O que é uma crise borderline? .
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O que é uma crise borderline? .
Uma crise borderline é um episódio de desregulação emocional intensa em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Nessas crises, a pessoa pode apresentar mudanças bruscas de humor, explosões de raiva, impulsividade, sensação de vazio, medo extremo de abandono, comportamentos autolesivos ou ameaças de suicídio.
Do ponto de vista neurocientífico, essas crises estão associadas à hiperatividade da amígdala (sistema de alerta) e à baixa regulação do córtex pré-frontal, dificultando o controle das emoções.
Durante uma crise, o mais importante é garantir segurança, acolhimento e limites firmes, sem julgamentos. O tratamento é feito com psicoterapia especializada, como a Terapia Comportamental Dialética (DBT), e, em alguns casos, acompanhamento psiquiátrico. A avaliação neuropsicológica pode ajudar a compreender o padrão de funcionamento emocional e guiar intervenções mais eficazes.
Do ponto de vista neurocientífico, essas crises estão associadas à hiperatividade da amígdala (sistema de alerta) e à baixa regulação do córtex pré-frontal, dificultando o controle das emoções.
Durante uma crise, o mais importante é garantir segurança, acolhimento e limites firmes, sem julgamentos. O tratamento é feito com psicoterapia especializada, como a Terapia Comportamental Dialética (DBT), e, em alguns casos, acompanhamento psiquiátrico. A avaliação neuropsicológica pode ajudar a compreender o padrão de funcionamento emocional e guiar intervenções mais eficazes.
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Uma crise borderline é um episódio de intensos perturbamentos emocionais e comportamentais que ocorre em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB).
Caracteriza-se por alterações extremas de humor, instabilidade nos relacionamentos e comportamentos impulsivos.
Características de uma crise borderline:
• Mudanças bruscas de humor:
A pessoa pode passar de um estado de euforia a um de depressão, raiva ou ansiedade, em pouco tempo.
• Instabilidade nos relacionamentos:
Há dificuldade em manter relacionamentos estáveis, com oscilações entre idealização e desvalorização do outro.
• Comportamentos impulsivos:
A pessoa pode tomar decisões impulsivas, como gastos excessivos, consumo de drogas ou álcool, ou até mesmo se machucar de forma grave.
• Medo intenso de abandono:
O medo de ser abandonado pode ser tão intenso que a pessoa se comporta de forma a evitar o abandono, mesmo que isso signifique prejudicar a si mesma.
• Dissociação:
Em momentos de crise, a pessoa pode se sentir desconectada de si mesma, das emoções ou da realidade.
Gatilhos de uma crise:
• Perdas e mudanças:
Mudanças de emprego, separações, perda de entes queridos ou outras perdas podem desencadear crises.
• Críticas e rejeição:
A pessoa com TPB é muito sensível a críticas e rejeições, que podem levar a crises intensas
• Sentimentos de vazio e falta de identidade:
A pessoa com TPB pode ter uma sensação crônica de vazio e dificuldade em encontrar uma identidade.
• Estresse e eventos traumáticos:
A exposição a situações estressantes ou eventos traumáticos pode desencadear crises.
Como lidar com uma crise:
• Buscar ajuda profissional:
É fundamental que a pessoa com TPB busque ajuda profissional especializada para aprender a lidar com as crises.
• Autocuidado:
Praticar atividades relaxantes, como meditação, ioga ou exercícios físicos e outras do seu interesse, pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade.
• Apoio social:
Ter pessoas próximas para conversar e buscar apoio em momentos de crise é importante.
• Evitar substâncias:
É importante evitar o uso de álcool e drogas, que podem agravar os sintomas da crise.
• Identificar gatilhos:
A pessoa com TPB pode aprender a identificar seus gatilhos e desenvolver estratégias para lidar com eles antes que a crise se inicie.
Importante: A crise borderline pode ser um momento de grande sofrimento para a pessoa com TPB, mas também pode ser uma oportunidade para buscar ajuda e aprender a lidar com as dificuldades. A busca por tratamento e o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento são essenciais para melhorar a qualidade de vida da pessoa com TPB e evitar que as crises se tornem recorrentes e mais intensas.
É muito importante fazer sessões semanais de Psicoterapia e também fazer o acompanhamento com psiquiatra especializado.
Abraços e tudo de bom!
