Ola,bom dia todos... Se não me sinto bem na casa da minha pela forma como o marido dela age,fala mui
20
respostas
Ola,bom dia todos... Se não me sinto bem na casa da minha pela forma como o marido dela age,fala muita besteira e brincadeiras ofensivas. Devo continuar indo na casa dela pra ver ela?
Olá! Se o mal-estar persiste nas suas visitas, talvez valha a pena escutar o que esse incômodo te diz sobre seu próprio desejo. Se a presença dele corta algo essencial para você, que tal convidá-la para outros encontros, em outro lugar? Às vezes, proteger seu espaço é também uma forma de honrar o laço.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá, bom dia! Você não deve fazer nada que te deixe desconfortável, parar de ir ou se impor nas situações são soluções plausíveis.
Olá, muitas vezes as amizades solicitam o convívio com familiares, porém, se você não se sente confortável em estar na presença do marido de sua amiga entendo que pode rever situações em que pode evitar estar na presença dele.
Olá. Penso que se há outra opção viável para ver ela, utilize-a. Abraço.
Se você fica desconfortável não tem porque forçar essa situação. Mantenha contato em outros ambientes.
Olá! É compreensível que você se sinta desconfortável em um ambiente onde há falas ofensivas ou brincadeiras que machucam.
Não sei exatamente qual é o grau de relação (irmã, amiga, prima, etc) porque não foi especificado na pergunta, mas você já pensou em encontrar outras formas de estar com essa pessoa? Se esta proximidade é importante, vale considerar encontrá-la em lugares mais neutros ou seguros emocionalmente, onde você possa se sentir respeitada e acolhida.
Não sei exatamente qual é o grau de relação (irmã, amiga, prima, etc) porque não foi especificado na pergunta, mas você já pensou em encontrar outras formas de estar com essa pessoa? Se esta proximidade é importante, vale considerar encontrá-la em lugares mais neutros ou seguros emocionalmente, onde você possa se sentir respeitada e acolhida.
Olá! Seu desconforto é totalmente válido. Se o comportamento do marido da sua amiga faz você se sentir mal, é importante respeitar seus limites. Você não precisa deixar de vê-la, mas pode sugerir encontros em outros lugares, onde se sinta mais à vontade.
Se houver abertura, conversar com ela de forma respeitosa sobre como você se sente pode ajudar. O mais importante é cuidar do seu bem-estar emocional. E, se isso estiver te afetando muito, procurar uma psicóloga pode ser uma boa forma de apoio. Fico à disposição.
Se houver abertura, conversar com ela de forma respeitosa sobre como você se sente pode ajudar. O mais importante é cuidar do seu bem-estar emocional. E, se isso estiver te afetando muito, procurar uma psicóloga pode ser uma boa forma de apoio. Fico à disposição.
Quando um ambiente faz você se sentir desconfortável, é importante refletir se realmente vale a pena se expor a isso. Talvez, nesse caso, buscar encontrar em outros lugares onde você se sinta mais à vontade seja uma alternativa. Mas essa é uma decisão muito pessoal, que só você pode tomar, considerando seus sentimentos, seus limites e o que te faz bem.
Olá, bom dia. Quando a casa de uma amiga ou familiar deixa de ser um ambiente confortável por causa da forma como o marido dela age, com falas ofensivas e brincadeiras desrespeitosas, é natural sentir-se mal ao estar ali. Nesses casos, é importante respeitar seus próprios limites emocionais. Você pode buscar formas alternativas de manter o vínculo com essa pessoa, encontrando-se em outros locais ou conversando sobre como se sente, se houver abertura para isso. Preservar a relação não precisa significar se expor constantemente a situações que te fazem mal. Seu bem-estar também deve ser prioridade.
Olá!
Indico que agende uma sessão com psicanalista lacaniano, para compreender o que está por trás disso que você traz.
Indico que agende uma sessão com psicanalista lacaniano, para compreender o que está por trás disso que você traz.
Olá! me parece que esse incômodo que você sente é um sinal importante. Quando a gente está em um ambiente em que alguém fala coisas que nos fazem mal, é natural que o corpo e a mente reajam. Talvez valha a pena você refletir: o que você ganha ao continuar indo? E o que você perde? Você se sente respeitada(o) nesse espaço? Se não, talvez seja o momento de colocar seus limites com cuidado e carinho. Você pode conversar com sua amiga, explicar como se sente, ou simplesmente escolher se afastar um pouco, sem culpa. Se preservar também é um jeito de cuidar dos relacionamentos — inclusive com você mesma(o).
