Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit

Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?

20 respostas


Bom dia! Como vai? Por vezes a frustração é um sentimento difícil de lidar. O que pode ser importante pensar é sobre o alinhamento entre expectativas e as reais possibilidades. Em algumas fases da vida queremos que as coisas aconteçam com uma rapidez que dificilmente é possível. Penso que vale uma sessão com um profissional a fim de trabalhar suas questões e conquistar novas possibilidades de ldiar com esse sofrimento.

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O que mais me chama a atenção no que você escreveu não é apenas o fato de sentir que suas conquistas chegaram mais tarde, mas o peso que essa comparação parece exercer sobre a forma como você enxerga a sua própria vida. Quando você diz que sente que sua vida "só começaria" aos 35 ou 40 anos, fico me perguntando: quem definiu quando uma vida realmente começa? De onde vem essa ideia de que existe um tempo certo para viver, conquistar ou ser feliz? É importante compreender como essas situações aparecem na sua experiência e quais sentidos tem para você. É natural que, ao olhar para a trajetória de outras pessoas, surjam sentimentos de frustração, tristeza ou até raiva. Mas, muitas vezes, a comparação nos distancia da nossa própria história e faz com que passemos a viver uma vida medida pelo relógio dos outros. O desespero pode surgir justamente quando nos afastamos de quem somos, tentando corresponder a uma ideia de vida que acreditamos que deveríamos ter. Talvez a pergunta não seja apenas "como manter a motivação?", mas também: "O que significa, para mim, acreditar que estou atrasado?" Porque, enquanto você espera que a vida comece em algum momento futuro, existe uma vida acontecendo agora. E talvez ela esteja pedindo para ser vivida, mesmo com as incertezas, as limitações e o fato de as coisas não terem acontecido no tempo que você imaginava. As suas conquistas não deixam de ter valor porque aconteceram em um ritmo diferente. A questão é se você conseguirá reconhecê-las como parte da sua própria história, em vez de avaliá-las pela linha do tempo de outra pessoa. Talvez valha a pena permanecer um pouco com essa pergunta: se você deixasse de se comparar por um instante, como enxergaria o caminho que construiu até aqui?


Essa sensação é mais comum do que parece. O sofrimento muitas vezes não vem apenas do tempo que as conquistas levam, mas da comparação com uma linha do tempo que você acredita que deveria seguir. Tente diferenciar o fato da história que sua mente constrói. O fato é que você está caminhando em direção às suas metas. A história é: "minha vida só vai começar aos 35 ou 40". Essa conclusão trata o presente como se não tivesse valor, quando, na realidade, é nele que sua vida está acontecendo.


Compreendo perfeitamente a sua frustração e a dor de sentir que o tempo está correndo contra os seus planos, pois a comparação com o ritmo alheio e a pressão por conquistas precoces geram um desgaste emocional legítimo e paralisante. Esse sentimento de desmotivação e a raiva direcionada a si mesmo mostram o peso invisível de uma autocobrança que rouba o valor do seu esforço presente, fazendo com que o futuro pareça distante e desanimador. É justamente por ser um cenário complexo e doloroso que o início de um processo de psicoterapia seria muito importante para você. Na terapia você terá um espaço seguro e especializado necessário para acolher esse sofrimento, desconstruir o peso do relógio social e te ajudar a ressignificar a sua trajetória, permitindo que possa reencontrar o sentido e a motivação no seu próprio tempo. Eu adoraria poder te acompanhar nesse processo.

