Por favor, qual abordagem da Psicoterapia trabalha melhor a relação terapêutica para quem tem dificu
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Por favor, qual abordagem da Psicoterapia trabalha melhor a relação terapêutica para quem tem dificuldades de vínculo com o profissional?
Oi! Essa é uma pergunta muito importante.
A relação terapêutica é um dos pontos mais essenciais no processo, principalmente para quem tem dificuldade de criar vínculos.
Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, valorizam muito a construção de um espaço seguro, com confiança, respeito e ritmo no seu tempo.
Mas mais do que a abordagem, é fundamental você se sentir acolhida e escutada, sem pressa, sem julgamento.
Se quiser, podemos conversar melhor. Fico à disposição
A relação terapêutica é um dos pontos mais essenciais no processo, principalmente para quem tem dificuldade de criar vínculos.
Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, valorizam muito a construção de um espaço seguro, com confiança, respeito e ritmo no seu tempo.
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Olá, tudo bem?
Sua pergunta é muito pertinente e já demonstra uma sensibilidade importante: perceber que o vínculo com o terapeuta não é algo automático, mas sim algo que pode ser desafiador — especialmente para quem carrega histórias de afastamento, desconfiança ou frustrações em relações anteriores. E veja, esse cuidado já é parte do processo terapêutico em si.
Embora diferentes abordagens tenham estratégias valiosas, existem linhas que priorizam a relação terapêutica como o próprio "coração" da transformação. A psicoterapia que integra os conhecimentos da Teoria do Apego com abordagens contemporâneas, como a Terapia dos Esquemas e a Terapia Focada nas Emoções, tende a olhar com muita profundidade para esse aspecto. Nessas abordagens, o vínculo não é apenas um meio, mas também um fim: ele é trabalhado, reparado e construído de forma segura e responsiva, respeitando o tempo emocional de cada paciente.
A neurociência, por sua vez, nos mostra que o cérebro emocional precisa sentir segurança antes de se abrir para novas experiências. Em pessoas que tiveram vínculos inseguros ou instáveis, é como se o sistema nervoso estivesse em alerta — e isso afeta diretamente a forma como se entra em contato com o terapeuta. Por isso, criar um espaço relacional que seja previsível, empático e validante é fundamental para o cérebro começar a desarmar essas defesas.
Será que em algum momento da sua vida você sentiu que precisava "se proteger" até mesmo de quem queria ajudar? Em que situações se percebe mais desconfiando das intenções dos outros? E o que você imagina que poderia acontecer se, pela primeira vez, pudesse construir uma relação segura dentro da terapia?
Caso precise, estou à disposição.
Sua pergunta é muito pertinente e já demonstra uma sensibilidade importante: perceber que o vínculo com o terapeuta não é algo automático, mas sim algo que pode ser desafiador — especialmente para quem carrega histórias de afastamento, desconfiança ou frustrações em relações anteriores. E veja, esse cuidado já é parte do processo terapêutico em si.
Embora diferentes abordagens tenham estratégias valiosas, existem linhas que priorizam a relação terapêutica como o próprio "coração" da transformação. A psicoterapia que integra os conhecimentos da Teoria do Apego com abordagens contemporâneas, como a Terapia dos Esquemas e a Terapia Focada nas Emoções, tende a olhar com muita profundidade para esse aspecto. Nessas abordagens, o vínculo não é apenas um meio, mas também um fim: ele é trabalhado, reparado e construído de forma segura e responsiva, respeitando o tempo emocional de cada paciente.
A neurociência, por sua vez, nos mostra que o cérebro emocional precisa sentir segurança antes de se abrir para novas experiências. Em pessoas que tiveram vínculos inseguros ou instáveis, é como se o sistema nervoso estivesse em alerta — e isso afeta diretamente a forma como se entra em contato com o terapeuta. Por isso, criar um espaço relacional que seja previsível, empático e validante é fundamental para o cérebro começar a desarmar essas defesas.
Será que em algum momento da sua vida você sentiu que precisava "se proteger" até mesmo de quem queria ajudar? Em que situações se percebe mais desconfiando das intenções dos outros? E o que você imagina que poderia acontecer se, pela primeira vez, pudesse construir uma relação segura dentro da terapia?
Caso precise, estou à disposição.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a Psicoterapia Humanista e a Psicodinâmica são abordagens que podem ajudar muito quem tem dificuldades de vínculo. No entanto, mais do que a abordagem em si, o mais importante é encontrar um profissional com quem você se sinta seguro(a) e respeitado(a). O vínculo terapêutico é construído com o tempo, no ritmo de cada pessoa. Precisando estou aqui
Olá, como vai?
