Quais os tipos de neuroses que existem? .
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Quais os tipos de neuroses que existem? .
Na psicanálise, especialmente a partir de Freud, identificamos três principais tipos de neurose: neurose histérica, neurose obsessiva e neurose fóbica.
Na histeria, o conflito psíquico aparece através do corpo; o sujeito costuma se queixar de algo que não entende bem, como se o sintoma falasse por ele.
Na neurose obsessiva, o sujeito é tomado por pensamentos repetitivos e rituais mentais ou comportamentais que tentam controlar a angústia; há um forte domínio do superego e da culpa.
Já na neurose fóbica, o medo se desloca para um objeto ou situação específicos, que passam a representar um perigo exagerado, funcionando como forma de evitar um conflito mais profundo.
Cada tipo expressa à sua maneira o esforço do sujeito para lidar com desejos inconscientes e angústias internas.
Na histeria, o conflito psíquico aparece através do corpo; o sujeito costuma se queixar de algo que não entende bem, como se o sintoma falasse por ele.
Na neurose obsessiva, o sujeito é tomado por pensamentos repetitivos e rituais mentais ou comportamentais que tentam controlar a angústia; há um forte domínio do superego e da culpa.
Já na neurose fóbica, o medo se desloca para um objeto ou situação específicos, que passam a representar um perigo exagerado, funcionando como forma de evitar um conflito mais profundo.
Cada tipo expressa à sua maneira o esforço do sujeito para lidar com desejos inconscientes e angústias internas.
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São: neurose de ansiedade, neurose fóbica, neurose obsessiva compulsiva e neurose histérica. Ressaltando em classificação moderna DSM -5, muitos desses quadros são reclassificados como transtornos.
De acordo com a psicanálise lacaniana, podemos pensar em 3: histérica, obsessiva e fóbica.
Existem alguns tipos principais de neuroses, que são formas diferentes de lidar com a ansiedade e os conflitos internos. Entre elas, temos a neurose fóbica, onde a pessoa sente um medo exagerado de algo específico e tenta ao máximo evitar esse objeto ou situação; a neurose obsessiva, que envolve pensamentos repetitivos e comportamentos compulsivos que a pessoa sente que precisa realizar; a neurose histérica, onde o sofrimento psíquico aparece por meio de sintomas físicos ou comportamentos que chamam atenção; e a neurose de angústia, que é um tipo mais geral, com crises de ansiedade diante de situações reais ou até mesmo imaginárias. Em comum, todas têm como base uma forma de sofrimento emocional que não chega a desconectar a pessoa da realidade, mas que pode afetar bastante o bem-estar. A terapia é uma das possibilidades para lidar com isso.
Pode se manifestar na ansiedade, depressão, fobia, histeria, TOC e TEPT.
Vamos agendar uma sessão para conversar?
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Olá! Há três "tipos" clínicos na psicanálise: histeria, neurose obsessiva e fobia. A histeria clama através do corpo, enquanto a neurose obsessiva aprisiona o pensamento em círculos de culpa. A fobia busca refúgio em objetos que mascaram o vazio. Cada uma é um modo singular de lidar com o que do desejo não se cala.
A neurose é um termo que se refere a uma variedade de condições psicológicas que afetam a forma como as pessoas pensam, sentem e se comportam. Lembrando que o termo "neurose" não é mais usado oficialmente na psiquiatria moderna, ainda é comum ouvir falar sobre diferentes tipos de neuroses.
Ex: Neurose de Ansiedade
Neurose Obsessiva Compulsiva
Neurose Histérica
Neurose Fóbica
Neurose Depressiva etc.
Ex: Neurose de Ansiedade
Neurose Obsessiva Compulsiva
Neurose Histérica
Neurose Fóbica
Neurose Depressiva etc.
Os principais tipos de neuroses, que são transtornos de ansiedade, incluem a neurose obsessiva (transtorno obsessivo-compulsivo), a neurose fóbica (fobias específicas) e a neurose histérica (transtornos dissociativos e somatoformes). Além desses, existem outros tipos como a neurose de angústia, a neurastenia e a hipocondria.
Olá, como tem passado?
A psicanálise nomeia diferentes tipos de neuroses, não como diagnósticos fechados, mas como modos singulares de lidar com o desejo, a culpa, o recalque e a angústia. Cada uma delas organiza um estilo próprio de sintoma, de defesa e de fantasia inconsciente.
