Minha filha tem 12 anos e se auto refere no masculino e descobri que usa um nome masculino entre as

23 respostas
Minha filha tem 12 anos e se auto refere no masculino e descobri que usa um nome masculino entre as amigas. Mas ela age e se veste como menina, usa até maquiagem. Sendo que eu não imponho isso, ela que me pede. Ela estaria com algum conflito de gênero/sexualidade? Não sei como agir, se trato ela no masculino e deixo pra lá, pq pode ser só uma fase. Ou procuro ajuda com psicólogo pra tentar entender isso, pq eu não consigo ficar confortável tratando ela no masculino!
 Thiago de Souza Ezequiel
Psicólogo
Uberaba
Boa tarde, Tudo bem?

Múltiplas questões podem estar ligado à questão e gênero. O importante seria você se fortalecer para melhor acolher a criança que está passando por uma fase difícil que é a adolescência. Pense que, quanto mais você conseguir se acolher e compreender essa dinâmica, melhor se tornará o ambiente futuro. Antes de tudo, compreenda que este pode ser um ponto de criação de vida e de potência de desejos de existência. Trabalho com diversidade de gênero e não apenas em uma pergunta conseguimos nos fortalecer. Sugiro a procura de um psicólogo competente. Caso se sinta confortável, te convido a marcar uma sessão. Espero ter sido de ajuda.

