O psicólogo escolar pode solicitar reunião com psicólogo clínico sem autorização da família? Sem nun

O psicólogo escolar pode solicitar reunião com psicólogo clínico sem autorização da família? Sem nunca ter conversando com a família também?

22 respostas


Não, um psicólogo escolar não pode solicitar uma reunião com um psicólogo clínico sem a autorização e o conhecimento da família. A ética profissional e as normas regulamentadoras da psicologia, tanto no Brasil quanto em muitos outros países, exigem o consentimento informado dos pais ou responsáveis quando se trata de menores de idade.

Obtenha respostas com a consulta online

Precisa do conselho de um especialista? Agende uma consulta online: receba todas as respostas sem sair de casa.


Olá. Certamente essa não é 1 prática comum. Poderia não ser considerada ética. Seria necessário compreender os motivos que levam 1 profissional a agir assim. Por exemplo, se a família estivesse em alguma investigação ou pudesse estar representando alguma ameaça a integridade física da criança. De qualquer modo, é necessário questionar a conduta profissional assumida. Se for compreendido que essa conduta for irregular, busque orientações e auxílio junto ao Conselho Regional ou Federal de Psicologia.


Olá, tudo bem? Entendo que você possa estar preocupado com a situação envolvendo o psicólogo escolar e a necessidade de autorização da família. Em geral, a prática comum é a comunicação aberta entre o psicólogo escolar, os pais e o aluno para garantir um suporte adequado e eficaz. O psicólogo escolar pode, identificar a necessidade de uma avaliação mais aprofundada ou de uma intervenção clínica e sugerir uma reunião com um psicólogo clínico. No entanto, essa sugestão costuma ser discutida com a família antes de qualquer ação ser tomada. A colaboração com a família é essencial para garantir que todas as partes estejam alinhadas e cientes dos passos a serem seguidos. Se você tem preocupações específicas sobre a forma como essa situação foi conduzida, é importante discutir isso diretamente com o psicólogo escolar e, se necessário, buscar esclarecimentos adicionais com a administração da escola. Caso você sinta que essa situação está causando ansiedade ou confusão, ou se desejar discutir suas preocupações de forma mais detalhada, a terapia pode ser um espaço valioso para explorar essas questões. Estou à disposição para lhe apoiar, se necessário, nesse momento. Me mande uma mensagem, entre em contato comigo. Vamos conversar mais sobre isso e encontrar maneiras de lidar com a situação de forma construtiva. Estou à disposição para lhe ajudar com essas questões e/ou outros pontos de forma clara e equilibrada. Sucesso naquilo que busca e até breve! Abraços psicológica Adriana de Araújo @psicologaadrianadearaujo


Normalmente não pode. Eu teria que entender melhor a situação para arbitrar. Descupa não ter ajudado muito

Tatiana Maceira

Tatiana Maceira

Psicólogo

Rio de Janeiro

Agendar consulta

Olá, tudo bem? Essa prática de solicitar uma reunião com o psicólogo clínico do aluno não estaria dentro da ética profissional do psicólogo escolar. Geralmente o processo ocorre em conversa com os responsáveis pela criança que autorizam essa reunião com o especialista que faz o acompanhamento do processo terapêutico. Essas reuniões são de extrema valia para alinhar os manejos e acompanhar a evolução do aluno. Espero ter ajudado em sua dúvida. Um abraço! Letícia Andrade.


Não! Isso não é ético. O psicólogo escolar deveria chamar os pais em primeiro lugar e preferencialmente comunicar o aluno sobre o assunto em questão. Atenciosamente, Eduardo


Olá! Imagino que se sinta insegura em relação a esse profissional escolar, bom, sinto muito pelo ocorrido e pela possível confusão emocional que essa situação possa estar te causando. Observe caso isso esteja te prejudicando no dia a dia, sem conseguir mergulhar em suas tarefas, pode ser importante você buscar um espaço acolhedor e seguro para pensar em formas construtivas de lidar com esse, e outros, conflitos. Um forte abraço, estou à disposição. @keziafelixpsi

Kezia Felix

Kezia Felix

Psicólogo

Belo Horizonte

Agendar consulta

Olá! Não, isso é algo grave que pode ser reportado ao Conselho Regional de Psicologia. Espero ter ajudado!


Não é uma prática comum. Importante avaliar a conduta desse profissional e solicitar suporte do Conselho Regional de Psicologia, CRP.


Olá! Depende da situação. Situações que justifiquem quebra de sigilo podem acontecer e são deveres do profissional. Não há como opinarmos sobre o caso apenas com as informações prestadas, seria superficial qualquer resposta que apele ao código de ética. Sugiro que você converse com um dos profissionais que estão prestando atendimento, eles serão as melhores pessoas para prestarem esclarecimentos sobre determinadas ações e condutas adotadas. Sinto não conseguirmos responder de maneira mais profunda.


Olá! Esta prática não é comum e ética. Se o aluno for menor de idade o psicólogo escolar deve realizar entrevista com os pais e estes devem ser comunicados sobre esta troca entre os profissionais que possivelmente seja para contribuir com o processo psicoterapêutico. Não ficou claro como o profissional escolar obteve o contato do clínico, a idade do seu filho/a. De qualquer forma é importante conversar com ambos para compreender melhor a situação.


Olá. Esta pratica não condiz com um contrato de sigilo e confidencialidade entre o psicólogo e o paciente, família e/ou pais do paciente. Apesar disso, infelizmente, muitos profissionais realizam práticas irresponsáveis e com a ética da profissão. Por este motivo é importante buscar um profissional qualificado.

