O que é “distorção de permanência afetiva” no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TP
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O que é “distorção de permanência afetiva” no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
É a grande dificuldade em confiar que o outro a ama mesmo na ausência de contato: mensagens, telefonemas e em situações de conflito. A pessoa com TPB, precisa de asseguramentos sobre o afeto do outro em relação a ela com maior frequência; tem grande dependência de asseguramentos sobre o afeto dos outros para sentir-se amada e segura.
Na ausência desses asseguramentos de afeto, a pessoa atravessa situações de angustia, ansiedade e sofrimento,
Um abraço,
Lea
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Um abraço,
Lea
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A “distorção de permanência afetiva” no TPB é a dificuldade de sentir que o vínculo com o outro continua existindo, mesmo quando há distância, silêncio ou algum conflito. Pequenas mudanças podem ser vividas como abandono real, gerando muita angústia. Na terapia, trabalhamos para que a pessoa consiga sustentar emocionalmente esse vínculo, desenvolvendo mais segurança nas relações.
A “distorção de permanência afetiva” no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) descreve a dificuldade em confiar que o vínculo emocional permanece, mesmo quando não há contato imediato. Nesses momentos, a pessoa pode sentir que o afeto do outro desaparece na ausência de mensagens, ligações ou sinais constantes de proximidade.
Essa insegurança costuma se manifestar por meio de busca intensa de confirmação, como enviar muitas mensagens, ligar repetidamente ou reagir de forma mais sensível em situações de conflito. A necessidade de asseguramento não é manipulação, mas uma tentativa de recuperar a sensação de segurança emocional.
Essa dependência de validação afetiva é uma característica marcante do TPB e está diretamente ligada à dificuldade em manter a sensação interna de que o outro continua presente e cuidadoso, mesmo quando não há contato imediato.
Essa insegurança costuma se manifestar por meio de busca intensa de confirmação, como enviar muitas mensagens, ligar repetidamente ou reagir de forma mais sensível em situações de conflito. A necessidade de asseguramento não é manipulação, mas uma tentativa de recuperar a sensação de segurança emocional.
Essa dependência de validação afetiva é uma característica marcante do TPB e está diretamente ligada à dificuldade em manter a sensação interna de que o outro continua presente e cuidadoso, mesmo quando não há contato imediato.
Olá, tudo bem?
A “distorção de permanência afetiva” no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline está relacionada à dificuldade de sentir que os vínculos e os sentimentos continuam existindo de forma estável ao longo do tempo, especialmente quando a pessoa não está em contato direto com o outro.
É como se a presença emocional do outro não fosse facilmente “mantida” internamente. Quando há proximidade, cuidado ou validação, o vínculo pode ser sentido como forte e seguro. Mas, diante de uma ausência, demora de resposta ou pequena mudança, essa sensação pode se perder rapidamente. O afeto não parece “permanecer” dentro da pessoa, e isso pode gerar uma sensação de vazio, insegurança ou até de abandono, mesmo que objetivamente a relação não tenha mudado.
Essa dificuldade não é uma escolha consciente, mas uma limitação na forma como a experiência emocional é integrada. Em termos mais profundos, isso se aproxima da dificuldade de constância de objeto, que é a capacidade de manter uma representação estável do outro mesmo quando ele não está presente ou quando há frustração na relação.
Do ponto de vista mais atual, podemos pensar que, quando a emoção muda, a percepção também muda. Se a pessoa entra em um estado emocional mais negativo, pode ter dificuldade de acessar a lembrança emocional de momentos positivos com aquele vínculo. É como se a memória afetiva ficasse “dependente do estado atual”.
Talvez faça sentido você refletir: quando alguém importante não está presente ou muda um pouco o comportamento, você ainda consegue sentir a conexão que existe ou essa sensação desaparece rapidamente? Existe dificuldade de lembrar emocionalmente de momentos bons quando algo te frustra?
Entender essa distorção ajuda a dar nome a uma experiência que pode ser bastante angustiante, e abre caminho para trabalhar a construção de uma percepção mais contínua e estável dos vínculos ao longo do tempo. Caso precise, estou à disposição.
A “distorção de permanência afetiva” no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline está relacionada à dificuldade de sentir que os vínculos e os sentimentos continuam existindo de forma estável ao longo do tempo, especialmente quando a pessoa não está em contato direto com o outro.
É como se a presença emocional do outro não fosse facilmente “mantida” internamente. Quando há proximidade, cuidado ou validação, o vínculo pode ser sentido como forte e seguro. Mas, diante de uma ausência, demora de resposta ou pequena mudança, essa sensação pode se perder rapidamente. O afeto não parece “permanecer” dentro da pessoa, e isso pode gerar uma sensação de vazio, insegurança ou até de abandono, mesmo que objetivamente a relação não tenha mudado.
Essa dificuldade não é uma escolha consciente, mas uma limitação na forma como a experiência emocional é integrada. Em termos mais profundos, isso se aproxima da dificuldade de constância de objeto, que é a capacidade de manter uma representação estável do outro mesmo quando ele não está presente ou quando há frustração na relação.
Do ponto de vista mais atual, podemos pensar que, quando a emoção muda, a percepção também muda. Se a pessoa entra em um estado emocional mais negativo, pode ter dificuldade de acessar a lembrança emocional de momentos positivos com aquele vínculo. É como se a memória afetiva ficasse “dependente do estado atual”.
Talvez faça sentido você refletir: quando alguém importante não está presente ou muda um pouco o comportamento, você ainda consegue sentir a conexão que existe ou essa sensação desaparece rapidamente? Existe dificuldade de lembrar emocionalmente de momentos bons quando algo te frustra?
Entender essa distorção ajuda a dar nome a uma experiência que pode ser bastante angustiante, e abre caminho para trabalhar a construção de uma percepção mais contínua e estável dos vínculos ao longo do tempo. Caso precise, estou à disposição.
No Transtorno de personalidade Boderline, a falta de permanência afetiva faz com que o indivíduo tenha dificuldade em sentir o amor de alguém se a pessoa não estiver fisicamente presente ou interagindo com ele. Enquanto a permanência de objeto é saber que algo existe mesmo escondido, a permanência afetiva é a capacidade de manter a segurança emocional interna; sem ela, o afastamento temporário é sentido como um abandono real, gerando a sensação de que o afeto deixou de existir.
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