Danielle Sales

Danielle Sales

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá, boa tarde. O fato de você perceber esse padrão já é um passo importante. Muitas pessoas só conseguem enxergá-lo quando ele já trouxe prejuízos significativos. Pelo que você descreve, a dificuldade não parece ser apenas "ter opinião", mas sentir uma necessidade muito forte de defendê-la, mesmo quando isso prejudica seus relacionamentos ou sua vida profissional. Em alguns casos, isso pode estar relacionado à dificuldade de tolerar a possibilidade de estar errado, interpretar opiniões diferentes como uma ameaça ou associar "mudar de ideia" a sinal de fraqueza. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), investigamos quais pensamentos sustentam esse comportamento. Perguntas como "O que significa para mim admitir que outra pessoa pode estar certa?" ou "O que eu temo que aconteça se eu mudar de opinião?" ajudam a compreender a função desse padrão. Uma habilidade importante é desenvolver flexibilidade cognitiva, ou seja, a capacidade de considerar diferentes perspectivas sem sentir que sua identidade ou seu valor estão sendo colocados em risco. Isso não significa concordar com tudo, mas reconhecer que é possível defender uma ideia e, ao mesmo tempo, permanecer aberto a novas informações. Na minha prática clínica, costumo propor que o paciente substitua a pergunta "Como posso provar que estou certo?" por "O que posso aprender com a perspectiva dessa pessoa?". Essa pequena mudança favorece diálogos mais produtivos e reduz conflitos desnecessários. Se esse padrão já trouxe prejuízos em relacionamentos ou no trabalho, buscar psicoterapia pode ser uma excelente oportunidade para compreender sua origem e desenvolver formas mais flexíveis e assertivas de se comunicar, sem abrir mão dos seus valores. Conte comigo caso queira saber mais sobre isso. Tratamento para conflito de relacionamentos Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia? Olá, boa tarde. Sim, é possível, mas depende do comprometimento de ambos. O respeito pode ser reconstruído quando o casal está disposto a reconhecer sua participação nos conflitos, interromper padrões de críticas, ofensas e desqualificação e construir novas formas de comunicação. No entanto, quando apenas um deseja mudar ou ainda há violência, humilhações frequentes ou ausência de interesse em reparar a relação, essa reconstrução torna-se muito mais difícil. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que o respeito não é recuperado apenas por meio de pedidos de desculpas, mas por mudanças consistentes de comportamento. O trabalho envolve identificar os ciclos de conflito, modificar interpretações distorcidas sobre o parceiro, desenvolver habilidades de comunicação, resolução de problemas, validação emocional e reconstrução gradual da confiança. Na minha prática clínica, costumo explicar que o objetivo da terapia de casal não é manter o relacionamento a qualquer custo. Em alguns casos, ela ajuda o casal a reconstruir uma relação mais saudável; em outros, contribui para que ambos compreendam que a separação pode ser a decisão mais respeitosa. O mais importante é que a escolha seja feita de forma consciente, sem permanecer preso a um ciclo contínuo de sofrimento. Conte comigo caso queira saber mais sobre isso. acrescente na resposta mais empatia - tratamento para conflito de relacionamentos Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional. O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar. Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação. Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos? Olá, boa tarde. Antes de tudo, sinto muito que você e sua família estejam passando por um momento tão difícil. Conviver diariamente com discussões, ofensas e desgaste emocional costuma ser muito doloroso, especialmente quando há filhos envolvidos. O fato de você reconhecer o impacto dessa situação e buscar ajuda demonstra uma preocupação importante com o bem-estar de todos. Pela sua descrição, parece que o sofrimento não está apenas nas brigas em si, mas na sensação de que vocês ficaram presos em um ciclo no qual ambos se machucam, têm dificuldade de dialogar e acabam perdendo a esperança de que as coisas possam ser diferentes. Do ponto de vista da psicologia, não existe um momento exato que determine quando um relacionamento pode ou não ser reconstruído. O que costuma fazer diferença é a disposição de ambos para reconhecer a própria participação nos conflitos, assumir responsabilidade pelas mudanças e se comprometer com novos padrões de comunicação e comportamento. Quando apenas um tenta mudar enquanto o outro permanece indisponível para o diálogo, o processo tende a se tornar muito mais difícil. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos justamente para identificar os ciclos que mantêm os conflitos, desenvolver habilidades de comunicação, regulação emocional, resolução de problemas e reconstrução da confiança. Também buscamos compreender as necessidades e expectativas de cada parceiro, sem transformar a terapia em uma busca por culpados. Em alguns casos, um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável, não como forma de punição ou ameaça, mas como um espaço para reduzir a intensidade dos conflitos, refletir sobre a relação e preservar a saúde emocional de todos, principalmente quando os filhos estão sendo expostos às discussões. Essa decisão, porém, precisa ser cuidadosamente avaliada, considerando a história do casal e o contexto familiar. Na minha prática clínica, costumo explicar que o objetivo da terapia de casal não é convencer as pessoas a permanecerem juntas, mas ajudá-las a tomar decisões conscientes e alinhadas aos seus valores. Às vezes, isso significa reconstruir o relacionamento; em outras situações, significa compreender que seguir caminhos diferentes pode ser a forma mais respeitosa de cuidar de si, do outro e dos filhos. Independentemente da decisão, vocês não precisam enfrentar esse momento sozinhos. Um acompanhamento psicológico pode oferecer um espaço seguro para compreender essa dinâmica e encontrar o caminho que faça mais sentido para a realidade de vocês. Conte comigo caso queira saber mais sobre isso. Consulta psicológica do adulto Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente? Olá, boa tarde. Antes de tudo, quero dizer que esse sentimento é mais comum do que parece. Quando olhamos para a vida dos outros e a comparamos com a nossa, é fácil concluir que estamos "atrasados". Mas essa comparação costuma desconsiderar que cada pessoa teve oportunidades, desafios e contextos muito diferentes. Pelo que você escreveu, percebo que o sofrimento não está apenas em alcançar seus objetivos mais tarde, mas no significado que você atribui a isso. Parece que sua mente criou uma regra: "Se eu só conquistar o que desejo aos 35 ou 40 anos, então perdi uma parte importante da minha vida." Essa interpretação é compreensível, mas merece ser questionada. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), exploramos justamente essas crenças. Será que sua vida só terá valor quando todas as metas forem alcançadas? Ou é possível que ela já esteja sendo construída agora, por meio das escolhas, aprendizados e experiências que o aproximam do futuro que deseja? Outro ponto importante é que fazemos previsões sobre o futuro como se fossem fatos. Hoje você imagina que sua vida só melhorará entre os 35 e 40 anos, mas ninguém consegue saber com certeza quando oportunidades, relacionamentos ou conquistas acontecerão. Muitas mudanças positivas surgem de forma inesperada quando continuamos investindo em nossos objetivos. Na minha prática clínica, costumo trabalhar a ideia de que existe uma diferença entre estar no caminho e já ter chegado ao destino. Quando toda a satisfação fica condicionada ao ponto de chegada, a caminhada se torna pesada e desmotivadora. Desenvolver uma vida com significado também envolve reconhecer o valor do processo, das habilidades que você está construindo e da pessoa que está se tornando. Se essa sensação de atraso tem sido frequente, vale a pena explorar de onde vem essa necessidade de seguir um "cronograma ideal". Muitas vezes, ela é alimentada por comparações sociais, expectativas rígidas ou pela crença de que existe uma idade certa para ser feliz. Você não está começando sua vida aos 35 ou 40 anos. Você está construindo sua história agora. E, embora o caminho possa estar sendo diferente do que imaginou, isso não significa que ele tenha menos valor ou menos possibilidades. Conte comigo caso queira saber mais sobre isso