Caso tenha interesse, pode agendar um horário comigo para conversarmos melhor.
Caracteriza-se por alterações extremas de humor, instabilidade nos relacionamentos e comportamentos impulsivos.
Características de uma crise borderline:
• Mudanças bruscas de humor:
A pessoa pode passar de um estado de euforia a um de depressão, raiva ou ansiedade, em pouco tempo.
• Instabilidade nos relacionamentos:
Há dificuldade em manter relacionamentos estáveis, com oscilações entre idealização e desvalorização do outro.
• Comportamentos impulsivos:
A pessoa pode tomar decisões impulsivas, como gastos excessivos, consumo de drogas ou álcool, ou até mesmo se machucar de forma grave.
• Medo intenso de abandono:
O medo de ser abandonado pode ser tão intenso que a pessoa se comporta de forma a evitar o abandono, mesmo que isso signifique prejudicar a si mesma.
• Dissociação:
Em momentos de crise, a pessoa pode se sentir desconectada de si mesma, das emoções ou da realidade.
Gatilhos de uma crise:
• Perdas e mudanças:
Mudanças de emprego, separações, perda de entes queridos ou outras perdas podem desencadear crises.
• Críticas e rejeição:
A pessoa com TPB é muito sensível a críticas e rejeições, que podem levar a crises intensas
• Sentimentos de vazio e falta de identidade:
A pessoa com TPB pode ter uma sensação crônica de vazio e dificuldade em encontrar uma identidade.
• Estresse e eventos traumáticos:
A exposição a situações estressantes ou eventos traumáticos pode desencadear crises.
Como lidar com uma crise:
• Buscar ajuda profissional:
É fundamental que a pessoa com TPB busque ajuda profissional especializada para aprender a lidar com as crises.
• Autocuidado:
Praticar atividades relaxantes, como meditação, ioga ou exercícios físicos e outras do seu interesse, pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade.
• Apoio social:
Ter pessoas próximas para conversar e buscar apoio em momentos de crise é importante.
• Evitar substâncias:
É importante evitar o uso de álcool e drogas, que podem agravar os sintomas da crise.
• Identificar gatilhos:
A pessoa com TPB pode aprender a identificar seus gatilhos e desenvolver estratégias para lidar com eles antes que a crise se inicie.
Importante: A crise borderline pode ser um momento de grande sofrimento para a pessoa com TPB, mas também pode ser uma oportunidade para buscar ajuda e aprender a lidar com as dificuldades. A busca por tratamento e o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento são essenciais para melhorar a qualidade de vida da pessoa com TPB e evitar que as crises se tornem recorrentes e mais intensas.
É muito importante fazer sessões semanais de Psicoterapia e também fazer o acompanhamento com psiquiatra especializado.
Abraços e tudo de bom!
Caso tenha interesse, pode agendar um horário comigo para conversarmos melhor.
O que muitas pessoas chamam de “crise borderline” costuma se referir a momentos em que a pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) experimenta uma intensa desorganização emocional, geralmente desencadeada por uma situação de conflito, frustração, rejeição (real ou percebida) ou insegurança nos vínculos.
Durante uma crise, é comum que surjam sentimentos muito fortes — como raiva, angústia, medo de abandono, desespero ou vazio — acompanhados de comportamentos impulsivos, como discussões explosivas, afastamentos abruptos, automutilação ou uso de substâncias, entre outros. Muitas vezes, a pessoa sente que não consegue controlar o que está pensando ou sentindo, e isso pode causar muito sofrimento.
Essas reações não são simples “exageros” ou “dramas”: elas geralmente refletem tentativas desesperadas de lidar com uma dor interna profunda, especialmente quando a pessoa sente que está sendo rejeitada, esquecida ou que está perdendo o controle da situação.
A psicoterapia pode ajudar a entender o que ativa essas crises, desenvolver formas mais saudáveis de reagir e fortalecer a autoestima e a regulação emocional. O objetivo não é apagar as emoções, mas aprender a reconhecer os sinais e responder com mais equilíbrio e cuidado consigo mesmo.
Buscar ajuda é um passo essencial — e sim, é possível aprender a atravessar esses momentos com mais segurança e consciência.
