Quais os cuidados que uma pessoa que teve um AVC criptogênico deve ter, para que não ocorra outro AV
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Quais os cuidados que uma pessoa que teve um AVC criptogênico deve ter, para que não ocorra outro AVC?
Prezado senhor (a), o mais importante no caso de um AVC isquêmico criptogênico seria se certificar de que uma investigação completa das possíveis causas do AVC tenha sido realizada, ou seja, todos os exames complementares necessários tenham sido feitos, afastando assim a possibilidade de uma causa presente não ter sido diagnosticada. Além disso, sugiro uma avaliação com um neurologista vascular assim como eu, profissional especializado no tratamento e cuidado do paciente com AVC. Este profissional estará habilitado para checar se todos os exames necessários para cada caso de AVC tenham sido de fato realizados, além de avaliar outros dados, como o tipo de AVC que a pessoa sofreu, e assim sugerir a melhor prevenção individualizada e acompanhar novos exames periódicos, caso a caso. Não há uma resposta única para todos os pacientes com AVC criptogenico. Se desejar, marque uma consulta em nossa clínica.
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Um acidente vascular cerebral (AVC) criptogênico é aquele cuja causa não pode ser identificada mesmo após uma extensa avaliação médica. No entanto, independentemente da origem específica do AVC, existem várias medidas gerais de cuidado e prevenção que podem ser recomendadas para reduzir o risco de recorrência. Aqui estão alguns cuidados e estratégias comuns:
- Medicação Anticoagulante ou Antiagregante Plaquetário: Dependendo do perfil de risco do paciente, o médico pode prescrever medicamentos anticoagulantes (por exemplo, varfarina) ou antiagregantes plaquetários (como a aspirina) para prevenir a formação de coágulos sanguíneos.
- Controle da Pressão Arterial: Manter a pressão arterial dentro dos limites saudáveis é crucial, pois a hipertensão é um fator de risco significativo para AVC. Isso geralmente envolve a adoção de hábitos de vida saudáveis e, se necessário, a medicação anti-hipertensiva.
- Controle do Diabetes: Se o paciente tiver diabetes, manter níveis glicêmicos adequados é fundamental para reduzir o risco de complicações vasculares.
- Estilo de Vida Saudável: Adotar um estilo de vida saudável, que inclua uma dieta equilibrada, atividade física regular, manutenção de um peso corporal saudável e abstinência de tabaco, pode ajudar a reduzir os fatores de risco associados ao AVC.
- Monitoramento e Tratamento de Outros Fatores de Risco: O controle de outros fatores de risco, como colesterol elevado, pode ser necessário. Isso pode envolver medicação e mudanças no estilo de vida.
- Avaliação Cardíaca: Em alguns casos, especialmente se o AVC criptogênico estiver relacionado a problemas cardíacos, pode ser necessária uma avaliação cardíaca mais detalhada. Isso pode incluir monitoramento do ritmo cardíaco, exames de imagem cardíaca, entre outros.
- Acompanhamento Médico Regular: Manter um acompanhamento médico regular é crucial. O paciente deve seguir as orientações do médico, realizar exames de acompanhamento e relatar qualquer nova manifestação de sintomas.
- Educação do Paciente e Família: Educar o paciente e seus familiares sobre os fatores de risco, sinais de alerta e a importância do tratamento e da adesão às recomendações médicas é fundamental.
Cada caso é único, e as estratégias de prevenção podem variar com base nos fatores individuais de cada paciente. Portanto, é essencial que o paciente siga as orientações específicas de seu médico para otimizar sua saúde e reduzir o risco de recorrência de AVC.
- Medicação Anticoagulante ou Antiagregante Plaquetário: Dependendo do perfil de risco do paciente, o médico pode prescrever medicamentos anticoagulantes (por exemplo, varfarina) ou antiagregantes plaquetários (como a aspirina) para prevenir a formação de coágulos sanguíneos.
- Controle da Pressão Arterial: Manter a pressão arterial dentro dos limites saudáveis é crucial, pois a hipertensão é um fator de risco significativo para AVC. Isso geralmente envolve a adoção de hábitos de vida saudáveis e, se necessário, a medicação anti-hipertensiva.
