Tenho 18 anos, sou autista e tenho seletividade alimentar. Desde que eu era criança, sou uma pessoa
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Tenho 18 anos, sou autista e tenho seletividade alimentar. Desde que eu era criança, sou uma pessoa difícil pra se alimentar, não me dá vontade de comer, mas se eu ver alguma besteira, logo me dá fome. O que eu faço?
Bom dia, prezado paciente eu recomendaria você fazer acompanhamento com nutricionistas com conhecimento sobre seletividade alimentar para te ajudar a estruturar uma alimentação apropriada para você, dentro das suas possibilidades. O acompanhamento com psicólogo com especialidade em transtornos alimentares também é de grande utilidade. Fico a sua disposição se precisar.
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A seletividade em adultos autistas não tem nada a ver com “frescura” ou “falta de vontade”, mas sim com uma questão sensorial e comportamental que precisa ser respeitada e trabalhada de forma estratégica. O acompanhamento multiprofissional faz toda a diferença, o nutricionista ajuda a prevenir e corrigir carências nutricionais com estratégias, enquanto terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo atuam para facilitar a parte prática e a dessensibilização de texturas, cheiros e sabores que costumam gerar rejeição. Na rotina, algumas práticas funcionam muito bem, por exemplo, manter horários fixos para as refeições ajuda o corpo a regular melhor os sinais de fome e saciedade, evitar distrações como celular e TV aumenta a atenção para a comida e criar um ambiente tranquilo e sem agitação reduz a ansiedade do momento. Também é importante se envolver no processo, escolher, comprar e até preparar os alimentos dá mais autonomia e favorece a familiarização, evitando comprar produtos prontos. A introdução de novos alimentos deve ser sempre gradual, em pequenas quantidades e próximos de algo que já é aceito, testando diferentes formas de preparo até encontrar a que melhor se adapta. O ponto crítico é não substituir refeições por lanches rápidos ou ultraprocessados, porque isso reforça o ciclo da seletividade. Com paciência, constância e orientação correta, é possível ampliar a variedade alimentar sem sofrimento, tornando a relação com a comida mais saudável, equilibrada e até prazerosa.
Obrigado por dividir sua experiência.
A seletividade alimentar em pessoas autistas é algo comum e tem explicações sensoriais e neurológicas. A preferência por certos alimentos, pode estar ligada à textura, ao sabor ou à previsibilidade que eles oferecem.
Existem formas de trabalhar isso, respeitando seus limites e preferências. Se isso estiver te incomodando ou afetando sua saúde, procurar um profissional com experiência em autismo pode ajudar bastante.
Com o suporte certo, é possível melhorar sua alimentação de forma leve e gradual.
A seletividade alimentar em pessoas autistas é algo comum e tem explicações sensoriais e neurológicas. A preferência por certos alimentos, pode estar ligada à textura, ao sabor ou à previsibilidade que eles oferecem.
Existem formas de trabalhar isso, respeitando seus limites e preferências. Se isso estiver te incomodando ou afetando sua saúde, procurar um profissional com experiência em autismo pode ajudar bastante.
Com o suporte certo, é possível melhorar sua alimentação de forma leve e gradual.
A seletividade alimentar é comum, especialmente para quem tem autismo, e pode ser desafiador lidar com isso. Uma sugestão é tentar introduzir alimentos saudáveis aos poucos, misturando com os que você já gosta, e variar a forma de preparo para encontrar uma textura que te agrada. Comer em porções menores ao longo do dia pode ajudar a manter a energia sem forçar grandes refeições. É importante também não se restringir muito e procurar recompensas positivas quando tentar algo novo. Se possível, falar com um nutricionista especializado pode ser uma ótima opção para estratégias mais personalizadas. O mais importante é ser paciente consigo mesmo e ir ajustando a alimentação no seu tempo.