De modo geral, falamos de três grandes formas de neurose: a neurose histérica, a neurose obsessiva e a neurose fóbica. Na histeria, o sujeito se posiciona como enigma para o desejo do Outro; há deslocamentos no corpo, teatralização do sintoma, e uma busca constante por reconhecimento. Na neurose obsessiva, há um excesso de pensamento e controle: o sujeito tenta dominar a falta através do ritual, da dúvida e da moral. Já na neurose fóbica, o medo é deslocado para um objeto externo, como forma de evitar um confronto interno mais angustiante.
Cada uma dessas neuroses constitui uma estratégia psíquica para lidar com o insuportável da castração. E é a partir daí que podemos nos perguntar: como eu lido com aquilo que não entendo em mim? o que meu sintoma revela sobre a forma como meu desejo se organiza? o que há de comum e de único na maneira como sofro e me defendo?
A escuta psicanalítica não busca apagar essas estruturas, mas criar espaço para que elas sejam reconhecidas, simbolizadas e, com o tempo, atravessadas. Falar sobre isso em análise é uma oportunidade de transformar o sintoma em verdade subjetiva. Fico à disposição.
A psicanálise nomeia diferentes tipos de neuroses, não como diagnósticos fechados, mas como modos singulares de lidar com o desejo, a culpa, o recalque e a angústia. Cada uma delas organiza um estilo próprio de sintoma, de defesa e de fantasia inconsciente.
De modo geral, falamos de três grandes formas de neurose: a neurose histérica, a neurose obsessiva e a neurose fóbica. Na histeria, o sujeito se posiciona como enigma para o desejo do Outro; há deslocamentos no corpo, teatralização do sintoma, e uma busca constante por reconhecimento. Na neurose obsessiva, há um excesso de pensamento e controle: o sujeito tenta dominar a falta através do ritual, da dúvida e da moral. Já na neurose fóbica, o medo é deslocado para um objeto externo, como forma de evitar um confronto interno mais angustiante.
Cada uma dessas neuroses constitui uma estratégia psíquica para lidar com o insuportável da castração. E é a partir daí que podemos nos perguntar: como eu lido com aquilo que não entendo em mim? o que meu sintoma revela sobre a forma como meu desejo se organiza? o que há de comum e de único na maneira como sofro e me defendo?
A escuta psicanalítica não busca apagar essas estruturas, mas criar espaço para que elas sejam reconhecidas, simbolizadas e, com o tempo, atravessadas. Falar sobre isso em análise é uma oportunidade de transformar o sintoma em verdade subjetiva. Fico à disposição.
Neuroses é um termo psicanalítico. Atualmente, O Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) e a Classificação Internacional de Doenças (CID), manuais diagnósticos reconhecidos mundialmente e utilizados pelos profissionais de saúde, não utilizam mais o termo neurose. Hoje, as neuroses seriam outros transtornos mentais presentes nesses manuais.
Na psicanálise, neuroses não são doenças, mas estruturas que a pessoa encontra para lidar com os conflitos e a falta que todos enfrentam em algum momento da vida.
Existem duas estruturas neuróticas principais: histeria e neurose obsessiva.
Na histeria, é comum uma sensação constante de insatisfação. Mesmo quando tudo parece estar no lugar, algo continua incomodando. O desejo muda de direção com facilidade, e há uma busca frequente por respostas do outro: o que querem de mim? por que isso não basta? É um modo de funcionamento marcado por perguntas, conflitos e deslocamentos.
Na neurose obsessiva, o movimento é outro: tenta-se evitar a falta organizando tudo, pensando demais, se antecipando. Costuma parecer que está tudo sob controle — e que está tudo bem —, mas por trás disso pode existir uma grande tentativa de afastar o que angustia. O sofrimento aparece mais no silêncio, na rigidez ou na dificuldade de se deixar afetar.
Existe ainda o que Freud chamou de neurose de angústia, que hoje se aproxima de sintomas como ansiedade, crises de pânico ou sensações físicas sem explicação médica clara. Nesse caso, o corpo pode acabar expressando o que a palavra não conseguiu nomear.
Essas formas de funcionamento não servem para rotular ninguém, mas podem ajudar a entender por que certos padrões se repetem e por que certos sofrimentos insistem. Um processo terapêutico é o espaço para fazer essa travessia com mais escuta e menos julgamento.
