Sou Tdah mais do que nunca estou hiper sensível principalmente em sentimentos, autoestima baixíssima
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Sou Tdah mais do que nunca estou hiper sensível principalmente em sentimentos, autoestima baixíssima carência extrema e super antisocializacao, queria saber uma forma de me sentir menos sensível pois me machuco e magoo muito fácil, pequenos erros tem sido extremos, tenho me sentido só e não me sinto bem comigo mesma, eu só estou me isolando, tudo me machuca facilmente
Olá, boa tarde. Escuto sua questão e tenho vontade de conhecer melhor sua queixa. Sou psicóloga, e psiquiatras já me disseram que eu tenho critério para ser diagnosticada como TDHA. O que, certamente, me deixa inquieta em poder tratar pacientes que receberam este diagnóstico também. Em minha prática clínica tenho recebido pacientes "TDHA" e outros que, ainda que não tenham sobre si a referência deste diagnóstico, estão as voltas com dificuldades na sociabilidade, e em suas relações mais intimas. Em um processo terapêutico podemos encontrar/ descobrir outras formas de nos relacionar com nossas dificuldades, o psicólogo deve ter ferramentas para te escutar e não, necessariamente, pedir que você seja algo ou alguém que você não é. É comum que nosso entorno (amigos, namorados, colegas de trabalho) nos peçam algo que, agitados/ inquietos/ desatentos, não conseguimos oferecer. Logo, gostaria que, se possível, você pense em iniciar um processo terapêutico para que, quem sabe, você possa descobrir formas para ampliar seu repertório socioemocional, além do isolamento que parece te machucar.
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Bom dia
Esses sintomas não são de TDAH , mas sim, início de uma Depressão. Agende sua consulta com psicólogo cognitivo comportamental com experiência para lhe ajudar
Esses sintomas não são de TDAH , mas sim, início de uma Depressão. Agende sua consulta com psicólogo cognitivo comportamental com experiência para lhe ajudar
Você parece estar num quadro depressivo. Suas emoções estão ocupando todo o espaço que há em você, estão com as rédeas da sua vida, por isso você está tão fragilizada.
Esses sintomas que você descreveu surgem quando conhecemos pouco de nós mesmos e não assumimos o protagonismo de nossas vidas.
Procure um tratamento psicológico para que você possa se conhecer, se reconstruir e se fortalecer. Fico na torcida por você!
Esses sintomas que você descreveu surgem quando conhecemos pouco de nós mesmos e não assumimos o protagonismo de nossas vidas.
Procure um tratamento psicológico para que você possa se conhecer, se reconstruir e se fortalecer. Fico na torcida por você!
Olá! No TDAH há queixas de dificuldade na regulação emocional, e é comum haver dificuldades em lidar com sentimentos desagradáveis. Em especial no TDAH adulto, além dos sintomas de desatenção e hiperatividade, há dificuldade de controle do impulso, engajamento nas atividades, perseverança e foco para conclusão de tarefas. Esses sintomas causam muitas vezes a sensação de baixa eficácia na realização daquilo que faz sentido pra pessoa que tem TDAH, e assim sentimentos como tristeza, desânimo, insuficiência advém com mais frequência em quem tem TDAH. Além de serem comuns crenças de insuficiência, e em muitos casos um ambiente familiar invalidante. Seu relato não é incomum em pessoas que têm TDAH, principalmente quando não estão sendo tratadas. Estudos mostram que o tratamento eficaz para TDAH incluem medicação, em alguns casos, e também psicoterapia. Não sei se você está em tratamento, caso esteja seria interessante compartilhar essas sensações com os profissionais que estão te acompanhando, ou buscar acompanhamento se por acaso não tenha ido em busca ainda. O TDAH não tem cura, mas é possível viver uma vida com sentido mesmo com o transtorno. Te desejo sorte, e que tenha ajudado de alguma forma. Um abraço.