- Controle do Diabetes: Se o paciente tiver diabetes, manter níveis glicêmicos adequados é fundamental para reduzir o risco de complicações vasculares.
- Estilo de Vida Saudável: Adotar um estilo de vida saudável, que inclua uma dieta equilibrada, atividade física regular, manutenção de um peso corporal saudável e abstinência de tabaco, pode ajudar a reduzir os fatores de risco associados ao AVC.
- Monitoramento e Tratamento de Outros Fatores de Risco: O controle de outros fatores de risco, como colesterol elevado, pode ser necessário. Isso pode envolver medicação e mudanças no estilo de vida.
- Avaliação Cardíaca: Em alguns casos, especialmente se o AVC criptogênico estiver relacionado a problemas cardíacos, pode ser necessária uma avaliação cardíaca mais detalhada. Isso pode incluir monitoramento do ritmo cardíaco, exames de imagem cardíaca, entre outros.
- Acompanhamento Médico Regular: Manter um acompanhamento médico regular é crucial. O paciente deve seguir as orientações do médico, realizar exames de acompanhamento e relatar qualquer nova manifestação de sintomas.
- Educação do Paciente e Família: Educar o paciente e seus familiares sobre os fatores de risco, sinais de alerta e a importância do tratamento e da adesão às recomendações médicas é fundamental.
Cada caso é único, e as estratégias de prevenção podem variar com base nos fatores individuais de cada paciente. Portanto, é essencial que o paciente siga as orientações específicas de seu médico para otimizar sua saúde e reduzir o risco de recorrência de AVC.
Mesmo quando a causa do AVC não é identificada com clareza, como no caso do AVC criptogênico, é essencial seguir medidas de prevenção individualizadas. Isso inclui controle rigoroso da pressão arterial, avaliação cardíaca detalhada, prática regular de atividade física, alimentação equilibrada e, em alguns casos, uso de medicamentos que previnem novas obstruções. O acompanhamento com um neurologista é fundamental para ajustar a conduta de forma personalizada e reduzir o risco de um novo evento.
A prevenção de um novo AVC após um episódio considerado criptogênico envolve duas frentes fundamentais: uma investigação diagnóstica mais aprofundada para esclarecer a causa real, e a adoção de estratégias clínicas e de estilo de vida para reduzir os fatores de risco vascular.
No que diz respeito à investigação, é essencial reavaliar se o AVC é de fato criptogênico, ou seja, sem causa definida após uma investigação adequada. Muitas vezes, o termo é utilizado quando a etiologia ainda não foi completamente esclarecida, e por isso, é importante revisar se foram realizados exames como monitoramento cardíaco prolongado (como Holter de 24 horas, de 7 dias ou uso de monitor implantável) e ecocardiograma transesofágico. Esses exames são fundamentais para detectar causas ocultas, como fibrilação atrial paroxística ou forame oval patente. Além disso, uma avaliação detalhada dos vasos cervicais e intracranianos com angiotomografia, angiorressonância ou ultrassom Doppler pode identificar dissecções, estenoses ou anomalias que possam ter passado despercebidas inicialmente.
Do ponto de vista terapêutico, o uso de medicação antiplaquetária como o ácido acetilsalicílico ou o clopidogrel é frequentemente indicado, a depender do julgamento clínico. Em situações específicas, como na presença de FOP com determinadas características anatômicas ou em pacientes jovens, pode-se considerar fechamento do forame oval e, em alguns casos, anticoagulação ao invés de antiplaquetário. Cada decisão deve ser baseada na causa presumida, perfil do paciente e análise individualizada dos riscos e benefícios.
Além da abordagem medicamentosa, os cuidados com o estilo de vida têm papel essencial. Praticar atividade física regular, manter uma alimentação saudável (rica em frutas, verduras, peixes e grãos integrais), controlar o peso, dormir bem e evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool são medidas fundamentais. Deve-se investigar e tratar fatores como apneia obstrutiva do sono, que está associada a maior risco de AVC. Monitorar regularmente a pressão arterial, o colesterol, o açúcar no sangue e seguir as orientações médicas de perto são passos importantes para evitar recorrência.
