar mudar. Isso ajuda a te "ancorar" no presente.
Abrace as mudanças: A vida é cíclica, e tudo está em constante transformação. Tentar resistir a isso pode gerar ainda mais sofrimento. Como você pode, aos poucos, começar a acolher a ideia de que as coisas mudam e que cada fase tem suas próprias belezas e desafios?
O que você pode fazer com essa energia? Toda emoção carrega uma energia. Essa angústia, essa tristeza... Como você pode direcionar essa energia de uma forma que te ajude? Talvez expressando seus sentimentos de alguma forma, conversando com alguém de confiança, escrevendo, ou até mesmo buscando pequenas ações que te tragam um pouco de conforto no dia a dia.
Essa sua sensibilidade em perceber o que está acontecendo internamente é muito valiosa e pode ser o ponto de partida para se sentir melhor
É possível que esse sentimento esteja ligado a uma espécie de luto, não por alguém, mas pela passagem do tempo e por uma fase da vida que já passou e deixou marcas afetivas importantes. Às vezes, perceber que o tempo está avançando e que as coisas mudam desperta essa angústia e essa sensação de perda. Pode ser interessante tentar direcionar esse olhar para a própria existência, entendendo como você quer viver o tempo presente, que ainda está acontecendo. Mesmo sem conseguir iniciar um acompanhamento profissional agora, você pode buscar espaços de escuta gratuitos ou com valor acessível. Universidades com curso de psicologia, instituições sociais ou clínicas-escola costumam oferecer esse tipo de serviço.
O que você está sentindo é comum diante das mudanças e da passagem do tempo, e pode se assemelhar a um luto pelo que foi perdido. Esses sentimentos são importantes e merecem acolhimento. Buscar formas de autocuidado e apoio, mesmo que não seja profissional no momento, pode ajudar a aliviar esse peso emocional.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O que você descreve carrega uma sensibilidade rara — e ao mesmo tempo uma dor que muitos sentem, mas poucos conseguem colocar em palavras. Essa sensação de “luto sem perda” é, sim, algo real e reconhecido pela psicologia. É o que chamamos, em alguns casos, de luto simbólico: a dor pela passagem do tempo, pelo fim de uma fase, por aquilo que não volta mais. É como se o coração estivesse tentando acompanhar uma mudança que o cérebro já entendeu, mas ainda dói aceitar.

Essa percepção emocional de que “o tempo está correndo” ativa um mecanismo interno profundo. A neurociência nos mostra que nosso cérebro é altamente sensível à passagem do tempo afetivo — aquele que não é medido por relógios, mas por vínculos, cheiros da infância, tons de voz, rotinas que aqueciam o peito. Quando esses elementos mudam, mesmo que devagar, algo dentro de nós sente como se estivesse se despedindo — mesmo sem ter dito adeus. E sim, isso pode se relacionar com ansiedade, principalmente quando essa saudade do passado se mistura ao medo de perder o que ainda está presente.

Você sente que está tentando segurar o tempo com a força do pensamento? Tem sido possível viver o presente sem que ele pareça um espelho triste do que já foi? O que você acha que mais representa esse conforto da infância que sente falta — é uma pessoa, uma sensação, um ritmo de vida?

A sua dor não é exagerada, nem imatura — é a dor de alguém que amou tanto o que viveu, que teme não conseguir mais sentir igual. E às vezes, só de nomear isso com sinceridade, já começamos a encontrar uma fresta por onde o ar entra. Mesmo que a terapia ainda não seja possível financeiramente, buscar espaços de escuta, grupos gratuitos ou até pequenas práticas de atenção plena podem ajudar a aliviar esse “peso no peito” — não como solução mágica, mas como forma de lembrar seu corpo de que ele ainda pode estar aqui, no agora, mesmo com saudade do que já foi.

