Tenho medo o tempo todo. Seja olhar pra uma pessoa ou se fizer algo errado no trânsito, alguém irá a

23 respostas
Tenho medo o tempo todo. Seja olhar pra uma pessoa ou se fizer algo errado no trânsito, alguém irá anotar a minha placa e descobrir onde moro. Tenho pensamentos de que qualquer pessoa pode e vai me fazer mal por ações ou acusações contra mim. Vivo com medo e não sei o que fazer.
Eu entendo sua dor e sei o quanto é extremamente difícil e desafiador lidar com esse tipo de sofrimento psíquico que invade até as situações mais corriqueiras do dia a dia.

Esse medo constante que você descreve, com pensamentos de perseguição e de que pode sofrer algum tipo de punição ou retaliação por qualquer comportamento, pode estar relacionado a um quadro de ansiedade intensa ou até mesmo a outros tipos de adoecimento mental que envolvem distorções cognitivas, como a percepção de ameaça onde não há evidência real de perigo iminente.

Nessas situações, é comum que o cérebro esteja em estado de hiperalerta, como se precisasse o tempo todo se defender ou prever algo ruim. Isso, com o tempo, gera um grande desgaste emocional, esgotamento e uma vida baseada no medo — o que limita sua liberdade e sua qualidade de vida.

É muito importante procurar um acompanhamento psicológico o quanto antes. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, é uma abordagem baseada em evidências que pode te ajudar a identificar esses pensamentos, compreendê-los e reestruturá-los de forma mais realista, segura e funcional. Ela também trabalha o enfrentamento gradual de situações temidas e o desenvolvimento de habilidades emocionais para lidar com esses gatilhos de forma mais leve e com menos sofrimento.

Se for necessário, o acompanhamento conjunto com a psiquiatria também pode ser indicado, especialmente quando os sintomas já causam tanto impacto no cotidiano da pessoa.

Buscar ajuda não é fraqueza — é um ato de coragem. E você já deu um passo importante ao reconhecer que algo não está bem. A partir daqui, você pode iniciar um caminho de reconstrução com o apoio certo. Profissionais capacitados podem te ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e a recuperar sua autonomia diante desses medos.

Você não precisa se conformar com esse sofrimento. Há vida possível com mais tranquilidade e segurança emocional. Mesmo que agora tudo pareça difícil demais, é possível transformar esse cenário — passo a passo, no seu tempo, com o suporte adequado.

Se for possível, procure um psicólogo de confiança. Você merece viver com mais leveza.

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 Paulo Cesar Francetto
Psicólogo, Psicanalista
Santo André
O medo constante deve ser um excesso de regras e normas rígidas a que você foi submetida durante sua vida. Principalmente durante a infância e adolescência. Hoje as regras tomaram conta do seu consciente a ponto de não permitirem que você as transgrida. às regras nós chamamos de superego e você está submetida em demasia a ele. A ponto de não permitir que seus desejos aflorem. Essa repressão demasiada gera tensões que podem resultar em depressão, ansiedades e doenças. No processo de terapia você será capaz de identificar essas regras, o que as gerou e afrouxá-las. Desta forma dará uma vazão mais saudável aos seus desejos que estão tão reprimidos.
Olá,
- Entendo o seu medo, alguma vez algo assim aconteceu? Você tem feito coisas erradas, suas ações justificam esse medo? Não é um problema em si, desde que não esteja atrapalhando o seu dia a dia ou te fazendo sofrer, caso contrário é importante reduzir esse medo as possibilidades reais de acontecer, à dificuldade para alguém conseguir seus dados. E seu exemplo é muito bom, mas se você fizer algo errado no transito, tente não tentar fugir ou se esconder.
- Caso queira nos mandar mais detalhes, ficarei feliz em responder.
Abraços
 Bruna Lau
Psicólogo
São Paulo
O que você está descrevendo soa como um estado de vigilância e medo constantes, que vai tomando conta do seu dia a dia e restringindo sua liberdade de ser e agir no mundo.

