Meu filho tem 3 anos só aceita comida líquida (papinha) ... Não aceita de forma alguma arroz, feijão
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Meu filho tem 3 anos só aceita comida líquida (papinha) ... Não aceita de forma alguma arroz, feijão e assim por diante ...demais alimentos como pão, biscoito e demais ele come normalmente mais almoço ele até vomita se insisto. Qual especialidade devo leva-lo para tratamento?
Se não há causa orgânica que esteja produzindo essa recusa por determinados alimentos, um psicologo/psicanalista poderá contribuir para contornar essa situação. O que o pediatra dele pensa e sugere? Já fizeram algum tipo de investigação alérgica?
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É Importante consultar o pediatra e depois fazer psicoterapia com EMDR que vai ajudar a individuar as causas emocionais que levam a recusa dos alimentos sólidos. Procure algum profissional da área certamente vai ter algum resultado melhor. Se quiser mais informações entre em contato estou a disposição
Seria bom consultar o pediatra e o psicólogo.
Também é importante fazer uma avaliação psicológica do seu filho e posterior orientação a vocês, pais.
Normalmente nesse tipo de situação, os pais acabam ficando
ansiosos com relação a alimentação do filho, o que acaba
dificultando e mantendo o problema.
Um abraço!
Também é importante fazer uma avaliação psicológica do seu filho e posterior orientação a vocês, pais.
Normalmente nesse tipo de situação, os pais acabam ficando
ansiosos com relação a alimentação do filho, o que acaba
dificultando e mantendo o problema.
Um abraço!
Um pediatra é a primeira opção a ser escolhida, um psicólogo a segunda .Como sempre coloco aqui exite diversas abordagens dentro da psicologia e todas são eficazes , ouso dar uma ideia de abordagem , a ludoterapia seria muito interessante e se adequa perfeitamente neste caso ! Espero ter ajudado um abraço!
Olá, boa tarde. Primeiramente é necessário descartar qualquer origem orgânica dessa recusa. Descartada alguma doença relacionada ao sintoma apresentada, procure uma psicóloga, independente da linha de atuação, vais obter benefícios na diminuição desse sintoma, alívio no teu sofrimento e até mesmo entendimento dos fatores geradores dessa recusa. Abraços
Vale a pena consultar com uma nutricionista infantil e uma psicóloga também infantil. Lembrando que as consultas são para as crianças mas também com orientação e participado dos pais. A criança já frequenta a escola? Como é a alimentação dele por lá?
Interessante, acompanhamento da pediatria e intervenção do psicólogo por se tratar de comportamento, seria viável avaliar o perfil psicológico da criança.
O ideal é conversar inicialmente com a ()pediatra dele para ver qual o parecer dela. Posterior a isso, procure um terapeuta para conversar com seu filho, ele poderá ajudar a descobrir o pq disso estar acontecendo. Fique bem.
Mauricio Cardoso.
Mauricio Cardoso.
Depois de ter verificado junto ao pediatra que não há nenhum
Problema orgânico, eu sugiro um psicólogo / psicanalista. A psicanálise para as crianças pequeninas através de brinquedos é sensacional e muito efetiva. Nela ela irá reproduzir os medos e ansiedades que a levam a isso.
Problema orgânico, eu sugiro um psicólogo / psicanalista. A psicanálise para as crianças pequeninas através de brinquedos é sensacional e muito efetiva. Nela ela irá reproduzir os medos e ansiedades que a levam a isso.
Olá! Uma avaliação psicológica é importante afim de investigar se não há outras questões contribuindo ou fazendo parte do quadro atual, com isso, é possível chegar em um diagnóstico e direcionar o tratamento. Descartando ou tratando em paralelo com o pediatra causas de origem orgânicas.
Olá! Imagino que as dificuldades relacionas a alimentação já tem te preocupado há um bom tempo, afinal seu filho está com 3 anos e permanece vinculado às papinhas. Você já deve ter levado essa questão para o(a) seu(sua) medico(a) - ou seja, você já sabe que o problema não é orgânico - e já deve ter conversado com várias pessoas sobre isso. Você pergunta para qual especialista você deve levá-lo e penso que diversos profissionais, de diversas abordagens, podem trabalhar a questão. Como psicanalista, penso que uma intervenção muito efetiva é uma análise mãe/criança/família. Digo isso porque embora o problema se manifeste nesta dificuldade alimentar dele, a origem da dificuldade está em outro lugar e certamente não é só no seu filho. É preciso ver isso com atenção e cuidado, afinal se essa questão for resolvida agora ele poderá crescer e se desenvolver com mais tranquilidade.
