Meu filho está com o comportamento agressivo na escola batendo nos coleguinhas, ele não vive apanhan
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Meu filho está com o comportamento agressivo na escola batendo nos coleguinhas, ele não vive apanhando em casa , converso digo que não pode , deixo de castigo, já não sei mais oque fazer , estou esperando consulta com neuropediatra
Até lá qual profissional procurar ?
Até lá qual profissional procurar ?
Olá, tudo bem?
Imagino o quanto deve ser angustiante acompanhar esse tipo de comportamento no seu filho, especialmente quando você tem se esforçado tanto para orientá-lo com afeto e limites. Nessas horas, é como se tudo que a gente faz com intenção de ensinar parecesse não surtir efeito, e isso naturalmente gera insegurança, frustração e até culpa. Mas vale reforçar: sua preocupação e busca por ajuda já mostram o quanto você está comprometida com o bem-estar dele.
Enquanto aguarda a consulta com o neuropediatra — que será importante para descartar ou identificar possíveis questões neurológicas ou do neurodesenvolvimento — o acompanhamento com um psicólogo infantil pode ser bastante útil. Através da escuta, do brincar e da observação do vínculo, é possível entender o que está por trás dessa agressividade: muitas vezes, ela é uma forma de comunicação emocional que ainda não encontrou palavras. A criança sente, mas não sabe nomear — e o corpo, então, age no lugar da fala.
Do ponto de vista da neurociência, o cérebro infantil ainda está desenvolvendo a capacidade de regulação emocional, especialmente em áreas como o córtex pré-frontal, que é responsável pelo autocontrole e pela tomada de decisões. Quando a criança se sente frustrada, ameaçada ou confusa, o sistema límbico (parte mais emocional do cérebro) pode tomar o controle — e é aí que surgem os comportamentos impulsivos, como bater. O castigo, apesar da intenção educativa, pode acionar ainda mais esse sistema, gerando medo ou raiva, mas não necessariamente compreensão.
Você já conseguiu observar em que momentos isso acontece com mais frequência? Quais situações costumam anteceder os episódios de agressividade? Como ele reage quando vê que alguém se machucou ou ficou triste com o que ele fez? E como você se sente quando tudo isso acontece?
O acompanhamento psicológico vai além do comportamento visível: ele acolhe a criança, dá espaço para ela expressar o que ainda não consegue dizer e, principalmente, apoia você nesse processo de cuidado e orientação. E claro, sempre que for necessário, pode haver encaminhamento complementar para fonoaudiólogo, psicopedagogo ou outros profissionais — mas o primeiro passo pode, sim, ser com um psicólogo infantil.
Caso precise, estou à disposição.
Imagino o quanto deve ser angustiante acompanhar esse tipo de comportamento no seu filho, especialmente quando você tem se esforçado tanto para orientá-lo com afeto e limites. Nessas horas, é como se tudo que a gente faz com intenção de ensinar parecesse não surtir efeito, e isso naturalmente gera insegurança, frustração e até culpa. Mas vale reforçar: sua preocupação e busca por ajuda já mostram o quanto você está comprometida com o bem-estar dele.
Enquanto aguarda a consulta com o neuropediatra — que será importante para descartar ou identificar possíveis questões neurológicas ou do neurodesenvolvimento — o acompanhamento com um psicólogo infantil pode ser bastante útil. Através da escuta, do brincar e da observação do vínculo, é possível entender o que está por trás dessa agressividade: muitas vezes, ela é uma forma de comunicação emocional que ainda não encontrou palavras. A criança sente, mas não sabe nomear — e o corpo, então, age no lugar da fala.
Do ponto de vista da neurociência, o cérebro infantil ainda está desenvolvendo a capacidade de regulação emocional, especialmente em áreas como o córtex pré-frontal, que é responsável pelo autocontrole e pela tomada de decisões. Quando a criança se sente frustrada, ameaçada ou confusa, o sistema límbico (parte mais emocional do cérebro) pode tomar o controle — e é aí que surgem os comportamentos impulsivos, como bater. O castigo, apesar da intenção educativa, pode acionar ainda mais esse sistema, gerando medo ou raiva, mas não necessariamente compreensão.
