Já tiveram vontade de terminar o relacionamento,esses pensamentos constante, não tomam a decisão, e

7 respostas
Já tiveram vontade de terminar o relacionamento,esses pensamentos constante, não tomam a decisão, e continuam a relação... E deu tudo certo. detalhe gosto muito da minha namorada, temos 3 anos, mas não consegui criar aquele amor ainda. estamos construindo uma casa e pensando em casar, por um lado confio nela, e essa mulher(22anos) faz tudo por mim e eu(27anos) por ela(sabe quando uma pessoa e muito boa falo de caráter, índole, faz tudo para te agradar, soma em tudo, quer um futuro, filho e fiel, você não consegue retribuir ou sentir aquele sentimento).
Afinal o amor vem com o tempo ou ele já vem de primeira?
Não quero ser aquele que terminar por nenhum motivo e perde uma pessoa por um pensamento de momento, afinal acredito que seja só um pensamento bobo e que no final tudo vai ficar bem, o que você me orientam voz da experiência.
Independente vou tentar até onde for possível, só não quero ter esses pensamentos constantes e chatos.

Detalhe somos cristãos, louvamos juntos, ultimamente quando tenho esses pensamentos procuro orar e pedir orientação a Deus e pedir para ele me acalmar diante desses tipos de pensamentos.
Os relacionamentos são influenciados por muitos fatores e existe uma diferença entre uma amizade e um relacionamento intimo, podemos gostar muito de uma pessoa, mas isso não implica querer ter essa pessoa como cônjuge. Um bom relacionamento intimo precisa satisfazer, em certa medida, as necessidades emocionais de ambos os envolvidos, quando isso não está acontecendo podemos ter sentimentos de insatisfação. É importante verificar as motivações para estarem juntos, inclusive a influência da expectativa de outras pessoas com relação a isso, por exemplo, se sentir constrangido em continuar, pois é isso que os outros esperam e de certa forma o que você acha que deveria ser. Se essas coisas não estão muito claras, pode ser interessante buscar ajuda de um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, para te ajudar a refletir sobre as motivações envolvidas e tomar uma decisão que venha ao encontro daquilo que faz sentido para você.

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Dr. Erick Polasse
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
O que você sente é mais comum do que parece e não significa falta de amor ou de fé. Quando o relacionamento entra na fase de decisões grandes — casamento, casa, futuro — é normal surgirem dúvidas, porque o compromisso passa a ser definitivo. Isso não é sinal de erro, é sinal de responsabilidade.

Muitas pessoas confundem amor com paixão constante. Esse sentimento intenso raramente sustenta um casamento. O amor que permanece é construído com escolha diária, respeito, parceria, valores alinhados e cuidado mútuo. Pelo que você descreve, esses pilares existem.

O amor nem sempre vem “de primeira” como um arrebatamento; muitas vezes ele se aprofunda com o tempo, na convivência e na decisão de permanecer. Pensamentos recorrentes não precisam ser combatidos com culpa, mas entendidos como medo natural de errar. Se há admiração, confiança e vontade sincera de continuar, você não está se enganando — está amadurecendo.
 Michelle Novello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Esses pensamentos de dúvida são mais comuns do que parecem, especialmente em momentos de grandes decisões, como casamento e construção de uma vida a dois. Na psicanálise, entendemos que o amor não é um sentimento fixo ou constante, e que ambivalências )vontade de ficar e dúvida) podem coexistir sem significar falta de amor.

Muitas vezes, a expectativa de sentir um “amor ideal” gera angústia, sobretudo quando o relacionamento é saudável e o outro ocupa um lugar muito valorizado. O desejo não segue a lógica da razão ou da obrigação.

Esses questionamentos podem estar ligados ao medo do compromisso e às mudanças que ele implica. Não indicam, por si só, que a relação esteja fadada ao fracasso. Um espaço de escuta, como a psicoterapia, pode ajudar a compreender a origem desses pensamentos e aliviar esse sofrimento.
 Indayá Jardim de Almeida
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá! Aconselho buscar um psicólogo/ psicanalista para que possa ter um espaço de escuta sensível e acolhimento para essa questão, possibilitando assim, questionar por exemplo: o que é o amor para você? Quais os pilares de um relacionamento? O que te faz querer terminar? Quais pensamentos surgem nesses momentos? Espero ter ajudado, estou á disposição!
Olá, como vai?
Procure um psicólogo para conversar sobre suas angústias!
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Pelo que você descreve, o que você sente é bastante comum: é possível amar alguém sem sentir aquela intensidade romântica arrebatadora desde o início. O amor de fato pode crescer com o tempo, principalmente quando há respeito, cuidado e projetos em comum, como vocês têm. O que você está sentindo não necessariamente indica que a relação está errada, mas que há uma dificuldade em conectar emocionalmente de forma mais intensa. Os pensamentos de “e se eu terminasse” podem surgir por insegurança, medo de responsabilidade ou frustração com a própria expectativa de sentimentos. O que ajuda é diferenciar impulso de reflexão: nem todo pensamento merece ação imediata, e orar, refletir e dialogar com a própria consciência é saudável. Continuar investindo na relação, criando intimidade, compartilhando planos e cuidando do vínculo emocional tende a fortalecer o sentimento. Se esses pensamentos se tornarem constantes a ponto de gerar angústia, pode ser útil conversar com um psicólogo para compreender de forma mais profunda suas emoções e padrões de pensamento, sem tomar decisões precipitadas. O essencial é observar se há desejo genuíno de construir a vida juntos, porque o amor verdadeiro muitas vezes se manifesta na construção diária, não apenas na paixão inicial.
Olá! É muito importante você trazer essa questão. Na psicologia, diferenciamos muito a "paixão" (que é química, intensa e passageira) do "amor" (que é construção, escolha e comportamento).

Pelo seu relato, parece haver uma idealização do que você deveria estar sentindo. Muitas vezes, a ansiedade de "precisar sentir algo forte" acaba gerando um bloqueio emocional. É como tentar dormir à força: quanto mais você se força, menos consegue.

Esses "pensamentos constantes e chatos" que você descreve podem ser o que chamamos de pensamentos intrusivos. Eles geram dúvida e angústia, e não necessariamente refletem a verdade do seu coração, mas sim o seu nível de ansiedade diante do compromisso (construção da casa, casamento).

A terapia seria fundamental para você diferenciar o que é uma incompatibilidade real do que é apenas a ansiedade sabotando sua capacidade de se conectar. A oração te acalma espiritualmente, mas a terapia te dará ferramentas mentais para lidar com esses pensamentos obsessivos.

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