Qual é o papel da terapia cognitivo-comportamental (TCC) no tratamento psicológico de pacientes com

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Qual é o papel da terapia cognitivo-comportamental (TCC) no tratamento psicológico de pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)?
Não consigo responder pela TCC, mas posso falar a partir da abordagem fenomenológico-existencial, que é a minha referência. Nesse sentido, o cuidado não se limita ao diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico, mas busca compreender a pessoa para além da doença. A proposta é escutar esse paciente em sua totalidade, entendendo como ele vive, sente e significa essa experiência, considerando sua história, seus vínculos, seus medos, suas possibilidades e tudo aquilo que continua sendo construído mesmo com o lúpus. A doença é reconhecida como parte da existência dessa pessoa, mas não define por completo quem ela é. A terapia, então, se torna um espaço de escuta e acolhimento, onde o paciente pode se perceber para além do diagnóstico, ressignificar sua relação com o próprio corpo e com a vida, e encontrar maneiras possíveis de existir com mais sentido, mesmo diante das limitações que possam surgir.

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A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) tem um papel muito relevante no cuidado psicológico de pessoas com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES). Ela não trata a doença em si, isso é função do acompanhamento médico, mas ajuda o paciente a lidar melhor com os impactos emocionais, cognitivos e comportamentais que o LES provoca ao longo da vida.


Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
 Nelson Alberto Martínez
Psicólogo
Balneário Camboriú
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) atua na regulação emocional e mudança de comportamentos disfuncionais, melhorando a adesão ao tratamento médico e reduzindo ansiedade, depressão e estresse. Ela ajuda pacientes a gerenciar a dor crônica, fadiga e incertezas da doença, promovendo maior qualidade de vida. A Psicoeducação ajuda pacientes e familiares a compreenderem os sintomas, o tratamento e a desconstruir rótulos, facilitando a adaptação à doença.

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