Se um dia for possível iniciar a terapia, saiba que esse é um tema que merece ser acolhido com muito cuidado. E, se quiser conversar mais sobre isso, caso precise, estou à disposição.
Olá! Seria muito importante que você iniciasse um processo terapeutico para juntamente de seu terapeuta pudesse fechar alguns ciclos que podem estar impedindo você de avançar para novas e importantes experiências de vida. A permanência em experiências passadas pode atrasar o seu desenvolvimento, trazer angústia e até no limite uma falta de sentido. Um abraço fraterno.
 Fabiana Barros
Psicólogo
São Paulo
Sentir essa angústia pelo tempo que passa, pela vida que muda e pela saudade do que já foi, é muito mais comum do que parece.
Essa sensação de “luto pelo que não volta” pode estar ligada à ansiedade, às perdas simbólicas e ao medo do futuro.
E sim, tem cuidado, tem acolhimento e tem caminho. A psicoterapia te ajuda a entender, elaborar e ressignificar tudo isso.
Se fizer sentido para você, eu posso te ajudar.
Olá! Não se prenda tanto ao passado, aproveite o presente... viva o hoje! Procure ajuda de psicólogo no CAPS de sua cidade, clinica escola de faculdades de psicologia. Cuide-se
O que você está sentindo é muito comum e compreensível: a sensação de que o tempo passa rápido e o luto pelo que foi e não volta mais, mesmo sabendo que faz parte da vida. Esse “peso no peito” e a angústia são sinais de um processo emocional profundo, que pode sim se relacionar com ansiedade ou tristeza.

O importante é reconhecer esses sentimentos sem se cobrar, porque eles trazem mensagens sobre o que você valoriza e sente falta.

Quando puder, estarei aqui para te acolher em um espaço seguro e acolhedor, para que juntos possamos trabalhar essas questões. Você merece esse cuidado!
 Mariane Diaz
Psicólogo
Campinas
Olá! O que você está sentindo é mais comum do que parece e muito legítimo. Essa sensação de que o tempo está passando rápido, o reconhecimento das mudanças nas pessoas que amamos e a saudade da infância podem mesmo gerar uma espécie de luto simbólico, como você descreveu. É o luto por um tempo que não volta mais, por uma sensação de segurança e simplicidade que muitas vezes associamos à infância.
Esses sentimentos podem estar ligados à ansiedade, sim, especialmente quando vêm acompanhados de angústia constante, sensação de peito apertado e pensamentos difíceis de controlar. Mas mais do que um “problema”, eles são um sinal de que algo dentro de você está pedindo cuidado, escuta, presença.
Mesmo que neste momento você não possa investir em um acompanhamento particular, existem formas de buscar ajuda: clínicas-escola de psicologia (ligadas a universidades), atendimentos sociais com valor acessível ou até grupos de apoio podem ser caminhos possíveis. O importante é não se calar diante dessa dor.
Você merece acolhimento e cuidado. Seu sentimento é válido e importante. Se e quando sentir que posso ajudar, estarei aqui.
olá, essa sensação de que o tempo tem passado rápido, onde relata a sensação de angustia ao verificar os sinais fisicos nos famiiares no animal de estimação, a constatação que voce cresceu, a sensação de perda ou seja de luto , tente olhar que sua visão para o passado que o desejo de que ele pare pois ele provavelmente foi bom ou seja bom ,a oportunidade de olhar para o futuro com o olhar do que ocorreu no passado
 Micheli Pies
Psicólogo
Foz do Iguaçu
Percebo o quanto esses sentimentos têm te deixado angustiado, sinto muito por isso e isso merece cuidado. Sei que procurar ajuda profissional nem sempre é fácil, principalmente financeiramente, mas existem alternativas. Algumas faculdades oferecem atendimento gratuito ou com valor simbólico, e há também clínicas populares e profissionais que cobram mais barato. Espero ter ajudado.

Ei...


- Compreendo sua situação. A vida prega essas peças na gente as vezes mesmo, faz parte da beleza de viver, ver o tempo passar. Eu me coloco a disposição de acordo com sua situação financeira. É só chamar.


- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.


Abraços
O que você está sentindo é profundamente humano — esse sentimento de luto por um tempo que não volta mais, a angústia diante das mudanças inevitáveis da vida e a saudade de uma fase em que tudo parecia mais leve ou seguro, muitas vezes nos visitam em momentos de transição, amadurecimento ou quando nos damos conta do valor das relações que temos. Reconhecer isso com tanta sensibilidade mostra o quanto você está em contato com suas emoções, mesmo que estejam difíceis de lidar agora. Essa dor pode sim estar relacionada à ansiedade, mas também reflete um processo de elaboração emocional que merece acolhimento e cuidado. A Psicologia pode te ajudar a entender esses sentimentos com mais clareza, a encontrar formas de viver o presente com mais leveza e a lidar com as inevitáveis transformações da vida sem tanto peso. Sei que a questão financeira pode ser um obstáculo, mas hoje existem serviços de psicologia social, atendimento por universidades, projetos comunitários e até iniciativas online com valores acessíveis ou gratuitos — e buscar esse apoio pode ser um gesto de autocuidado muito importante antes que o sofrimento se intensifique. Você não está só, e há caminhos possíveis para cuidar de si com respeito, mesmo em meio às limitações.
 Glaucione Alves
Psicólogo
Balneário Camboriú
O que você descreve é uma experiência muito legítima, e, na verdade, mais comum do que parece… mas quase ninguém fala sobre ela.

