Qual o papel da liberdade e da responsabilidade no bullying?
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Qual o papel da liberdade e da responsabilidade no bullying?
A liberdade e a responsabilidade estão diretamente ligadas ao comportamento no bullying. Ser livre para agir implica também assumir as consequências das próprias escolhas. Quando alguém usa essa liberdade para ferir ou humilhar o outro, há uma quebra do respeito e da empatia. Desenvolver a consciência da responsabilidade ajuda a reconhecer o impacto das atitudes e a promover relações mais éticas e humanas, tanto para quem sofre quanto para quem pratica o bullying.
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Na visão da psicanálise, o bullying não é apenas um ato de maldade ou falta de empatia, mas algo que revela conflitos internos e sentimentos que a pessoa talvez nem perceba. Freud dizia que todos nós temos impulsos e desejos que não controlamos totalmente, o que ele chamou de inconsciente. Mesmo assim, somos responsáveis por nossas atitudes, porque viver em sociedade exige que a gente encontre formas de lidar com a raiva, a inveja e a necessidade de dominar o outro sem machucar ninguém.
Lacan complementa essa ideia dizendo que ser livre não é fazer o que se quer, mas assumir o que se faz e o que se deseja. Muitas vezes, quem pratica o bullying tenta esconder a própria insegurança humilhando o outro, como se isso servisse para se sentir mais forte ou mais aceito. Nesses casos, a responsabilidade não é apenas seguir regras, mas olhar para si mesmo e se perguntar: “Por que eu faço isso? O que isso diz sobre mim?”. Essa reflexão é o primeiro passo para mudar o modo de se relacionar com os outros.
Lacan complementa essa ideia dizendo que ser livre não é fazer o que se quer, mas assumir o que se faz e o que se deseja. Muitas vezes, quem pratica o bullying tenta esconder a própria insegurança humilhando o outro, como se isso servisse para se sentir mais forte ou mais aceito. Nesses casos, a responsabilidade não é apenas seguir regras, mas olhar para si mesmo e se perguntar: “Por que eu faço isso? O que isso diz sobre mim?”. Essa reflexão é o primeiro passo para mudar o modo de se relacionar com os outros.
No contexto do bullying, a liberdade está relacionada à capacidade de escolha e ação de cada pessoa, enquanto a responsabilidade diz respeito às consequências dessas escolhas sobre o outro. Ter liberdade não significa poder agir sem limites, mas sim reconhecer que toda ação tem impacto emocional, psicológico e social.
Quem pratica bullying faz escolhas que ferem, excluem ou humilham, mesmo que tente justificar o comportamento como brincadeira, impulso ou reação. A responsabilidade entra justamente em reconhecer esse impacto, independentemente da intenção inicial. Não é necessário querer machucar para que o dano aconteça, e assumir responsabilidade é compreender que o sofrimento causado precisa ser reconhecido e reparado.
Ao mesmo tempo, vítimas de bullying não são responsáveis pela violência que sofrem. Trabalhar esse tema envolve reforçar que cada pessoa é responsável pelas próprias atitudes e que a liberdade de expressão ou comportamento não inclui o direito de ferir, controlar ou desvalorizar o outro. Promover essa compreensão é essencial para construir relações mais seguras, empáticas e respeitosas.
(Esta explicação tem caráter informativo e psicoeducativo e NÃO substitui uma avaliação ou acompanhamento com um profissional de saúde mental, que é fundamental para compreender cada caso de forma individualizada e adequada.)
Quem pratica bullying faz escolhas que ferem, excluem ou humilham, mesmo que tente justificar o comportamento como brincadeira, impulso ou reação. A responsabilidade entra justamente em reconhecer esse impacto, independentemente da intenção inicial. Não é necessário querer machucar para que o dano aconteça, e assumir responsabilidade é compreender que o sofrimento causado precisa ser reconhecido e reparado.
Ao mesmo tempo, vítimas de bullying não são responsáveis pela violência que sofrem. Trabalhar esse tema envolve reforçar que cada pessoa é responsável pelas próprias atitudes e que a liberdade de expressão ou comportamento não inclui o direito de ferir, controlar ou desvalorizar o outro. Promover essa compreensão é essencial para construir relações mais seguras, empáticas e respeitosas.
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