Querer se proteger é natural, mas quando essa sensação se torna uma prisão, é um sinal claro de que você precisa de acolhimento e apoio para retomar um sentimento mínimo de segurança existencial. A terapia pode te ajudar a reconhecer as raízes desse medo, a diferenciar perigos reais de fantasias que te paralisam, e a reconstruir, pouco a pouco, um modo de estar que seja mais leve e menos dominado por essa angústia.

Você não precisa lidar com isso sozinho!! Estou à disposição para uma consulta, caso queira dar esse primeiro passo :)
olá pessoa querida!
creio que está no momento de procurar ajuda.
sentir-se assim é algo paralisante e creio que você não está satisfeita com esse modo. entendo também que você não escolheu entrar nesse ciclo e agora precisa de ajuda pra sair.
você até pode procurar por meditações e sozinha buscar reorganizar essas sensações, mas creio que você está se vendo um tanto sem saída.
aconselho que busque atendimento o mais breve possível seja onde você estiver.
espero ter ajudado!
 Denis Manieri
Psicólogo
São Paulo
Sentir medo constante, mesmo sem uma ameaça real, pode ser um sinal de que seu cérebro está em alerta contínuo. Isso pode estar relacionado à ansiedade ou traumas, por algum motivo vc acredita que qualquer erro será descoberto e punido.
Esse padrão de pensamento pode gerar culpa, vergonha e a sensação de estar sempre em risco, mesmo em situações cotidianas, como um olhar ou um erro no trânsito.
Uma "hipótese" é que esse medo esteja ligado ao "viés de ameaça", em resumo é um padrão do cérebro ansioso que superestima perigos e subestima a própria capacidade de enfrentá-los. Se quiser entender melhor, vale a pena pesquisar sobre esse conceito.
Lembre-se: esta é uma explicação geral. Para compreender melhor sua situação específica, é fundamental consultar um profissional de saúde mental.
Olá! Obrigada por sua mensagem.
Sentir medo em excesso e em situações cotidianas com certeza não é agradável. Minha sugestão para você é iniciar um processo de psicoterapia o mais rápido possível, pois poderá de ajudar aliviar esses sintomas e curto prazo. A médio e longo prazo você vai entender melhor o que gera tanto, como gerenciar esses medos e até mesmo, é possível se abster de alguns deles a partir da interpretação que você for formulando na terapia. Busque uma psicóloga com experiência em ansiedade. Ou dica é você buscar por um psiquiatra, ele poderá esclarecer para você o que são esses sintomas e se há alguma medicação para ajudar a amenizar esses sintomas ou pensamentos indesejados.
Ola,boa tarde
Consigo ajudar com estes sentimentos.
Caso tenha interesse, podemos agendar uma conversa, um atendimento on-line.
Este atendimento será para nos conhecermos e para que possa explicar melhor o que está sentindo e em quais momentos estes sentimentos aparecem.
Esta primeira consulta não tem custo.
Essas é uma situação que pode causar muito sofrimento. Seria interessante você procurar um psicólogo para entender o que está acontecendo e te ajudar nessa questão.
Olá!
Sinto muito por saber que você está vivendo com tanto medo. O que você descreve pode ser um sinal de ansiedade generalizada ou até de um transtorno de pânico, onde as preocupações com o julgamento ou com possíveis ameaças externas se tornam muito intensas.
É importante entender que esses sentimentos, embora reais e dolorosos, podem ser trabalhados com o auxílio de um profissional, como um psicólogo ou psiquiatra. Terapias como a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) têm mostrado ser eficazes no tratamento da ansiedade, ajudando as pessoas a entenderem e lidarem melhor com esses medos.
Eu recomendo procurar ajuda para que você possa se sentir mais tranquila e resgatar o controle sobre a sua vida. Estou à disposição caso queira conversar mais sobre isso.
 Léa Michaan
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
A primeira coisa que você precisa fazer é desenvolver o habito de observar os seus pensamentos e perguntar a si mesma: pra que estou pensando isso? Qual é a utilidade desse pensamento? A resposta pra essa pergunta é: alimentar a culpa, a insegurança e o medo de fazer qualquer coisa e de todas as outras pessoas, inclusive de si mesma que se julga e se acusa o tempo todo!
Que tal começar a ser companheira de si mesma e usar a mente como ferramenta para viver bem?
Que tal deixar de alimentar os pensamentos destrutivos e tóxicos e gerar pensamentos que trazem segurança e bem estar?
Comece a fazer isso agora e a sua vida vai melhorar, uma vez que a gente é aquilo que a gente pensa, porque cada pensamento produz uma emoção e cada emoção o cérebro traduz num elemento químico.
Um abraço,
Lea
 Larissa Ruza
Psicólogo
Santo André
Oi, sinto muito que esteja se sentindo assim. Viver com esse medo constante é muito angustiante realmente. Na ACT, falamos sobre como a mente tenta nos proteger, mas às vezes ela cria cenários catastróficos que nos paralisam. Ou seja, o problema não é sentir medo, e sim quando ele começa a comandar a sua vida. A terapia pode ser esse espaço de apoio, onde você aprende a lidar com esses pensamentos e retomar seu poder de escolha. Você não precisa enfrentar isso sozinho(a), ok?
O medo por si só é um mecanismo do nosso cérebro, que entende como se tivesse em perigo, ou estado de alerta. Entendo que viver com medo o tempo todo seja realmente difícil. Pode estar associado a várias coisas, provavelmente não surgem do nada, mas sim com uma origem de algum gatilho. Esse medo que parece vir de fora pode, na verdade estar ligado a algo interno, deslocado para o mundo externo, onde acaba "surgindo", em diversas situações.
Procure escutar melhor esse medo, de onde vem, porque, em que momento, ao que esta associado, são vários pontos a serem compreendidos.
Espero ter ajudado de alguma forma.
 Elias Alves
Psicólogo
Porto Alegre
Parece que você está enfrentando um medo intenso de ser prejudicado ou acusado, mesmo em situações cotidianas. Esses pensamentos podem estar ligados a crenças internas que fazem o mundo parecer perigoso e imprevisível. É importante saber que isso pode ser trabalhado e que há ferramentas para aliviar essa sensação constante de ameaça.

