Qual é o significado por trás do meu comportamento impulsivo?
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Boa noite!
É importante fazer uma avaliação para saber a origem do seu comportamento impulsivo.
Estou à disposição para mais questionamentos.
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Oi, tudo bem? A forma como você colocou essa pergunta já mostra que existe um movimento muito honesto de tentar entender não só o que você faz, mas o que está por trás disso. E isso é importante, porque o comportamento impulsivo dificilmente nasce “do nada”. Ele costuma ter uma história, uma intenção escondida, uma tentativa de aliviar algo que não encontrou outro caminho para ser sentido ou dito.
Quando olhamos para a impulsividade com cuidado, percebemos que ela geralmente aparece como uma resposta imediata a uma tensão interna que fica difícil de sustentar. É como se o seu corpo dissesse “preciso agir agora para não sentir isso por mais tempo”. Em termos emocionais, muitas vezes o impulso tenta resolver um desconforto rápido demais, antes mesmo de você conseguir entender o que ele está tentando proteger. Às vezes é medo de perder alguém, outras vezes é a sensação de vazio, a busca por alívio, a tentativa de se sentir vivo ou visto, ou até o desejo de interromper um sofrimento que parece grande demais. O impulso, nesse sentido, não é sinal de fraqueza; é um pedido urgente de alguma parte sua que ainda não encontrou outra forma de se expressar.
Talvez seja interessante observar o que acontece naqueles segundos que antecedem a ação. Que sensação aparece no seu corpo? Que pensamento passa rápido demais para você capturar? O que você teme que aconteça se não agir naquele instante? E depois que tudo passa, qual é a parte da sua experiência que fica com a sensação de que não foi ouvida ou compreendida? Essas perguntas ajudam a desvelar um significado que, muitas vezes, você só percebe depois do ato.
Quando a gente consegue entender esse “porquê silencioso” do impulso, a relação com ele muda. Ele deixa de ser visto como um inimigo e passa a ser entendido como uma tentativa — às vezes desajeitada, às vezes desesperada — de cuidado emocional. Se fizer sentido para você, a terapia pode ajudar a organizar esses significados com calma, sem pressa e sem julgamento. Caso precise, estou à disposição.
Quando olhamos para a impulsividade com cuidado, percebemos que ela geralmente aparece como uma resposta imediata a uma tensão interna que fica difícil de sustentar. É como se o seu corpo dissesse “preciso agir agora para não sentir isso por mais tempo”. Em termos emocionais, muitas vezes o impulso tenta resolver um desconforto rápido demais, antes mesmo de você conseguir entender o que ele está tentando proteger. Às vezes é medo de perder alguém, outras vezes é a sensação de vazio, a busca por alívio, a tentativa de se sentir vivo ou visto, ou até o desejo de interromper um sofrimento que parece grande demais. O impulso, nesse sentido, não é sinal de fraqueza; é um pedido urgente de alguma parte sua que ainda não encontrou outra forma de se expressar.
Talvez seja interessante observar o que acontece naqueles segundos que antecedem a ação. Que sensação aparece no seu corpo? Que pensamento passa rápido demais para você capturar? O que você teme que aconteça se não agir naquele instante? E depois que tudo passa, qual é a parte da sua experiência que fica com a sensação de que não foi ouvida ou compreendida? Essas perguntas ajudam a desvelar um significado que, muitas vezes, você só percebe depois do ato.
Quando a gente consegue entender esse “porquê silencioso” do impulso, a relação com ele muda. Ele deixa de ser visto como um inimigo e passa a ser entendido como uma tentativa — às vezes desajeitada, às vezes desesperada — de cuidado emocional. Se fizer sentido para você, a terapia pode ajudar a organizar esses significados com calma, sem pressa e sem julgamento. Caso precise, estou à disposição.
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