Durante uma crise, é comum que surjam sentimentos muito fortes — como raiva, angústia, medo de abandono, desespero ou vazio — acompanhados de comportamentos impulsivos, como discussões explosivas, afastamentos abruptos, automutilação ou uso de substâncias, entre outros. Muitas vezes, a pessoa sente que não consegue controlar o que está pensando ou sentindo, e isso pode causar muito sofrimento.
Essas reações não são simples “exageros” ou “dramas”: elas geralmente refletem tentativas desesperadas de lidar com uma dor interna profunda, especialmente quando a pessoa sente que está sendo rejeitada, esquecida ou que está perdendo o controle da situação.
A psicoterapia pode ajudar a entender o que ativa essas crises, desenvolver formas mais saudáveis de reagir e fortalecer a autoestima e a regulação emocional. O objetivo não é apagar as emoções, mas aprender a reconhecer os sinais e responder com mais equilíbrio e cuidado consigo mesmo.
Buscar ajuda é um passo essencial — e sim, é possível aprender a atravessar esses momentos com mais segurança e consciência.
Olá, como tem passado?
O que muitas vezes é chamado de "crise borderline" não é um momento de loucura, fraqueza ou manipulação — mas a explosão de um sofrimento psíquico que já estava presente, silenciosamente acumulado, dentro do sujeito.
Numa crise, a pessoa pode apresentar uma intensidade emocional avassaladora, marcada por angústia extrema, medo de abandono, raiva súbita, impulsos autodestrutivos, tentativas de se machucar ou de romper vínculos importantes de forma abrupta.
Esses momentos costumam surgir diante de algo vivido como rejeição, desprezo ou ameaça de perda, mesmo que sutil — um atraso numa mensagem, uma mudança de tom, um silêncio inesperado.
Na escuta psicanalítica, essa crise não é um “surto”, mas uma ruptura momentânea da capacidade simbólica do sujeito, como se ele ficasse tomado por uma dor sem nome, sem tradução, sem amparo.
É como se o afeto não tivesse mais onde se alojar — e, por isso, explode no corpo, na fala ou no ato.
Essas vivências, por mais dolorosas que sejam, podem ser acolhidas com profundidade na terapia, sem julgamento ou correção.
Ali, a crise pode deixar de ser apenas um colapso — e passar a ser um ponto de partida para escutar o que se repete, o que fere, e o que ainda pode se transformar.
Fico à disposição.
O que muitas vezes é chamado de "crise borderline" não é um momento de loucura, fraqueza ou manipulação — mas a explosão de um sofrimento psíquico que já estava presente, silenciosamente acumulado, dentro do sujeito.
Numa crise, a pessoa pode apresentar uma intensidade emocional avassaladora, marcada por angústia extrema, medo de abandono, raiva súbita, impulsos autodestrutivos, tentativas de se machucar ou de romper vínculos importantes de forma abrupta.
Esses momentos costumam surgir diante de algo vivido como rejeição, desprezo ou ameaça de perda, mesmo que sutil — um atraso numa mensagem, uma mudança de tom, um silêncio inesperado.
Na escuta psicanalítica, essa crise não é um “surto”, mas uma ruptura momentânea da capacidade simbólica do sujeito, como se ele ficasse tomado por uma dor sem nome, sem tradução, sem amparo.
É como se o afeto não tivesse mais onde se alojar — e, por isso, explode no corpo, na fala ou no ato.
Essas vivências, por mais dolorosas que sejam, podem ser acolhidas com profundidade na terapia, sem julgamento ou correção.
Ali, a crise pode deixar de ser apenas um colapso — e passar a ser um ponto de partida para escutar o que se repete, o que fere, e o que ainda pode se transformar.
Fico à disposição.
Ei...
- A crise é quando alguns dos sintomas do Transtorno se tornam muito intensos, como fragilidade no senso de identidade, labilidade do humor, relacionamentos instáveis e caóticos e desregulação comportamental, produzindo ações impulsivas, auto lesivas, comprometimento nas interações sociais pode estar relacionado a deficiências que afetam o reconhecimento de expressões faciais emocionais...
- Caso queira nos mandar mais detalhes, ficarei feliz em responder.
Abraços
- A crise é quando alguns dos sintomas do Transtorno se tornam muito intensos, como fragilidade no senso de identidade, labilidade do humor, relacionamentos instáveis e caóticos e desregulação comportamental, produzindo ações impulsivas, auto lesivas, comprometimento nas interações sociais pode estar relacionado a deficiências que afetam o reconhecimento de expressões faciais emocionais...