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 Lucas Vinco
Psicanalista, Psicólogo
Ribeirão Preto
As nossas identificações, que incluem a questão de gênero, são resultados de diversos processos, conscientes e inconscientes, dados ao longo da vida, que se acentuam em determinadas fases. Pode ser um conflito ou não, pode ser um "passeio" por outras possibilidades de existir, pode ser um momento de desconstrução de algo que, longe do que imaginamos, não é inato. A compreensão do fenômeno ajuda a lidar melhor com a situação. No geral, orienta-se tratar pelo pronome pelo qual a pessoa se identifica. Mas, mais importante ainda, é abrir o espaço para a escuta.
 Marcia Kakeya
Psicólogo
Vinhedo
Olá! Parece-me que, mais do que a questão de gênero da sua filha em si, o mais importante na sua fala é a sua relação com isso. Não é tanto se ela se identifica com esse ou aquele gênero, mas como você se sente diante disso. E me parece que você está sofrendo! Acho, sim, que um psicólogo pode lhe ajudar a lidar com esse sentimento, até para você se sentir mais segura para conversar com sua filha de um modo satisfatório, sem deixar de se respeitar também. Estou à disposição para conversarmos, caso você ache interessante! Não deixe de se cuidar!
 Eduardo Carvalho
Psicólogo
Rio de Janeiro
Oi. Realmente o melhor é vc procurar ajuda profissional. Género não se escolhe, é algo maior e mais estrutural. Existem muitos caminhos para aceitar e ter compromisso com o que nossos filhos nos apresentam. Vc não precisa estar sozinho. Venha participar de um programa de psicoterapia que dura entre 6-16 semanas. Nesse tempo iremos desenvolver uma relação terapêutica e alcançaremos objetivos amplos e com muito pé no chão. Sua CONDIÇÃO atual não define quem vc é. A psicoterapia na TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), minha linha de estudo e trabalho é eficaz, comprovada cientificamente em mais de 80 % dos casos. Fico no aguardo de um contato, abs e espero ter ajudado mostrando que vc não é assim. Vc está assim!. abs e fique bem!
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 Carolina Oliva Rodrigues
Psicólogo
Sumaré
Olá! Acredito que o mais importante, de início, seria você procurar entender como lidar com o que sua filha está passando - uma vez que você diz não sentir-se a vontade para chamá-la pelo pronome masculino. Você diz também que descobriu - precisamos abrir espaço para conversa entre vocês. Nas sessões de terapia podemos abordar estas questões e ate ajudar a lidar da melhor forma possível com tudo que está sentindo. Fique a vontade para agendar uma sessão caso queira conversar. Cuide-se.
Olá. A adolescência é uma fase complexa, onde ocorrem diversas transformações biológicas e mudanças psicológicas que envolvem alteração de humor, desejo de viver intensamente, atração sexual, necessidade de aceitação, atração sexual, questionamentos sobre a vida, necessidade de afirmação da identidade pessoal e sexual, entre outras. Para os jovens é um momento de experimentação e de descobertas, influenciado pelas relações existentes, questões de gênero, valores, cultura, contextos econômico, politico, social. Portanto se faz necessária a comunicação de uma maneira geral sobre sexualidade, gênero, e , buscar orientação psicológica tanto para os pais quanto para os filhos é imprescindível, para que se estabeleça em ambos um construir mais consciente, empoderado e uma sexualidade sem preconceitos.
 Moisés Silas
Psicólogo
Natal
Olá, como vai? Espero que bem, como se conhece atualmente em muitos estudos da psicologia experimental moderna, a sexualidade não se estreita tanto quanto antes ao ser classificada como era na antiguidade pela sociedade. Por isto não podemos mais mensurar aquilo que é ou não é, o correto é tratar a pessoa como ela gosta e respeitá-la por sua pessoalidade. Sim é recomendável a busca sim de um apoio profissional de um psicólogo que a ajude a entender a direção daquilo que a ajude ser quem realmente ela é!
