Olá boa noite! Tenho transtorno bipolar, fui diagnosticada a mais de 30 anos. Deste então tomo litio

3 respostas
Olá boa noite! Tenho transtorno bipolar, fui diagnosticada a mais de 30 anos. Deste então tomo litio. Por anos usei fluoxetina, e agora tomo o litio 300 e sertralina 50 mg.. Minha pergunta seria : no futuro posso ter problema renal, por uso do litio?
Dra. Renata Mezzari
Psiquiatra
Florianópolis
Existe sim uma relação entre a função renal e o uso do lítio a longo prazo. Por isso, é indicado que você mantenha sempre o acompanhamento com o seu médico e faça os exames necessários de forma sistemática. Também, é válido lembrar que o lítio continua sendo um dos tratamentos de primeira linha para a bipolaridade em todo o mundo. O importante é acompanhar sempre de perto para identificar logo de início possíveis complicações e poder, então, agir!
Abraço

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Olá! O Lítio ainda é primeira linha para tratamento do transtorno afetivo bipolar. Mesmo em monoterapia é uma das medicações mais eficazes na estabilização do humor.
Os efeitos renais adversos são frequentemente reversíveis. Apesar disso, a função renal pode ser afetada negativamente pelo lítio e, portanto, deve ser monitorada com exames laboratoriais.
Olá! O lítio, quando usado por muitos anos, pode ter impacto nos rins, mas isso não acontece com todos os pacientes. O risco de disfunção renal está mais associado a doses altas e ao uso prolongado sem monitoramento adequado.

Como o lítio pode afetar os rins:
- Em alguns casos, pode levar a uma redução na capacidade dos rins de concentrar a urina (diabetes insipidus nefrogênico).
- O uso crônico pode, em casos raros, causar insuficiência renal leve a moderada.
- O acompanhamento médico com exames regulares de função renal (ureia, creatinina, TFG) ajuda a prevenir complicações.

O que fazer para reduzir o risco:
- Mantenha-se sempre bem hidratada.
- Faça exames periódicos para monitorar a função renal.
- Mantenha os níveis de lítio dentro da faixa terapêutica recomendada pelo seu médico.

Se quiser entender melhor sobre os efeitos do lítio e estratégias para um tratamento seguro, meu eBook "Transtorno Bipolar: Entenda, Gerencie e Viva Melhor" pode te ajudar. Ele está disponível no meu Instagram, acessível pela minha página no Doctoralia.

Especialistas

Karina Abunasser Pereira Leite

Karina Abunasser Pereira Leite

Psiquiatra

São Paulo

Anna Paula Balduci Brasil Lage

Anna Paula Balduci Brasil Lage

Psicólogo

Rio de Janeiro

Alexandre Zatera

Alexandre Zatera

Médico do trabalho, Psiquiatra, Médico perito

Canoinhas

Juan Pablo Roig Albuquerque

Juan Pablo Roig Albuquerque

Psiquiatra

São Paulo

Renata Camargo

Renata Camargo

Psicólogo

Camaquã

Luis Falivene Roberto Alves

Luis Falivene Roberto Alves

Psiquiatra

Campinas

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 970 perguntas sobre Transtorno bipolar
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.