Olá, minha filha começou tomar Depakene para crise de ausência, no quinto dia já não teve mais. Mas
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Olá, minha filha começou tomar Depakene para crise de ausência, no quinto dia já não teve mais.
Mas no vigésimo quarto dia teve novamente as crises tendo mais quatro dias seguidos e agora faz três dias que não teve mais isso é normal? Por estar no início do tratamento?
Mas no vigésimo quarto dia teve novamente as crises tendo mais quatro dias seguidos e agora faz três dias que não teve mais isso é normal? Por estar no início do tratamento?
Entendo sua preocupação, e ela é absolutamente válida. O início do tratamento com o divalproato de sódio (Depakote ou Depakene) costuma ser um período de adaptação — tanto para o organismo quanto para o sistema nervoso. Esse medicamento é utilizado para estabilizar a atividade elétrica do cérebro, reduzindo as crises epilépticas, inclusive as chamadas “crises de ausência”, que são aquelas pequenas pausas súbitas na consciência.
Nos primeiros dias, é comum observar melhora rápida, mas o desaparecimento das crises não significa que o cérebro já esteja totalmente estabilizado. O equilíbrio das doses e o efeito sustentado do medicamento podem levar algumas semanas. Por isso, o reaparecimento das crises após alguns dias de controle não é incomum. Pode estar relacionado ao ajuste natural do organismo, à necessidade de ajustar a dosagem, à variação nos níveis do remédio no sangue ou até a fatores como sono, alimentação, estresse e crescimento da criança.
O mais importante é manter o uso diário exatamente como o médico prescreveu e não interromper ou modificar a dose por conta própria. O controle das crises costuma se firmar com o tempo e acompanhamento médico. É fundamental que o médico assistente seja informado sobre essas recorrências, pois ele poderá avaliar se há necessidade de ajustar a dose, pedir exames de sangue para verificar o nível do medicamento, ou apenas observar a evolução clínica.
Em uma teleconsulta é possível fazer esse acompanhamento de maneira segura e tirar todas as suas dúvidas. A plataforma Doctoralia recomenda médicos com perfil campeão em atendimentos e alto índice de satisfação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, o atendimento online por Telemedicina é a melhor forma de proteger você e sua família. Além de evitar deslocamentos e salas de espera, você economiza tempo e investe em seu bem-estar. A Telemedicina é parte da revolução da Saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial — e já permite consultas, acompanhamentos e até segundas opiniões médicas com praticidade e total segurança.
Inclusive, posso orientá-lo em uma teleconsulta — algo que qualquer médico pode e deve fazer para pacientes no início da jornada de cuidado, garantindo uma Atenção Primária adequada. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, e guardar o nosso contato. A Telemedicina permite acesso rápido, discreto e seguro aos melhores especialistas. Se desejar, basta clicar no perfil e agendar.
Nos primeiros dias, é comum observar melhora rápida, mas o desaparecimento das crises não significa que o cérebro já esteja totalmente estabilizado. O equilíbrio das doses e o efeito sustentado do medicamento podem levar algumas semanas. Por isso, o reaparecimento das crises após alguns dias de controle não é incomum. Pode estar relacionado ao ajuste natural do organismo, à necessidade de ajustar a dosagem, à variação nos níveis do remédio no sangue ou até a fatores como sono, alimentação, estresse e crescimento da criança.
O mais importante é manter o uso diário exatamente como o médico prescreveu e não interromper ou modificar a dose por conta própria. O controle das crises costuma se firmar com o tempo e acompanhamento médico. É fundamental que o médico assistente seja informado sobre essas recorrências, pois ele poderá avaliar se há necessidade de ajustar a dose, pedir exames de sangue para verificar o nível do medicamento, ou apenas observar a evolução clínica.
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Inclusive, posso orientá-lo em uma teleconsulta — algo que qualquer médico pode e deve fazer para pacientes no início da jornada de cuidado, garantindo uma Atenção Primária adequada. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, e guardar o nosso contato. A Telemedicina permite acesso rápido, discreto e seguro aos melhores especialistas. Se desejar, basta clicar no perfil e agendar.
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Olá! É compreensível que você esteja preocupada com a saúde da sua filha e as crises de ausência.
O Depakene (valproato de sódio) é um medicamento utilizado para tratar epilepsias, incluindo as crises de ausência. Quando alguém inicia o tratamento com esse tipo de medicamento, pode haver um período de adaptação. Aqui estão algumas informações que podem ajudá-la a entender melhor a situação:
1. Período de Ajuste: Nos primeiros dias ou semanas de tratamento, é comum que os médicos ajustem a dose do medicamento. O corpo demora um pouco para se adaptar, e, às vezes, as crises podem continuar a ocorrer durante esse período.
2. Resposta ao Tratamento: Cada pessoa reage de maneira diferente ao medicamento. Algumas podem ter uma boa resposta logo no início, enquanto outras podem demorar um pouco mais para notar a melhora. É normal que, nos primeiros dias, a frequência das crises varie antes de se estabilizar.
3. Importância do Acompanhamento Médico: É muito importante que você mantenha o acompanhamento médico de sua filha. Caso as crises continuem ou se intensifiquem, ela poderá ser reavaliada para possível reajuste da medicação nessa fase inicial, se necessário.
4. Precauções: Durante o tratamento com Depakene, é essencial seguir as orientações médicas sobre a dosagem e exames de controle, com agendamentos de consultas de acompanhamento para avaliar a eficácia do tratamento e a saúde geral da sua filha.
Se a sua filha voltar a ter crises frequentes, não hesite em entrar em contato com o médico que a acompanha. Ele poderá oferecer orientações específicas e garantir que ela receba o melhor cuidado possível. Espero que isso ajude a esclarecer sua dúvida!
O Depakene (valproato de sódio) é um medicamento utilizado para tratar epilepsias, incluindo as crises de ausência. Quando alguém inicia o tratamento com esse tipo de medicamento, pode haver um período de adaptação. Aqui estão algumas informações que podem ajudá-la a entender melhor a situação:
1. Período de Ajuste: Nos primeiros dias ou semanas de tratamento, é comum que os médicos ajustem a dose do medicamento. O corpo demora um pouco para se adaptar, e, às vezes, as crises podem continuar a ocorrer durante esse período.
2. Resposta ao Tratamento: Cada pessoa reage de maneira diferente ao medicamento. Algumas podem ter uma boa resposta logo no início, enquanto outras podem demorar um pouco mais para notar a melhora. É normal que, nos primeiros dias, a frequência das crises varie antes de se estabilizar.
3. Importância do Acompanhamento Médico: É muito importante que você mantenha o acompanhamento médico de sua filha. Caso as crises continuem ou se intensifiquem, ela poderá ser reavaliada para possível reajuste da medicação nessa fase inicial, se necessário.
4. Precauções: Durante o tratamento com Depakene, é essencial seguir as orientações médicas sobre a dosagem e exames de controle, com agendamentos de consultas de acompanhamento para avaliar a eficácia do tratamento e a saúde geral da sua filha.
Se a sua filha voltar a ter crises frequentes, não hesite em entrar em contato com o médico que a acompanha. Ele poderá oferecer orientações específicas e garantir que ela receba o melhor cuidado possível. Espero que isso ajude a esclarecer sua dúvida!
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