Por fim, o acompanhamento com neurologista e, quando necessário, com cardiologista e outros especialistas, garante que o plano de prevenção seja continuamente ajustado às necessidades individuais. Mesmo quando a causa inicial não é identificada, há muito que pode ser feito para proteger o cérebro e reduzir o risco de um novo evento.
No que diz respeito à investigação, é essencial reavaliar se o AVC é de fato criptogênico, ou seja, sem causa definida após uma investigação adequada. Muitas vezes, o termo é utilizado quando a etiologia ainda não foi completamente esclarecida, e por isso, é importante revisar se foram realizados exames como monitoramento cardíaco prolongado (como Holter de 24 horas, de 7 dias ou uso de monitor implantável) e ecocardiograma transesofágico. Esses exames são fundamentais para detectar causas ocultas, como fibrilação atrial paroxística ou forame oval patente. Além disso, uma avaliação detalhada dos vasos cervicais e intracranianos com angiotomografia, angiorressonância ou ultrassom Doppler pode identificar dissecções, estenoses ou anomalias que possam ter passado despercebidas inicialmente.
Do ponto de vista terapêutico, o uso de medicação antiplaquetária como o ácido acetilsalicílico ou o clopidogrel é frequentemente indicado, a depender do julgamento clínico. Em situações específicas, como na presença de FOP com determinadas características anatômicas ou em pacientes jovens, pode-se considerar fechamento do forame oval e, em alguns casos, anticoagulação ao invés de antiplaquetário. Cada decisão deve ser baseada na causa presumida, perfil do paciente e análise individualizada dos riscos e benefícios.
Além da abordagem medicamentosa, os cuidados com o estilo de vida têm papel essencial. Praticar atividade física regular, manter uma alimentação saudável (rica em frutas, verduras, peixes e grãos integrais), controlar o peso, dormir bem e evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool são medidas fundamentais. Deve-se investigar e tratar fatores como apneia obstrutiva do sono, que está associada a maior risco de AVC. Monitorar regularmente a pressão arterial, o colesterol, o açúcar no sangue e seguir as orientações médicas de perto são passos importantes para evitar recorrência.
Por fim, o acompanhamento com neurologista e, quando necessário, com cardiologista e outros especialistas, garante que o plano de prevenção seja continuamente ajustado às necessidades individuais. Mesmo quando a causa inicial não é identificada, há muito que pode ser feito para proteger o cérebro e reduzir o risco de um novo evento.
Excelente pergunta — e fundamental, pois o AVC criptogênico é aquele em que, mesmo após ampla investigação, não se identifica uma causa específica, como trombose, arritmia cardíaca, aneurisma ou aterosclerose significativa. Apesar disso, existem estratégias muito eficazes para reduzir o risco de recorrência e proteger o cérebro a longo prazo.
Os cuidados devem focar em três frentes principais: controle clínico, investigação contínua e hábitos de vida.
1⃣ Controle clínico rigoroso:
Mesmo quando o AVC é considerado criptogênico, é essencial manter acompanhamento regular com neurologista e cardiologista, pois causas ocultas, como fibrilação atrial paroxística (intermitente), podem ser detectadas tardiamente. Por isso, muitos pacientes precisam de monitoramento cardíaco prolongado (Holter 24-72h ou dispositivos implantáveis) para descartar arritmias silenciosas. Além disso, manter pressão arterial abaixo de 130/80 mmHg, glicemia controlada e colesterol LDL idealmente abaixo de 70 mg/dL é indispensável, mesmo na ausência de causa definida.
2⃣ Prevenção medicamentosa:
Em grande parte dos casos, o médico recomenda o uso contínuo de antiagregantes plaquetários (como AAS ou clopidogrel), salvo contraindicação, para evitar a formação de novos coágulos. Em situações específicas, se houver suspeita de origem cardíaca ou presença de forame oval patente, pode ser indicada anticoagulação oral ou fechamento do defeito cardíaco, sempre após avaliação individual.