Olá, acho que você deve ir onde quiser ir. Se não se sente a vontade com a presença dele você pode evitar ir quando ele estiver lá, ou marcar de se encontrar na sua casa, em algum lugar. Mas te pergunto, ela tem consciência que que você se incomoda com ele?
Olá, como tem passado?
Na psicanálise, podemos pensar que o desconforto que você sente é um sinal do seu próprio limite, e que é importante escutar esse sentimento. O desejo de manter a amizade com ela é legítimo, mas é preciso ser equilibrado com o cuidado de si mesma.
Pergunte-se: por que preciso me submeter a um ambiente que me faz mal para manter esse vínculo? Há outra forma de continuar essa amizade sem me colocar em uma situação desconfortável?
Talvez seja possível encontrar outros lugares para se encontrarem ou até mesmo falar com sua amiga sobre como você se sente, com delicadeza. Essa conversa pode ser uma forma de colocar limites e, ao mesmo tempo, cuidar da amizade e de si mesma.
Se essa situação continua te incomodando e você se sente confusa sobre como lidar, buscar apoio com um psicólogo ou psicanalista, presencial ou online, pode ser uma boa ideia. Isso pode te ajudar a compreender o que essa situação representa na sua história e como encontrar soluções mais saudáveis, como perdas, finais e rompimentos.
Espero ter ajudado e fico à disposição.
Na psicanálise, podemos pensar que o desconforto que você sente é um sinal do seu próprio limite, e que é importante escutar esse sentimento. O desejo de manter a amizade com ela é legítimo, mas é preciso ser equilibrado com o cuidado de si mesma.
Pergunte-se: por que preciso me submeter a um ambiente que me faz mal para manter esse vínculo? Há outra forma de continuar essa amizade sem me colocar em uma situação desconfortável?
Talvez seja possível encontrar outros lugares para se encontrarem ou até mesmo falar com sua amiga sobre como você se sente, com delicadeza. Essa conversa pode ser uma forma de colocar limites e, ao mesmo tempo, cuidar da amizade e de si mesma.
Se essa situação continua te incomodando e você se sente confusa sobre como lidar, buscar apoio com um psicólogo ou psicanalista, presencial ou online, pode ser uma boa ideia. Isso pode te ajudar a compreender o que essa situação representa na sua história e como encontrar soluções mais saudáveis, como perdas, finais e rompimentos.
Espero ter ajudado e fico à disposição.
Se há um incômodo seu, provavelmente este incômodo é compartilhado por ela de alguma forma. Sou solidária a vocês. A questão é saber se você tem o que é suficiente para continuar frequentando essa casa e impondo uma resistência a este comportamento ofensivo dele. Há diversas formas de você alcançar um empoderamento para enfrentar este conflito.
Querido(a) Paciente,
Antes de tudo, quero reconhecer sua sensibilidade em perceber como você se sente nesse ambiente. Isso já é um sinal importante de cuidado consigo mesma(o) merece ser respeitado.
Estar perto de alguém que amamos, pode ser muito valioso. Mas isso não significa que você precise se expor a situações que te fazem mal ou te deixam desconfortável. Quando alguém do convívio, como o marido dela(e), tem atitudes que te ferem ou atravessam seus limites com brincadeiras ofensivas, é natural que seu corpo e suas emoções reajam. E tudo isso precisa ser escutado com respeito.
Você pode sim querer manter o vínculo com a pessoa e isso é lindo mas talvez seja o momento de pensar em formas mais saudáveis de se encontrar com ela(e), que não te coloquem nesse lugar de incômodo constante. Encontros fora de casa, passeios, ligações mais frequentes… às vezes é possível manter o afeto mesmo evitando ambientes que nos machucam.
E vale lembrar: se algo te fere ou te deixa desconfortável, você tem todo o direito de se afastar ou de colocar limites mesmo que seja sutilmente. Isso não é egoísmo, é autocuidado.
Você não precisa carregar tudo sozinha para preservar um vínculo. Relacionamentos saudáveis também se constroem com honestidade, acolhimento e respeito mútuo.
Se quiser, posso te ajudar a pensar em como comunicar isso a ela(e) com delicadeza. Estou aqui
Antes de tudo, quero reconhecer sua sensibilidade em perceber como você se sente nesse ambiente. Isso já é um sinal importante de cuidado consigo mesma(o) merece ser respeitado.