- Caso queira nos mandar mais detalhes, ficarei feliz em responder.
Abraços
Ola boa noite tudo bem? Uma crise borderline é um episódio de intensos pertúrbamentos emocionais e comportamentais que ocorre em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Caracteriza-se por alterações extremas de humor, instabilidade nos relacionamentos e comportamentos impulsivos.
Se caracteriza por mudanças bruscas de humor, instabilidade nos relacionamentos, comportamentos impulsivos, medo intenso de abandono e dissociação.
A crise boderline se caracteriza por uma instabilidade nos relacionamentos interpessoais, na autoimagem, além de mudanças extremas de humor e comportamentos impulsivos. O diagnóstico é feito com base em critérios clínicos, ou seja, por avaliação de um profissional de saúde mental. O tratamento costuma envolver psicoterapia, que ajuda a pessoa a lidar melhor com esses desafios, e, em alguns casos, o uso de medicamentos pode ser recomendado para auxiliar no controle dos sintomas.
|Boa noite,
Uma crise borderline é um episódio de sofrimento emocional intenso, descontrole e comportamento impulsivo, típico de quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). É como um colapso emocional repentino, geralmente desencadeado por situações que ativam o medo de abandono, rejeição ou sentimento de vazio.
Abraços
Uma crise borderline é um episódio de sofrimento emocional intenso, descontrole e comportamento impulsivo, típico de quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). É como um colapso emocional repentino, geralmente desencadeado por situações que ativam o medo de abandono, rejeição ou sentimento de vazio.
Abraços
Uma crise borderline não é apenas um momento de tristeza ou raiva — é como se o mundo inteiro estivesse desmoronando por dentro, mesmo quando por fora tudo parece igual. É sentir demais, de repente, sem conseguir nomear o que se sente. É ir do amor ao medo do abandono em segundos. É a urgência de fazer algo — qualquer coisa — só para silenciar a dor que ninguém vê.
É aquele instante em que o coração grita: “Me escuta, por favor. Eu estou me perdendo de novo.”
É se sentir vazio, sozinho, e ao mesmo tempo com medo de ficar perto demais de alguém.
É agir por impulso e depois ser engolido pela culpa.
É querer ser amada profundamente… mas se sabotar quando isso começa a acontecer.
Se você se reconhece nisso, saiba: você não é fraca, exagerada ou difícil. Você está ferida. E feridas emocionais também merecem cuidado, atenção e acolhimento.
Buscar ajuda não é sinal de fracasso — é um ato de coragem radical. É dar à sua dor o lugar de escuta que ela merece, mas também dar à sua história a chance de ser reescrita com menos sofrimento e mais compaixão.
Marcar uma consulta pode ser o primeiro passo para sair desse ciclo. E você merece isso.
É aquele instante em que o coração grita: “Me escuta, por favor. Eu estou me perdendo de novo.”
É se sentir vazio, sozinho, e ao mesmo tempo com medo de ficar perto demais de alguém.
É agir por impulso e depois ser engolido pela culpa.
É querer ser amada profundamente… mas se sabotar quando isso começa a acontecer.
Se você se reconhece nisso, saiba: você não é fraca, exagerada ou difícil. Você está ferida. E feridas emocionais também merecem cuidado, atenção e acolhimento.
Buscar ajuda não é sinal de fracasso — é um ato de coragem radical. É dar à sua dor o lugar de escuta que ela merece, mas também dar à sua história a chance de ser reescrita com menos sofrimento e mais compaixão.
Marcar uma consulta pode ser o primeiro passo para sair desse ciclo. E você merece isso.
A palavra borderline significa na fronteira, a tradução seria: o paciente fronteiriço entre o estado neurótico ( todos nós somos mais ou menos neuróticos) e psicotico, ou seja, aquele que teve uma cisão com a realidade e enxergam o mundo por meio de delírios em diferentes graus.
A crise ocorre quando a pessoa surta nos delírios que podem ser de perseguição e de grandeza.
O caminho é acolher e trazer a pessoa para a realidade de forma compreensiva.
Um abraço,
Lea
A crise ocorre quando a pessoa surta nos delírios que podem ser de perseguição e de grandeza.