Uma abordagem prática seria observar esses pensamentos de forma mais crítica: pergunte-se, há evidências concretas de que esse perigo é real ou está acontecendo agora? Outra estratégia é desenvolver a capacidade de se sentir seguro ao identificar lugares, momentos ou pessoas onde não há qualquer risco.

Além disso, buscar apoio profissional pode ajudar a compreender essas crenças mais profundas, desconstruí-las e construir uma base mental mais segura.
Viver com medo o tempo todo não é só cansativo, é como se o corpo e a mente nunca pudessem descansar, como se estivessem sempre em estado de defesa. Esse tipo de vivência vai tomando conta da vida aos poucos, transformando até situações comuns em potenciais ameaças.
O que você descreve — esse medo constante de ser observado, julgado, punido ou mesmo perseguido — aponta para uma forma de sofrimento que não está ligada apenas a eventos externos, mas a uma forma de estar no mundo marcada pela desconfiança e pela expectativa de algo ruim sempre prestes a acontecer. É como se a realidade estivesse sempre “em alerta máximo”, mesmo quando não há sinais claros de perigo.
Mais do que pensar em uma origem única, como um trauma específico, talvez seja o caso de entender como você foi, ao longo do tempo, construindo recursos para sobreviver, inclusive esse medo. O medo também pode ser uma defesa; uma tentativa do seu psiquismo de manter o controle sobre aquilo que é vivido como imprevisível ou ameaçador. A mente constrói essas defesas quando não encontra outros caminhos para lidar com o que é sentido.
É possível que esse medo esteja cumprindo uma função psíquica: te proteger de algo que ainda não pôde ser nomeado, pensado ou vivido de outra forma. E é aí que a psicoterapia, especialmente a de base psicanalítica, pode ajudar: não buscando apenas "eliminar" o medo, mas compreendê-lo. Que lugar ele ocupa na sua história? O que ele tenta te dizer, mesmo que de forma distorcida e dolorosa?
Você não precisa seguir enfrentando isso sozinha. Há formas mais leves de viver. E o primeiro passo talvez não seja se livrar do medo, mas poder falar sobre ele com alguém que escute de verdade, sem julgamento, te ajudando a abrir espaço para outros sentidos e possibilidades.
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! Seu medo parece tomar proporções paralisantes, como se o mundo fosse uma ameaça constante. Isso pode ser um sinal de algo mais profundo, talvez uma desconfiança enraizada ou um temor antigo que se disfarça no cotidiano. A análise pode ser um espaço seguro para entender de onde vem essa sensação de perseguição e, aos poucos, ressignificá-la. Se quiser, podemos começar esse trabalho juntos.
 Cristiane Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre

