Minha namorada tem uma intimidade muito grande com o ex marido com quem ela tem um filho, mas ela fa

20 respostas
Minha namorada tem uma intimidade muito grande com o ex marido com quem ela tem um filho, mas ela fala coisas até de cunho sexual com ele e isso me incomoda, eu devo me preocupar?
O seu incômodo é compreensível, especialmente porque envolve algo delicado como a intimidade da sua namorada com o ex-marido. Quando há filhos envolvidos, é esperado que ex-parceiros mantenham algum tipo de vínculo, mas esse vínculo precisa ser respeitoso e ter limites claros, especialmente quando um novo relacionamento já está em andamento. Quando as conversas ultrapassam o necessário para a criação do filho e entram em conteúdos íntimos ou sexuais, isso naturalmente gera insegurança e desconforto.

É importante conversar com sua namorada de forma honesta e tranquila, expressando o que sente sem acusar ou brigar. Fale sobre o que tem observado, como isso te afeta emocionalmente e o que você espera em termos de respeito e limites. A confiança em um relacionamento se constrói com abertura e respeito mútuo.

Se mesmo depois da conversa os comportamentos continuarem e te causarem sofrimento, vale refletir sobre os limites que você precisa estabelecer para se proteger emocionalmente. Você merece estar em um relacionamento onde se sinta seguro e valorizado.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
É natural que você se sinta incomodado diante dessa situação, especialmente porque envolve limites emocionais e questões de intimidade que afetam diretamente a confiança e a segurança no relacionamento; sentimentos como ciúme ou desconforto são compreensíveis e válidos, mas, antes de transformar isso em uma preocupação maior, pode ser importante refletir — com empatia e sem julgamentos — sobre como essa dinâmica entre eles impacta você, bem como dialogar de forma aberta e respeitosa com sua parceira sobre seus sentimentos e necessidades. A Psicologia pode ser uma aliada fundamental nesse processo, ajudando a compreender melhor as próprias emoções, estabelecer limites saudáveis e desenvolver habilidades de comunicação assertiva, promovendo um relacionamento mais equilibrado e seguro para ambos; o psicólogo, nesse contexto, atua como facilitador na construção desse espaço de acolhimento, escuta e elaboração emocional.
Olá! Entendo como pode ser desconfortável perceber esse tipo de proximidade entre sua parceira e o ex-companheiro, especialmente quando envolve conversas que tocam em temas mais íntimos. É natural que surjam sentimentos de insegurança ou confusão diante disso.
Em vez de pensar imediatamente se “deve se preocupar”, talvez seja mais útil refletir sobre o que essa situação desperta emocionalmente em você. O incômodo pode estar relacionado a seus valores, aos limites do relacionamento ou até a vivências anteriores que tornaram certos temas mais sensíveis.
Se esse incômodo se repetir ou crescer, a psicoterapia pode te ajudar a entender com mais profundidade os gatilhos e padrões que estão sendo ativados.
Espero que essa resposta possa te ajudar nesse processo de reflexão.

Um abraço.
O esperado de relacionamentos íntimos é que haja um sentimento de pertencimento, de aceitação, respeito, boa comunicação, etc. Infelizmente essa não é a regra. Se você tem relacionamentos onde se percebe em segundo plano ou tem que se subjugar ou se sente inferior, etc., vale a pena buscar ajuda de um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, para se fortalecer e elaborar essas necessidades.
 Germaniely Lima
Psicólogo, Psicanalista
Florianópolis
Olá, penso que o ponto principal é se isso que ela faz te incomoda , pois não existe o que é universalmente certo ou errado , mas o que você suporta ou não . Caso te incomode , o ideal é falar com ela sobre isso e vocês chegarem a algum acordo que seja favorável aos dois .
 Marcello Fersan
Psicólogo
Unaí
Olá. Boa tarde, isso pode depender dos acordos firmados entre você e sua esposa ou namorada. Visto que, você traz um incomodo neste comportamentos, isto deve ser trabalhado em terapia para que se torne uma relação saudável. Se tiver mais dúvidas pode me procurar nas redes sociais.

Psicólogo Marcello Fersan
Oie, tudo bem com você?
Não sei se a questão é se preocupar, mas acho interessante tirar um momento para olhar e cuidar desse sentimento, conversar sobre os incômodos e buscar formas de resolução que beneficie os dois lados.
Estou por aqui caso precise.
 Luciana Kotaka
Psicólogo
Curitiba
Olá, acho importante você conversar com ela e dizer que essa situação te deixa desconfortável, falar o que pensa sobre essa intimidade dela com o ex-marido sobre conversarem sobre sexualidade. O mais importante é você se sentir bem com a situação, pois não temos como identificar se esse comportamento deles pode ou não ser uma preocupação no relacionamento de vocês.
Espero que consiga ter esse diálogo com ela para esclarecer para você sobre essa situação.
Abraços
Olá! O incômodo que você relata é compreensível e legítimo. Qualquer relação afetiva saudável precisa se sustentar em confiança mútua, clareza de limites e respeito pela dignidade do outro. Quando há uma proximidade excessiva entre parceiros e seus antigos relacionamentos — especialmente com conotações íntimas — é natural que surjam inseguranças.