Quando começamos a perceber os sinais de que o tempo passou – no rosto dos nossos pais, nas atitudes de quem a gente ama, até no pelo que vai ficando branco no nosso animal de estimação – é como se uma parte da nossa infância fosse, de repente, posta diante de nós… mas inacessível. Não dá para voltar. E essa percepção traz uma dor real.

Na psicanálise, a gente entende que esse tipo de angústia tem muito a ver com os primeiros contatos com a noção de finitude. Não só a dos outros… mas a nossa também. A infância, que foi um lugar de segurança e de sentido, agora é um tempo que ficou para trás. E o luto que você descreve é, de certa forma, um luto por esse pedaço de você mesma que ficou no passado.

Essa tristeza não é sinal de fraqueza nem de que tem algo “errado” com você. Ela é um processo emocional de elaboração. Mas quando o peito começa a pesar tanto que a vida presente fica difícil de ser vivida, é um sinal de que talvez seja o momento de buscar um espaço de escuta.

Se o atendimento particular não é possível agora, talvez valha a pena procurar serviços gratuitos: universidades com clínicas-escola, ou programas de saúde mental da sua cidade.

O que importa é que você não precisa passar por isso sozinha. E já deu um passo muito importante ao colocar isso em palavras.

Às vezes, só de ter alguém com quem dividir esse sentimento, o peso começa a se reorganizar dentro da gente.
É difícil realmente nos darmos conta de que o tempo realmente passa tão rápido, mas se você procurar focar a sua atenção no que você mesmo(a) PODE fazer para que o tempo que você ainda tem pela frente possa ser o melhor possível dentro das suas circunstâncias, voce estará fazendo um exercício muito bom, tanto para desfocar os pensamentos num passado que não volta mais quanto para aumentar a sua esperança de que, mesmo que esse passado nao volte, você ainda assim TEM sim, tempo HÁBIL para MELHORAR QUALQUER situação que você possa estar vivendo hoje. Veja, até em relacao aos seus pais que estão mais idosos ou à sua cadelinha, que tbem esta com mais anos de vida, o que você poderia começar a fazer HOJE, com alguma frequência e consistência, que poderia te fazer aproveitar MELHOR o tempo de vida que você graças a Deus ainda tem com eles? Dizer o quanto os ama, falar coisas boas, CRIAR momentos agradaveis mesmo que sejam simples, momentos nos quais vocês poderão trocar afeto e atenção por meio de palavras ou gestos simples... afinal o que é mais valioso na vida do que as pessoas a quem amamos e o tempo de convivência que AINDA temos com elas? Manter o foco na CONSTRUÇÃO de um futuro melhor (mesmo que sejam pequenos momentos) poderá te ajudar muito a desfocar do passado que não volta, além de alimentar com a motivação que voce esta precisando para seguir realmente em FRENTE. E nessa busca valeria muito uma terapia mas se agora você nao pode investir nisso, você também pode procurar respostas em vídeos, livros digitais online e gratuitos e até em resumos de livros pelo app de inteligência artificial...você está precisando de MOTIvação para se MOVImentar e esse novo foco poderá te abastecer com a esperança necessária pra isso. Não posso também deixar de dizer o quanto a espiritualidade pode te ajudar nesse processo. Se você acredita em Deus, já tentou compartilhar esse sentimento de desânimo em uma conversa íntima com Deus, abrindo todo o seu coração da forma mais SINCERA possível? Sempre escutei INÚMEROS relatos sobre esses momentos de várias pessoas... e eles costumam ser verdadeiros DIVISORES de águas na vida de muitas delas. E lembre-se, você não está sozinho(a) nisso; esse é um sentimento muito comum entre todos nós, então só precisamos buscar o MELHOR caminho para LIDAR com ele e fazer com que consigamos TRANSFORMÁ-LO em um sentimento melhor para então conseguirmos fazer com que ele nos BENEFICIE com BOAS consequências.





Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!

  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.