A base do tratamento com psicoterapias é o vínculo entre profissional e paciente. Qualquer profissional deveria saber manejar o vínculo, compreendendo que o discurso está endereçado a alguém do paciente, não ao profissional.
Agora, se você é uma pessoa com dificuldades em vincular-se com o profissional atual, seria legal você conversar com ele sobre essa temática, pode ser uma conversa que vai abrir seus horizontes sobre como você se relaciona com as pessoas de sua vida.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
A base do tratamento com psicoterapias é o vínculo entre profissional e paciente. Qualquer profissional deveria saber manejar o vínculo, compreendendo que o discurso está endereçado a alguém do paciente, não ao profissional.
Agora, se você é uma pessoa com dificuldades em vincular-se com o profissional atual, seria legal você conversar com ele sobre essa temática, pode ser uma conversa que vai abrir seus horizontes sobre como você se relaciona com as pessoas de sua vida.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Olá, bom dia. Como vai? Espero que bem. Essa é uma questão muito particular da pessoa que está procurando se aprofundar no seu processo terapêutico. Não existe a melhor abordagem pra isso. Na verdade, você precisa se sentir bem com a profissional que está te atendendo, mas principalmente, se perguntar o que te impede de se vincular com tantos profissionais. Pela sua dúvida, presumo que já teve dificuldades anteriores. Fico à disposição caso deseje tentar. Obrigada pela pergunta. Tenha um bom dia.
Todas as metodologias da Psicologia possuem igual capacidade de contribuir para a pessoa que pede ajuda. Não existe uma abordagem que seja melhor do que outras, apenas algumas com mais pesquisas científicas no momento.
O vínculo profissional-paciente é realmente importante e muitas pesquisas aponte este como um fator diferencial para o bom resultado da psicoterapia, independente da abordagem usada.
O vínculo profissional-paciente é realmente importante e muitas pesquisas aponte este como um fator diferencial para o bom resultado da psicoterapia, independente da abordagem usada.
A construção do vínculo terapêutico é algo profundamente subjetivo. Claro, a abordagem pode fazer diferença, especialmente se alguma delas fizer mais sentido para você, mas o vínculo em si não depende apenas da "técnica" e teoria, e sim do encontro com o outro. Cada psicólogo tem seu estilo clínico. Por isso, é importante também se permitir perceber com quem você se identifica, quem te escuta de um jeito que te alcança.
O vínculo não é algo que se escolhe racionalmente, ele vai se construindo na relação. É no encontro que ele acontece.
O vínculo não é algo que se escolhe racionalmente, ele vai se construindo na relação. É no encontro que ele acontece.
Sua pergunta é bem importante, nem sempre é simples criar um vínculo com um profissional! Porém, é justamente esse vínculo que possibilita o trabalho e a sustentação desse tratamento contínuo. Na minha clínica, pensada a partir da Psicanálise, estou sempre aberto para ouvir do paciente a respeito da relação em si. Não é comum ser um tópico principal, mas de tempos em tempos isso costuma aparecer. E é bom que apareça! É muito valioso, tanto para o paciente quanto para o profissional, entender melhor como o vínculo se apresenta e afeta o tratamento. Iniciar uma análise pode não ser algo simples, requer investimento, trabalho e disponibilidade. Mas é essencial ter um nível de conforto para poder falar sobre assuntos tão íntimos com um "estranho", mesmo que seja um profissional. No entanto, é importante que esteja confortável para falar sobre si, mas também para ouvir sobre si, na medida em que o profissional também faz intervenções sobre o que está sendo dito.
É comum que uma pessoa não se sinta confortável com determinado profissional, é importante buscar por alguém com quem você se sinta bem e tenha confiança.
Não existe uma abordagem considerada melhor do que outra para lidar com dificuldades de vínculo terapêutico. O mais importante é que esse tema seja levado para a própria terapia, pois a dificuldade em criar vínculo com o profissional pode estar relacionada a outras experiências afetivas e formas de se relacionar. Falar sobre isso com o terapeuta pode abrir espaço para compreender melhor de onde vem essa dificuldade, como ela se manifesta e o que ela representa. A relação terapêutica, em qualquer abordagem, é construída com tempo, escuta, confiança e respeito.
Bom dia, como vai?
É super importante identificarmos com a abordagem do profissional e com o próprio. Uma dica para encontrar esta harmonia, é ler o que o profissional comunica, aborda, se especializa, como se veste e se expressa também. É uma forma de você encontrar em primeiro contato um acolhimento e identificação.
É super importante identificarmos com a abordagem do profissional e com o próprio. Uma dica para encontrar esta harmonia, é ler o que o profissional comunica, aborda, se especializa, como se veste e se expressa também. É uma forma de você encontrar em primeiro contato um acolhimento e identificação.
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