Eu me interesso muito por este tipo de trabalho e estou à sua disposição. Tenho poucos horários disponíveis aqui na agenda do doctoralia, mas eventualmente, se você se interessar em conversar e os horários não se encaixarem com os seus, podemos procurar horários melhores. Não costumo cobrar entrevista, então fique a vontade para me procurar se quiser conversar.
Um abraço!
Eu me interesso muito por este tipo de trabalho e estou à sua disposição. Tenho poucos horários disponíveis aqui na agenda do doctoralia, mas eventualmente, se você se interessar em conversar e os horários não se encaixarem com os seus, podemos procurar horários melhores. Não costumo cobrar entrevista, então fique a vontade para me procurar se quiser conversar.
Um abraço!
Olá, sugiro que você converse com o pediatra dela, para investigar se há alguma causa orgânica. Ela deve indicar outro especialista, caso veja necessidade. Se constatarem que não tem nenhum problema orgânico, procure um psicólogo que seja especializado em crianças pequenas. Boa sorte!
Olá, em qual profissional você costuma levar seu filho? Tem algum profissional que conhece você e seu filho, desde que nasceu? Em geral é o pediatra. É muito importante saber a história de vocês! Dependendo da origem do problema precisa de uma psicóloga, uma fonoaudióloga... Você precisa se sentir cuidada e orientada, um bom profissional pode ouvir como e quando esse problema começou e te orientar nesse processo, mesmo que seja necessário encaminhar.
Vi que sugeriram pediatra e psicologo, mas talvez valha a pena pensar em uma fonoaudióloga. Algumas fonos trabalham com recusa alimentar infantil. Abraço.
Boa tarde! Os transtornos alimentares, em alguns casos, podem estar vinculados à questões emocionais porém, para tal, é importante uma avaliação presencial com o profissional. Sugiro que avalie a possibilidade de atendimento psicoterápico para o mesmo. Cabe lembrar que, para alguns casos, a Psicóloga (o) poderá sugerir que os pais e/ou cuidadores também estudem a possibilidade de fazer análise.
Espero ter auxiliado.
À disposição.
Espero ter auxiliado.
À disposição.
Ola, acredito que você tenha uma caminho a pecorrer com o seu pequeno, com 3 anos é muito importante que você reporte essa preocupação e observação a pediatra, talvez seja preciso que ela inicie uma investigação. Outras especialidades que nesse primeiro momento pode ter ajudar seria uma nutricionista, especializada em alimentação infantil, e uma fonoaudióloga e descartado qualquer comprometimento físico uma psicanalista.
Muitos irão lhe recomendar outros tratamentos, que podem melhorar os sintomas mas não irão trabalhar a causa. A causa deste comportamento pode ser tratada em Psicologia, sugiro uma conversa inicial com um profissional desta área, tenho experiência e espero poder ajudar. Fique à vontade para falarmos mais!
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Olá, entendo sua preocupação e como os meus colegas acima, indico tirar dúvidas com o pediatra sobre causas orgânicas. Tente averiguar com detalhamento essa questão para realmente se descartada ou tratada. Caso seja descartado algo orgânico, recomendo atendimento psicológico com o profissional que tenha conhecimento para este tratamento específico. Ele te dará suporte para introduzir alimentos sólidos e cuidar do processo com sucesso.
Olá! Se seu filho já foi avaliado pelo pediatra é interessante procurar também avaliação de um Terapeuta Ocupacional especializado em Integração Sensorial. Depois da avaliação desse profissional poderá ter mais clareza do tratamento com a colaboração de nutricionista e psicólogo infantil.
Olá! Recomendaria que inicialmente buscasse descartar questões orgânicas verificar com pediatra. Se as questões orgânicas estiverem bem, seria importante buscar sim psicólogo com ênfase em treinamento de pais e infância. Nesse primeiro momento não é necessário ainda que a criança entre em terapia, as vezes trabalhando a relação da criança com os pais e técnicas comportamentais da terapia comportamental podem auxiliar na queixa, em conjunto com uma melhor avaliação e diagnóstico. Abraço
Sou psicóloga mas acredito que neste caso é importante procurar um nutricionista para que ele consiga te ajudar em estratégias de introdução de sólidos.
Olá. Acho que primeiro passar por um médico, para descartar se há alguma doença orgânica. Caso não haja, importante conversar com um nutricionista infantil e até um psicólogo para avaliar o caso.
Olá, boa tarde. Antes de tudo, sei como deve estar sendo difícil e angustiante para você, como mãe o que está passando. O que sugiro é que procure o pediatra de sua confiança para que possa avaliar e descartar qualquer causa de origem orgânica, e após terapia, será muito benéfico, tanto para seu filho quanto para você.
