O que fazer se a vítima não quer falar sobre o bullying?
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O que fazer se a vítima não quer falar sobre o bullying?
Se a vitima resiste em falar, é porque provavelmente sente medo de ser julgada e responsabilizada pelo próprio sofrimento. Oferecer uma escuta acolhedora e presença disponível seria um bom começo para gerar confiança ao ponto dela poder falar.
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Quando a vítima não quer falar sobre o bullying, é importante respeitar seu tempo e oferecer um espaço seguro, sem pressão.
Muitas vezes, o silêncio é uma forma de proteção diante de experiências dolorosas. O papel do profissional — ou de quem a acolhe — é mostrar disponibilidade, empatia e confiança, para que ela perceba que pode se abrir quando estiver pronta.
Em psicoterapia, o trabalho começa justamente por fortalecer esse vínculo e ajudar a pessoa a se sentir novamente em segurança, reconstruindo sua autoestima e autonomia emocional.
Att
Drª Kellen Greff
Muitas vezes, o silêncio é uma forma de proteção diante de experiências dolorosas. O papel do profissional — ou de quem a acolhe — é mostrar disponibilidade, empatia e confiança, para que ela perceba que pode se abrir quando estiver pronta.
Em psicoterapia, o trabalho começa justamente por fortalecer esse vínculo e ajudar a pessoa a se sentir novamente em segurança, reconstruindo sua autoestima e autonomia emocional.
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Drª Kellen Greff
Quando a vítima não quer falar sobre o bullying, é importante respeitar esse silêncio. Às vezes, ela ainda não se sente segura o suficiente pra tocar nesse assunto, e tudo bem. O papel do terapeuta, ou de quem está oferecendo apoio, não é forçar o relato, mas criar um espaço em que ela sinta que pode falar quando estiver pronta.
Em vez de insistir, o ideal é mostrar presença e disponibilidade. Pequenas frases como “eu tô aqui pra te ouvir quando quiser” ou “você não precisa contar nada agora” ajudam muito mais do que perguntas diretas. A pessoa precisa perceber que o espaço é realmente de confiança, onde ela não vai ser julgada nem exposta.
Com o tempo, conforme essa segurança vai sendo construída, é comum que o assunto apareça de forma mais natural. Às vezes, o que o paciente precisa primeiro não é falar sobre o que aconteceu, mas sentir que tem alguém ali que aguenta estar com ele, mesmo no silêncio.
Em vez de insistir, o ideal é mostrar presença e disponibilidade. Pequenas frases como “eu tô aqui pra te ouvir quando quiser” ou “você não precisa contar nada agora” ajudam muito mais do que perguntas diretas. A pessoa precisa perceber que o espaço é realmente de confiança, onde ela não vai ser julgada nem exposta.
Com o tempo, conforme essa segurança vai sendo construída, é comum que o assunto apareça de forma mais natural. Às vezes, o que o paciente precisa primeiro não é falar sobre o que aconteceu, mas sentir que tem alguém ali que aguenta estar com ele, mesmo no silêncio.
Para a psicanálise, quando a vítima não quer falar sobre o bullying é preciso respeitar seu silêncio, criando um ambiente acolhedor onde ela possa, no seu tempo, transformar a dor indizível em palavra.
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