O caminho é acolher e trazer a pessoa para a realidade de forma compreensiva.
Um abraço,
Lea
Durante uma crise, a pessoa pode se sentir profundamente rejeitada, sozinha, vazia ou com raiva, mesmo sem um motivo muito claro. Pode haver explosões emocionais, impulsividade (como gastos excessivos, abuso de substâncias, automutilação ou até tentativas de suicídio), e uma sensação muito forte de medo de abandono. E o mais importante: isso não acontece porque a pessoa "quer chamar atenção" ou "está exagerando", é porque ela realmente sente tudo aquilo de forma amplificada, como se estivesse vivendo sem uma “pele emocional” para se proteger do mundo.
É uma experiência difícil, tanto pra quem vive quanto pra quem está por perto. Mas com tratamento, que geralmente envolve psicoterapia, e em alguns casos, medicação, é possível aprender a lidar com essas crises, entendê-las melhor e reduzir a frequência e intensidade delas.
É uma experiência difícil, tanto pra quem vive quanto pra quem está por perto. Mas com tratamento, que geralmente envolve psicoterapia, e em alguns casos, medicação, é possível aprender a lidar com essas crises, entendê-las melhor e reduzir a frequência e intensidade delas.
Principais sinais de uma crise borderline:
Explosões emocionais intensas e súbitas tais como: Raiva, desespero, tristeza profunda ou pânico que surgem de forma abrupta. A emoção parece "tomar conta" da pessoa, que tem dificuldade de se autorregular.
Comportamentos impulsivos tais como: Gastos excessivos, uso de substâncias, sexo impulsivo, autoagressão ou tentativas de suicídio. Esses comportamentos funcionam como tentativas de aliviar a dor emocional.
Medo extremo de abandono ou rejeição tais como: reagir de forma exagerada a uma ausência, atraso, silêncio ou mudança de tom da outra pessoa. Pode surgir um comportamento de apego desesperado ou, ao contrário, um afastamento agressivo.
Alterações rápidas na percepção dos outros e de si mesma: Idealiza uma pessoa num momento e, logo depois, passa a odiá-la (movimento de idealização e desvalorização). A autoestima pode oscilar entre grandiosidade e autodepreciação em questão de horas.
Sentimentos de vazio, angústia e desesperança: Relatos de se sentir "vazia", "sem sentido" ou "desconectada da realidade". Isso pode levar à dissociação ou sensação de que "não está no próprio corpo".
Dificuldade de se acalmar: Mesmo após o fim do gatilho, a pessoa pode permanecer agitada por horas. Ela pode dizer que “não consegue sair desse estado” ou “não sabe por que está assim”.
Como diferenciar uma crise borderline de outras reações emocionais comuns?
Intensidade desproporcional: A reação é muito maior do que o evento desencadeador.
Duração: A crise pode durar de algumas horas a um ou dois dias, com ciclos de melhora e recaída emocional.
Relação com o vínculo: A crise geralmente gira em torno da relação com o outro — a ameaça percebida à conexão é o que impulsiona tudo.
Padrão repetitivo: Essas crises tendem a se repetir com frequência e de forma parecida ao longo do tempo.
Explosões emocionais intensas e súbitas tais como: Raiva, desespero, tristeza profunda ou pânico que surgem de forma abrupta. A emoção parece "tomar conta" da pessoa, que tem dificuldade de se autorregular.
Comportamentos impulsivos tais como: Gastos excessivos, uso de substâncias, sexo impulsivo, autoagressão ou tentativas de suicídio. Esses comportamentos funcionam como tentativas de aliviar a dor emocional.
Medo extremo de abandono ou rejeição tais como: reagir de forma exagerada a uma ausência, atraso, silêncio ou mudança de tom da outra pessoa. Pode surgir um comportamento de apego desesperado ou, ao contrário, um afastamento agressivo.
Alterações rápidas na percepção dos outros e de si mesma: Idealiza uma pessoa num momento e, logo depois, passa a odiá-la (movimento de idealização e desvalorização). A autoestima pode oscilar entre grandiosidade e autodepreciação em questão de horas.
Sentimentos de vazio, angústia e desesperança: Relatos de se sentir "vazia", "sem sentido" ou "desconectada da realidade". Isso pode levar à dissociação ou sensação de que "não está no próprio corpo".
