Quais são as estratégias para conciliar hiperfoco e socialização no Transtorno do Espectro Autista (

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Quais são as estratégias para conciliar hiperfoco e socialização no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
Conciliar o hiperfoco e a socialização no Transtorno do Espectro Autista (TEA) envolve reconhecer o hiperfoco como uma forma legítima de expressão e organização psíquica, não como algo a ser suprimido. A partir da psicanálise, entende-se que o hiperfoco pode servir como ponto de acesso ao mundo interno do sujeito, sendo possível utilizá-lo como ponte para o contato com o outro. Ao incluir o tema de interesse nas interações e ampliar gradualmente esse campo, o terapeuta favorece a simbolização e a circulação do desejo, permitindo que o sujeito se aproxime das relações humanas sem abrir mão de seu modo singular de estar no mundo.

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 Pascoal Zani
Psicólogo
Curitiba
Primeiramente temos que considerar que, para o Autista, o hiperfoco é algo automático, enquanto a socialização é um ponto de atenção. Cada pessoa é única e, encontrando formas de equilíbrio, irá utilizá-las para seu bem-estar. A TCC oferece ao portador de TEA o treino de habilidades sociais, que também poderiam ser chamadas de sócio-emocionais, pois o treino é de comunicação e de vivência de emoções. É uma estratégia. Outros caminhos podem ser utilizados se o Autista planejar, colocar em agenda e executar ações em prol de sua socialização, caso queira. À disposição. @psicologopascoalzani
Oiii, tudo bem?

No Transtorno do Espectro Autista, conciliar hiperfoco e socialização envolve encontrar um equilíbrio entre respeitar os interesses intensos e ampliar as possibilidades de interação.

Uma estratégia importante é usar o próprio hiperfoco como ponte de conexão, buscando contextos e pessoas com interesses semelhantes, o que facilita o engajamento social.

Também é fundamental trabalhar a flexibilidade, ajudando a pessoa a alternar temas e atividades de forma gradual, sem rupturas bruscas.

No campo da comunicação, pode-se desenvolver habilidades como observar o tempo de fala, reconhecer sinais do outro e praticar a troca de turnos na conversa.

A organização da rotina também ajuda, criando momentos para o hiperfoco e outros para interação social, favorecendo equilíbrio.

Cada pessoa é singular, mas, com acompanhamento adequado, é possível integrar interesses e relações de forma mais funcional e satisfatória.

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