Espero que fique tudo bem e logo se resolva.
Fico a disposição.
Um abraço
Espero que fique tudo bem e logo se resolva.
Fico a disposição.
Um abraço
Um psicólogo poderá avaliará a situação, fará perguntas detalhadas sobre os hábitos alimentares do seu filho e pode recomendar uma abordagem que pode incluir a exposição gradual a novos alimentos, estratégias para tornar as refeições mais agradáveis e técnicas para diminuir a ansiedade relacionada à alimentação.
Olá! Neste caso é necessário um trabalho multidisciplinar, com pediatra, nutricionista e psicólogo. É preciso entender se há alguma causa orgânica, algum tipo de intolerância ou alergia alimentar. É preciso compreender as relações objetais desta criança no seu período inicial de vida, o desenvolvimento da sua oralidade, os processos de amamentação, desmame e introdução alimentar, a afetividade com seus cuidadores, assim como a relação de todo o ambiente familiar com a comida. Mas o mais importante neste momento é não forçar a ingestão desses alimentos, pois isso vai aumentar a sua aversão.
Olá, boa noite! Para casos como o do seu filho, é importante buscar ajuda com uma equipe multidisciplinar, pois essa dificuldade pode envolver fatores sensoriais, emocionais ou comportamentais. O ideal é começar com uma consulta com um psicólogo infantil especializado em alimentação ou seletividade alimentar, que poderá avaliar se há alguma resistência emocional ou comportamental associada à introdução de alimentos sólidos.
Além disso, um terapeuta ocupacional com especialização em integração sensorial pode ajudar, pois algumas crianças têm sensibilidade a texturas e podem precisar de estratégias específicas para aceitar novos alimentos. E, em alguns casos, um fonoaudiólogo com foco em motricidade oral também pode ser útil para avaliar questões de coordenação e desenvolvimento muscular na boca.
Espero ter ajudado, fico a disposição.
Além disso, um terapeuta ocupacional com especialização em integração sensorial pode ajudar, pois algumas crianças têm sensibilidade a texturas e podem precisar de estratégias específicas para aceitar novos alimentos. E, em alguns casos, um fonoaudiólogo com foco em motricidade oral também pode ser útil para avaliar questões de coordenação e desenvolvimento muscular na boca.
Espero ter ajudado, fico a disposição.
Olá, o ideal é procurar ajuda com um fonoaudiólogo especializado em alimentação ou um terapeuta que trabalhe com integração sensorial. Profissionais dessas áreas podem avaliar e tratar questões de sensibilidade ou dificuldade com a mastigação e a deglutição de certos alimentos sólidos.
Além disso, um nutricionista infantil pode orientar sobre formas de introduzir os alimentos.
Além disso, um nutricionista infantil pode orientar sobre formas de introduzir os alimentos.
Ele precisa passar por consulta psicológica para ser identificado o trauma. Algum problema de engasgue? Hospitalização? Medo de vomitar? Só presencialmente para esclarecer e ajudá-lo. Tive um caso semelhante, introduzimos os alimentos nas sessões. Foi um sucesso.
Bom dia. Penso que o mais adequado é procurar um(a) psicóloga(a) especialista em desenvolvimento infantil. Assim, será possível investigar a situação do seu filho e promover o tratamento mais adequado.
Converse com o pediatra do seu filho, assim ele avaliará a necessidade de encaminha-lo para um profissional específico (psicólogo, neuropsicólogo, nutricionista etc)
Olá, ele com 3 anos, sugiro que primeiramente leve ao pediatra de confiança.
Olá, é importante ele ser avaliado por um Pediatra, Nutricionista e Psicólogo. É muito provável que o Pediatra já faço o encaminhamento para os outros dois, somente com acompanhamento de profissionais de cada área específica é possível entender o que esteja passando com ele.
Olá! Entendo sua preocupação. Esse tipo de seletividade alimentar é relativamente comum em algumas fases da infância, mas quando persiste e a criança chega a vomitar com a insistência, é importante investigar com cuidado.
O primeiro passo é procurar um(a) pediatra, que poderá avaliar se há questões clínicas envolvidas. Também é válido contar com o apoio de um(a) nutricionista infantil para garantir uma alimentação equilibrada e de um(a) psicólogo(a) infantil, já que fatores emocionais e comportamentais podem estar associados.
Em alguns casos, quando a seletividade alimentar vem acompanhada de outros sinais (como dificuldades de interação social, atrasos na fala ou comportamentos repetitivos), pode ser importante também buscar uma avaliação com um(a) neuropediatra.
