Tenho 50 anos e realizei um exame de ressonância que identificou" ruptura de espessura parcial na face

4 respostas
Tenho 50 anos e realizei um exame de ressonância que identificou" ruptura de espessura parcial na face articular do tendão do supraespinal, em sua porção justainsercional, com acometimento maior que 50% de sua espessura, e tendinopatia".
É caso cirúrgico?
Dr. Ricardo Folador Bergamaschi
Médico do esporte, Ortopedista - traumatologista, Nutrólogo
Vitória
Olá, existem muitas variáveis como idade, atividades desempenhadas pelo paciente, local de dor, ... que precisamos avaliar durante a consulta, antes de responder sua pergunta. Sugiro que procure um bom especialista, com referências, para que possa te ajudar e responder sua pergunta.

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Dr. Luiz Fratari Junior
Ortopedista - traumatologista
São José dos Campos
Ruptura parcial do supraespinhal ao exame de ressonancia com mais de 50% geralmente sao sintomaticas e necessita de reparacao de preferencia por artroscopia desde que tenha condicoes para cirurgia
Dr. Rafael Patrocinio
Ortopedista - traumatologista
Fortaleza
Sim!

As rupturas parciais do tendão do supraespinhal na face articular são as mais comuns e são conhecidas tecnicamente como lesões PASTA (do inglês: Partial Articular Supraespinatus Tendon Avulsion), e possuem um mecanismo de lesão diferente das lesões da bursa.
Na lesão tipo PASTA a ruptura acontece da face articular para a face bursal, estando associada a forças de torção ou tração no qual o tendão é submetido. É um tipo de lesão mais comum em pacientes mais jovens, pois o processo que leva ao desgaste do tendão é traumático e não degenerativo (lesão bursal)

Os estudos mostram que rupturas parciais com mais de 50% da espessura do tendão tendem a não responder bem com medicação, fisioterapia e mudança de estilo de vida. A dor e o processo inflamatório (tendinopatia) persistem.

Se a lesão incomoda e compromete a qualidade de vida, a indicação do tratamento cirúrgico prevalece.

Converse com um especialista em cirurgia do ombro para discutir as melhores opções.
Dr. Felipe de Barros Falcão de Lacerda
Ortopedista - traumatologista
Rio de Janeiro
Olá,
As lesões do manguito rotador podem ter diversos perfis (tamanho, posição e tempo). Devemos avaliar o tipo de lesão e o perfil do paciente (idade, demanda e expectativa) para poder orientar corretamente o tratamento.
Algumas lesões, mesmo que com indicação de tratamento cirúrgico, podem ser tratadas com fisioterapia e seguimento anual em certos pacientes, desde que os riscos e benefícios sejam bem orientados e compreendidos, enquanto pequenas lesões, sem indicação cirúrgica típica, podem acabar necessitando de cirurgia em pacientes mais ativos e com maior demanda.
A maioria das lesões parciais do manguito rotador (como esse caso) melhora com fisioterapia, porém algumas não melhoram (principalmente as com >50% de acometimento do tendão, em pacientes ativos), justificando a indicação de tratamento cirúrgico.
Pacientes ativos representam um grupo com maior chance de falha do tratamento fisioterápico, mas não é incorreto tentar antes da cirurgia.
Procure um ortopedista especialista em cirurgia do ombro para avaliar o seu caso.

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