Dificuldade de se acalmar: Mesmo após o fim do gatilho, a pessoa pode permanecer agitada por horas. Ela pode dizer que “não consegue sair desse estado” ou “não sabe por que está assim”.
Como diferenciar uma crise borderline de outras reações emocionais comuns?
Intensidade desproporcional: A reação é muito maior do que o evento desencadeador.
Duração: A crise pode durar de algumas horas a um ou dois dias, com ciclos de melhora e recaída emocional.
Relação com o vínculo: A crise geralmente gira em torno da relação com o outro — a ameaça percebida à conexão é o que impulsiona tudo.
Padrão repetitivo: Essas crises tendem a se repetir com frequência e de forma parecida ao longo do tempo.
Oi! Essa é uma pergunta muito importante, e é ótimo que você esteja buscando entender melhor.
O que muitas pessoas chamam de “crise borderline” se refere a momentos em que as emoções ficam tão intensas que parecem incontroláveis. Pode ser uma mistura de angústia, raiva, tristeza, medo de abandono, impulsividade e sensação de vazio — tudo isso acontecendo de forma muito rápida e forte.
Nessas horas, a pessoa pode reagir de maneira que depois não gostaria, como dizer coisas no impulso, agir de forma autodestrutiva ou ter dificuldades em manter os relacionamentos equilibrados. Mas é importante saber: isso não é falta de caráter, nem frescura. É uma dor real, que precisa ser acolhida e compreendida.
Olhar para essas crises com profundidade, entendendo o que elas estão querendo comunicar, é um processo que pode transformar a forma como você lida com esses momentos.
Se você sentir que é hora de cuidar melhor disso, estou aqui pra te ajudar.
O que muitas pessoas chamam de “crise borderline” se refere a momentos em que as emoções ficam tão intensas que parecem incontroláveis. Pode ser uma mistura de angústia, raiva, tristeza, medo de abandono, impulsividade e sensação de vazio — tudo isso acontecendo de forma muito rápida e forte.
Nessas horas, a pessoa pode reagir de maneira que depois não gostaria, como dizer coisas no impulso, agir de forma autodestrutiva ou ter dificuldades em manter os relacionamentos equilibrados. Mas é importante saber: isso não é falta de caráter, nem frescura. É uma dor real, que precisa ser acolhida e compreendida.
Olhar para essas crises com profundidade, entendendo o que elas estão querendo comunicar, é um processo que pode transformar a forma como você lida com esses momentos.
Se você sentir que é hora de cuidar melhor disso, estou aqui pra te ajudar.
Uma crise borderline costuma ser um momento em que tudo parece intenso demais — as emoções, os pensamentos, o medo de perder alguém, a dor de se sentir só ou incompreendido. É como se tudo acontecesse ao mesmo tempo e você ficasse sem saída. Mas o que muitas pessoas não percebem é que essas crises geralmente carregam uma história por trás: uma necessidade que não foi vista, uma ferida antiga que ainda dói. Na terapia, a gente não tenta “eliminar” as crises. A gente aprende a escutá-las. Porque quando você entende o que está por trás, elas perdem o poder de te dominar.
Pode ser uma resposta emocional, na qual o indivíduo não consegue regular suas emoções, ou mesmo interromper suas preocupações ou inibir comportamentos de fuga associado a medo e assim não consegue modular a expressão facial hostil, padrões de atitudes agressivas e ataques verbais associados à raiva.
A pessoa que é portadora deste transtorno, numa crise mais acentuada, manifesta alterações bruscas de humor, impulsividade elevada, muita dificuldade de controlar sua raiva, medo excessivo e infundado de sofrer abandono e alta probabilidade de automutilação. Fatores desencadeadores para uma crise geralmente incluem a presença de estresse, críticas e fatores emocionais como a frustração e rejeição.