O que você descreve é um sofrimento bastante comum, embora muitas pessoas tenham dificuldade de falar sobre ele. Sentir frustração, tristeza ou até raiva de si mesmo por acreditar que não alcançou determinados objetivos no tempo que imaginava pode gerar uma sensação muito profunda de desmotivação e perda de sentido. Uma das primeiras perguntas que eu faria seria: quantos anos você tem hoje? Essa informação é importante porque as expectativas, os desafios e as formas como interpretamos nossas conquistas costumam mudar bastante ao longo do desenvolvimento da vida. Durante a adolescência e o início da vida adulta, é muito comum construirmos imagens e expectativas sobre quem seremos no futuro. Criamos ideias como: "quando eu tiver determinada idade, minha vida estará resolvida", "eu já terei conquistado certas coisas", "serei feliz quando alcançar determinado objetivo". Essas idealizações fazem parte do desenvolvimento humano e ajudam a organizar nossos projetos de vida. No entanto, à medida que crescemos, frequentemente encontramos uma realidade diferente daquela que imaginávamos. Muitas vezes, o sofrimento não está apenas em não ter chegado onde gostaríamos, mas também em perceber que a versão de nós mesmos que imaginávamos construir acabou não acontecendo da forma esperada. Isso pode gerar um sentimento de perda, frustração e até uma espécie de luto pelas expectativas que construímos sobre a própria vida. Também é importante refletir sobre de onde vêm essas referências de sucesso e de tempo. Com quem você tem se comparado? Muitas vezes, avaliamos nossa vida olhando para pessoas que parecem estar melhores do que nós, mas desconhecemos suas dificuldades, sofrimentos e limitações. Uma pessoa que hoje parece muito realizada pode estar vivendo conflitos profundos que não conseguimos enxergar. No início da vida adulta e nas transições para fases posteriores, é bastante comum vivermos um choque entre aquilo que idealizamos e aquilo que efetivamente conseguimos construir. Isso não significa necessariamente fracasso, mas pode representar a necessidade de ajustar nossas expectativas à realidade da vida que estamos vivendo. Do ponto de vista psicológico, a motivação não costuma surgir apenas da esperança de alcançar um lugar futuro. Ela também depende da forma como construímos nossas crenças sobre nós mesmos, sobre sucesso, sobre maturidade e sobre o valor da nossa própria trajetória. Talvez uma pergunta importante não seja apenas "quando minha vida vai começar a melhorar?", mas também: "quem eu sou hoje?", "o que construí até aqui?", "quem está ao meu lado?", "o que aprendi com a trajetória que vivi?" e "o que ainda posso construir a partir da pessoa que me tornei?". A maturidade emocional costuma estar menos relacionada ao momento exato em que chegamos a algum lugar e mais à capacidade de compreender quem somos, quais escolhas realmente podemos fazer e como encontramos sentido na vida que estamos vivendo hoje. Se esse sofrimento tem sido frequente e está afetando sua motivação, autoestima ou esperança em relação ao futuro, conversar com um psicólogo pode ajudar bastante a compreender não apenas suas metas e conquistas, mas também as expectativas, comparações e crenças que você construiu ao longo da sua história.