Marina Najm

Marina Najm

Psicólogo

São Paulo

Agendar consulta

Boa tarde! Não é comum o psicólogo escolar entrar em contato com o psicólogo clinico sem comunicar previamente a família. Entretanto, caso aconteça o contato da escola para agendar alguma reunião no ambiente escolar, o psicólogo clinico provavelmente avisará a família do seu paciente.

valdirene Morais

valdirene Morais

Psicólogo

São José dos Campos

Agendar consulta

Boa noite! De acordo com as diretrizes e ética profissional, o psicólogo escolar tem que ter a autorização prévia e consentimento da família para conversar com o psicólogo clínico. Outras dúvidas estou à disposição.


OLá, essa prática não é comum e não é a indicada, mas é temeroso opinar sem ouvir o lado do psicólogo escolar, entender o motivo pelo qual ele tomou essa atitude. Sugiro conversar na escola para tentar entender o que aconteceu.


Olá! Essa não é uma prática comum, nem usual nas escolas. Normalmente, se espera uma conduta o mais transparente possível dos profissionais que trabalham com crianças e adolescentes. Tanto o trabalho do psicólogo escolar, quanto do psicólogo clínico se enriquecem quando existe uma troca entre eles e o paciente é quem amis se beneficia dessa interação, porém a participação e aceitação da família durante e esse processo é fundamental. Procure a escola para se informar melhor a respeito desse fato e busque saber em detalhes quais foram as motivações para esse profissional não ter entrado em contato com você. Caso precise conversar com um profissional para te orientar no manejo dessa situação, estou a disposição!


Olá, tudo bem? Se ele esta sob consulta de um psicólogo escolar já existia algum questionamento, demanda ou necessidade que o profissional poderia auxiliar para a melhora da criança. Legal a ideia de ter um psicólogo clinico para atende-lo fora da escola. Uma reunião pode ocorrer contudo, os pais precisam ser notificados e saber da proposta, acredito que possam sim ser tirados bons frutos de profissionais juntos a família, fazer uma grande reunião, agora da forma como você trás que nada é notificado acaba sendo uma situação de falta ética dos profissionais.


O Código de Ética Profissional do Psicólogo (CEPP) determina que a(o) Psicóloga(o) deverá fornecer informações a respeito dos serviços prestados a quem de direito, ou seja, ao seu paciente ou responsável legal pelo paciente, visando a preservar o sigilo das informações, conforme previsto nos Arts. 1°, 8° e 9° do Código de Ética Profissional do Psicólogo. A partir do momento em que a(o) profissional percebe a necessidade de apresentar informações a terceiros, será necessário compreender a fundamentação de tal decisão e o motivo da quebra do sigilo, pensando assim na busca do menor prejuízo. Ainda, frente a tal decisão, a(o) profissional deverá compreender quais são as informações estritamente necessárias a serem encaminhadas, a quem encaminhá-las e como repassar a informação. É importante esclarecer que tais decisões são da autonomia e responsabilidade da(o) Psicóloga(o). O psicólogo clínico não pode quebrar o sigilo, mesmo que seja para outro profissional, a não ser em casos de risco à vida.


Um psicólogo escolar não pode solicitar uma reunião com um psicólogo clínico sobre uma criança sem a autorização ou conhecimento da família. Isso está alinhado aos princípios éticos e legais que regem a atuação dos profissionais de psicologia, como o respeito à privacidade, à confidencialidade e aos direitos dos pais ou responsáveis legais.

Dr. André Prado

Dr. André Prado

Psicólogo

São Caetano do Sul

Agendar consulta

Olá, sua pergunta é bastante importante e compreendo a sua preocupação! Com base no Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP nº 10/2005), o Psicólogo escolar deve estabelecer um diálogo prévio com os responsáveis, considerando suas observações e preocupações de forma acolhedora e, inclusive, a parceria para apoiar um estudante. É fundamental que o psicólogo escolar estabeleça um vínculo com os pais ou responsáveis antes de buscar informações adicionais sobre a criança. Isso cria transparência, confiança e permite que a família participe ativamente das decisões e intervenções. Estou à disposição para aprofundar sobre essa questão, se precisar.


Eles podem, sim, trabalhar em conjunto para trocar experiências sobre o caso e até mesmo prever um tratamento mais eficaz. Quando ambos colaboram, é possível integrar abordagens terapêuticas e, se necessário, proporcionando ao paciente um cuidado mais completo e adaptado às suas necessidades. Esse trabalho conjunto pode aumentar as chances de um tratamento bem-sucedido, promovendo melhores resultados. Mas a familia deve ser comunicada.


Ótima pergunta! Não. O psicólogo escolar não pode solicitar reunião com psicólogo clínico sem o conhecimento ou autorização da família. O Código de Ética Profissional do Psicólogo preza pelo sigilo, pelo respeito à autonomia e pelo direito à informação. Antes de qualquer encaminhamento ou contato externo, é fundamental que a família seja informada e participe da decisão. Além disso, o psicólogo escolar deve sempre conversar com os responsáveis primeiro, explicando observações e possíveis necessidades de encaminhamento. Na perspectiva sistêmica, a transparência fortalece os vínculos e evita rupturas de confiança entre escola, família e criança. Se sentir que posso te acompanhar mais de perto nesse processo, será um prazer te receber em consulta.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.