Olá! Você tem diagnóstico, fornecido por um médico ou psicólogo, de TDAH? A hipersensibilidade emocional é sim um sintoma do TDAH, mas pode estar presente também em outros transtornos, e tem componentes biológicos. Ter o diagnóstico correto é muito importante para que você tenha um tratamento adequado ao seu problema. Mas de qualquer forma, no TDAH, é fundamental o uso da medicação, que é prescrita por um médico psiquiatra. É importante também que você busque psicoterapia. Na psicoterapia você irá aprender ferramentas para lidar com a hipersensibilidade emocional e as consequências negativas causadas por ela. As abordagens da psicologia indicada para o seu tipo de problema é a Terapia Cognitiva Comportamental e a Terapia Comportamental Dialética.
Bom dia querida, imagino...
TDAH realmente interfere muito na qualidade de vida, por isso lhe é indicado introdução da medicação via consulta com psiquiatra e acompanhamento psicológico com psicólogo. Você deve iniciar seu tratamento, certamente a sua qualidade de vida vai melhorar e muito.
Fico a disposição caso queiras fazer esse acompanhamento comigo.
TDAH realmente interfere muito na qualidade de vida, por isso lhe é indicado introdução da medicação via consulta com psiquiatra e acompanhamento psicológico com psicólogo. Você deve iniciar seu tratamento, certamente a sua qualidade de vida vai melhorar e muito.
Fico a disposição caso queiras fazer esse acompanhamento comigo.
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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No que se refere a problemas de ordem psicológica, é difícil dar uma recomendação do que se fazer em determinado caso, pois é algo que varia muito de pessoa para pessoa. Em um relato breve, é difícil entender do que está acontecendo com você. É importante você procurar o auxílio de um psicoterapeuta, um profissional qualificado a te ajudar nessa situação. Abraços!
Olá. Vamos por partes. Ninguém "é" uma doença. Você pode ter sido diagnosticada com esse transtorno (TDAH), mas isso é transitório ou pelo menos existem formas de atenuar os sintomas. Então talvez fique melhor pensar que você "está" com essa situação em sua vida, mas ela não é tão fixa. Além disso, pelas outras questões que você aponta, o seu momento de vida não está sendo fácil. É importante buscar um psicólogo para conversar e juntos entenderem o quadro mais completo. O que vem lhe deixando mal? Desde quando? O que você gosta e não gosta em sua vida? Dentre várias questões exploratórias, alguns pontos e certos padrões vão aparecendo. Um profissional habilitado terá capacidade de lhe acolher em seu sofrimento e ajudar a identificar caminhos para começar a mudar e melhorar. Abraço!
Olá! É evidente que você está em sofrimento emocional. Então, o ideal é que você busque ajuda médica e psicológica. Esses dois profissionais têm a capacidade de te orientar e de investigar melhor o que está acontecendo com você. Além de te possibilitar um entendimento da origem, na psicoterapia você vai aprender técnicas e recursos para lidar com as suas emoções e pensamentos. Você pode ampliar os seus recursos emocionais e desenvolver habilidades para uma vida mais leve. Um abraço!
Olá! Imagino seu sofrimento. Agende uma consulta com um Psicólogo para que esses sintomas sejam investigados.
Se você recebeu o diagnóstico de TDAH, saiba que é possível gozar de uma vida plena e saudável. Basta buscar os recursos necessários para este tipo de diagnóstico, conforme mencionado acima pelos meus colegas. Talvez as dificuldades específicas do TDAH não constitua o maior problema para você, e sim as consequências emocionais, devido ao preconceito relativo a este diagnóstico. Como você é uma pessoa hipersensível em relação aos outros, isso a coloca em uma situação frágil nas relações sociais. Desse modo, é aconselhavél terapia para o autoconhecimento e bem estar psíquico. Fique bem
Quem lhe deu o diagnóstico de TDAH? E quanto aos outros sintomas, busque um Psicólogo para te ajudar a lidar e compreendê-los da melhor maneira!
Olá! Penso que as cobranças devem estar fortes. Assim como as expectativas e busca de perfeição em relação a si e a outras pessoas também devem estar em alta. Assim, convido você a analisar estes fatores, que costumam influenciar bastante na sensibilidade. Vem comigo!