Você já conseguiu observar em que momentos isso acontece com mais frequência? Quais situações costumam anteceder os episódios de agressividade? Como ele reage quando vê que alguém se machucou ou ficou triste com o que ele fez? E como você se sente quando tudo isso acontece?
O acompanhamento psicológico vai além do comportamento visível: ele acolhe a criança, dá espaço para ela expressar o que ainda não consegue dizer e, principalmente, apoia você nesse processo de cuidado e orientação. E claro, sempre que for necessário, pode haver encaminhamento complementar para fonoaudiólogo, psicopedagogo ou outros profissionais — mas o primeiro passo pode, sim, ser com um psicólogo infantil.
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Olá boa tarde. Um profissional da psicologia, através da busca e conhecimento deste profissional, ele pode te indicar qual melhor profissional para o caso de seu filho, seja neuro, ou até mesmo um abordagem especifica dentro da psicologia. De todo modo, converse com ele sobre o que está acontecendo, se está sofrendo algum tipo de bullyng, ou algo parecido, agressividade sempre é caso de se olhar com cautela, pois é sempre bom olhar o entorno dele, o contexto como um todo, desde de tipos de desenhos que assiste, até a questão do bullyng, relacionamento em casa, tudo influência. Espero ter ajudado.
É compreensível a sua angústia diante do comportamento agressivo do seu filho, especialmente quando as tentativas de diálogo e disciplina não parecem surtir efeito. Quando uma criança manifesta agressividade com frequência, isso pode ser um sinal de que algo está em conflito dentro dela, algo que ela ainda não consegue expressar com palavras, mas que aparece no corpo e nas ações.
Na visão da psicanálise, esse tipo de comportamento pode estar ligado a questões emocionais mais profundas. Às vezes, a criança vive situações ou emoções que ainda não entende, mas que causam desconforto e acabam sendo colocadas para fora de forma impulsiva. A agressividade, nesses casos, não deve ser vista apenas como algo a ser contido, mas como um sinal de que essa criança está pedindo ajuda para lidar com o que sente.
Enquanto aguarda a consulta com o neuropediatra, é bastante recomendável procurar um psicólogo que trabalhe com crianças sob a abordagem psicanalítica. Esse profissional poderá escutar a criança em um espaço seguro, onde ela possa se expressar por meio do brincar e da fala, permitindo que esses conflitos internos comecem a ser elaborados.
Além disso, o acompanhamento também pode envolver os pais, ajudando a compreender melhor o que se passa com o filho e como acolhê-lo nesse momento. Muitas vezes, pequenas mudanças no olhar e na escuta dos adultos já fazem grande diferença para a criança.
Se desejar, estou à disposição para ajudar nesse processo.
Na visão da psicanálise, esse tipo de comportamento pode estar ligado a questões emocionais mais profundas. Às vezes, a criança vive situações ou emoções que ainda não entende, mas que causam desconforto e acabam sendo colocadas para fora de forma impulsiva. A agressividade, nesses casos, não deve ser vista apenas como algo a ser contido, mas como um sinal de que essa criança está pedindo ajuda para lidar com o que sente.
Enquanto aguarda a consulta com o neuropediatra, é bastante recomendável procurar um psicólogo que trabalhe com crianças sob a abordagem psicanalítica. Esse profissional poderá escutar a criança em um espaço seguro, onde ela possa se expressar por meio do brincar e da fala, permitindo que esses conflitos internos comecem a ser elaborados.
Além disso, o acompanhamento também pode envolver os pais, ajudando a compreender melhor o que se passa com o filho e como acolhê-lo nesse momento. Muitas vezes, pequenas mudanças no olhar e na escuta dos adultos já fazem grande diferença para a criança.
Se desejar, estou à disposição para ajudar nesse processo.
Olá, a agressividade faz parte do desenvolvimento infantil, mas é importante perceber qual função ela está fazendo no contexto do seu filho. O comportamento agressivo pode ser a expressão de um conflito interno que a criança ainda não consegue simbolizar ou expressar. Pode estar partindo de algo que ele sente e não compreende, como o sentimento de insegurança, angústia ou frustração.
