Qual é a terapia mais indicada pra mim? Eu tenho 18 anos, lido desde a pré-adolescência com um padrã

11 respostas
Qual é a terapia mais indicada pra mim? Eu tenho 18 anos, lido desde a pré-adolescência com um padrão de resposta neurofísica que interrompe a minha espontaneidade em situações que exigem minha atenção plena no momento e esforço mental. Atrapalha muito a minha vida social e acadêmica.
A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) costuma ser a mais indicada para quadros como o que você descreve. Ela ajuda a identificar os gatilhos físicos e mentais que bloqueiam sua espontaneidade, reduz a ansiedade de desempenho e trabalha estratégias práticas para recuperar foco, presença e regulação emocional nas situações que te travam. Além disso, uma avaliação psicológica inicial é importante para entender melhor o padrão de resposta neurofisiológica, descartar outras condições associadas (como ansiedade social ou TDAH) e definir o plano terapêutico mais adequado.

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 Sandra Dutra
Psicólogo
Jaboatão Dos Guararapes
Pela sua breve descrição, percebo algumas hipóteses de funcionamento aonde podem estar envolvidas dificuldade de autorregulação atencional, aumento abrupto de auto-observação (self-focus), resposta ansiosa com algum travamento cognitivo, ou mesmo um hiper-monitoramento. A abordagem com melhor evidência para esse tipo de padrão é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pois trabalha muito bem com respostas fisiológicas automáticas que geram bloqueio, travamento, evitação ou perda de espontaneidade, além de regulação emocional. Pode ser também a Terapia Focada na Compaixão (CFT), pois trabalha de forma eficaz autocrítica, vergonha, e regula o sistema de ameaça. De qualquer modo, um bom psicólogo será capaz de lhe orientar de forma eficaz.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá. A psicoterapia vai te ajudar aentender como esse padrão funciona em você (quando aparece e o que desencadeia, por exemplo). É um espaço para de investigação, diálogo e construção conjunta. Penso que mais importante do que a abordagem, é encontrar um profissional com quem você se sinta à vontade para explorar sua experiência e, a partir disso, construir caminhos para lidar com essas situações.
Um abraço.
Existem várias abordagens de psicoterapia e cada uma tem um campo de atuação onde, bem aplicada, trazem bons resultados. No seu caso seria interessante ter um conhecimento mais profundo do que está acontecendo, para poder saber o que é mais adequado a ser feito. Por exemplo, se isso se originou de um evento de forte emoção, se tem relação com algum trauma físico e ou emocional, de alguma situação de forte estresse, etc. Seria interessante buscar ajuda de um psicólogo, com quem se sinta bem e tenha confiança.
Olá! Primeiro, sinto muito que você esteja lidando com esse peso desde a pré-adolescência. É compreensível que essa interrupção da espontaneidade gere frustração, especialmente agora aos 18 anos, quando a vida social e acadêmica exige tanto de nós.

Pelo seu relato sobre 'resposta neurofísica' e atenção, parece haver uma ansiedade importante ou uma desregulação que ativa o 'modo de alerta' do seu cérebro na hora errada. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é excelente para isso: ela ajuda a mapear esses gatilhos corporais e mentais, ensinando técnicas para você retomar o controle e a atenção plena sem travar. O ideal é buscar um psicólogo para uma avaliação inicial e entender a raiz desse padrão. Existe tratamento e você não precisa carregar isso sozinho(a). Um abraço!
Olá, como vai?
Procure um psicólogo para conversar, de qualquer abordagem. No seu caso, a prioridade seria criar um vínculo forte com o profissional para você sentir que pode ser espontânea. Diminua o uso de telas e busque ler livros para ajudar na concentração.
Espero ter ajudado, fico à disposição!
Olá, tudo bem? Pelo que você descreve, esse padrão que “trava” sua espontaneidade em situações que exigem foco, presença e esforço mental é algo que vem te acompanhando há muitos anos e realmente pode impactar muito a vida social e acadêmica.