Olá! É importante estabelecer se os sintomas que você está apresentando (sensibilidade, isolamento, baixa autoestima) estão ligados ao TDAH ou se fazem parte de um quadro distinto. A dificuldade de organização pessoal e de persistir na execução de tarefas podem trazer um senso de baixa autoeficácia, o que contribui para a formação de um autoconceito negativo. Entretanto, esses sinais mais depressivos que você descreve podem ter suas raízes em alguma circunstância adversa que você esteja passando ou padrões de pensamento disfuncionais. O ideal é agendar uma consulta com um psicólogo para avaliar o que está concorrendo para você estar se sentindo assim e quais as soluções possíveis.
Olá! Uma rede de apoio pode ajudá-la a enfrentar esses sintomas indesejados do TDAH, lembre-se que a depressão é um comorbidade comum do TDAH, busque ajuda psiquiátrica e com um psicólogo TCC (Terapia Cognitivo Comportamental). Espero ter ajudado, abraços.
Olá bom dia. Você descreve como esta se sentindo muito sensível, carente e diz que esta con sua autoestima baixissima e que busca por se isolar. Lidar com a hipersensibilidade emocional e o isolamento pode ser desafiador, especialmente quando esses sentimentos estão impactando de forma que voce se sente sozinha e isolada.
Considerar a terapia pode ser muito útil. Um terapia pode ajudar a explorar as causas subjacentes dos seus sentimentos, ajudar você a desenvolver a autoestima.
Considerar a terapia pode ser muito útil. Um terapia pode ajudar a explorar as causas subjacentes dos seus sentimentos, ajudar você a desenvolver a autoestima.
Olá! Imagino o quanto esteja sofrendo com tudo isso... você faz terapia? Se não faz, sugiro que busque essa ajuda... é muito difícil e, não precisamos, passar por tudo sozinha... e às vezes, nem conseguimos. Na psicoterapia irá obter o autoconhecimento, identificando situações e os pensamentos gatilhos que te inferiorizam, te machucam, que fazem você se isolar. Muitas vezes, esses pensamentos são distorcidos e, na psicoterapia, aprenderá técnicas para modificar sua forma de pensar, tendo comportamentos mais saudáveis, elevando sua autoestima . Procure ajuda.
A ajuda psicológica pode lhe ajudar a lidar com todas essas questões e lhe fortalecer.
Olá! O que você está vivenciando parece estar muito ligado à intensidade das emoções, que são características comuns tanto do TDAH quanto de um estado emocional vulnerável. A hipersensibilidade, a baixa autoestima e a carência podem tornar tudo muito doloroso, tornando cada pequena interação um grande impacto. Quando nos sentimos assim, muitas vezes estamos lidando com um desconforto interno profundo, que pode ser agravado pela sensação de não se sentir bem consigo mesma. No entanto, a psicanálise pode ajudar a entender as origens desses sentimentos, explorar as inseguranças e encontrar formas de lidar com as emoções de maneira mais equilibrada. Podemos trabalhar juntos para identificar o que está por trás dessa dor e como construir uma forma de proteção emocional que te permita viver de maneira mais tranquila. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso. Um abraço, Vinícius.
Entendo que você está lidando com uma sobrecarga emocional, o que pode ser ainda mais desafiador com o TDAH. A hipersensibilidade e a baixa autoestima podem intensificar essas reações. É importante praticar a autocompaixão e reconhecer que todos têm limitações.
Olá, tudo bem?
Ler o que você escreveu dá a sensação de estar diante de alguém que está sentindo tudo “mais alto”, mais forte, mais profundo do que consegue sustentar. E isso não é fraqueza — é um sistema nervoso que está sobrecarregado tentando lidar com o mundo lá fora... e com o mundo aqui dentro. Quando você diz que é TDAH e que está hipersensível, é como se dissesse: “Eu já vivo em um ritmo interno caótico e agora ainda estou tentando sobreviver aos sentimentos que me atravessam como se fossem tempestades”.