Sugiro que procure um psicólogo para acompanha-lo e ajuda-lo a construir outras formas e recursos para lidar com os seus sentimentos.
Sugiro que procure um psicólogo para acompanha-lo e ajuda-lo a construir outras formas e recursos para lidar com os seus sentimentos.
Um aspecto também a ser considerado é entender o que está acontecendo na escola, se possível alguém acompanhar no local e ver em que situações as agressões ocorrem, como a criança está sendo tratada pelos professores e coleguinhas. As vezes a agressividade é reflexo do ambiente familiar, como brigas, maus tratos, falta de atenção a criança, excesso de atenção a criança, etc.
Olá, é importante buscar um atendimento psicológico para seu filho para melhor compreender este comportamento e ver se condiz com o desenvolvimento. Existem certas fases em que as crianças desafiam mais e externalizam as frustrações, mas é fundamental avaliar se há algo mais profundo que precise ser trabalhado. Um psicólogo pode ajudar a identificar as causas subjacentes do comportamento agressivo e desenvolver estratégias para lidar com ele de forma eficaz.
Ei...
- Antes de tudo, por qual motivo ele tem feito isso, o que ele pensa, o que ele sente, qual o contexto dessas agressões. Tente investigar com ele como ele aprendeu a se comportar assim. Quanto ao profissional, um/a terapeuta com quem ele consiga se abrir pode ser importante.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
Enquanto aguarda a consulta com o neuropediatra, é muito importante procurar uma psicóloga infantil. Ele vai ajudar a entender o que está por trás desse comportamento, que pode ser uma forma da criança expressar emoções, frustrações ou dificuldades que ainda não consegue colocar em palavras.
O psicólogo também orienta a família e a escola sobre as melhores estratégias para lidar com essas situações, de forma acolhedora, sem punições que não ajudam no desenvolvimento emocional.
Quanto antes começar esse cuidado, melhor será para ele e para todos ao redor.
Se desejar, eu posso te ajudar nesse processo.
O psicólogo também orienta a família e a escola sobre as melhores estratégias para lidar com essas situações, de forma acolhedora, sem punições que não ajudam no desenvolvimento emocional.
Quanto antes começar esse cuidado, melhor será para ele e para todos ao redor.
Se desejar, eu posso te ajudar nesse processo.
Olá, como tem passado?
Quando um filho manifesta comportamentos agressivos, especialmente no ambiente escolar, isso não significa, de forma alguma, que haja necessariamente violência no ambiente familiar. Na verdade, a agressividade faz parte da própria constituição psíquica e se manifesta, muitas vezes, como uma tentativa de comunicar algo que a criança ainda não consegue colocar em palavras.
Do ponto de vista da psicanálise, o comportamento agressivo não surge à toa. Ele é uma forma de expressão do mundo interno da criança, marcado por tensões, frustrações, desejos, angústias e até dificuldades em lidar com as próprias emoções. A criança que bate, que agride, na verdade está dizendo algo.
Por isso, medidas como conversar, explicar ou até colocar de castigo muitas vezes não surtem efeito, justamente porque não tocam na raiz inconsciente desse comportamento.
O que será que está acontecendo no universo emocional dessa criança? Que angústia, que conflito ou que vivência interna ela está tentando comunicar através da agressividade? Será que é uma dificuldade em lidar com a separação, com as frustrações, ou até com alguma vivência que, aos olhos dos adultos, parece pequena, mas que, para ela, tem um peso enorme? O que dentro dela insiste em aparecer na forma de bater, gritar, se irritar?
É justamente por isso que, além do acompanhamento médico que você já está buscando, o olhar de um psicólogo clínico, preferencialmente com orientação psicanalítica, pode ser extremamente valioso. Através do brincar, do desenho, da fala e da escuta especializada, a criança tem a oportunidade de elaborar essas questões que, muitas vezes, aparecem como sintoma no comportamento. E, mais do que tratar o sintoma, esse espaço permite construir recursos psíquicos mais saudáveis para lidar com o mundo, com as emoções e com as relações.
Fico à disposição.