Estar perto de alguém que amamos, pode ser muito valioso. Mas isso não significa que você precise se expor a situações que te fazem mal ou te deixam desconfortável. Quando alguém do convívio, como o marido dela(e), tem atitudes que te ferem ou atravessam seus limites com brincadeiras ofensivas, é natural que seu corpo e suas emoções reajam. E tudo isso precisa ser escutado com respeito.
Você pode sim querer manter o vínculo com a pessoa e isso é lindo mas talvez seja o momento de pensar em formas mais saudáveis de se encontrar com ela(e), que não te coloquem nesse lugar de incômodo constante. Encontros fora de casa, passeios, ligações mais frequentes… às vezes é possível manter o afeto mesmo evitando ambientes que nos machucam.
E vale lembrar: se algo te fere ou te deixa desconfortável, você tem todo o direito de se afastar ou de colocar limites mesmo que seja sutilmente. Isso não é egoísmo, é autocuidado.
Você não precisa carregar tudo sozinha para preservar um vínculo. Relacionamentos saudáveis também se constroem com honestidade, acolhimento e respeito mútuo.
Se quiser, posso te ajudar a pensar em como comunicar isso a ela(e) com delicadeza. Estou aqui
Olá, como vai?
Seria a casa de quem?
De qualquer maneira, sugiro conversar o marido dela e com ela sobre a situação e encontrarem uma forma de deixar o ambiente saudável. Caso contrário, você pode encontrar outras saídas como ter encontros em outros lugares.
Espero ter ajudado, qualquer dúvida estou à disposição.
Seria a casa de quem?
De qualquer maneira, sugiro conversar o marido dela e com ela sobre a situação e encontrarem uma forma de deixar o ambiente saudável. Caso contrário, você pode encontrar outras saídas como ter encontros em outros lugares.
Espero ter ajudado, qualquer dúvida estou à disposição.
Olá, essa é uma situação delicada e muito compreensível.
Quando você diz que não se sente bem na casa da sua amiga por causa do comportamento do marido dela — especialmente por ele falar besteiras e fazer brincadeiras ofensivas — seu desconforto é legítimo. Ninguém é obrigado a se expor continuamente a ambientes que causam sofrimento emocional ou desconforto.
Como psicóloga, eu te encorajaria a refletir sobre alguns pontos:
Seu bem-estar vem em primeiro lugar.
Se estar nesse ambiente te afeta negativamente, é importante respeitar seus próprios limites. Ignorar isso pode levar a sentimentos de ansiedade, irritação ou até desgaste no relacionamento com a própria amiga.
Existe outra forma de manter o vínculo?
Você pode sugerir encontrar sua amiga em outro local — um café, um parque, ou até na sua própria casa, por exemplo. Isso pode preservar o vínculo entre vocês sem que você precise se expor ao comportamento que te machuca.
Vale conversar com ela?
Se você sente confiança suficiente e acredita que ela ouviria com empatia, talvez possa conversar com ela, com cuidado e sem críticas diretas, dizendo algo como:
“Gosto muito da nossa amizade, mas às vezes fico desconfortável com algumas brincadeiras feitas na sua casa. Queria saber se a gente pode se encontrar em outros lugares de vez em quando.”
O objetivo aqui é preservar o vínculo sem confrontar de forma agressiva.
Lembre-se: respeitar seus sentimentos não é egoísmo — é autocuidado.
Se quiser explorar mais profundamente como conduzir essa conversa ou lidar com os sentimentos envolvidos, estou aqui para te ajudar.
Quando você diz que não se sente bem na casa da sua amiga por causa do comportamento do marido dela — especialmente por ele falar besteiras e fazer brincadeiras ofensivas — seu desconforto é legítimo. Ninguém é obrigado a se expor continuamente a ambientes que causam sofrimento emocional ou desconforto.
Como psicóloga, eu te encorajaria a refletir sobre alguns pontos:
Seu bem-estar vem em primeiro lugar.
Se estar nesse ambiente te afeta negativamente, é importante respeitar seus próprios limites. Ignorar isso pode levar a sentimentos de ansiedade, irritação ou até desgaste no relacionamento com a própria amiga.
Existe outra forma de manter o vínculo?
Você pode sugerir encontrar sua amiga em outro local — um café, um parque, ou até na sua própria casa, por exemplo. Isso pode preservar o vínculo entre vocês sem que você precise se expor ao comportamento que te machuca.