A terapia mais indicada, de forma geral, para esse tipo de funcionamento é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), especialmente em suas versões mais atuais e baseadas em evidências. A TCC trabalha diretamente com:
– a identificação do que acontece no seu corpo nesses momentos (resposta neurofisiológica),
– o padrão de pensamentos automáticos que te bloqueia,
– e o treino de novas respostas comportamentais mais flexíveis.

Além disso, pode ser muito útil uma abordagem dentro da TCC focada em regulação emocional e habilidades de enfrentamento, como ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso), DBT (Terapia Comportamental Dialética) ou protocolos voltados para ansiedade de desempenho e atenção plena.

Essas terapias ajudam você a retomar a espontaneidade, lidar melhor com situações de pressão, entender por que seu corpo reage desse jeito e treinar, passo a passo, respostas novas e mais funcionais. Espero ter ajudado! Pode contar comigo, caso queira saber mais sobre!
Olá, boa tarde.

De forma geral, a TCC é a indicada. Em seu caso optaria tanto por TCC quanto Análise do Comportamento.
A escolha da terapia não precisa ser definitiva logo de início. Pelo que você conta, abordagens que ajudem a compreender padrões de pensamento, emoções e reações ao estresse podem ser bastante úteis. O mais importante é encontrar um profissional com quem você se sinta segura para explorar essas questões no seu ritmo.
Olá, espero que você esteja bem. Entendo como deve ser difícil conviver há tantos anos com essa sensação de “bloqueio” no corpo e na mente, especialmente em momentos que exigem presença, concentração e espontaneidade. Quando algo interfere tão diretamente na vida social, acadêmica e no modo como você se coloca no mundo, faz sentido buscar compreensão e cuidado.

Sobre qual terapia seria “a mais indicada”: não existe um modelo único que funcione igualmente para todas as pessoas. Cada sujeito responde de um jeito, e o mais importante é encontrar um espaço terapêutico no qual você se sinta segura, compreendida e possa explorar com calma o que acontece com você, no corpo, nas emoções e nas experiências cotidianas.

Na minha prática clínica, por exemplo, trabalhamos a partir da sua vivência concreta: como esse padrão aparece, como você sente isso no instante em que acontece, o que ele te impede de fazer, como isso foi se construindo na sua história. Não buscamos encaixar você em um rótulo, mas ajudar a compreender o sentido desse modo de funcionar e, a partir disso, ampliar possibilidades.

A terapia também pode te ajudar a reconhecer os gatilhos dessas respostas neurofisiológicas, desenvolver maneiras de se regular nos momentos em que elas surgem e, aos poucos, recuperar mais liberdade para agir de acordo com o que você deseja.

Se você sentir que precisa de um acompanhamento mais próximo para entender melhor esse processo e construir caminhos mais leves para lidar com isso, estou à disposição para te receber em terapia.
Olá.
Sua descrição de um "padrão de resposta neurofísica" que bloqueia sua espontaneidade e atenção em momentos importantes é muito clara e indica um sofrimento real. O primeiro passo, crucial, é descartar a possibilidade de um quadro neurológico com um médico, como um neurologista. Após essa avaliação, se tudo estiver bem, faz todo sentido buscar a psicoterapia para entender e transformar esse padrão.
Não existe uma única "terapia mais indicada" de forma universal. Para questões complexas e profundas como a sua, que parecem envolver uma reação intensa do corpo frente a demandas emocionais, abordagens que exploram a história de vida e o inconsciente podem ser muito úteis. No entanto, mais importante do que a linha teórica específica é a relação de confiança e empatia que você construirá com o psicólogo. É nesse vínculo seguro que você poderá investigar as raízes dessa resposta, que pode estar ligada a traços de ansiedade, medos inconscientes ou padrões antigos de defesa. Converse com alguns profissionais nas primeiras sessões e veja com quem você se sente verdadeiramente acolhido e compreendido para iniciar esse trabalho de autoconhecimento.

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