Quando um filho manifesta comportamentos agressivos, especialmente no ambiente escolar, isso não significa, de forma alguma, que haja necessariamente violência no ambiente familiar. Na verdade, a agressividade faz parte da própria constituição psíquica e se manifesta, muitas vezes, como uma tentativa de comunicar algo que a criança ainda não consegue colocar em palavras.
Do ponto de vista da psicanálise, o comportamento agressivo não surge à toa. Ele é uma forma de expressão do mundo interno da criança, marcado por tensões, frustrações, desejos, angústias e até dificuldades em lidar com as próprias emoções. A criança que bate, que agride, na verdade está dizendo algo.
Por isso, medidas como conversar, explicar ou até colocar de castigo muitas vezes não surtem efeito, justamente porque não tocam na raiz inconsciente desse comportamento.
O que será que está acontecendo no universo emocional dessa criança? Que angústia, que conflito ou que vivência interna ela está tentando comunicar através da agressividade? Será que é uma dificuldade em lidar com a separação, com as frustrações, ou até com alguma vivência que, aos olhos dos adultos, parece pequena, mas que, para ela, tem um peso enorme? O que dentro dela insiste em aparecer na forma de bater, gritar, se irritar?
É justamente por isso que, além do acompanhamento médico que você já está buscando, o olhar de um psicólogo clínico, preferencialmente com orientação psicanalítica, pode ser extremamente valioso. Através do brincar, do desenho, da fala e da escuta especializada, a criança tem a oportunidade de elaborar essas questões que, muitas vezes, aparecem como sintoma no comportamento. E, mais do que tratar o sintoma, esse espaço permite construir recursos psíquicos mais saudáveis para lidar com o mundo, com as emoções e com as relações.
Fico à disposição.
É compreensível que essa situação gere muita angústia e preocupação. Quando uma criança apresenta comportamentos agressivos, é importante entendermos que ela, muitas vezes, está expressando algo que ainda não consegue colocar em palavras. A agressividade, na infância, pode ser uma forma de comunicar conflitos internos, frustrações, inseguranças ou até dificuldades no processo de amadurecimento emocional.
Além da avaliação com o neuropediatra, é fundamental buscar um acompanhamento psicológico, preferencialmente com um profissional que trabalhe com a escuta infantil. Na psicanálise, olhamos para além do comportamento; buscamos compreender o que está por trás dele. Através do brincar e da escuta, a criança encontra um espaço para elaborar seus sentimentos e suas angústias, o que muitas vezes reflete diretamente na mudança de comportamento.
O trabalho com os pais também é essencial nesse processo. A clínica com crianças sempre inclui o acolhimento às famílias, para que juntos possamos compreender as dinâmicas emocionais que atravessam o desenvolvimento da criança.
Além da avaliação com o neuropediatra, é fundamental buscar um acompanhamento psicológico, preferencialmente com um profissional que trabalhe com a escuta infantil. Na psicanálise, olhamos para além do comportamento; buscamos compreender o que está por trás dele. Através do brincar e da escuta, a criança encontra um espaço para elaborar seus sentimentos e suas angústias, o que muitas vezes reflete diretamente na mudança de comportamento.
O trabalho com os pais também é essencial nesse processo. A clínica com crianças sempre inclui o acolhimento às famílias, para que juntos possamos compreender as dinâmicas emocionais que atravessam o desenvolvimento da criança.
Olá! Entendo sua preocupação — lidar com comportamentos agressivos em crianças pode ser muito desafiador, especialmente quando sentimos que já tentamos de tudo.
Enquanto você aguarda a consulta com o neuropediatra, uma boa opção é procurar um(a) psicólogo(a) infantil. Esse profissional pode ajudar a entender o que está por trás das atitudes do seu filho: às vezes, a agressividade pode ser uma forma de expressar frustrações, medos, dificuldades emocionais ou até questões de desenvolvimento que precisam ser acompanhadas.
Outra alternativa é buscar uma avaliação neuropsicológica, caso haja suspeita de algum transtorno do neurodesenvolvimento (como TDAH, por exemplo). Essa avaliação permite investigar com mais profundidade o perfil emocional, cognitivo e comportamental da criança.