Existem duas estruturas neuróticas principais: histeria e neurose obsessiva.
Na histeria, é comum uma sensação constante de insatisfação. Mesmo quando tudo parece estar no lugar, algo continua incomodando. O desejo muda de direção com facilidade, e há uma busca frequente por respostas do outro: o que querem de mim? por que isso não basta? É um modo de funcionamento marcado por perguntas, conflitos e deslocamentos.
Na neurose obsessiva, o movimento é outro: tenta-se evitar a falta organizando tudo, pensando demais, se antecipando. Costuma parecer que está tudo sob controle — e que está tudo bem —, mas por trás disso pode existir uma grande tentativa de afastar o que angustia. O sofrimento aparece mais no silêncio, na rigidez ou na dificuldade de se deixar afetar.
Existe ainda o que Freud chamou de neurose de angústia, que hoje se aproxima de sintomas como ansiedade, crises de pânico ou sensações físicas sem explicação médica clara. Nesse caso, o corpo pode acabar expressando o que a palavra não conseguiu nomear.
Essas formas de funcionamento não servem para rotular ninguém, mas podem ajudar a entender por que certos padrões se repetem e por que certos sofrimentos insistem. Um processo terapêutico é o espaço para fazer essa travessia com mais escuta e menos julgamento.
Podemos dizer que temos três grupos de neuroses: a histeria, a obsessão e a fobia
De acordo com a psicologia e a psicanálise, existem as neuroses histéricas, obsessivas e fóbicas. A histérica se manifesta com sintomas físicos sem causa orgânica aparente. A neurose obsessiva se apresenta com pensamentos intrusivos e compulsões, e a fóbica com medo intenso e irracional de objetos ou situações
Olá, para psicanálise a neurose se subdivide em neurose histérica , obsesiva e fóbica .
Existem diferentes formas pelas quais a neurose pode se manifestar, e na Gestalt Terapia, vemos esses padrões como formas de interromper ou dificultar o contato saudável com o que sentimos e vivemos. Entre os tipos mais comuns de neurose, podemos destacar:
A neurose de ansiedade, onde a pessoa vive um medo constante, um desconforto interno que muitas vezes não tem uma causa clara, mas que gera muita tensão e preocupação.
A neurose obsessiva, marcada por pensamentos ou comportamentos repetitivos que a pessoa sente que não consegue controlar, como rituais ou dúvidas persistentes.
A neurose histérica, que pode se expressar por sintomas físicos sem uma causa médica aparente, ou por uma forte necessidade de atenção e reconhecimento, muitas vezes como uma forma de lidar com emoções difíceis.
Além desses, há também a neurose fóbica, quando o medo se fixa em objetos ou situações específicas, limitando a vida da pessoa.
É importante lembrar que esses rótulos são formas de entender o sofrimento, mas cada pessoa vive sua história de um jeito único. A terapia, especialmente a Gestalt, oferece um espaço para que a pessoa possa se perceber de forma mais clara, entender seus bloqueios e encontrar caminhos para uma vida mais integrada e autêntica. Se você sente que algo está impedindo seu bem-estar, buscar ajuda é sempre um passo valioso.
A neurose de ansiedade, onde a pessoa vive um medo constante, um desconforto interno que muitas vezes não tem uma causa clara, mas que gera muita tensão e preocupação.
A neurose obsessiva, marcada por pensamentos ou comportamentos repetitivos que a pessoa sente que não consegue controlar, como rituais ou dúvidas persistentes.
A neurose histérica, que pode se expressar por sintomas físicos sem uma causa médica aparente, ou por uma forte necessidade de atenção e reconhecimento, muitas vezes como uma forma de lidar com emoções difíceis.
Além desses, há também a neurose fóbica, quando o medo se fixa em objetos ou situações específicas, limitando a vida da pessoa.
É importante lembrar que esses rótulos são formas de entender o sofrimento, mas cada pessoa vive sua história de um jeito único. A terapia, especialmente a Gestalt, oferece um espaço para que a pessoa possa se perceber de forma mais clara, entender seus bloqueios e encontrar caminhos para uma vida mais integrada e autêntica. Se você sente que algo está impedindo seu bem-estar, buscar ajuda é sempre um passo valioso.