Sinto muito que você esteja se sentindo assim. Pela sua mensagem, parece que existe um padrão: ao comparar sua trajetória com a de outras pessoas da sua idade, surge o pensamento: "vai demorar muito para eu conquistar o que desejo". Esse pensamento pode gerar raiva, frustração e desmotivação. Quando isso acontece, é comum surgir um comportamento de desistir, adiar planos ou deixar de investir nos próprios objetivos. Mas vale a pena se perguntar: esse comportamento aproxima ou afasta você da vida que deseja construir? Se você não der os primeiros passos hoje, isso fará com que suas conquistas cheguem mais cedo ou mais tarde? Também é importante ampliar o olhar e reconhecer as pequenas conquistas ao longo do caminho. Cada pessoa tem uma história, oportunidades e desafios diferentes, por isso comparações nem sempre são justas ou úteis. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos justamente esse ciclo: identificar os pensamentos que alimentam a comparação, flexibilizar essas interpretações e desenvolver comportamentos que aproximem você dos seus objetivos, em vez de reforçar a desmotivação. Com o tempo, é possível construir uma relação mais saudável com sua própria trajetória.

Dra. Maiara Correa

Dra. Maiara Correa

Psicólogo

Florianópolis

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É muito compreensível que essa ideia te traga desânimo. Mas, se me permite, eu te convidaria a observar que grande parte do seu sofrimento parece não estar na sua realidade atual, e sim na história que sua mente conta sobre ela. Você não sabe quando as conquistas virão, apenas está tratando uma hipótese como se fosse um fato. Enquanto sua atenção ficar presa ao momento em que o seu cérebro acredita que é quando a vida "vai começar", você acaba correndo o risco de deixar de viver a vida que já está acontecendo. O caminho costuma ficar mais leve quando deixamos de medir nosso valor pela velocidade das conquistas e passamos a avaliar se estamos vivendo de forma coerente com aquilo que realmente importa para nós. Afinal, uma vida com sentido não começa quando alcançamos um objetivo; ela começa toda vez que escolhemos dar o próximo passo na direção dos nossos valores, independentemente do tempo que os resultados levem para aparecer. Faz sentido para você?


Oi, Sua frustração é compreensível, mas o tempo de cada vida é único. Comparar-se com os outros frequentemente gera sofrimento. Em vez de focar na idade, pergunte-se: o que essas conquistas significam para você? A vida não começa aos 35 ou 40; ela está acontecendo agora. A terapia pode ajudar a ressignificar essa "demora", entendendo que cada passo tem seu valor. Aos poucos as coisas acontecem. Att. Louis


É compreensível sentir essa frustração, mas a ideia de que sua vida só vai melhorar em determinada idade é uma previsão, não uma certeza. Na psicoterapia, é possível trabalhar esses pensamentos, reduzir a comparação com os outros e desenvolver uma visão mais realista e acolhedora sobre sua própria trajetória. Isso ajuda a fortalecer a motivação e a reconhecer que sua vida está sendo construída no presente, e não apenas em um momento futuro.