Olá!
A sensação constante de medo, especialmente acompanhada de pensamentos de ameaça iminente ou perseguição, pode ser extremamente angustiante e limitante. Esses sentimentos, mesmo quando parecem desconectados da realidade, são sinais importantes de que algo está pedindo atenção psíquica e cuidado.

Você não precisa enfrentar isso sozinho(a). A psicoterapia é um espaço seguro onde é possível compreender a origem desses medos, reconhecer padrões emocionais e desenvolver recursos internos para lidar com eles de maneira mais saudável.
Como psicóloga, trabalho acolhendo pessoas em situações como a sua, com escuta ética e comprometida. Se desejar, estou à disposição para conversarmos melhor.

Um abraço,
Cristiane Rodrigues
Psicóloga CRP 07/30121
Dra. Bárbara Rocha Freitas
Psicólogo
Vila Velha
O medo não é um sentimental universal que se dá de forma igual entre as pessoas. É preciso explorar que medo é esse e do que ele fala. A psicanálise pode auxiliar e muito na busca pela compreensão desse medo e como se desvencilhar dele. Me coloco a disposição para a marcação de uma consulta.
 Leila De Sousa Marques
Psicólogo
Engenheiro Coelho
Esse medo que você sente — de ser observado, julgado, punido — pode estar relacionado a uma sensação profunda de ameaça existencial. A Logoterapia chamaria isso de um conflito espiritual ou existencial: quando não conseguimos mais confiar na vida, nos outros e, principalmente, em nós mesmos.

A mente começa a criar histórias de ameaça porque o vazio de confiança e de sentido grita por atenção. E o medo é, às vezes, a única voz que conseguimos ouvir.

Mas segundo Viktor Frankl, mesmo em meio ao caos interior, há uma parte em nós que permanece livre. Uma parte que pode, lentamente, começar a escolher.
Não se trata de eliminar o medo de forma mágica, mas de reconhecê-lo sem ser dominado por ele, e então perguntar:

“O que ainda é possível fazer, mesmo com medo?”
“Que atitude posso tomar agora que esteja alinhada com meus valores mais profundos?”

É nesse momento que a Logoterapia aponta para o sentido como um caminho de cura. Quando encontramos algo — ou alguém — pelo qual viver, o medo perde força. Ele ainda pode estar presente, mas não é mais o centro da vida.

Em vez de perguntar "e se algo ruim acontecer?", a Logoterapia nos convida a perguntar:

"E se, apesar de tudo, eu ainda puder ser uma resposta digna à vida que me foi dada?"

Esse passo pode ser silencioso, pequeno, invisível aos olhos dos outros — mas cheio de valor.

Com carinho,
Leila Marques
Olá!!! Me parece que você está descrevendo uma experiência intensa e angustiante de medo constante, como se estivesse sempre em alerta e vulnerável a alguma ameaça. Esse tipo de sensação pode estar relacionado a um estado de hipervigilância — quando o corpo e a mente se mantêm em alerta extremo, mesmo na ausência de um perigo real e imediato.