Olá! Oriento que você busque um profissional da psicologia para auxiliar vocês nesse momento, se possível em duas frentes, uma oriento que busque um profissional para atender a sua filha, já que a adolescência é um período de muitas mudanças e descobertas, e um profissional que trabalhe com orientação parental, para auxiliar você a encontrar maneiras de lidar com essa questão e outras que podem surgir nesse período. É extremamente importante também o diálogo, sentar e conversar francamente e estar aberta a ouvir. Sobre não saber se a trata no masculino ou feminino, o ideal é que pergunte a ela, somente ela poderá te dar essa resposta.
 Bianca Bejatto
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá, compreendo sua preocupação, e desde já, agradeço pela forma gentil que buscou para tratar a situação de sua filha. Vamos lá, a sexualidade e a identidade de gênero são duas questões diferentes. A identidade de gênero é como a pessoa se identifica, não necessariamente como menino ou menina, poderia ser ambos ou nenhum. Já a sexualidade, seria o sexo que essa pessoa teria atração, poderia ser menino, menina, ambos ou nenhum. Agora, vamos pensar, sua filha tem 12 anos, nessa idade ocorre a passagem do estágio infantil para o estagio da adolescência, e para cada um isso acontecerá em um tempo diferente. Eu poderia dizer, que existe uma certa naturalidade questionar-se sobre gênero e sexualidade nessa idade. Minha sugestão é perguntar a sua filha se ela gostaria de conversar com alguém, talvez, ela tenha mais facilidade em se abrir com um profissional da área.
Fico à disposição.
Espero ter ajudado.
Abraços.
Olá! Entendo que essa mudança possa ter te causado um sentimento de angústia ou até de estranhamento, mas a adolescência é uma fase de busca da própria identidade e parece que é isto que ele está explorando. Sugiro conversar com seu filho e mostrar que mesmo que você não entenda ainda o que está acontecendo, está disposto a ouvir ele e é alguém em quem ele pode confiar. Também pode sugerir a terapia, até porque essa é uma fase da vida de muitos conflitos e ele pode sentir essa necessidade. Sugiro buscar aqui no Doctoralia profissionais que atendem demandas do público LGBT, me coloco entre eles. Se você está se sentindo muito angustiado com essa situação ou outras, é sempre bom recorrer a um profissional psicólogo qualificado para te apoiar.
 Alessandra Maria Esquillaro
Psicólogo, Psicanalista
Itatiba
Olá. Nessa idade pode haver conflito com a própria sexualidade, gênero. Ela pode estar somente curiosa ou estar descobrindo alguma inclinação. Seria importante que você conseguisse estabelecer um diálogo aberto para acolher o que quer que ela tenha pra te falar. Até para saber dela como se sente com relação à isso e o que deseja, como deseja ser chamada, reconhecida. Dependendo dessa conversa você pode perceber que irá precisar de uma terapia ou orientação quanto ao que está acontecendo, e talvez ela também. Boa sorte!
Dr. Adriano M. Galocha
Psicólogo, Psicanalista
Lorena
Olá! Adriano Galocha aqui!
Vejo que esta é uma questão muito difícil de você lidar neste momento, inclusive acredito que seja mais do que a questão de gênero da sua filha.
Importante você pensar em como poderá lidar com esta questão, é muito importante você entender seus medos e angústias para inclusive pode ajudá-la se necessário.
Acredito que a psicoterapia pode lhe ajudar muito, fico a sua disposição e digo mais, cuidar de você também é cuidar de sua filha!
Um passo de cada vez, com respeito e muito carinho!
Olá saudações. Que bom que você está buscando orientações para lidar com o assunto. As questões da adolescência são bem difíceis de lidar mesmo. Os jovens, nessa fase de vida, passam por um intenso processo de transformação física, hormonal cognitiva e psíquica. Nesse momento estão buscando entender sua própria identidade, entender quem são, estão em processo intenso de questionamento e descobertas sobre si e sobre o mundo. Sua filha está no inicio da adolescência e pode estar ou passando por uma busca/conflito de identidade de gênero/sexualidade. Nesse primeiro momento, conforme outros colegas já sugeriram, o mais indicado seria você buscar se fortalecer, para estar bem para poder auxiliar sua filha nas próximas fazes. Espero ter contribuído.
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 Marcos Fernandes
Psicólogo, Psicanalista
Brasília