Juliana Patrícia Arnhold

Juliana Patrícia Arnhold

Psicólogo

Santo Antônio Da Patrulha

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Olá, como vai? A sua questão é complexa e precisa de acolhimento e espaço para elaboração. Compreendemos que estamos numa realidade difícil para que os mais jovens que estão entrando no mercado possam ter esperança de um futuro (no sentido amplo). Nessa faixa (35-40 anos) pode ocorrer uma certa estabilidade, mas o que garante que ela vai se manter? E se ela chegar antes do planejado? Aparentemente, a seu presente te angustia e você tem dificuldades em poder aproveitar o que seu presente te proporciona, mesmo dentro de um cenário muito difícil, existem momentos, pessoas, lugares, ocasiões que te proporcionam a viver o seu agora, se não você ficará preso em um futuro que não é possível afirmar que vai acontecer. No seu caso, sugiro procurar um psicólogo, para poder conversar a respeito da sua angústia, dar lugar e espaço para ela, conseguir elaborar outras formas de lidar com a sua realidade. Espero ter ajudado, fico à disposição.


Esse sentimento é mais comum do que parece e costuma surgir quando a pessoa acredita que existe uma idade "certa" para conquistar determinados objetivos. Quando sua mente diz que "a vida só vai começar aos 35 ou 40 anos", ela está tratando uma previsão como se fosse um fato. Além disso, hoje muitas pessoas se casam mais tarde, conquistam estabilidade financeira e prosperidade em fases mais maduras da vida e vivem muito mais do que as gerações anteriores. O mais importante não é a idade em que as conquistas acontecem, mas a direção em que sua vida está seguindo. Cada passo dado hoje faz parte da construção do futuro que você deseja. Se essa sensação de atraso gera sofrimento, autocrítica ou desmotivação frequentes, a psicoterapia pode ajudar a fortalecer a autoestima, flexibilizar essas crenças e desenvolver uma relação mais saudável com o próprio tempo. A vida não começa quando um objetivo é alcançado, mas nas escolhas feitas diariamente. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


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Helio Martins

Helio Martins

Psicólogo

São Bernardo do Campo

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O que você está sentindo é mais comum do que parece. Muitas pessoas acabam comparando a própria trajetória com a dos outros e criam uma espécie de "prazo ideal" para que as conquistas aconteçam. Quando a realidade não corresponde a essa expectativa, é natural surgirem frustração, desânimo e a sensação de estar atrasado. Mas vale a pena refletir sobre uma pergunta: de onde vem a ideia de que sua vida só vai começar quando atingir determinado objetivo ou chegar a certa idade? Muitas vezes, sem perceber, colocamos a felicidade em um ponto distante do futuro e deixamos de reconhecer o caminho que estamos construindo hoje. Além disso, pensar que sua vida "só vai melhorar entre os 35 e 40 anos" é uma previsão sobre o futuro, não um fato. Ninguém consegue saber exatamente quando as oportunidades vão surgir ou como a vida vai se desenrolar. É possível que algumas conquistas levem mais tempo, mas isso não significa que até lá sua vida será apenas uma espera. Uma estratégia que costuma ajudar é mudar um pouco o foco: em vez de avaliar seu progresso apenas pelo resultado final, observe também o quanto você está crescendo, aprendendo e se aproximando dos seus objetivos. O progresso não acontece apenas quando a meta é alcançada; ele acontece em cada passo consistente que você dá. Também pode ser útil se perguntar: se as suas conquistas realmente acontecessem aos 35 ou 40 anos, isso tornaria todo o caminho até lá sem valor? Ou será que esse período também poderia ser visto como parte da construção da vida que você deseja? Manter a motivação não depende de acreditar que tudo acontecerá rapidamente, mas de encontrar sentido no processo. Seu valor não é definido pela idade em que alcança suas metas, e sim pela forma como você continua caminhando, mesmo diante das dificuldades e das comparações.

Kamilla Silveira

Kamilla Silveira

Psicólogo

Ribeirão Preto

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Olá! Sinto muito por isso e obrigada por compartilhar sua frustração. Quando você acredita que sua vida só vai melhorar depois dos 35 ou 40 anos, pode acabar, de forma inconsciente, tomando atitudes que reforçam essa crença. Para se manter motivado, é importante investigar a origem desses pensamentos, dessa raiva e compreender o que realmente faz sentido para você e desperta sua motivação. A psicoterapia pode ajudar nesse processo, promovendo autoconhecimento e desenvolvendo estratégias para lidar melhor com essas dificuldades.