Uma dica prática é tornar a introdução alimentar mais lúdica e gradual: oferecer pequenas quantidades de novos alimentos junto com os que a criança já aceita, variar as formas de preparo e não forçar, para que o momento da refeição não se torne fonte de ansiedade.
O primeiro passo é procurar um(a) pediatra, que poderá avaliar se há questões clínicas envolvidas. Também é válido contar com o apoio de um(a) nutricionista infantil para garantir uma alimentação equilibrada e de um(a) psicólogo(a) infantil, já que fatores emocionais e comportamentais podem estar associados.
Em alguns casos, quando a seletividade alimentar vem acompanhada de outros sinais (como dificuldades de interação social, atrasos na fala ou comportamentos repetitivos), pode ser importante também buscar uma avaliação com um(a) neuropediatra.
Uma dica prática é tornar a introdução alimentar mais lúdica e gradual: oferecer pequenas quantidades de novos alimentos junto com os que a criança já aceita, variar as formas de preparo e não forçar, para que o momento da refeição não se torne fonte de ansiedade.
Oi, como você está?
No caso do seu filho, o ideal é começar pelo pediatra, para descartar qualquer causa orgânica.
Em seguida, um fonoaudiólogo pode avaliar a parte de mastigação e deglutição, já que a transição de papinha para alimentos sólidos envolve bastante essa área.
Uma nutricionista infantil também pode ajudar a garantir uma alimentação equilibrada nesse período. E, se necessário, a psicologia entra como apoio na relação da criança com a comida e nas emoções envolvidas no processo. Ou seja: é um trabalho conjunto/ multiprofissional, mas o primeiro passo é o pediatra.
Espero ter te ajudado!
Abraços!
No caso do seu filho, o ideal é começar pelo pediatra, para descartar qualquer causa orgânica.
Em seguida, um fonoaudiólogo pode avaliar a parte de mastigação e deglutição, já que a transição de papinha para alimentos sólidos envolve bastante essa área.
Uma nutricionista infantil também pode ajudar a garantir uma alimentação equilibrada nesse período. E, se necessário, a psicologia entra como apoio na relação da criança com a comida e nas emoções envolvidas no processo. Ou seja: é um trabalho conjunto/ multiprofissional, mas o primeiro passo é o pediatra.
Espero ter te ajudado!
Abraços!
Olá, como vai?
É importante que a família coma junto da criança, para ela ver que a família gosta do que está comendo. Importante falar que a comida é gostosa, feita com amor e carinho. Seu filho pode ser estimulado a ajudar a cozinhar, para ele compreender o processo e se sentir parte. Se você insistir, ele não vai gostar, pense em você mesma quando insistem em algo que você não quer fazer, como você se sente?
Você pode procurar por várias especialidades, cada uma vai contribuir de uma forma diferente, pode ser nutricionista, terapeuta ocupacional, médico pediatra, psicólogo... Também sugiro você procurar por acompanhamento psicológico ou terapia familiar, pois esse sintoma da criança pode ser a concretização de algo familiar não dito, ou que ele vê de mais.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
É importante que a família coma junto da criança, para ela ver que a família gosta do que está comendo. Importante falar que a comida é gostosa, feita com amor e carinho. Seu filho pode ser estimulado a ajudar a cozinhar, para ele compreender o processo e se sentir parte. Se você insistir, ele não vai gostar, pense em você mesma quando insistem em algo que você não quer fazer, como você se sente?
Você pode procurar por várias especialidades, cada uma vai contribuir de uma forma diferente, pode ser nutricionista, terapeuta ocupacional, médico pediatra, psicólogo... Também sugiro você procurar por acompanhamento psicológico ou terapia familiar, pois esse sintoma da criança pode ser a concretização de algo familiar não dito, ou que ele vê de mais.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Para o caso do seu filho, o ideal é buscar um atendimento multidisciplinar, começando por um(a) fonoaudiólogo(a especializado em motricidade orofacial ou seletividade alimentar). Esse profissional irá avaliar se há questões sensoriais, motoras ou comportamentais envolvidas na recusa dos alimentos sólidos.
Além disso, é recomendado procurar um(a) nutricionista infantil para garantir que ele esteja recebendo os nutrientes necessários, e um(a) psicólogo infantil ou terapeuta ocupacional, caso a seletividade alimentar esteja ligada a questões emocionais ou sensoriais mais amplas. Em alguns casos, também é importante envolver o pediatra ou até mesmo um gastroenterologista pediátrico, se houver histórico de vômitos frequentes ou refluxo.