Olá, Uma crise no borderline acontece quando a pessoa sente algo com muita intensidade, geralmente ligado a uma sensação de rejeição, abandono, injustiça ou insegurança. Às vezes, coisas pequenas — como uma mudança de tom de voz, uma mensagem que demora a chegar ou uma crítica — podem ser interpretadas como uma ameaça gigante. Nesse momento, o cérebro dela entra em um modo de ‘tudo ou nada’, e as emoções tomam conta. É como se ela estivesse numa montanha-russa emocional, com muito medo, raiva ou tristeza, tudo ao mesmo tempo. pessoa pode chorar, gritar, se afastar, agir com impulsividade ou até se machucar. Não é uma escolha racional, é uma reação desesperada a um sofrimento interno muito grande, geralmente ligado a medos antigos de ser deixada, rejeitada ou não ser amada. É como se o sistema emocional da pessoa estivesse sem pele — tudo dói mais. E quando ela sente que algo está machucando, mesmo que não seja grave para os outros, o alarme emocional dela dispara no volume máximo. Ela reage tentando se proteger daquela dor, mas muitas vezes essa reação acaba afastando justamente quem ela mais quer por perto. Se tiver difícil lidar sozinho(a)nesse momento, estou à disposição para te ajudar.
Uma crise borderline é um episódio de intensa instabilidade emocional, com sentimentos de vazio, impulsividade, medo de abandono e, em alguns casos, comportamentos autodestrutivos. Essas crises são geralmente reações a situações de estresse afetivo e podem ser muito dolorosas para quem vive.
Oi!
Falar sobre uma crise borderline é falar sobre dor e, também, sobre um pedido profundo de cuidado.
Pessoas que convivem com o Transtorno de Personalidade Borderline geralmente vivem intensamente as emoções. Isso significa que, em uma crise, podem surgir sentimentos muito fortes como medo de abandono, raiva, impulsividade, tristeza profunda ou sensação de vazio.
É como se o mundo interno perdesse o chão — e a dor emocional se tornasse insuportável de sustentar sozinha.
Na clínica winnicottiana, compreendemos que por trás dessa intensidade existe uma história que, muitas vezes, não pôde ser sentida com segurança, não pôde ser acolhida no tempo certo. A crise, então, aparece como um grito de sobrevivência, como se a pessoa dissesse, com o corpo e com os afetos: “Eu não sei existir assim, sozinha”.
O que ajuda nesses momentos não são respostas prontas, mas presença verdadeira. Um espaço de escuta onde essa dor possa finalmente ser olhada com humanidade, sem julgamento, sem pressa, e sem abandono.
Se você ou alguém que ama está passando por isso, saiba que não está só. A psicoterapia pode e deve ser um lugar onde se aprende, pouco a pouco, a existir sem medo, com espontaneidade e vínculo.
Espero ter ajudado.
Um abraço!
Falar sobre uma crise borderline é falar sobre dor e, também, sobre um pedido profundo de cuidado.
Pessoas que convivem com o Transtorno de Personalidade Borderline geralmente vivem intensamente as emoções. Isso significa que, em uma crise, podem surgir sentimentos muito fortes como medo de abandono, raiva, impulsividade, tristeza profunda ou sensação de vazio.
É como se o mundo interno perdesse o chão — e a dor emocional se tornasse insuportável de sustentar sozinha.
Na clínica winnicottiana, compreendemos que por trás dessa intensidade existe uma história que, muitas vezes, não pôde ser sentida com segurança, não pôde ser acolhida no tempo certo. A crise, então, aparece como um grito de sobrevivência, como se a pessoa dissesse, com o corpo e com os afetos: “Eu não sei existir assim, sozinha”.
O que ajuda nesses momentos não são respostas prontas, mas presença verdadeira. Um espaço de escuta onde essa dor possa finalmente ser olhada com humanidade, sem julgamento, sem pressa, e sem abandono.
Se você ou alguém que ama está passando por isso, saiba que não está só. A psicoterapia pode e deve ser um lugar onde se aprende, pouco a pouco, a existir sem medo, com espontaneidade e vínculo.
Espero ter ajudado.
Um abraço!
A crise borderline é um episódio de intensa desregulação emocional, característico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). É um momento em que a pessoa se sente emocionalmente sobrecarregada, com dificuldade extrema de lidar com sentimentos como abandono, rejeição, raiva, medo ou vazio, resultando em comportamentos impulsivos ou autodestrutivos.
O que acontece numa crise borderline?
Durante uma crise, a pessoa pode:
Emocionalmente:
-Sentir uma dor emocional extrema e urgente;
-Ter medo intenso de abandono (real ou imaginado);
-Sentir raiva, tristeza, desespero ou pânico de forma descontrolada;
-Ter pensamentos do tipo “ninguém se importa comigo”, “sou um lixo”, “vou acabar sozinho(a)”;
-Apresentar mudanças rápidas e intensas de humor.