Olá! Neurose é uma grande categoria pela qual compreendermos o funcionamento psíquico (diferente da psicose). E dentro deste quadro existem muitas formas diferentes de adoecimento.
Na psicanálise, especialmente a partir de Freud e Lacan, falamos principalmente em dois grandes tipos de neurose: a neurose histérica e a neurose obsessiva. Ambas são modos de estruturação psíquica diante do desejo e da castração. A histeria se organiza a partir de uma constante pergunta sobre o desejo do outro, marcada por angústia, insatisfação e sintomas corporais; já a neurose obsessiva gira em torno da culpa, do controle e da tentativa de evitar o desejo, muitas vezes por meio de rituais ou pensamentos repetitivos. Cada sujeito encontra, na análise, um caminho singular para lidar com essas questões.
Seguindo a perspectiva da psicanalise, podemos encontrar três principais tipos de neurose:
A neurose histérica, a neurose obsessiva e a neurose fóbica.
As neuroses sendo compreendias como conflitos psíquicos internos entre inconsciente e consciente , junto a defesas do ego, gerando sintomas.
A neurose histérica, a neurose obsessiva e a neurose fóbica.
As neuroses sendo compreendias como conflitos psíquicos internos entre inconsciente e consciente , junto a defesas do ego, gerando sintomas.
Classicamente, as psiconeuroses se dividiam em neurose obsessiva, histeria e as fobias. Houveram também classificações das neuroses narcísicas, psicastenia e neurose de angústia que sofreram reformulações com o tempo.
Olá, como vai?
Pela psicanálise existem três: histeria, obssessiva e fóbica.
Pela psicanálise existem três: histeria, obssessiva e fóbica.
De acordo com a teoria psicanalítica existem basicamente três tipos de neurose, a histeria, a neurose obsessiva e a fobia
Na escuta clínica, é possível perceber que as pessoas organizam seu sofrimento de maneiras diferentes. Quando falamos em neuroses, nos referimos a modos particulares de lidar com o desejo, a angústia e os impasses da vida psíquica. De forma geral, podemos distinguir três estruturas principais: neurose obsessiva, neurose histérica e neurose fóbica.
Essas formas não são doenças no sentido comum da palavra, mas maneiras singulares de se posicionar frente àquilo que falta, ao que escapa ao nosso controle.
– Na neurose obsessiva, a pessoa tende a viver aprisionada em pensamentos repetitivos, dúvidas constantes, tentativas de controlar o que sente — como se quisesse evitar qualquer surpresa do desejo.
– Na neurose histérica, vemos uma relação marcada por conflitos com o próprio corpo e com o desejo do outro: há algo que sempre escapa, que nunca se satisfaz completamente.
– Na fobia, o medo se localiza em objetos ou situações específicas, funcionando muitas vezes como uma forma de nomear uma angústia que não encontra outra via para se dizer.
Ao buscar uma escuta comprometida com o sujeito, é possível abrir espaço para que ele se reconheça em sua maneira de desejar — e, a partir disso, encontre uma forma mais viva de habitar o que sente.
Essas formas não são doenças no sentido comum da palavra, mas maneiras singulares de se posicionar frente àquilo que falta, ao que escapa ao nosso controle.
– Na neurose obsessiva, a pessoa tende a viver aprisionada em pensamentos repetitivos, dúvidas constantes, tentativas de controlar o que sente — como se quisesse evitar qualquer surpresa do desejo.
– Na neurose histérica, vemos uma relação marcada por conflitos com o próprio corpo e com o desejo do outro: há algo que sempre escapa, que nunca se satisfaz completamente.
– Na fobia, o medo se localiza em objetos ou situações específicas, funcionando muitas vezes como uma forma de nomear uma angústia que não encontra outra via para se dizer.
Ao buscar uma escuta comprometida com o sujeito, é possível abrir espaço para que ele se reconheça em sua maneira de desejar — e, a partir disso, encontre uma forma mais viva de habitar o que sente.
Temos três grandes estrutura clínicas na psicanálise que são: neurose, psicose e perversão.
Como psicanalista, posso dizer que as neuroses representam um conjunto de conflitos internos e tensões psíquicas que, embora não levem à perda de contato com a realidade, podem gerar sofrimento significativo e dificuldades na vida diária. Existem diversos tipos de neuroses, cada uma manifestando-se de formas distintas, como:
1. Neurose de ansiedade: caracterizada por preocupações excessivas, ataques de pânico e um estado constante de ansiedade que prejudica o bem-estar.