Olá! O que você está sentindo é mais comum do que parece e pode ser muito difícil de carregar. É natural compararmos nossa trajetória com a de outras pessoas, mas essa comparação nem sempre é justa. Cada pessoa tem uma história, oportunidades, desafios e um tempo diferente para construir a própria vida. Quando acreditamos que "estamos atrasados", é comum surgir frustração, desânimo e a sensação de que o futuro perdeu o sentido, mesmo quando continuamos nos esforçando. Também vale refletir sobre a ideia de que sua vida "só vai começar" aos 35 ou 40 anos. Muitas vezes, criamos previsões sobre o futuro que acabam sendo tratadas como certezas, o que pode aumentar o sofrimento. Na prática, sua vida já está acontecendo agora, e as escolhas que você faz hoje fazem parte da construção desse futuro que deseja. A psicoterapia pode ajudá-lo a compreender de onde vêm essas crenças, reduzir o impacto das comparações e desenvolver uma relação mais saudável com o próprio tempo. Além de perseguir metas importantes, é fundamental encontrar formas de reconhecer seus progressos ao longo do caminho e não apenas quando atingir um objetivo final. Lembre-se de que sucesso não depende apenas da idade em que as conquistas acontecem, mas também da qualidade da vida que você constrói durante essa trajetória. Cuidar da sua saúde emocional é parte essencial desse processo.


Olá, essa angustia que vc sente é bastante comum; temos a tendência muitas vezes de nos compararmos com outras pessoas e acabamos criando uma espécie de cronograma que seria o ideal para a vida e quando a nossa realidade não bate com o que imaginamos sentimos frustração e desanimo. Muitas vezes fazemos comparações injustas no sentido de que sempre nos comparamos a pessoas que tem trajetórias diferentes das nossas com oportunidades, recursos financeiros e familiares, experiências muito diferentes das nossas e sempre deixamos de ver aquelas pessoas que não estão nesse patamar ou que estão abaixo de nós (entender a média). Mas será que a sua previsão de que sua vida só vá melhorar com 35/40 anos é verdadeira? Muitas vezes o que vemos como fato nem sempre será a realidade. Como não temos bola de cristal e nem podemos controlar aquilo que é externo a nós mesmos a única coisa que nos sobra e fazer o que você está fazendo que é a sua parte, ir atrás das suas metas um dia de cada vez. Não podemos mudar o que já passou e não temos controle sobre o futuro. A única coisa que você pode controlar é o aqui e o agora, então o que você pode fazer hoje para atingir a suas metas? Isso nos torna motivados. Não fazer comparações injustas e viver um dia de cada vez. Você só tem o agora, amanhà voce pode nem estar aqui. Foque em metas de curto prazo, pra essa semana, para esse mês. E também reveja se você não está obtendo conquistas pequenas e diárias em todas as áreas da sua vida. Talvez esteja se cobrando demais e deixando de viver as suas conquistas e coisas boas que acontecem hoje na sua vida. Ficar focado somente no futuro e com ideias catastroficas sobre ele traz ansiedade e angustia o que leva a tristeza e depressão e pode se tornar paralisia e essa paralisia te desmotivar. Esse cenário que você criou na sua cabeça pode não ser real e também você não tem controle sobre ele. Faça o que está sob o seu controle hoje. Procure ajuda terapeutica, pode te ajudar muito nisso. Abraço.


Olá. Talvez explorar o que te leva a pensar que conseguirá tudo tardiamente, seja o caminho. Psicóloga Izolina

Izolina Kreutzfeld

Izolina Kreutzfeld

Psicólogo

Jaraguá Do Sul

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Na Psicanálise, o sofrimento nem sempre está na idade, mas no significado que ela adquire para cada pessoa. Comparar o próprio tempo ao dos outros pode intensificar a sensação de atraso e frustração. Um processo analítico pode ajudá-lo a compreender a origem dessa vivência, favorecendo uma relação mais autêntica com seus desejos e com o seu próprio tempo.

Michelle Novello

Michelle Novello

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! Comparar o próprio tempo com o dos outros costuma ser muito doloroso e, muitas vezes, faz com que a gente deixe de enxergar a própria trajetória. O futuro que você imagina pode parecer desanimador, mas ele é apenas uma possibilidade, não uma certeza. Além disso, colocar a vida em “espera” até atingir um objetivo pode fazer com que você deixe de reconhecer conquistas importantes que já acontecem no caminho. A psicoterapia pode ajudar a compreender de onde vem essa cobrança, ressignificar essa comparação e construir uma relação mais gentil com o seu próprio tempo.

Camila Abreu

Camila Abreu

Psicólogo

Jaraguá Do Sul

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.