O que a terapia existencial pode oferecer de diferente em relação a outras abordagens para o bullyin
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O que a terapia existencial pode oferecer de diferente em relação a outras abordagens para o bullying?
Todas as abordagens são valiosas no tratamento do bullying, no entanto, a terapia existencial vai aprofundar essa questão, tratando a dor do existir e não apenas do comportamento e suas consequências, validando o sofrimento e ajudando no enfrentamento da angústia, ressaltando a liberdade e autonomia no caso da vítima e, no caso do agressor, além do enfoque na raiva e agressão, o entendimento desse vazio e desamparo que tenta preencher com crueldade.
O processo psicoterapêutico é crucial para desnudar as fragilidades e entender com profundidade as dores ocultas, trazendo-as a luz e dando ferramentas para transformação.
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Oi, tudo bem? Que bom que você trouxe essa pergunta, porque ela abre um espaço muito interessante para olharmos o bullying por um ângulo que geralmente não aparece nas discussões mais comuns sobre o tema. Só vale um pequeno cuidado técnico antes de tudo: a terapia existencial não substitui intervenções psicológicas mais estruturadas quando há trauma, ansiedade ou sintomas clínicos importantes. Ela complementa, oferecendo uma camada de compreensão diferente, voltada para sentido, liberdade e dignidade humana.
O que a abordagem existencial traz de único é que ela não se limita ao comportamento, nem tenta “corrigir” padrões diretamente. Ela olha para o impacto vivido como uma experiência que toca a forma de existir da pessoa. Para quem sofreu bullying, isso significa explorar como aquela agressão afetou o senso de valor, o lugar no mundo e a narrativa que a pessoa passou a construir sobre si mesma. Quando você pensa na sua própria história ou em alguém próximo, qual parte dessa vivência parece ter mudado a forma de ser quem se é? E o que dentro de você ainda tenta entender o que aquele período significou?
Outro ponto é que a terapia existencial não reduz o agressor a um “vilão” nem a vítima a alguém “frágil”. Ela tenta compreender o fenômeno como um encontro humano que saiu do eixo. O agressor, muitas vezes, revela um vazio, uma desconexão ou um desamparo que se traduzem em violência. Já quem sofreu, revela uma ferida profunda ligada à dignidade e ao pertencimento. Quando olha para essas duas posições, o que mais chama sua atenção: a dor de quem sofreu ou a falta de sentido de quem agrediu? E como você percebe que essas duas experiências se encontram no mundo real?
Talvez o diferencial mais poderoso da terapia existencial seja devolver à pessoa a ideia de liberdade interna. Não a liberdade de “escolher ser ferido ou não”, mas a liberdade de reconstruir a própria forma de existir depois da dor. É como se a abordagem dissesse “o que aconteceu foi real e injusto, mas a história não termina ali”. Quando você imagina esse movimento de reconstrução, que parte sua parece pedir mais cuidado, voz ou reconhecimento?
Essas conversas costumam ganhar profundidade quando feitas com presença e tempo, e podem ajudar a reorganizar a relação com o passado sem apagar a importância do que foi vivido. Se sentir que vale explorar isso de forma mais cuidadosa e personalizada, posso caminhar com você nisso. Caso precise, estou à disposição.
O que a abordagem existencial traz de único é que ela não se limita ao comportamento, nem tenta “corrigir” padrões diretamente. Ela olha para o impacto vivido como uma experiência que toca a forma de existir da pessoa. Para quem sofreu bullying, isso significa explorar como aquela agressão afetou o senso de valor, o lugar no mundo e a narrativa que a pessoa passou a construir sobre si mesma. Quando você pensa na sua própria história ou em alguém próximo, qual parte dessa vivência parece ter mudado a forma de ser quem se é? E o que dentro de você ainda tenta entender o que aquele período significou?
Outro ponto é que a terapia existencial não reduz o agressor a um “vilão” nem a vítima a alguém “frágil”. Ela tenta compreender o fenômeno como um encontro humano que saiu do eixo. O agressor, muitas vezes, revela um vazio, uma desconexão ou um desamparo que se traduzem em violência. Já quem sofreu, revela uma ferida profunda ligada à dignidade e ao pertencimento. Quando olha para essas duas posições, o que mais chama sua atenção: a dor de quem sofreu ou a falta de sentido de quem agrediu? E como você percebe que essas duas experiências se encontram no mundo real?
Talvez o diferencial mais poderoso da terapia existencial seja devolver à pessoa a ideia de liberdade interna. Não a liberdade de “escolher ser ferido ou não”, mas a liberdade de reconstruir a própria forma de existir depois da dor. É como se a abordagem dissesse “o que aconteceu foi real e injusto, mas a história não termina ali”. Quando você imagina esse movimento de reconstrução, que parte sua parece pedir mais cuidado, voz ou reconhecimento?
Essas conversas costumam ganhar profundidade quando feitas com presença e tempo, e podem ajudar a reorganizar a relação com o passado sem apagar a importância do que foi vivido. Se sentir que vale explorar isso de forma mais cuidadosa e personalizada, posso caminhar com você nisso. Caso precise, estou à disposição.
A terapia existencial oferece um olhar diferente para o bullying ao focar na experiência subjetiva, no impacto sobre o sentido de si, da liberdade e das escolhas. Ela ajuda a pessoa a ressignificar a dor vivida, fortalecer a identidade e encontrar formas mais autênticas de se posicionar no mundo, indo além apenas do sintoma.
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