É importante que você procure ajuda profissional para entender melhor o que está acontecendo com sua filha. Embora possa ser apenas uma fase, é importante que você entenda o que está acontecendo com ela e que você possa oferecer o apoio necessário. Um psicólogo pode ajudá-la a entender melhor o que está acontecendo e ajudá-la a lidar com qualquer conflito de gênero ou sexualidade que ela possa estar enfrentando.
 Amanda Pagani
Psicólogo
Curitiba
Olá! É preciso entender que identidade de gênero é como a pessoa se vê. Antes, o gênero era dito e visto apenas como homem ou mulher, mas hoje se entende que há pessoas que se identificam como um, mais que um, nenhum deles ou que transitam entre os gêneros. A questão da vestimenta, é algo construído culturalmente, então de forma natural vemos roupas "femininas" e "masculinas", porém não há relação com a identidade de gênero ou orientação sexual. Sua filha está passando de uma fase do desenvolvimento para outra, então na adolescência é onde o indivíduo vai se descobrir ainda mais, conhecendo novas coisas quanto a si mesmo, pois tudo isso irá contribuir para que ele estabeleça uma identidade (suas ideologias, interesse profissional, etc). Seria interessante tentar conversar com ela sobre o assunto, para entender melhor o que ela sente, e também indico a você, caso se sinta confortável, buscar por ajuda de um psicólogo, assim como os colegas acima sugeriram; de preferência alguém que atenda esse tipo de demanda, para que ele consiga lhe auxiliar em suas questões quanto a todo o assunto, te ajudando a compreender e se sentir mais confortável. Quanto a terapia para sua filha, seria interessante conversar com ela primeiro e ver se ela se sente "perdida" quanto as mudanças que estão ocorrendo nela. Há psicólogos infantis que focam na questão da sexualidade nessas fases, e eles poderão a auxiliar de uma forma mais tranquila. Fico à disposição.
É importante buscar o apoio de um profissional, como um psicólogo especializado, para compreender e apoiar a identidade de gênero de sua filha. Respeitar sua expressão de gênero, mesmo que seja diferente da expectativa de gênero tradicional, pode ser uma forma de apoiá-la em sua jornada de autodescoberta.
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Prof. Pablo R. Martini
Psicólogo
Rio de Janeiro
A sexualidade é uma construção que se baseia em identificações, você é a primeira referencia feminina para a sua filha.
Este momento da vida requer ela e você numa terapia.
Faça uma consulta que vou lhe orientar.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá. Não necessariamente sua filha tem algum conflito, pode ser que ela se entenda com gênero fluido (onde a pessoa se identifica com os dois gêneros alternadamente) ou ainda outra questão. Penso que a melhor forma de entender é conversar com ela para entender como ela percebe isso. Penso também que é válido você conversar com psicólogo para entender melhor seus sentimentos e como lidar com a situação. Abraço
 Camila Saraiva
Psicólogo
Rio de Janeiro
Seu filho pode estar explorando o espectro que é o gênero. Gênero é fluido, não é estático, e tentar enquadrá-lo em caixas é um conflito existencial do ser humano muito mais antigo do que parece, mas felizmente se tornou um assunto mais em voga recentemente. É muito bacana quão a vontade ele se sente para explorar seu gênero e suas manifestações. Maquiagem, vestidos, acessórios não são só de menina. Permiti-lo explorar livremente e com segurança fará com que essa experiência seja mais leve e que ele se sinta seguro ao fazê-lo compartilhando com você e amigos.
 Rodrigo Teixeira
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
É compreensível que você sinta certa preocupação e confusão diante dessa situação, especialmente porque envolve a identidade e o bem-estar de sua filha. O comportamento dela, ao se referir no masculino entre amigas e usar um nome masculino, pode estar relacionado a uma exploração da própria identidade de gênero, o que é algo comum durante a adolescência, período marcado por muitas mudanças e descobertas.

