Quais são os desafios de lidar com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

3 respostas
Quais são os desafios de lidar com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Os principais desafios ao lidar com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) envolvem a intensidade emocional, mudanças rápidas de humor, medo intenso de abandono, relações instáveis, impulsividade e dificuldade em regular emoções. Isso pode gerar conflitos frequentes, desgaste emocional e sensação de imprevisibilidade nas relações. Com limites claros, psicoeducação e tratamento adequado (especialmente psicoterapia), a convivência pode se tornar mais saudável.

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 Lucas Teixeira
Psicólogo
Belo Horizonte
Na prática clínica, lidar com alguém com TPB pode ser desafiador porque o transtorno envolve padrões emocionais e relacionais muito intensos. Os critérios diagnósticos incluem medo profundo de abandono, relações instáveis, oscilações bruscas de humor, impulsividade, sensação crônica de vazio, dificuldade na regulação das emoções e, em alguns casos, comportamentos autolesivos. No dia a dia, isso pode se traduzir em aproximações intensas seguidas de afastamentos abruptos, reações emocionais desproporcionais a pequenas frustrações e grande sensibilidade a sinais de rejeição. Para quem convive, pode ser cansativo e confuso, especialmente quando não se compreende que esses comportamentos não são manipulação, mas expressão de sofrimento psíquico. Com informação, limites claros e acompanhamento terapêutico adequado, é possível construir relações mais estáveis e menos dolorosas para todos os envolvidos.
Ola,
Lidar com uma pessoa com TPB exige paciência e resiliência (mas isso até então toda relação com o outro exige, o outro sempre é um desafio).
No geral, os principais desafios são a instabilidade emocional intensa (reações desproporcionais), o medo extremo de abandono que pode levar a cobranças constantes, e o fenômeno da cisão (idealização e desvalorização alternadas), que gera confusão nos vínculos. Manter limites claros e consistentes, sem ceder à impulsividade ou retaliar, é difícil. O parceiro ou familiar precisa de autocuidado e, muitas vezes, de suporte próprio para sustentar esse vínculo. A psicoterapia de ambos é um pilar fundamental.
De qualquer maneira um diagnostico, seja de TPB ou outro, não deveria ser um limitador para se relacionar com outra pessoa, todos carregamos nossas marcas.
Espero ter ajudado.
Até

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