Tive Guillian Barré á 15 anos atrás. Ainda tenho pequenos resquícios de dormência, na planta dos pés
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Tive Guillian Barré á 15 anos atrás. Ainda tenho pequenos resquícios de dormência, na planta dos pés e as vezes, arde muito.
A pergunta é :
Poderei ter novamente SGB ?
A pergunta é :
Poderei ter novamente SGB ?
A sindrome de Guillain Barré é uma doença na maioria das vezes monofásica, ou seja, ocorre apenas uma vez na vida.
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Olá! Voçê deverá procurar neurologista, preferencialmente especialista em Dç Neuromuscular. Parece-me que voçê apresenta sintomas de Polineuropatia Sensitiva Periférica.
Bom dia.Existe varias causas de SGB e pode ocorrer de novo por uma outra causa.Consulte seu neurologista.
Boa noite. Dificilmente a SGB ocorre uma segunda vez, exceto em pessoas que tenham a imunidade muito baixa. Já as sequelas de parestesias ou fraqueza podem permanecer em um terço dos pacientes. Se vc possui baixa imunidade, sugiro procurar um imunologista. Abçs e boa sorte
Excelente pergunta — e muito relevante, especialmente para quem já vivenciou a Síndrome de Guillain-Barré (SGB) e ainda apresenta sintomas residuais.
A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca, de forma transitória, as raízes e fibras nervosas periféricas, provocando fraqueza muscular, formigamentos e dormência que geralmente evoluem rapidamente, podendo afetar pernas, braços e, em casos mais graves, músculos respiratórios.
Na maioria dos pacientes, ocorre recuperação total ou quase total após o tratamento adequado (com imunoglobulina ou plasmaférese). No entanto, alguns sintomas residuais — como formigamentos, sensação de ardência nos pés, câimbras ou fadiga muscular — podem persistir de forma leve e estável, refletindo sequelas das fibras nervosas que não se regeneraram completamente.
Quanto ao risco de recorrência, felizmente ele é baixo. Estudos mostram que menos de 5% dos pacientes podem ter um novo episódio de SGB, e quando isso ocorre, geralmente é após infecções virais ou bacterianas intensas (como gripe, pneumonia ou infecções gastrointestinais). Mesmo nesses casos, a nova crise tende a ser mais branda e rapidamente reconhecida.
Para reduzir riscos, recomenda-se:
Evitar infecções respiratórias e intestinais (manter vacinas atualizadas e hábitos de higiene);
Tratar rapidamente infecções febris;
Manter acompanhamento neurológico regular, especialmente se houver piora súbita de força, marcha ou aumento das dormências.
O quadro que descreve — dormência e ardência crônica nos pés — sugere neuropatia residual estável, e não uma recidiva ativa. Em alguns casos, o uso de medicações neuromoduladoras, como gabapentina ou pregabalina, pode ajudar a aliviar esses sintomas, sempre sob orientação médica.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para avaliar sua resposta e garantir segurança no uso.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, medicina do sono, neuropatias periféricas, doenças autoimunes e reabilitação neurológica, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Patrícia Gomes Damasceno – Neurologista | Especialista em Medicina do Sono
CRM 11930-CE | RQE nº 7771 | RQE nº 8082
A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca, de forma transitória, as raízes e fibras nervosas periféricas, provocando fraqueza muscular, formigamentos e dormência que geralmente evoluem rapidamente, podendo afetar pernas, braços e, em casos mais graves, músculos respiratórios.
Na maioria dos pacientes, ocorre recuperação total ou quase total após o tratamento adequado (com imunoglobulina ou plasmaférese). No entanto, alguns sintomas residuais — como formigamentos, sensação de ardência nos pés, câimbras ou fadiga muscular — podem persistir de forma leve e estável, refletindo sequelas das fibras nervosas que não se regeneraram completamente.
Quanto ao risco de recorrência, felizmente ele é baixo. Estudos mostram que menos de 5% dos pacientes podem ter um novo episódio de SGB, e quando isso ocorre, geralmente é após infecções virais ou bacterianas intensas (como gripe, pneumonia ou infecções gastrointestinais). Mesmo nesses casos, a nova crise tende a ser mais branda e rapidamente reconhecida.
Para reduzir riscos, recomenda-se:
Evitar infecções respiratórias e intestinais (manter vacinas atualizadas e hábitos de higiene);
Tratar rapidamente infecções febris;
Manter acompanhamento neurológico regular, especialmente se houver piora súbita de força, marcha ou aumento das dormências.
O quadro que descreve — dormência e ardência crônica nos pés — sugere neuropatia residual estável, e não uma recidiva ativa. Em alguns casos, o uso de medicações neuromoduladoras, como gabapentina ou pregabalina, pode ajudar a aliviar esses sintomas, sempre sob orientação médica.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para avaliar sua resposta e garantir segurança no uso.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, medicina do sono, neuropatias periféricas, doenças autoimunes e reabilitação neurológica, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Patrícia Gomes Damasceno – Neurologista | Especialista em Medicina do Sono
CRM 11930-CE | RQE nº 7771 | RQE nº 8082
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