Na abordagem que sigo, a Logoterapia, nós olhamos para os valores, os vínculos e o sentido que as experiências carregam. Sua dúvida pode estar apontando para algo mais profundo: a necessidade de compreender o que essa situação representa para você, quais valores estão sendo tocados, e como isso afeta sua percepção da relação.

Se a intimidade entre sua namorada e o ex ultrapassa os limites que você considera saudáveis, o mais sensato é conversar com honestidade, buscando compreender sem acusar. Mas também é importante se perguntar: até que ponto essa situação é compatível com aquilo que você busca em um relacionamento?

Uma vida com sentido não significa ausência de conflitos, mas sim escolhas alinhadas com aquilo que é essencial para você. Se precisar de ajuda para compreender melhor esses sentimentos e encontrar um caminho mais claro, um acompanhamento psicológico pode ser um espaço muito valioso.

Conte comigo nessa jornada se sentir que posso te ajudar.
Dr. Eduardo Galindo
Psicólogo, Sexólogo
Cuiabá
Boa tarde!

Alguns casais quando se separam cortam as relações, outros mantem uma amizade. A sua namorada tem um filho e um laço de amizade com o ex-marido, não vejo nada de mal manter o contato com o pai da criança. A questão é que você percebeu que algumas conversas são “de cunho sexual”, realmente é uma situação desagradável. Seria importante conversar com sua namorada, para ela expor os sentimentos e as intenções que tem com você e como ela pode limitar conversas de cunho sexual com o pai do filho dela. É importante que essa conversa seja adulta e transparente entre vocês e que ela fale como vê a relação com o ex-marido. Talvez ela ainda tenha sentimentos pelo ex-marido, e isso é comum.
Acredito que a psicoterapia para você seria é um espaço para colocar todas essas questões, para que se sinta seguro e tranquilo para expor seus sentimentos e ampliar suas percepções sobre o seu relacionamento.

Espero que tenha ajudado.

Essa é uma questão delicada e, certamente, gera um desconforto legítimo. Em primeiro lugar, é importante refletir sobre os limites do relacionamento de vocês e a forma como ambos lidam com as interações com ex-parceiros. Quando se trata de um ex-marido, especialmente por existir um vínculo afetivo e parental (no caso, o filho), é natural que a comunicação entre eles seja frequente. No entanto, o que precisa ser considerado são os tipos de assuntos e a maneira como essas interações estão acontecendo.

É válido questionar qual é a natureza dessa intimidade. O fato de sua namorada ter uma relação próxima e aberta com o ex-marido não é, por si só, motivo de preocupação. O que pode ser problemático é quando os limites saudáveis da relação são ultrapassados, especialmente quando o conteúdo da conversa envolve questões íntimas e de natureza sexual.

Você deve refletir sobre como isso afeta sua própria segurança emocional e o que sente em relação ao comportamento dela. A comunicação aberta e honesta é fundamental. Falar sobre o que a incomoda e buscar entender o que está por trás dessa intimidade pode ajudar a esclarecer as intenções dela e ajustar as expectativas de ambos na relação.

Também é importante considerar o que seria saudável para o relacionamento de vocês. Ter uma conversa sincera sobre suas inseguranças e estabelecer acordos claros sobre o que é aceitável pode ser útil para que o vínculo entre vocês seja respeitado, ao mesmo tempo que se mantém a boa convivência com o ex-marido, especialmente por causa do filho em comum.

Se você sentir que a situação não é resolvida ou que os limites não estão sendo respeitados, pode ser interessante procurar um terapeuta de casal para mediar a situação e ajudar a compreender os sentimentos e comportamentos de ambos de uma forma mais aprofundada.

A chave aqui é o diálogo, o respeito mútuo e a definição clara de limites para que o relacionamento de vocês tenha espaço para crescer de forma saudável e sem ambiguidade.
Dra. Karina Andrade
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá!
Isso te preocupa? Você já conversou com ela sobre? Quais são os acordos que vocês tem e como você se sente sabendo dessas conversas e como sabe delas?
Se isso te incomoda, é legítimo. É preciso elaborar o como te preocupa e conversar com ela sobre.
 Renata Santoro
Psicólogo, Psicanalista
Taubaté
Olá,
É compreensível que esse tipo de intimidade entre sua namorada e o ex-marido gere incômodo, principalmente quando envolve conteúdos sensíveis como os de cunho sexual. Em uma relação amorosa, é esperado que os parceiros estabeleçam limites claros com figuras do passado, mesmo quando há filhos envolvidos.