Vale conversar com ela?
Se você sente confiança suficiente e acredita que ela ouviria com empatia, talvez possa conversar com ela, com cuidado e sem críticas diretas, dizendo algo como:
“Gosto muito da nossa amizade, mas às vezes fico desconfortável com algumas brincadeiras feitas na sua casa. Queria saber se a gente pode se encontrar em outros lugares de vez em quando.”
O objetivo aqui é preservar o vínculo sem confrontar de forma agressiva.
Lembre-se: respeitar seus sentimentos não é egoísmo — é autocuidado.
Se quiser explorar mais profundamente como conduzir essa conversa ou lidar com os sentimentos envolvidos, estou aqui para te ajudar.
Olá, essa é uma decisão que apenas você pode tomar, o que pode ajudar é analisar se dá conta de permanecer neste ambiente, se é importante ir na casa dela, ou então pensar outra estratégia de a vê-la, seja em momentos que ele não está ou então em outro lugar. Espero ter lhe ajudado.
Ei..
- Claro que não, não precisa ir a lugares que te deixam mal ou em sofrimento só para agradar outras pessoas. Caso isso te gere sofrimento, ai sim é uma questão de terapia.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
- Claro que não, não precisa ir a lugares que te deixam mal ou em sofrimento só para agradar outras pessoas. Caso isso te gere sofrimento, ai sim é uma questão de terapia.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
Olá, bom dia! Que bom que você trouxe essa reflexão.
Quando o ambiente nos gera desconforto, especialmente por conta da postura de alguém que desrespeita nossos limites, é natural que algo dentro de nós diga: “isso não está fazendo bem”. E o corpo costuma ser bem sincero nesses avisos. O mais curioso é que, às vezes, insistimos em permanecer, por afeto à outra pessoa ou medo de parecer indelicado — mas a verdade é que todo vínculo saudável precisa de segurança emocional como base.
Sua dúvida não é só sobre a casa da sua amiga, mas sobre como equilibrar o desejo de manter uma conexão com alguém querido sem se expor a situações que te desgastam. Talvez o ponto não seja "devo ir ou não", mas "como posso manter esse vínculo de uma forma que respeite meu bem-estar?"
A neurociência já mostrou que ambientes hostis, mesmo que com “brincadeiras”, ativam redes de defesa no nosso cérebro, afetando humor, confiança e até nossa percepção de nós mesmos. E nessas condições, fica difícil até sustentar conversas boas.
Você não precisa cortar laços — mas talvez repensar o cenário em que eles acontecem. Já pensou em convidá-la para sair sozinha, ir a outro lugar? Assim, o foco fica na amizade e você preserva sua saúde emocional.
Esse desconforto que você sentiu tem algo importante a dizer. A terapia pode te ajudar a escutar isso com mais clareza e transformar esse incômodo em escolhas mais alinhadas com o que te faz bem.
Caso precise, estou à disposição.
Quando o ambiente nos gera desconforto, especialmente por conta da postura de alguém que desrespeita nossos limites, é natural que algo dentro de nós diga: “isso não está fazendo bem”. E o corpo costuma ser bem sincero nesses avisos. O mais curioso é que, às vezes, insistimos em permanecer, por afeto à outra pessoa ou medo de parecer indelicado — mas a verdade é que todo vínculo saudável precisa de segurança emocional como base.
Sua dúvida não é só sobre a casa da sua amiga, mas sobre como equilibrar o desejo de manter uma conexão com alguém querido sem se expor a situações que te desgastam. Talvez o ponto não seja "devo ir ou não", mas "como posso manter esse vínculo de uma forma que respeite meu bem-estar?"
A neurociência já mostrou que ambientes hostis, mesmo que com “brincadeiras”, ativam redes de defesa no nosso cérebro, afetando humor, confiança e até nossa percepção de nós mesmos. E nessas condições, fica difícil até sustentar conversas boas.
Você não precisa cortar laços — mas talvez repensar o cenário em que eles acontecem. Já pensou em convidá-la para sair sozinha, ir a outro lugar? Assim, o foco fica na amizade e você preserva sua saúde emocional.
Esse desconforto que você sentiu tem algo importante a dizer. A terapia pode te ajudar a escutar isso com mais clareza e transformar esse incômodo em escolhas mais alinhadas com o que te faz bem.
Caso precise, estou à disposição.
Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.