Qual o papel do logoterapeuta e a Liberdade de Vontade?
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Qual o papel do logoterapeuta e a Liberdade de Vontade?
Oi, tudo bem?
Na Logoterapia, o papel do terapeuta é o de alguém que ajuda o paciente a reencontrar a própria capacidade de escolher — aquilo que Frankl chamou de liberdade de vontade. Essa liberdade não é sobre fazer tudo o que se quer, mas sobre manter viva a consciência de que, mesmo diante das circunstâncias mais difíceis, ainda é possível escolher a atitude diante delas.
O logoterapeuta, então, não impõe caminhos nem oferece respostas prontas. Ele atua como um facilitador, alguém que provoca reflexões para que o paciente perceba que, apesar do sofrimento ou da confusão, existe um espaço interno onde a decisão ainda é possível. É nesse espaço que o sentido começa a surgir. Frankl dizia que o papel do terapeuta é “abrir os olhos do paciente para o sentido que já está ali, à espera de ser percebido”.
Esse processo também tem um impacto biológico: quando a pessoa se reconecta com o poder de escolha, o cérebro ativa circuitos ligados à esperança e à motivação. A sensação de impotência dá lugar a um sentimento de autoria sobre a própria vida — um lembrete de que, embora nem tudo possa ser mudado, algo sempre pode ser feito.
E talvez valha refletir: em quais áreas da sua vida você sente que perdeu o poder de escolher? O que aconteceria se você olhasse para essas situações com a pergunta “o que ainda depende de mim?”?
Se fizer sentido, podemos conversar mais sobre isso.
Na Logoterapia, o papel do terapeuta é o de alguém que ajuda o paciente a reencontrar a própria capacidade de escolher — aquilo que Frankl chamou de liberdade de vontade. Essa liberdade não é sobre fazer tudo o que se quer, mas sobre manter viva a consciência de que, mesmo diante das circunstâncias mais difíceis, ainda é possível escolher a atitude diante delas.
O logoterapeuta, então, não impõe caminhos nem oferece respostas prontas. Ele atua como um facilitador, alguém que provoca reflexões para que o paciente perceba que, apesar do sofrimento ou da confusão, existe um espaço interno onde a decisão ainda é possível. É nesse espaço que o sentido começa a surgir. Frankl dizia que o papel do terapeuta é “abrir os olhos do paciente para o sentido que já está ali, à espera de ser percebido”.
Esse processo também tem um impacto biológico: quando a pessoa se reconecta com o poder de escolha, o cérebro ativa circuitos ligados à esperança e à motivação. A sensação de impotência dá lugar a um sentimento de autoria sobre a própria vida — um lembrete de que, embora nem tudo possa ser mudado, algo sempre pode ser feito.
E talvez valha refletir: em quais áreas da sua vida você sente que perdeu o poder de escolher? O que aconteceria se você olhasse para essas situações com a pergunta “o que ainda depende de mim?”?
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O papel do logoterapeuta é apoiar esse movimento, oferecendo clareza, acolhimento e reflexões que ajudam a pessoa a reconhecer opções que antes pareciam invisíveis.
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