Além disso, é recomendado procurar um(a) nutricionista infantil para garantir que ele esteja recebendo os nutrientes necessários, e um(a) psicólogo infantil ou terapeuta ocupacional, caso a seletividade alimentar esteja ligada a questões emocionais ou sensoriais mais amplas. Em alguns casos, também é importante envolver o pediatra ou até mesmo um gastroenterologista pediátrico, se houver histórico de vômitos frequentes ou refluxo.
Após passar em um médico pediatra, avaliar se a questão não é psicológica pode ser um caminho. Um bom psicólogo infantil pode ajudar, caso não seja uma questão fisiológica.
Olá, neste caso o/pediatra é o primeiro profissional que você deve procurar (possivelmente ele vai investigar como foi o processo de aleitamento, introdução alimentar) e fará os exames clínicos. Após esta consulta, o profissional avaliará a necessidade de exames complementares ou a necessidade de consulta com outros especialistas. Em muitos casos de condições ligadas a alimentação, o trabalho é feito em conjunto com diferentes profissionais, mas antes o paciente precisa ser avaliado para entender se trata-se de seletividade alimentar ou alguma questão fisiológica. Espero ter colaborado e que tudo fique bem por aí! Abs.
Nessa idade, quando a criança tem dificuldade intensa com texturas sólidas, pode ser importante procurar um fonoaudiólogo especializado em alimentação infantil. Eles ajudam a criança a desenvolver a aceitação de diferentes texturas de forma gradual e segura. Além disso, um pediatra pode acompanhar o crescimento e descartar causas médicas, e, se necessário, a psicóloga pode auxiliar em questões emocionais ou comportamentais ligadas à alimentação.
Quando uma criança de três anos aceita apenas alimentos pastosos e rejeita alimentos sólidos, é importante buscar uma avaliação multidisciplinar. O profissional mais indicado para iniciar o processo é o fonoaudiólogo, especialmente com experiência em motricidade orofacial e seletividade alimentar. O pediatra também deve acompanhar, para garantir que não haja causas orgânicas. O psicólogo pode atuar em paralelo, observando aspectos emocionais ligados à alimentação, como medo, controle ou sensações de rejeição a texturas. Comer é um ato fisiológico, mas também simbólico, e muitas vezes a recusa traduz desconfortos que o corpo ainda não sabe nomear.
Olá! Recomendaria a busca de Pediatra, Fonoaudiólogo especialista em alimentação infantil e mastigação e também a um psicólogo/a infantil.
Restrição ou seletividade alimentar é um sintoma presente em diversas condições e alterações do neurodesenvolvimento. O ideal é o acompanhamento com médico especialista na infância e adolescência. Ou seja, um médico pediatra ou psiquiatra da infância e adolescência são os mais indicados.
O primeiro passo é levar ao pediatra, para avaliar crescimento, nutrição e descartar causas médicas. Em seguida, a especialidade mais indicada é fonoaudiologia, que trabalha seletividade alimentar, sensibilidade oral e transição de texturas.
Dependendo da avaliação, pode ser indicado também terapeuta ocupacional (integração sensorial) e, se houver suspeita de refluxo ou dor ao comer, um gastroenteropediatra. Quanto antes iniciar, melhor a resposta ao tratamento.
Dependendo da avaliação, pode ser indicado também terapeuta ocupacional (integração sensorial) e, se houver suspeita de refluxo ou dor ao comer, um gastroenteropediatra. Quanto antes iniciar, melhor a resposta ao tratamento.
È normal a criança recusar ou ter preferência por apenas alguns tipos de alimentos nessa idade, o paladar ainda está sendo construído. Há formas de lidar como fazer bolos e tortas que tenham legumes e frutas na massa e tendem a chamar mais a atenção da criança do que comida convencional, outro caminho é incluir a criança na escolha de alimentos no mercado e incluir no preparo das receitas, mesmo que seja só para mexer ou para pegar, é importante deixar ter contato para se familiarizar aos poucos. Se ainda assim que so aceitar papinha pode funcionar ir mudando gradualmente a consistência.
Olá! Para avaliar esse comportamento alimentar do seu filho seria interessante buscar um fonoaudiólogo especialista em deglutição, um nutricionista, psiquiatra e psicólogo infantil. Esses profissionais podem olhar a questão por diferentes ângulos e ajudar a entender melhor o que acontece e o que fazer a respeito.
Boa noite!
O mais recomendado são nutricionista e psicólogo infantil.
O mais recomendado são nutricionista e psicólogo infantil.
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