Quando a hiperfixação pode ser um problema de saúde mental?
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Quando a hiperfixação pode ser um problema de saúde mental?
A hiperfixação, em si, não é necessariamente um problema. Todos nós podemos nos envolver intensamente com algo que desperta interesse, prazer ou curiosidade. Ela passa a gerar sofrimento quando ocupa um lugar central na vida psíquica, limitando outras áreas; como o convívio social, o descanso, o trabalho ou o cuidado de si.
Do ponto de vista psicanalítico, é importante perguntar o que está em jogo nessa fixação: o que ela busca sustentar, compensar ou evitar? Às vezes, a hiperfixação pode funcionar como uma forma de lidar com a angústia, o vazio ou o excesso de exigências internas.
Na análise, esse fenômeno é acolhido como um modo singular de expressão do sujeito; algo que merece ser escutado e compreendido, mais do que controlado.
Do ponto de vista psicanalítico, é importante perguntar o que está em jogo nessa fixação: o que ela busca sustentar, compensar ou evitar? Às vezes, a hiperfixação pode funcionar como uma forma de lidar com a angústia, o vazio ou o excesso de exigências internas.
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A hiperfixação pode ser um problema de saúde mental quando é involuntária, causa sofrimento e começa a atrapalhar sua vida, tomando tempo, energia e paz emocional.
A hiperfixação é um problema de saúde mental quando passa a funcionar como uma estratégia rígida de enfrentamento, mantendo sofrimento psicológico e prejuízos na vida cotidiana, apesar do alívio momentâneo que oferece.
O critério central não é o quanto a pessoa se fixa, mas o custo emocional e comportamental dessa fixação.
O critério central não é o quanto a pessoa se fixa, mas o custo emocional e comportamental dessa fixação.
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