Tenho uma filha de 14 anos está tomando escitalopram e quetiapina com um quadro de depressão, começo

2 respostas
Tenho uma filha de 14 anos está tomando escitalopram e quetiapina com um quadro de depressão, começou a se cortar, o médico passou este lítio para ela, tenho medo dessas medicações, emagreceu muito e está sem apetite, estou muito preocupada. O que este lítio pode melhorar?
O lítio é um estabilizador de humor e, por vezes, é usado para aumentar o efeito de antidepressivos. Para o comportamento de cortar-se, a explicação mais frequente dada pelos pacientes que ele diminui a angústia, mas pode ter várias causas. Dependendo da causa (se for consequência de depressão e/ou angústia grave) pode melhorar com o lítio. Se bem indicados, são medicações seguras. A diminuição do apetite pode ocorrer com o escitalopram, sobretudo no início do tratamento, mas a quetiapina pode aumentar o apetite. A depressão também, frequentemente, leva a diminuição de apetite. Apenas o médico de sua filha pode dar orientações personalizadas sobre o caso dela, pois a conhece pessoalmente.

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Dr. Eduardo Arquimino Postal
Médico de família
Porto Alegre
Entendo sua preocupação, e é importante saber que você está buscando entender melhor o tratamento da sua filha. O lítio é frequentemente usado em casos de transtornos do humor, como depressão grave ou transtorno bipolar, especialmente quando há comportamentos autolesivos ou risco de suicídio. Ele ajuda a estabilizar o humor, reduzir impulsividade e prevenir oscilações emocionais intensas.

Sobre os sintomas da sua filha:
Perda de peso e apetite: Esses podem ser efeitos colaterais do escitalopram, ou sinais da depressão em si. Relate isso ao médico, pois ajustes podem ser necessários.
Cortes autoinfligidos: O lítio pode ajudar a diminuir esses comportamentos ao melhorar o controle emocional.
O que você pode fazer:
Converse com o médico: Discuta suas preocupações sobre as medicações e pergunte sobre os benefícios esperados e potenciais efeitos colaterais.
Apoio emocional: Acompanhe sua filha de perto e, se possível, considere psicoterapia como complemento ao tratamento.
Se houver agravamento dos sintomas ou dúvidas, procure o médico imediatamente. Sua preocupação e cuidado fazem toda a diferença para ela.

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