A verdade é que, sim, quem tem TDAH pode, em muitos casos, viver com emoções mais intensas. A regulação emocional costuma ser uma das áreas mais delicadas. O cérebro, especialmente nas regiões ligadas à emoção e ao controle dos impulsos, pode ter mais dificuldade em “pisar no freio” quando um sentimento aparece — principalmente quando esse sentimento toca pontos sensíveis como autoestima, pertencimento ou rejeição. A neurociência nos mostra que, nesse contexto, a mente pode entrar numa espécie de “loop afetivo”: o erro vira catástrofe, a crítica vira rejeição, o silêncio vira abandono.
Você já parou pra pensar o que você anda exigindo de si mesma nesses momentos em que tudo machuca? Será que você está se oferecendo o mesmo acolhimento que gostaria de receber dos outros? Quando sua autoestima está tão baixa, é como se qualquer gesto — ou a falta dele — funcionasse como um espelho distorcido, onde você só enxerga as falhas. Mas será que esse espelho está refletindo de forma justa ou só reforçando velhas feridas que ainda não foram cuidadas?
E, olhando com carinho para esse isolamento que você mencionou... ele está te protegendo de quê? Ou melhor: está te protegendo ou te afastando de coisas que, no fundo, você gostaria de viver?
Sei que o desejo de “sentir menos” pode parecer urgente, mas talvez a chave esteja em aprender a sentir de um jeito diferente — com mais suporte interno, mais pausas, mais espaço pra digerir o que vem, em vez de se afogar. A terapia pode ser esse lugar onde a gente reaprende a ser íntimo de si, sem se perder. Com o tempo, isso não apenas reduz a dor — mas amplia a capacidade de viver com mais leveza.
Caso precise, estou à disposição.
Ler o que você escreveu dá a sensação de estar diante de alguém que está sentindo tudo “mais alto”, mais forte, mais profundo do que consegue sustentar. E isso não é fraqueza — é um sistema nervoso que está sobrecarregado tentando lidar com o mundo lá fora... e com o mundo aqui dentro. Quando você diz que é TDAH e que está hipersensível, é como se dissesse: “Eu já vivo em um ritmo interno caótico e agora ainda estou tentando sobreviver aos sentimentos que me atravessam como se fossem tempestades”.
A verdade é que, sim, quem tem TDAH pode, em muitos casos, viver com emoções mais intensas. A regulação emocional costuma ser uma das áreas mais delicadas. O cérebro, especialmente nas regiões ligadas à emoção e ao controle dos impulsos, pode ter mais dificuldade em “pisar no freio” quando um sentimento aparece — principalmente quando esse sentimento toca pontos sensíveis como autoestima, pertencimento ou rejeição. A neurociência nos mostra que, nesse contexto, a mente pode entrar numa espécie de “loop afetivo”: o erro vira catástrofe, a crítica vira rejeição, o silêncio vira abandono.
Você já parou pra pensar o que você anda exigindo de si mesma nesses momentos em que tudo machuca? Será que você está se oferecendo o mesmo acolhimento que gostaria de receber dos outros? Quando sua autoestima está tão baixa, é como se qualquer gesto — ou a falta dele — funcionasse como um espelho distorcido, onde você só enxerga as falhas. Mas será que esse espelho está refletindo de forma justa ou só reforçando velhas feridas que ainda não foram cuidadas?
E, olhando com carinho para esse isolamento que você mencionou... ele está te protegendo de quê? Ou melhor: está te protegendo ou te afastando de coisas que, no fundo, você gostaria de viver?
Sei que o desejo de “sentir menos” pode parecer urgente, mas talvez a chave esteja em aprender a sentir de um jeito diferente — com mais suporte interno, mais pausas, mais espaço pra digerir o que vem, em vez de se afogar. A terapia pode ser esse lugar onde a gente reaprende a ser íntimo de si, sem se perder. Com o tempo, isso não apenas reduz a dor — mas amplia a capacidade de viver com mais leveza.
Caso precise, estou à disposição.
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