O mais importante é saber que você não está sozinha — procurar ajuda já é um passo muito importante.
Enquanto você aguarda a consulta com o neuropediatra, uma boa opção é procurar um(a) psicólogo(a) infantil. Esse profissional pode ajudar a entender o que está por trás das atitudes do seu filho: às vezes, a agressividade pode ser uma forma de expressar frustrações, medos, dificuldades emocionais ou até questões de desenvolvimento que precisam ser acompanhadas.
Outra alternativa é buscar uma avaliação neuropsicológica, caso haja suspeita de algum transtorno do neurodesenvolvimento (como TDAH, por exemplo). Essa avaliação permite investigar com mais profundidade o perfil emocional, cognitivo e comportamental da criança.
O mais importante é saber que você não está sozinha — procurar ajuda já é um passo muito importante.
Boa tarde!
Primeiramente, parabéns pela preocupação com o comportamento do seu filho na escola, infelizmente alguns pais terceirizam para a escola a responsabilidade de lidar com os comportamentos indisciplinares. As crianças não possuem um repertório linguístico suficiente para expressar o aborrecimento e a insatisfação, por isso algumas crianças podem desenvolver alguns comportamentos agressivos como uma forma de defesa na escola e em casa.
A criança precisa de um espaço seguro em que possa expressar os seus sentimentos. Por isso a importância de ter um acompanhamento com psicólogo infantil que desenvolverá uma estratégia mais adequada para demanda do seu filho, ele poderá solicitar: orientação aos pais, conversar com a coordenação escolar e ver outros recursos terapêuticos para diminuir esse comportamento indesejável.
Que dê tudo certo! Fique à vontade para mais questões. Abraço
Primeiramente, parabéns pela preocupação com o comportamento do seu filho na escola, infelizmente alguns pais terceirizam para a escola a responsabilidade de lidar com os comportamentos indisciplinares. As crianças não possuem um repertório linguístico suficiente para expressar o aborrecimento e a insatisfação, por isso algumas crianças podem desenvolver alguns comportamentos agressivos como uma forma de defesa na escola e em casa.
A criança precisa de um espaço seguro em que possa expressar os seus sentimentos. Por isso a importância de ter um acompanhamento com psicólogo infantil que desenvolverá uma estratégia mais adequada para demanda do seu filho, ele poderá solicitar: orientação aos pais, conversar com a coordenação escolar e ver outros recursos terapêuticos para diminuir esse comportamento indesejável.
Que dê tudo certo! Fique à vontade para mais questões. Abraço
Importante procurar um profissional que tenha especialização com crianças. Psicólogo Infantil.
Olá. Situações como essa costumam mobilizar muitos sentimentos em quem cuida: culpa, impotência, exaustão, frustração… É importante lembrar que, para além da conduta da criança, também vale cuidar de quem está diante dela todos os dias. Às vezes, olhar para o que está acontecendo começa por abrir espaço para você mesma ser escutada — sem julgamentos e com acolhimento. Uma análise pode ajudar a lidar com esse momento de outro modo. Estou disponível para atendimentos online.
Bom dia! Primeiro é importante entender qual o objetivo de buscar um neuropediatra como primeira medida, uma vez que outras abordagens podem ter efeitos tão ou mais eficientes e não vão logo de cara inserir medicamentos ou diagnósticos que mais estigmatizam do que ajudam a criança. Minha recomendação é primeiro buscar auxílio psicológico e, à partir dessa avaliação, buscar outras medidas auxiliares que vão depender principalmente da idade da criança.
Outra opção é buscar atendimento na rede de saúde mental do SUS, que vai depender da estrutura do seu município de residência. De qualquer forma, mesmo que município não disponha de CAPS Infantil (Centro de Atenção Psicossocial), você pode ser orientado e/ou já iniciar o acompanhamento pela Unidade Básica de Saúde e, caso seja necessário, este serviço pode encaminhar ao CAPS de outros município próximo que funcione como referência regional.