A adolescência é um momento em que muitos jovens experimentam e questionam aspectos de sua identidade, incluindo gênero e sexualidade. Essa fase de experimentação não significa necessariamente que ela tenha uma identidade de gênero diferente da designada ao nascer, mas pode ser uma maneira de explorar como se sente e como deseja ser percebida pelos outros.

A sua preocupação é legítima, especialmente porque você quer apoiar sua filha da melhor maneira possível. Se isso está gerando desconforto para você e ela, pode ser útil buscar a orientação de um psicólogo especializado em questões de gênero e sexualidade. Um profissional poderá ajudar vocês dois a entender melhor o que está acontecendo, oferecendo um espaço seguro para que sua filha explore e expresse suas emoções e identidades, enquanto também acolhe e orienta você nesse processo.

É importante manter um diálogo aberto e amoroso com sua filha, mostrando que você está disposta a ouvir e entender seus sentimentos, mesmo que isso possa ser desafiador. O apoio familiar é fundamental para o desenvolvimento saudável do jovem, especialmente em questões tão delicadas como identidade de gênero e sexualidade.

Buscar ajuda de um psicólogo pode ser um passo importante para que você e sua filha possam juntos navegar por essas questões de maneira saudável e respeitosa, garantindo que ambos se sintam apoiados e compreendidos.
 Letícia Soares
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Somos muito complexos e nossa sexualidade é, por vezes, muito plural. Certamente sua filha tem uma sexualidade diferente da sua e provavelmente pode ter medo de expor isso para você. Não há problema algum em não se identificar com o seu próprio sexo, a questão é como isso é trabalhado pela família. Seria muito importante buscar um psicanalista para acompanhá-la, para que ela possa trabalhar suas questões e angústias quanto a isso em análise. Sobre seu desconforto em tratá-la no masculino, é algo que precisa ser trabalhado por você em sua própria análise também, pois sua filha sempre será sua filha, e o melhor para a relação de vocês e para a saúde psíquica dela é que você e toda a família a aceitem como ela é. Eu acho que você poderia chamá-la pra conversar e perguntar o que está se passando dentro dela, o motivo de querer ser chamada no masculino, se ela é transexual ou com que tipo de identidade de gênero e orientação sexual se identifica. É muito necessário ouvi-la com amor e aceitação. Você pode perguntar também se ela aceita fazer análise para ter seu próprio espaço para trabalhar essas e outras questões. Me coloco à disposição para atendê-la caso queira agendar uma consulta pra ela. :)
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O fato de você estar buscando compreender esse processo com cuidado já mostra o quanto se importa com sua filha — mesmo diante da confusão e do desconforto. É natural que surjam muitas dúvidas quando os comportamentos e as expressões de identidade não se encaixam nas expectativas ou nos sinais mais claros que costumávamos esperar. E tudo isso pode gerar um turbilhão dentro de você: de amor, de insegurança e de medo de errar.

Na pré-adolescência, é comum que haja experimentações ligadas à identidade e à forma como a pessoa deseja ser percebida no mundo. A maneira como sua filha se refere a si mesma no masculino e adota um nome masculino entre amigos pode ser uma forma de explorar possibilidades, entender seus sentimentos e testar como os outros reagem. Isso não significa necessariamente que ela tenha definido sua identidade de gênero — mas também não deve ser descartado como “só uma fase”. A chave está em escutar sem pressa e acompanhar sem impor.

Do ponto de vista da neurociência, o cérebro nessa fase ainda está desenvolvendo redes associadas à identidade, autoconceito e pertencimento social. E, ao mesmo tempo, está extremamente sensível às reações do ambiente. Por isso, respostas como desprezo, rigidez ou tentativas de correção podem gerar mais sofrimento do que apoio. Em contrapartida, ambientes que acolhem e escutam, mesmo sem entender tudo, ajudam a criança ou adolescente a integrar suas experiências com mais segurança.

Você já perguntou diretamente a ela como se sente em relação a tudo isso? Já conseguiram conversar, sem pressa, sobre como ela entende o próprio jeito de ser, sem tentar rotular? Como seria para ela ver você tentando entender, mesmo com desconforto, mas com amor? E como seria para você aceitar que talvez o caminho dela seja diferente do que você esperava — mas que ainda assim pode ser um caminho inteiro, bonito e digno?

Buscar um psicólogo que atue com adolescentes pode ser muito útil — não para “corrigir” nada, mas para oferecer a ela (e a vocês como família) um espaço de escuta segura, onde todas essas questões possam ser olhadas com cuidado. Isso também pode te ajudar a elaborar os sentimentos que surgem em você, que são legítimos e também precisam ser acolhidos.

Não se cobre por entender tudo agora. O mais importante é que sua filha sinta que, mesmo em meio às incertezas, você está tentando caminhar ao lado dela — e isso já é um grande gesto de amor.

Caso precise, estou à disposição.
Que linda a forma como você olha para sua filha, com cuidado e abertura.
Na perspectiva sistêmica, o mais importante é compreender que a identidade de gênero é algo complexo, em construção, e que pode mudar ao longo do tempo. Aos 12 anos, é comum experimentar diferentes formas de se expressar e buscar pertencimento em grupos.
O fato dela se vestir e se maquiar “como menina” e ao mesmo tempo usar nome masculino pode ser uma forma de explorar quem ela é, sem necessariamente significar um conflito profundo ou algo definitivo.
Mais do que “resolver” ou “rotular”, o essencial agora é criar um espaço seguro de escuta, onde ela possa falar sobre o que sente, sem medo de julgamento.
Se você sentir que precisa de apoio para lidar com seus próprios sentimentos ou para ajudá-la a explorar isso com segurança, estou aqui — não para “corrigir”, mas para acolher e compreendermos juntos (as).

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