Como psicanalista, entendo que o incômodo que você sente merece ser levado a sério. Ele pode sinalizar tanto algo da dinâmica atual do casal quanto aspectos mais profundos da sua história de vinculação: sentimentos de exclusão, insegurança ou repetição de lugares afetivos antigos.

A pergunta que se impõe não é apenas “devo me preocupar?”, mas “o que essa situação me provoca?”, “o que está sendo sustentado na relação a três, eu, ela e o passado dela?” e “há espaço na relação para diálogo e respeito mútuo dos limites?”

É importante olhar para isso com responsabilidade afetiva. Nem tudo que incomoda é exagero. Muitas vezes, é um chamado do nosso psiquismo para repensar o lugar que estamos ocupando e aceitando em uma relação.

Espero ter contribuído!
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

Imagino como pode ser desconfortável estar em um relacionamento onde certos limites entre passado e presente parecem um pouco borrados. O fato de você ter notado essa intimidade e estar se perguntando se “deve se preocupar” já indica que algo dentro de você está pedindo atenção — talvez por medo de desrespeito, insegurança ou sensação de estar sendo colocado em segundo plano. Nessas horas, não é só sobre o que a outra pessoa faz, mas sobre o que isso desperta emocionalmente em você.

Um ponto interessante a refletir é: quando você presencia ou sabe dessas conversas entre eles, o que sente exatamente? É mais raiva, tristeza, medo de perder, sensação de injustiça? Às vezes, o incômodo pode estar ligado não apenas ao conteúdo da conversa, mas à ausência de um pacto claro de cuidado entre vocês dois — um lugar onde a confiança e os limites deveriam ser conversados, mas talvez não estejam sendo.

Do ponto de vista da neurociência, quando percebemos algo como ameaçador para nosso vínculo afetivo, o cérebro ativa circuitos de alerta que nos fazem reagir mais impulsivamente — como se estivéssemos em risco, mesmo que objetivamente não estejamos. Isso pode intensificar desconfortos, gerar ciúmes ou até nos levar a questionar o nosso próprio valor naquele relacionamento, mesmo que o “perigo” real não seja evidente. É como se a mente dissesse: “eu não sei se estou seguro aqui”. E isso merece escuta.

Que lugar você sente que ocupa nesse relacionamento? Já conseguiram conversar sobre o que para você seria saudável ou não na relação dela com o ex? O modo como ela reage quando você expõe seu incômodo é acolhedor ou defensivo? Essas perguntas podem te ajudar a entender se há abertura para um vínculo maduro e respeitoso — ou se você está tendo que engolir demais para caber num espaço que já está apertado.

Caso sinta que essas questões estão te consumindo mais do que ajudando a construir, pode ser um bom momento para olhar pra isso com mais profundidade em um espaço terapêutico. Caso precise, estou à disposição.
Quando um relacionamento termina e há um filho envolvido, é fundamental que o antigo casal estabeleça limites claros na comunicação. A interação deve ser objetiva e focada exclusivamente nas decisões necessárias para o bem-estar da criança. Qualquer conversa além disso pode abrir espaço para confusão emocional, interferências e até impactos negativos na nova relação.
A triangulação acontece quando um dos parceiros mantém um vínculo emocional ou interpessoal excessivo com o ex, o que pode gerar insegurança e desconforto. Para evitar esse cenário, é essencial que cada pessoa respeite a nova configuração da vida afetiva e se concentre em fortalecer os vínculos atuais, sem permitir que o passado crie ruídos no presente.
O mais importante é garantir que a criança receba cuidado, estabilidade e afeto, sem ser envolvida em dinâmicas que possam comprometer seu bem-estar emocional. O diálogo saudável e respeitoso é sempre bem-vindo, mas deve ser mantido dentro dos limites apropriados para que todas as partes possam seguir em frente de maneira mais equilibrada.
Entendo sua preocupação. É natural sentir desconforto quando percebemos uma proximidade intensa entre nosso parceiro e outra pessoa, principalmente um ex-marido com quem há uma criança envolvida. Vamos analisar a situação com calma e objetividade, explorando diferentes perspectivas para que você possa tomar a melhor decisão para si.

Primeiramente, é crucial entender que a dinâmica entre sua namorada e o ex-marido é complexa e envolve diversos fatores. A existência de um filho em comum cria automaticamente um vínculo que muitas vezes transcende o relacionamento romântico anterior. A coparentalidade bem-sucedida muitas vezes exige comunicação aberta e frequente, mesmo que isso inclua discussões sobre aspectos da vida familiar, incluindo, em alguns casos, detalhes mais íntimos.