Outra opção é buscar atendimento na rede de saúde mental do SUS, que vai depender da estrutura do seu município de residência. De qualquer forma, mesmo que município não disponha de CAPS Infantil (Centro de Atenção Psicossocial), você pode ser orientado e/ou já iniciar o acompanhamento pela Unidade Básica de Saúde e, caso seja necessário, este serviço pode encaminhar ao CAPS de outros município próximo que funcione como referência regional.
Tendo em vista esse comportamento agressivo do seu filho na escola, é compreensível a sua preocupação. O psicólogo infantil pode ajudar a identificar as possíveis causas da agressividade, que nem sempre estão relacionadas a experiências de violência direta, mas podem envolver dificuldades na regulação emocional, bullying, frustrações, alterações no desenvolvimento ou até questões de socialização com os pares.
Da mesma forma, o trabalho psicológico também pode oferecer suporte aos cuidadores, orientando sobre formas mais eficazes de manejo comportamental e promovendo uma comunicação mais empática e assertiva. Logo, procurar um psicólogo infantil é uma medida importante para o acompanhamento do seu filho.
Da mesma forma, o trabalho psicológico também pode oferecer suporte aos cuidadores, orientando sobre formas mais eficazes de manejo comportamental e promovendo uma comunicação mais empática e assertiva. Logo, procurar um psicólogo infantil é uma medida importante para o acompanhamento do seu filho.
Olá, como vai?
Procure um psicólogo especialziado em infância.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Procure um psicólogo especialziado em infância.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Um(a) psicólogo(a) para trabalhar a regulação emocional e habilidades sociais com o seu filho.
Você pode buscar o apoio de umpsi cólogo infantil. Esse profissional vai te ajudar a compreender o que está por trás do comportamento agressivo do seu filho, que muitas vezes é uma forma de expressão de algo que a criança ainda não consegue colocar em palavras.
A agressividade na infância nem sempre está ligada a algo que a criança "aprendeu" de forma direta, como a punição física. Pode ter relação com frustrações, dificuldades emocionais, inseguranças ou até mudanças recentes no ambiente familiar ou escolar. A psicoterapia infantil pode ser um espaço para ajudar a criança a simbolizar essas vivências e desenvolver outras formas de lidar com os sentimentos.
Além disso, esse acompanhamento pode oferecer suporte também para você, mãe, que está buscando compreender e acolher seu filho da melhor forma possível.
A agressividade na infância nem sempre está ligada a algo que a criança "aprendeu" de forma direta, como a punição física. Pode ter relação com frustrações, dificuldades emocionais, inseguranças ou até mudanças recentes no ambiente familiar ou escolar. A psicoterapia infantil pode ser um espaço para ajudar a criança a simbolizar essas vivências e desenvolver outras formas de lidar com os sentimentos.
Além disso, esse acompanhamento pode oferecer suporte também para você, mãe, que está buscando compreender e acolher seu filho da melhor forma possível.
Olá! Uma Psicóloga Infantil é essencial
Boa tarde. Um psicólogo pode ser útil para auxiliá-lo a expressar a agressividade de forma construtiva e trabalhar a expressão de sentimentos. Talvez o próprio neuropediatra encaminhe. Contudo é importante a avaliação do neuropediatra também.
Busque por um psicólogo infantil!
Entendo como essa situação pode ser preocupante e desgastante para você. Enquanto aguarda a consulta com o neuropediatra, é importante buscar o acompanhamento de um psicólogo infantil. O psicólogo pode ajudar seu filho a entender e expressar melhor suas emoções, além de trabalhar estratégias para controlar a agressividade e melhorar o comportamento na escola.
Esse acompanhamento também pode auxiliar você com orientações sobre como lidar com as situações difíceis, promovendo um ambiente mais tranquilo e seguro para seu filho.
Se quiser, posso ajudar a iniciar esse acompanhamento e oferecer o suporte que vocês precisam nesse momento. Estou à disposição para conversar quando desejar.
Esse acompanhamento também pode auxiliar você com orientações sobre como lidar com as situações difíceis, promovendo um ambiente mais tranquilo e seguro para seu filho.
Se quiser, posso ajudar a iniciar esse acompanhamento e oferecer o suporte que vocês precisam nesse momento. Estou à disposição para conversar quando desejar.
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