É importante validar o que você está sentindo: esse medo é real para você e merece ser acolhido com cuidado. No entanto, viver constantemente nesse estado pode ser muito exaustivo e limitar profundamente sua liberdade e qualidade de vida. Quando esses pensamentos começam a dominar seu dia a dia, é sinal de que algo interno precisa de atenção e de mudanças para você.

O que você descreve pode estar ligado a experiências passadas, traumas ou mesmo a quadros como ansiedade generalizada, transtorno do pânico ou até mesmo um transtorno de estresse pós-traumático. Mas só uma avaliação cuidadosa pode trazer clareza.

Meu convite é para que você não enfrente isso sozinho(a). A psicoterapia pode te ajudar a entender de onde vêm esses medos, como eles se alimentam e — principalmente — como você pode retomar o controle da sua vida, construindo um espaço interno mais seguro e tranquilo, porque você merece viver com mais leveza, segurança e confiança! :)

Cuide de vc!!
 Alessandro Felippe
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Pelo que você descreve, parece que você está experimentando um nível de ansiedade significativo, talvez até com características de paranoia. A sensação de que as pessoas estão constantemente te observando e prontas para te prejudicar, mesmo por coisas pequenas como um erro no trânsito, é um sinal de que sua mente está em um estado de alerta elevado. Recomendo que busque ajuda de um profissional para conversar a respeito. Estou a sua disposição. Entre em contato. Abs
Viver com medo constante, como você descreve, pode ser extremamente desgastante e angustiante — e esses pensamentos de ameaça iminente, mesmo sem evidências claras, podem estar ligados a padrões ansiosos ou crenças disfuncionais. A psicologia pode te ajudar a identificar esses pensamentos automáticos, entender como eles se formaram, e desenvolver formas mais realistas e seguras de interpretar o mundo ao seu redor. Com o apoio do psicólogo é possível reduzir essa sensação de perigo constante e retomar a liberdade de viver com mais tranquilidade e confiança. Você merece se sentir seguro e viver plenamente: conte comigo nesta nova jornada!!
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? Só o fato de você ter descrito com tanta clareza o que está sentindo já mostra que algo em você está buscando um alívio — como se dissesse: "preciso ser entendido, porque isso já está pesado demais". E, de fato, carregar esse estado de alerta constante, com a sensação de ameaça sempre à espreita, pode ser emocionalmente exaustivo.

Esse medo de que algo vá acontecer, de que há sempre alguém observando ou pronto para agir contra você, pode estar relacionado a um sistema de defesa que ficou hiperativado. Do ponto de vista da neurociência, é como se seu cérebro tivesse apertado o botão de “ameaça iminente” e esquecesse de desligá-lo. O sistema límbico, responsável por detectar perigos, pode estar operando no volume máximo — mesmo quando não há evidências reais que justifiquem essa intensidade. O resultado é um corpo em tensão, pensamentos acelerados e uma vida em que o descanso emocional se torna quase impossível.

Será que, em algum momento da sua história, você precisou estar muito atento às consequências do que fazia ou dizia? Será que essa vigilância constante, hoje tão desgastante, já foi um mecanismo de sobrevivência? Como seria olhar para esse medo não como um sinal de fraqueza, mas como uma forma antiga — e agora desatualizada — de tentar se proteger?

Nesses casos, o acompanhamento terapêutico pode ajudar a mapear o que está por trás dessas interpretações de ameaça, fortalecer o senso de segurança interna e construir recursos para lidar com essas sensações de forma mais equilibrada. Mas antes de qualquer técnica, o mais importante é ter um espaço onde você possa simplesmente ser ouvido, sem precisar se defender o tempo todo da própria mente.

Você já parou para pensar o que está por trás desse medo de ser punido? O que ele diz sobre como você aprendeu a se relacionar com falhas, com erros, com a ideia de estar exposto? Essas perguntas não têm respostas prontas, mas podem abrir caminhos para uma transformação profunda.

Caso sinta que esse é o momento de começar esse processo com apoio, estou à disposição para caminhar com você. Caso precise, estou à disposição.

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