No entanto, a sua preocupação é válida. A linha entre uma comunicação necessária para a criação do filho e uma intimidade excessiva que te deixa desconfortável é tênue e precisa ser definida. A chave aqui está na *qualidade* da comunicação e na *intenção* por trás dela. Se as conversas são exclusivamente focadas em assuntos relacionados ao bem-estar da criança, o planejamento de atividades e a resolução de problemas de logística, então a sua preocupação pode ser infundada.

Por outro lado, se as conversas incluem detalhes íntimos e de cunho sexual que não são pertinentes à criação do filho, e se isso te causa desconforto, então sim, você *deve* se preocupar. Este tipo de interação pode indicar, *em tese*, uma *possível* falta de respeito para com o seu relacionamento e uma dificuldade de estabelecer limites saudáveis.

Para esclarecer a situação, sugiro uma conversa franca e aberta com sua namorada. Explique como você se sente, focando em suas próprias emoções e evitando acusações. Use frases em primeira pessoa, como "Sinto-me inseguro quando..." ou "Fico incomodado quando...", para expressar seu ponto de vista sem julgá-la. O objetivo não é culpá-la, mas sim criar um espaço para diálogo e compreensão mútua.

É importante que ela compreenda o impacto que essa situação tem em você e que vocês dois trabalhem juntos para encontrar um equilíbrio que respeite as necessidades de todos os envolvidos, incluindo a criança e vocês dois como casal. Se a comunicação aberta não resolver o problema e o seu desconforto persistir, considerem a possibilidade de buscar ajuda profissional, como a de um terapeuta de casal. Um profissional qualificado pode auxiliar vocês a identificar os padrões de comportamento, a estabelecer limites saudáveis e a construir um relacionamento mais forte e respeitoso.

Lembre-se, que o sucesso de um relacionamento depende da comunicação, do respeito mútuo e da capacidade de lidar com os desafios juntos. A sua preocupação é um sinal de que você se importa e deseja um relacionamento saudável. É muito importante comunicar isso de forma construtiva e buscar soluções em conjunto.

Espero ter ajudado! Se você tiver mais alguma dúvida, não hesite em perguntar.

Se você se sentir confortável agende uma consulta com esse profissional, colocando na lupa de pesquisa da sua busca *"Psicólogo Roberto Rodrigues.
Pela forma como você trouxe a pergunta, parece que isso já está te preocupando de algum modo ou, ao menos, gerando algum incômodo. Por isso, talvez seja importante olhar com mais atenção para esse sentimento e tentar entender o que exatamente te afeta nessa situação: é a intimidade entre eles? É o tipo de conversa? Ou é algo sobre os limites no relacionamento de vocês? Se algo está te deixando desconfortável, vale a pena conversar com sua namorada de forma aberta e honesta sobre como você se sente. Isso pode ajudar vocês a entenderem melhor as expectativas e os acordos que desejam estabelecer na relação. Se ainda assim as coisas ficarem confusas, a psicoterapia pode ser uma boa aliada para te ajudar a elaborar melhor esses sentimentos e decidir como quer conduzir isso.
Entendo como isso possa estar te deixando desconfortável. Quando você percebe essa intimidade entre os dois, especialmente com esse tipo de conversa, como isso te afeta? É mais o ciúmes, a insegurança, a dúvida sobre os limites do relacionamento de vocês?

Você chegou a falar com ela sobre como se sente? Às vezes, o mais difícil não é o fato em si, mas o que ele faz surgir — a sensação de estar em segundo plano, o medo de que ainda exista algo entre eles, ou até uma dificuldade de entender que tipo de relação ela sustenta com esse ex-parceiro. Como seria para você abrir esse assunto com ela de forma honesta, não para acusar, mas para dividir o incômodo?

Não se trata de “dever se preocupar” ou não, mas talvez de entender melhor o que exatamente te preocupa — é uma questão de confiança? De respeito aos acordos do relacionamento? Ou algo que toca em feridas suas de outras experiências? Às vezes, essas situações são um convite para olhar não só para o outro, mas também para o que está vivo dentro de você nesse relacionamento. Se fizer sentido, conversar com um terapeuta pode ajudar a entender melhor tudo isso e pensar com mais clareza sobre como você quer se posicionar.
Olá, acho que seria importante você conversar com ela, e mostrar a ela que isso lhe incomoda, explicar que essa situação não lhe deixa confortável. O diálogo é sempre a melhor opção para que não viva na duvida.
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! É compreensível que essa situação te incomode, pois os limites entre a coparentalidade e a intimidade parecem desfocados. Vale refletir se esse incômodo surge de inseguranças suas ou se há, de fato, uma dinâmica que ultrapassa o necessário para a criação do filho. Uma conversa aberta com sua namorada sobre seus sentimentos e a negociação de limites saudáveis pode ser útil. Se persistir a angústia, um acompanhamento psicológico pode ajudar a entender melhor esse conflito.

Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!

  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.