2. Neurose obsessiva-compulsiva: marcada por pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos que buscam aliviar a ansiedade, mas que muitas vezes reforçam o ciclo de sofrimento.
3. Neurose histérica: manifesta-se por meio de sintomas físicos sem causa orgânica aparente, além de comportamentos dramáticos e uma necessidade de atenção.
4. Neurose de angústia: relacionada ao medo de perdas, separações ou de algo que ameaça o equilíbrio emocional do indivíduo.
5. Neurose de identificação: onde a pessoa se agarra a certos aspectos ou figuras para definir sua identidade, muitas vezes levando a conflitos internos.
Cada caso é único, e a compreensão profunda das origens e manifestações de cada neurose só é possível através de um trabalho terapêutico dedicado. Se você sente que esses conflitos estão afetando sua vida, convido você a agendar uma sessão. Juntos, podemos explorar suas questões, compreender suas raízes e buscar caminhos para sua saúde emocional e bem-estar.
1. Neurose de ansiedade: caracterizada por preocupações excessivas, ataques de pânico e um estado constante de ansiedade que prejudica o bem-estar.
2. Neurose obsessiva-compulsiva: marcada por pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos que buscam aliviar a ansiedade, mas que muitas vezes reforçam o ciclo de sofrimento.
3. Neurose histérica: manifesta-se por meio de sintomas físicos sem causa orgânica aparente, além de comportamentos dramáticos e uma necessidade de atenção.
4. Neurose de angústia: relacionada ao medo de perdas, separações ou de algo que ameaça o equilíbrio emocional do indivíduo.
5. Neurose de identificação: onde a pessoa se agarra a certos aspectos ou figuras para definir sua identidade, muitas vezes levando a conflitos internos.
Cada caso é único, e a compreensão profunda das origens e manifestações de cada neurose só é possível através de um trabalho terapêutico dedicado. Se você sente que esses conflitos estão afetando sua vida, convido você a agendar uma sessão. Juntos, podemos explorar suas questões, compreender suas raízes e buscar caminhos para sua saúde emocional e bem-estar.
A nomenclatura no campo das neuroses terá variações mediante a linha de pesquisa da onde partir, assim como a linha de investigação. Na psicanálise freudiana, a concepção das estruturas clínicas partiam da análise dos fenômenos. Em psicanálise lacaniana, a mesma parte da arquitetura do discurso do sujeito. Abraço.
Na psicanálise, falamos em diferentes formas de neurose, como histeria e neurose obsessiva. Mas mais importante do que classificar, é escutar como cada sujeito lida com seu sofrimento e como os sintomas aparecem no seu discurso.
Se quiser conhecer mais sobre esse modo de trabalho, estou à disposição.
Se quiser conhecer mais sobre esse modo de trabalho, estou à disposição.
Olá! Agradeço muito pela sua pergunta — ela revela curiosidade sobre um conceito importante da Psicologia, muitas vezes mal compreendido.
Neurose não é “frescura” nem exagero — é uma dor emocional disfarçada de controle, culpa ou medo.
Embora o termo “neurose” tenha sido mais usado em contextos antigos, ele ainda é útil para descrever formas de sofrimento psíquico como ansiedade persistente, obsessões, fobias, comportamentos compulsivos ou sentimentos crônicos de inadequação.
É como alguém que vive em constante alerta, tenta agradar a todos ou se culpa até por coisas que não controla. Esses padrões geram sofrimento real e, com o tempo, podem limitar a liberdade de escolha e expressão emocional.
Agradeço novamente e me coloco à disposição para aprofundarmos o assunto, caso sinta que é hora de cuidar da sua saúde emocional com mais atenção e acolhimento.
Neurose não é “frescura” nem exagero — é uma dor emocional disfarçada de controle, culpa ou medo.
Embora o termo “neurose” tenha sido mais usado em contextos antigos, ele ainda é útil para descrever formas de sofrimento psíquico como ansiedade persistente, obsessões, fobias, comportamentos compulsivos ou sentimentos crônicos de inadequação.
