Quais são as consequências das doenças crônicas mentais ?
2
respostas
Quais são as consequências das doenças crônicas mentais ?
As doenças mentais crônicas como esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão maior recorrente, transtornos de personalidade e transtornos ansiosos severos podem ter consequências profundas e duradouras na vida de uma pessoa, afetando múltiplas dimensões da existência: o corpo, as relações, o trabalho, o modo de estar no mundo e o próprio sentimento de identidade.
Em muitos casos, essas condições comprometem a autonomia, o convívio social e a capacidade de organização cotidiana. O sujeito pode enfrentar dificuldades para manter vínculos afetivos, cumprir compromissos, cuidar de si mesmo, exercer sua profissão ou sustentar projetos de vida. Além disso, há o risco de comorbidades ou seja, a associação com outros problemas de saúde física, como doenças cardiovasculares, diabetes ou distúrbios do sono que muitas vezes surgem como consequência do sofrimento prolongado, da medicação de uso contínuo ou do estilo de vida impactado pela condição psíquica.
Outro efeito importante, e nem sempre visível de imediato, é o estigma social. Pessoas com transtornos mentais crônicos ainda são alvo de preconceito, exclusão e invisibilização. Muitas enfrentam o isolamento, a culpabilização ou a negação do seu sofrimento o que pode agravar ainda mais o quadro clínico e dificultar o acesso a tratamentos, redes de apoio e políticas públicas adequadas.
Do ponto de vista subjetivo, as consequências variam. Algumas pessoas desenvolvem estratégias criativas de enfrentamento, resistem, reinventam seus modos de existir e constroem relações potentes com o tratamento e consigo mesmas. Outras sentem-se fragmentadas, marcadas pela dor psíquica contínua, pelo sentimento de inadequação ou por uma certa impotência diante de uma condição que parece não ter fim.
Por isso, o acompanhamento a longo prazo seja por meio da psicoterapia, da análise, da rede de atenção psicossocial (como CAPS), de grupos de apoio, do cuidado psiquiátrico e do fortalecimento de vínculos é fundamental. Doenças mentais crônicas exigem continuidade de cuidado, respeito à singularidade do sujeito e uma aposta no laço, na linguagem e na possibilidade de que, mesmo com o sofrimento, a vida possa ser habitada de outras formas.
Em muitos casos, essas condições comprometem a autonomia, o convívio social e a capacidade de organização cotidiana. O sujeito pode enfrentar dificuldades para manter vínculos afetivos, cumprir compromissos, cuidar de si mesmo, exercer sua profissão ou sustentar projetos de vida. Além disso, há o risco de comorbidades ou seja, a associação com outros problemas de saúde física, como doenças cardiovasculares, diabetes ou distúrbios do sono que muitas vezes surgem como consequência do sofrimento prolongado, da medicação de uso contínuo ou do estilo de vida impactado pela condição psíquica.
Outro efeito importante, e nem sempre visível de imediato, é o estigma social. Pessoas com transtornos mentais crônicos ainda são alvo de preconceito, exclusão e invisibilização. Muitas enfrentam o isolamento, a culpabilização ou a negação do seu sofrimento o que pode agravar ainda mais o quadro clínico e dificultar o acesso a tratamentos, redes de apoio e políticas públicas adequadas.
Do ponto de vista subjetivo, as consequências variam. Algumas pessoas desenvolvem estratégias criativas de enfrentamento, resistem, reinventam seus modos de existir e constroem relações potentes com o tratamento e consigo mesmas. Outras sentem-se fragmentadas, marcadas pela dor psíquica contínua, pelo sentimento de inadequação ou por uma certa impotência diante de uma condição que parece não ter fim.
Por isso, o acompanhamento a longo prazo seja por meio da psicoterapia, da análise, da rede de atenção psicossocial (como CAPS), de grupos de apoio, do cuidado psiquiátrico e do fortalecimento de vínculos é fundamental. Doenças mentais crônicas exigem continuidade de cuidado, respeito à singularidade do sujeito e uma aposta no laço, na linguagem e na possibilidade de que, mesmo com o sofrimento, a vida possa ser habitada de outras formas.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá!
É um pouco complexo falar de um conjunto tão grande do que está dentro de 'doenças crônicas mentais'. Cada uma tem uma especificidade e, por isso, essa resposta poderia ser um grande texto.
Mas, de forma geral, uma das principais consequências das doenças crônicas mentais é o estresse e as instabilidades geradas por elas. Podem ser fases de estresse ou ele pode até tornar-se crônico. Lidar com ele, com as instabilidades na vida, na energia, no humor e nas relações pode ser muito mais desafiador pra essas pessoas, principalmente se estiverem sem tratamento e sem estratégias de regulação e estabilização dos sintomas.
Sem dúvida são pessoas que precisam estar muito mais atentas aos sinais que seu organismo dá, aos seus limites pessoais, aos padrões e desafios de suas relações.
Entretanto hoje existem inúmeras ferramentas pra lidar com elas! Espero que, se for seu caso, você encontre suas estratégias pessoais que aumentem seu conforto e bem estar!
Que tudo fique bem por aí!
É um pouco complexo falar de um conjunto tão grande do que está dentro de 'doenças crônicas mentais'. Cada uma tem uma especificidade e, por isso, essa resposta poderia ser um grande texto.
Mas, de forma geral, uma das principais consequências das doenças crônicas mentais é o estresse e as instabilidades geradas por elas. Podem ser fases de estresse ou ele pode até tornar-se crônico. Lidar com ele, com as instabilidades na vida, na energia, no humor e nas relações pode ser muito mais desafiador pra essas pessoas, principalmente se estiverem sem tratamento e sem estratégias de regulação e estabilização dos sintomas.
Sem dúvida são pessoas que precisam estar muito mais atentas aos sinais que seu organismo dá, aos seus limites pessoais, aos padrões e desafios de suas relações.
Entretanto hoje existem inúmeras ferramentas pra lidar com elas! Espero que, se for seu caso, você encontre suas estratégias pessoais que aumentem seu conforto e bem estar!
Que tudo fique bem por aí!
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Como a terapia cognitiva baseada em mindfulness (MBCT) ajuda na prevenção de recaídas na saúde mental ?
- Como os padrões de pensamento negativo impactam as emoções e o comportamento de uma pessoa ?
- Qual é o impacto da neuroplasticidade com a saúde do corpo e da Mente de uma pessoa ?
- Quais são os impactos das redes sociais na saúde mental?
- O que é neuroarquitetura? Como ela impacta a saúde mental?
- O que fazer quando os pensamentos ruminativos surgem?
- Quais são as diferenças entre raiva contida e reprimida ?
- Quais são os sintomas de "raiva acumulada" ? .
- O que é Impulsividade negativa? .
- Quais são as características do isolamento afetivo ? .
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 1003 perguntas sobre Saude Mental
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.