Quais são as estratégias para lidar com o medo existencial e a doença mental crônica ?

4 respostas
Quais são as estratégias para lidar com o medo existencial e a doença mental crônica ?
Olá, espero que você esteja bem.
O medo existencial e a doença mental crônica podem ser tratadas de diversas formas, depende muito não apenas da subjetividade de cada pessoa, mas também por qual perspectiva teórica esse medo existencial e essa doença mental crônica vão ser analisados e também pela forma de trabalhar de cada profissional. Para pensar em estratégias adequadas para você é necessário que você passe por um profissional da saúde, como um psicólogo, caso isso esteja trazendo prejuízos para a sua vida. No mais posso falar um pouco sobre a abordagem que eu utilizo como um dos materiais teóricos para analisar os casos que atendo que é a Terapia de Aceitação e Compromisso, ela tem o foco de que o paciente consiga desenvolver flexibilidade psicológica que envolve aceitar suas experiencias internas, com consciência do momento presente para caminhar em direção as coisas que ele valoriza, os processos trabalhados nessa abordagem são a aceitação, desfusão cognitiva, consciência do momento presente, o eu observador, valores e comportamentos comprometidos com valores a forma como esses processos serão trabalhados depende muito da história de vida do paciente.
Espero ter conseguido te ajudar, caso ainda reste dúvida ou queira marcar um atendimento pode entrar em contato comigo.

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O medo existencial diante de uma doença mental crônica pode ser enfrentado com apoio psicoterápico, que ajuda a elaborar angústias e ressignificar a experiência. Manter vínculos de apoio e práticas de autocuidado fortalece a resiliência. Assim, a psicoterapia se mostra fundamental para sustentar sentido e qualidade de vida.
Olá, espero que você esteja bem. O medo existencial costuma aparecer quando nos vemos diante da nossa própria vulnerabilidade, e isso pode se intensificar quando existe uma condição psíquica crônica. Na psicoterapia, trabalhamos para que a pessoa compreenda o que está vivendo, reconheça seus medos e encontre maneiras mais cuidadosas de lidar com eles no cotidiano.

Algumas estratégias que podem ajudar são: dar espaço ao que sente em vez de lutar contra, entender o que esse medo sinaliza, organizar rotinas de cuidado e identificar o que é possível assumir de responsabilidade sem se sobrecarregar.

Cada pessoa vive isso de um modo muito particular. Se você sente que esse medo tem afetado sua vida, a terapia pode ser um lugar seguro para explorar essas questões com calma e construir caminhos mais sustentáveis de cuidado. Caso sinta necessidade de um acompanhamento mais aprofundado, estou à disposição para te receber em terapia e pensarmos sobre esses caminhos.
O o sofrimento psíquico não é apenas um problema a ser eliminado, mas uma forma de expressão da alma. Medos existenciais e sintomas podem carregar imagens, significados e pedidos de transformação.
O trabalho terapêutico, nesse sentido, não busca apenas “curar”, mas ajudar a pessoa a desenvolver uma relação mais consciente com suas experiências internas — escutando, simbolizando e compreendendo o que a psique está tentando comunicar.
Assim, o sintoma deixa de ser apenas um inimigo e passa a ser também um caminho de aprofundamento, sentido e autoconhecimento

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