Comportamental:
-Gritar, chorar, discutir, implorar ou se afastar de forma abrupta;
-Fazer ameaças de abandono, término de relação ou até de suicídio;
O que acontece numa crise borderline?
Durante uma crise, a pessoa pode:
Emocionalmente:
-Sentir uma dor emocional extrema e urgente;
-Ter medo intenso de abandono (real ou imaginado);
-Sentir raiva, tristeza, desespero ou pânico de forma descontrolada;
-Ter pensamentos do tipo “ninguém se importa comigo”, “sou um lixo”, “vou acabar sozinho(a)”;
-Apresentar mudanças rápidas e intensas de humor.
Comportamental:
-Gritar, chorar, discutir, implorar ou se afastar de forma abrupta;
-Fazer ameaças de abandono, término de relação ou até de suicídio;
Olá! A crise costuma ser acompanhada por comportamentos impulsivos, agressivos ou autodestrutivos que são desproporcionais à situação que a causou. É um período marcado por instabilidade emocional extrema. Se você se identifica com os sinais ou sintomas, busque ajuda psicológica. Cuide-se bem!
Olá,
Entendo que uma crise em um caso de Borderline poderia ser definida como a ocorrência intensa dos sintomas que caracterizam a doença: instabilidade emocional, em geral. Ou seja, sentimentos intensos relativos a raiva, melancolia, baixa auto estima, ciúme e etc, favorecendo ações impulsivas, as quais vão gerar consequências sérias. Um psicólogo deve ser consultado. Fico a disposição, att.
Entendo que uma crise em um caso de Borderline poderia ser definida como a ocorrência intensa dos sintomas que caracterizam a doença: instabilidade emocional, em geral. Ou seja, sentimentos intensos relativos a raiva, melancolia, baixa auto estima, ciúme e etc, favorecendo ações impulsivas, as quais vão gerar consequências sérias. Um psicólogo deve ser consultado. Fico a disposição, att.
Uma crise borderline é um episódio de intensa instabilidade emocional que pode incluir sentimentos extremos de medo de abandono, raiva descontrolada, impulsividade, comportamentos autodestrutivos e dificuldades no controle dos impulsos. Durante esses momentos, a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline pode se sentir sobrecarregada, confusa e agir de maneira que depois se arrepende
Olá, boa tarde!
Uma crise borderline é um momento de intensa angústia emocional que pessoas com transtorno de personalidade borderline (TPB) podem vivenciar. Durante essa crise, a pessoa pode sentir um turbilhão de emoções como raiva, medo de abandono, tristeza profunda e impulsividade. Essas crises frequentemente envolvem reações exageradas a situações que parecem pequenas para outras pessoas, levando a comportamentos autodestrutivos, explosões emocionais ou dificuldades em controlar impulsos. As crises são um sinal de sofrimento intenso e dificuldade em regular emoções, mas com tratamento adequado, como terapia e suporte emocional, é possível aprender a lidar melhor com esses momentos e reduzir sua frequência e intensidade.
Uma crise borderline é um momento de intensa angústia emocional que pessoas com transtorno de personalidade borderline (TPB) podem vivenciar. Durante essa crise, a pessoa pode sentir um turbilhão de emoções como raiva, medo de abandono, tristeza profunda e impulsividade. Essas crises frequentemente envolvem reações exageradas a situações que parecem pequenas para outras pessoas, levando a comportamentos autodestrutivos, explosões emocionais ou dificuldades em controlar impulsos. As crises são um sinal de sofrimento intenso e dificuldade em regular emoções, mas com tratamento adequado, como terapia e suporte emocional, é possível aprender a lidar melhor com esses momentos e reduzir sua frequência e intensidade.
É uma reação extremamente intensa ao fator real, quando se tem uma reação avassaladora, agressiva, impulsiva e autodestrutiva. Vamos agendar uma sessão de psicoterapia para aprender a ter autocontrole?
Uma crise borderline é um episódio de intensa instabilidade emocional e comportamental que pode ocorrer em pessoas com transtorno de personalidade borderline (TPB). Nessas crises, os sentimentos, pensamentos e reações ficam à flor da pele, e a pessoa pode agir de forma impulsiva ou até autodestrutiva.
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