Você deve procurar um profissional para lhe indicar orientações corretas para sua alimentação. Muitos autistas possuem restrição com cores e texturas, entretanto existem estratégias para lidar com essas restrições.
Você precisa instituir novo hábito, e para isso, são necesários 12 semanas agindo de maneira diferente do que vocè sempre agiu. Não necessariamente uma dieta, mas por 3 meses escolha fazer opções diferentes no momento de comer. Coma algo saudável quando der a fome.
Procure um Nutricionista: Busque um profissional com experiência em seletividade alimentar e autismo. Ele(a) poderá criar um plano personalizado, introduzindo alimentos nutritivos de forma gradual, respeitando suas preferências de textura e sabor.
Pequenas Mudanças: Comece com pequenas substituições e adições, sem se forçar.
Não se pressione: O processo é gradual e requer paciência.
Com apoio profissional, é possível encontrar uma alimentação mais equilibrada e saudável.
Pequenas Mudanças: Comece com pequenas substituições e adições, sem se forçar.
Não se pressione: O processo é gradual e requer paciência.
Com apoio profissional, é possível encontrar uma alimentação mais equilibrada e saudável.
Olá, obrigado pela sua pergunta.
A seletividade alimentar em pessoas dentro do espectro é muito comum e pode ser desafiador. Não se culpe por isso, o mais importante você já fez que é reconhecer a dificuldade.
Uma estratégia inicial é não tentar mudar tudo de uma vez, mas sim incluir pequenos ajustes:
1. Manter os alimentos que você já aceita, mas ir acrescentando variações próximas (ex.: trocar a forma de preparo ou o tempero);
2. criar momentos de refeição estruturados para reduzir o impulso por “besteiras” (ex.: Sentar-se a mesa para comer no almoço sempre ao 12h ou 13h);
3. Trabalhar o equilíbrio, entendendo que não existe alimento proibido, mas sim a frequência e a quantidade com que aparecem.
A seletividade alimentar em pessoas dentro do espectro é muito comum e pode ser desafiador. Não se culpe por isso, o mais importante você já fez que é reconhecer a dificuldade.
Uma estratégia inicial é não tentar mudar tudo de uma vez, mas sim incluir pequenos ajustes:
1. Manter os alimentos que você já aceita, mas ir acrescentando variações próximas (ex.: trocar a forma de preparo ou o tempero);
2. criar momentos de refeição estruturados para reduzir o impulso por “besteiras” (ex.: Sentar-se a mesa para comer no almoço sempre ao 12h ou 13h);
3. Trabalhar o equilíbrio, entendendo que não existe alimento proibido, mas sim a frequência e a quantidade com que aparecem.
procure um nutricionista que atenda essa especificidade.
Olá Boa tarde
Então, vou te dar uma dica importante, essas besteiras que te dá vontade de comer elas inflamam seu organismo, e pode vir a te dar crises, então te oriento a variar o modo de preparo dos alimentos e tente não comer com condimentos industrializados, tente comer os alimentos no mais natural possível.
Então, vou te dar uma dica importante, essas besteiras que te dá vontade de comer elas inflamam seu organismo, e pode vir a te dar crises, então te oriento a variar o modo de preparo dos alimentos e tente não comer com condimentos industrializados, tente comer os alimentos no mais natural possível.
Isso é bem comum em pessoas com seletividade alimentar. Não é falta de vontade, e sim uma relação diferente com textura, sabor, cheiro e até rotina. O ideal é não forçar mudanças bruscas. Comece aos poucos: mantenha os alimentos que você já aceita e vá introduzindo pequenas variações (mesmo formato, preparo ou textura). Tente criar horários fixos para comer, mesmo sem muita fome, para treinar o corpo. Evite deixar “besteiras” muito acessíveis, porque elas estimulam mais o cérebro e acabam substituindo refeições mais nutritivas. É importante procurar um nutricionista para te orientar de forma individualizada e respeitando suas preferências.
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