O meu marido de alguns meses para cá devido a perda do pai entrou em depressão e começou a ingerir

11 respostas
O meu marido de alguns meses para cá devido a perda do pai entrou em depressão e começou a ingerir bebida alcoolica com descontrol, tem tremedeira quando não bebe a pressão está muito alta , o que posso fazer para ajuda lo?
 Gissela Risnic
Psicanalista, Psicólogo
São Paulo
Leve-o a um médico psiquiatra para tratamento adequado.

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Dr. Geraldo Magela Oliveira Fernandes
Terapeuta complementar
Uberlândia
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 Maria Carvalho
Psicólogo
Rio de Janeiro
Busque ajuda especializada. Procure um psicólogo para que ele possa falar sobre a morte do pai e elaborar esse trauma.Muito provavelmente será necessário também o acompanhamento de um psiquiatra. Esses dois profissionais trabalhando em conjunto poderão ajudar seu marido a lidar melhor com o luto e a superar essa perda. O apoio de pessoas próximas também é muito importante para que ele se sinta acolhido nesse momento. Converse com ele sobre a possibilidade de buscar apoio de um psicólogo e/ou de um psiquiatra, permaneça apoiando-o e tente estimulá-lo a praticar atividades que deem prazer a ele, como uma alternativa ao álcool.
 Vítor Soares Machado de Andrade
Psicólogo
Belo Horizonte
É muito comum haver alterações nos padrões de consumo de alguma substância quando passamos por eventos estressores de grande magnitude em nosso contexto. Nessas situações a droga ou o álcool passam a nos servir como refúgio e uma forma de nos esquivarmos da estimulação aversiva presente. Sendo assim, é fundamental procurar uma forma de tratamento o mais rápido possível, afim de se evitar um agravo ainda maior na Síndrome de Dependência Alcoólica.

Ps: Quanto aos sintomas relatados são sinais do uso contínuo e exagerado do álcool. As "tremedeiras" são sintomas da reação de abstinência. Hipertensão e problemas cardíacos são também complicações presentes nesses casos.
 Savio Elias Chaul
Psicólogo
São Paulo
Se ele só começou a ingerir bebida alcoólica há alguns meses, sua dependência pode estar sendo causada pela depressão, nesse caso recomendo tratamento psicoterápico, para resolver esse problema, até mesmo porque, a dependência de bebida alcoólica quase sempre está ligada a algum problema emocional não resolvido. O psicólogo pode avaliar se há necessidade de uma avaliação psiquiátrica para aliar o tratamento à medicação. De qualquer forma, o paciente precisa querer tratar sua dependência sendo necessário um trabalho de sensibilização por parte das pessoas mais próximas.
 Kelly Pinho Monteiro
Psicólogo
Jaboatão Dos Guararapes
Indico um tratamento multidisciplinar, os CAPS ( centro de atenção psicossocial) alguns são focados em álcool e outras drogas. são excelentes, pois tem Psicólogo, Psiquiatra e grupos terapêuticos onde pessoas que estão passando pelo mesmo momento estão inserido. Tenho certeza que irá ajuda-lo converse com ele e concientisse da importância desse tratamento.
Dr. Caio Cesar Gomes
Psicólogo
Santa Maria
Pode estar ser uma manifestação pós-traumática. requer acompanhamento psicológico com profissional capacitado em dependência química e, como parece fazer parte, também, depressão, é recomendado acompanhamento psiquiátrico.
Bom dia,

Sinto muito pela situação que esteja passando com seu pai.
Acredito que neste momento é importante uma postura de amizade e acolhimento para com ele, sobretudo nos momentos que ele estiver sóbrio para que você consiga se aproximar dele.
Além disso, você pode coletar informações sobre quanto ele tem bebido e qual impacto da bebida na vida dele (seja nas relações, qto na saúde física) e a medida que ele reconhecer isso, você pode sugerir que ele procure alguém que ajude ele a lidar com os problemas que ele tem vivido.

Espero que te ajude.

Abs
 Ivete Soares de Souza
Psicólogo, Sexólogo
São Bernardo do Campo
Os tremores são característicos da abstinência quando já existe dependência instalada. As alterações na pressão também são um sinal de alerta. Ele necessita ser atendido por um psicólogo especialista em dependência química, mas também por um psiquiatra para ajudá-lo com os sintomas da abstinência, que no caso do alcoolismo traz riscos importantes. O dependente químico costuma negar que está com problemas, se este for o caso, leve-o ao médico pelos sintomas clínicos que apresenta para tirá-lo de uma zona de risco. Caso ele recuse ajuda, procure você um profissional especializado que poderá orientar a família e ajudá-lo indiretamente até que ele aceite o tratamento.
 André Victor Machado
Psicólogo
Curitiba
As reações que uma pessoa pode ter frente à perda de um familiar querido podem ser diversas e muitas vezes agressivas para si mesmo ou para os outros. Nesses casos o psicólogo pode ajudar o enlutado a trabalhar a sua relação com o ente perdido, as emoções que podem ter ficado abertas e o planejamento para uma nova vida sem a presença deste que partiu.
Dra. Jessica Primitivo Melo
Médico clínico geral, Generalista
Foz do Iguaçu
O que você está descrevendo é um quadro **grave de dependência alcoólica associado à depressão**, e pode representar **síndrome de abstinência do álcool**, especialmente pelos sintomas de tremores e pressão alta quando ele não está bebendo. Esse quadro é **uma emergência médica**, pois a abstinência alcoólica pode levar a complicações sérias, incluindo convulsões, arritmias e confusão mental grave.

O mais importante agora é **procurar atendimento médico imediatamente**, preferencialmente em um **hospital ou pronto-socorro**, para que ele seja avaliado, estabilizado e, se necessário, receba **tratamento medicamentoso seguro para a abstinência**, além de monitoramento da pressão e suporte psicológico.

Depois dessa fase inicial, o acompanhamento deve incluir **psiquiatra especializado em dependência química**, que pode propor **tratamento para depressão e alcoolismo**, e eventualmente medicações que ajudam a reduzir a vontade de beber. Além disso, apoio psicológico, terapia familiar e grupos de apoio (como Alcoólicos Anônimos) são fundamentais para a recuperação a longo prazo.

Enquanto não recebe atendimento, **não tente fazer a abstinência sozinho**, pois o risco de complicações é alto. Manter a pessoa hidratada e segura, mas **sob supervisão médica**, é essencial.

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