3⃣ Atenção ao estilo de vida:
A prevenção secundária do AVC depende fortemente de mudanças no estilo de vida. É fundamental:
Evitar tabagismo e consumo excessivo de álcool;
Manter uma alimentação anti-inflamatória e pobre em gorduras saturadas e sal;
Praticar atividade física regular (aeróbica e de força, pelo menos 150 minutos por semana, conforme liberação médica);
Garantir sono reparador, evitando apneia do sono, que é um fator de risco oculto frequentemente subdiagnosticado;
Controlar o estresse e cuidar da saúde emocional, pois alterações hormonais e inflamatórias ligadas à ansiedade e depressão também elevam o risco vascular.
4⃣ Acompanhamento contínuo e reavaliação periódica:
Mesmo após a recuperação clínica, o paciente deve realizar consultas de revisão a cada 3 a 6 meses, com exames laboratoriais, avaliação de pressão, peso e ritmo cardíaco. O acompanhamento deve ser permanente, pois a ausência de causa inicial não significa ausência de risco futuro.
Em resumo, embora o AVC criptogênico não tenha uma origem identificada, é possível reduzir significativamente o risco de recorrência com controle dos fatores de risco, uso correto das medicações e estilo de vida saudável. A prevenção é contínua e deve ser conduzida por equipe multiprofissional, envolvendo neurologista, cardiologista e clínico geral.
Reforço que esta explicação tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. Recomendo que o paciente mantenha acompanhamento regular e converse com o neurologista sobre os exames de seguimento e ajustes de prevenção mais adequados ao seu caso.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
Os cuidados devem focar em três frentes principais: controle clínico, investigação contínua e hábitos de vida.
1⃣ Controle clínico rigoroso:
Mesmo quando o AVC é considerado criptogênico, é essencial manter acompanhamento regular com neurologista e cardiologista, pois causas ocultas, como fibrilação atrial paroxística (intermitente), podem ser detectadas tardiamente. Por isso, muitos pacientes precisam de monitoramento cardíaco prolongado (Holter 24-72h ou dispositivos implantáveis) para descartar arritmias silenciosas. Além disso, manter pressão arterial abaixo de 130/80 mmHg, glicemia controlada e colesterol LDL idealmente abaixo de 70 mg/dL é indispensável, mesmo na ausência de causa definida.
2⃣ Prevenção medicamentosa:
Em grande parte dos casos, o médico recomenda o uso contínuo de antiagregantes plaquetários (como AAS ou clopidogrel), salvo contraindicação, para evitar a formação de novos coágulos. Em situações específicas, se houver suspeita de origem cardíaca ou presença de forame oval patente, pode ser indicada anticoagulação oral ou fechamento do defeito cardíaco, sempre após avaliação individual.
3⃣ Atenção ao estilo de vida:
A prevenção secundária do AVC depende fortemente de mudanças no estilo de vida. É fundamental:
Evitar tabagismo e consumo excessivo de álcool;
Manter uma alimentação anti-inflamatória e pobre em gorduras saturadas e sal;
Praticar atividade física regular (aeróbica e de força, pelo menos 150 minutos por semana, conforme liberação médica);
Garantir sono reparador, evitando apneia do sono, que é um fator de risco oculto frequentemente subdiagnosticado;
Controlar o estresse e cuidar da saúde emocional, pois alterações hormonais e inflamatórias ligadas à ansiedade e depressão também elevam o risco vascular.
4⃣ Acompanhamento contínuo e reavaliação periódica:
Mesmo após a recuperação clínica, o paciente deve realizar consultas de revisão a cada 3 a 6 meses, com exames laboratoriais, avaliação de pressão, peso e ritmo cardíaco. O acompanhamento deve ser permanente, pois a ausência de causa inicial não significa ausência de risco futuro.
Em resumo, embora o AVC criptogênico não tenha uma origem identificada, é possível reduzir significativamente o risco de recorrência com controle dos fatores de risco, uso correto das medicações e estilo de vida saudável. A prevenção é contínua e deve ser conduzida por equipe multiprofissional, envolvendo neurologista, cardiologista e clínico geral.
Reforço que esta explicação tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. Recomendo que o paciente mantenha acompanhamento regular e converse com o neurologista sobre os exames de seguimento e ajustes de prevenção mais adequados ao seu caso.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
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