É como alguém que vive em constante alerta, tenta agradar a todos ou se culpa até por coisas que não controla. Esses padrões geram sofrimento real e, com o tempo, podem limitar a liberdade de escolha e expressão emocional.
Agradeço novamente e me coloco à disposição para aprofundarmos o assunto, caso sinta que é hora de cuidar da sua saúde emocional com mais atenção e acolhimento.
Olá: posso te responde de uma forma bastante sintática, mas realmente é um tema bastante amplo. Segundo Freud temos três grupos de neuroses: a neurastenia, entre outros sintomas, o sujeito fica nervosos, por qualquer coisa; a neurose de angústia, mais comum em mulheres, tem dores de cabeça, e tantos outros sintomas e que hoje chamamos de pânico e a hipocondria, onde o sujeito tem a cereza de que vai morrer. Estou a disposição.
As três principais estruturas neuróticas para teoria psicanalítica são a neurose histérica, neurose obsessiva e a neurose fóbica.
Sua pergunta é fundamental para entender a estrutura psicanalítica e como percebemos o sofrimento humano. Na psicanálise, o conceito de neurose é central e, embora a linguagem psiquiátrica atual utilize outros termos para categorizar os transtornos, a estrutura neurótica permanece como um pilar para a compreensão clínica.
Sigmund Freud, o pai da psicanálise, desenvolveu a ideia de que a neurose é uma das três grandes estruturas clínicas da psique (as outras sendo a psicose e a perversão). O neurótico é aquele que, mesmo sofrendo, mantém um contato com a realidade, e seus sintomas são, em essência, uma formação de compromisso – uma tentativa do psiquismo de lidar com um conflito inconsciente, geralmente entre um desejo (uma pulsão) e as exigências da realidade ou da moral (o Supereu). Freud descreveu principalmente três tipos de neuroses, que são as mais conhecidas e estudadas na psicanálise clássica: Neurose Histérica (ou Histeria), Neurose Obsessiva, Neurose Fóbica, Neurose de Angústia e Neurose Traumática. Conhecer esses tipos não é apenas uma questão de classificação, mas de compreensão da dinâmica interna do sujeito. Na psicanálise, o mais importante não é o rótulo do sintoma, mas o que ele significa para aquela pessoa específica, qual desejo está sendo negado ou distorcido, e qual conflito ele tenta resolver. O trabalho analítico busca, então, desvendar essa linguagem inconsciente para que o sujeito possa lidar com seus conflitos de forma mais saudável e livre. Se você sente que este é o momento de dar esse passo e quer explorar mais a fundo o que a psicanálise pode oferecer, fico à disposição para conversarmos.
Você pode entrar em contato para agendar um horário e conhecer um pouco mais sobre como seria o nosso trabalho. Será um prazer te guiar nesse processo.
Sigmund Freud, o pai da psicanálise, desenvolveu a ideia de que a neurose é uma das três grandes estruturas clínicas da psique (as outras sendo a psicose e a perversão). O neurótico é aquele que, mesmo sofrendo, mantém um contato com a realidade, e seus sintomas são, em essência, uma formação de compromisso – uma tentativa do psiquismo de lidar com um conflito inconsciente, geralmente entre um desejo (uma pulsão) e as exigências da realidade ou da moral (o Supereu). Freud descreveu principalmente três tipos de neuroses, que são as mais conhecidas e estudadas na psicanálise clássica: Neurose Histérica (ou Histeria), Neurose Obsessiva, Neurose Fóbica, Neurose de Angústia e Neurose Traumática. Conhecer esses tipos não é apenas uma questão de classificação, mas de compreensão da dinâmica interna do sujeito. Na psicanálise, o mais importante não é o rótulo do sintoma, mas o que ele significa para aquela pessoa específica, qual desejo está sendo negado ou distorcido, e qual conflito ele tenta resolver. O trabalho analítico busca, então, desvendar essa linguagem inconsciente para que o sujeito possa lidar com seus conflitos de forma mais saudável e livre. Se você sente que este é o momento de dar esse passo e quer explorar mais a fundo o que a psicanálise pode oferecer, fico à disposição para conversarmos.
Você pode entrar em contato para agendar um horário e conhecer um pouco mais sobre como seria o nosso trabalho. Será um prazer te guiar nesse processo.
Olá!
Neurose histérica, obsessiva e fóbica.
Neurose histérica, obsessiva e fóbica.
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