Tenho 51 anos, ando esquecida e há histórico de demência na família. Gostaria de saber se eu for
Tenho 51 anos, ando esquecida e há histórico de demência na família. Gostaria de saber se eu for a um especialista e pedir para fazer o exame genético APOE, se o especialista solicita para mim. Gostaria de saber se sou APOE 2, 3 ou 4.
4 respostas
Se você possui alguma dúvida quanto a sua mémoria, durante uma consulta médica na área de geriatria ou neurologia, você realizará testes de rastreamento ( pesquisa) de possíveis ou não transtornos de memória e se houver alguma alteração, será orientada na conduta necessária. Quanto a sua pergunta , os testes genéticos, não são recomendados como exames de rotina da doenças de Alzheimer. Procure um especialista para maior esclarecimento.
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Ao falar de esquecimento temos uma muitas hipóteses diagnósticas, então é necessário uma boa entrevista e/ou anamnese com históricode familiares para que possa ter um diagnóstico mais preciso. Acredito que a Doenca de Alzheimer seja uma doenca que angustie, principalmente, por aqueles que ja tiveram a experiencia de presenciar a sua progressao. Procure um bom neurologista que fará um levante dessas hipótese e a solicitação de exames específicos e apropriados ao conjunto de sintomas que você esteja apresentando, não somente baseado na presença de episódios de esquecimento. Quando se tem dúvidas no diagnóstico um bom especialista pode recorrer a um neuropsicologo para trazer dados do funcionamento psíquicos baseado em escalas e testes psicológicos. E, tambem, devemos pensar que se você estiver passando por momentos estressantes, permanecendo ansiosa por longos momentos e/ou detendo episódios de raiva uma psicoterapia também pode lhe ajudar.
Se o seu interesse em conhecer o seu possível gene reflete a sua atitude com o diagnóstico, não esqueça que todas as doenças, particularmente as doenças mentais, tem um componente flexível que depende da atitude da pessoa. Querer conhecer a fonte genética do Alzheimer não contribui nada para melhorar a situação. Pelo contrário, você pode ficar passivo ou passiva, enquanto o cérebro poderia se beneficiar dos seus esforços para fazê-lo trabalhar, preferencialmente procurando conversar com pessoas que você respeita e que lhe respeitam, fora de quaisquer relações de autoridade (fora da família). A doença de Alzheimer, estatísticamente, parece acontecer mais em pessoas que menos se relacionam e -- assim pode-se concluir -- menos usam seu cérebro com esforço para se comunicar. Procure insistir com a sua memória, não ceda à preguiça mental. Use a palavra certa para cada coisa, não escape. Não generalize a toa, fala de maneira específica, etc. Estas são costumes a serem mudados dedicadamente
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.



