uma pessoa que sofre de transtorno bipolar pode dirigir um carro?
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uma pessoa que sofre de transtorno bipolar pode dirigir um carro?
Depende. Um diagnóstico de Transtorno Bipolar não precisa ser incapacitante, principalmente quando a pessoa estiver em tratamento adequado (medicamentação e psicoterapia) e já consegue perceber suas mudanças de humor e comportamento.
Contudo, é importante que a pessoa seja acompanhada de perto pela família e pelos profissionais, assim evitando risco a si próprio e a outras pessoas.
Busque orientação com um profissional (psicólogo e psiquiatra).
Abs,
Shirley Miguel
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A pessoa portadora de um transtorno psíquico não deixará de participar ativamente da vida em sociedade como qualquer outra, não se apegue aos rótulos, contudo o importante estar orientado e acompanhado por especialistas médicos e psicólogos para que possa ter um bom enfrentamento da doença, uma boa conduta medicamentosa integrada com uma psicoterapia te darão total liberdade de desfrutar seus planos de vida. Abs
O portador de transtorno afetivo bipolar, quando ESTABILIZADO, pode levar uma vida inteiramente normal. Isso inclui dirigir, trabalhar, sair sozinho, namorar, viajar, etc...
Para estabilizar as alterações entre depressão e mania e minimizar as crises é necessário que o tratamento seja feito de forma correta.
O tratamento somente é eficaz com Medicamentos, psicoterapia e apoio familiar.
O psiquiatra receitará os medicamentos e controlará seus efeitos colaterais.
O psicólogo ajudará a lidar com os sentimentos e as crises e ajudará o paciente a reconhecer quando está em crise. Se conhecendo melhor o portador saberá quando está bem para dirigir ou não.
Para estabilizar as alterações entre depressão e mania e minimizar as crises é necessário que o tratamento seja feito de forma correta.
O tratamento somente é eficaz com Medicamentos, psicoterapia e apoio familiar.
O psiquiatra receitará os medicamentos e controlará seus efeitos colaterais.
O psicólogo ajudará a lidar com os sentimentos e as crises e ajudará o paciente a reconhecer quando está em crise. Se conhecendo melhor o portador saberá quando está bem para dirigir ou não.
É preciso avaliar em que fase da doença está o paciente. Fase de hipomania ou mania, episódio misto ou em episódio depressivo grave? Nem pensar, na primeira o paciente tenderá a assumir riscos desnecessários, na segunda e terceira tenderá a ter piora dos reflexos e concentração. Estando em fase eutímica, fora de crise, devidamente medicado (sem estar sedado, com devido nível de alerta) é perfeitamente possível a direção. Para tanto é necessária a autorização psiquiátrica e do profissional de psicologia. Em caso de dúvidas de que o paciente apresenta condições cognitivas insuficientes para tal, um teste neuropsicológico pode ajudar.
vivemos em sociedade e claramente precisamos pesar nossas decisões e o quanto elas afetam a terceiros. Dirigir um automóvel é algo complexo que exige muita atenção e responsabilidade. Se os medicamentos usados indicam claramente que o usuário não deve operar máquinas e equipamentos, é claro que isto deve ser seguido à risca.
Da mesma maneira que não devemos tentar apagar incêndios em automóveis ( recentemente descoberto ) devemos sair imediatamente e tomar uma distância grande. Carros podem facilmente destruir a vida de pedestres. Particularmente sou contra o uso de veículos sem todas as condições necessárias para faze-lo. Como em tudo na vida há exceções, uma coisa é dirigir continuamente e constantemente, outra é ir levar um Pai ou uma mãe infartada a um hospital. Na minha experiência clínica sempre deixo muito claro que todos nós, lidamos sempre com algum tipo de limitação, isso faz parte da vida.
Da mesma maneira que não devemos tentar apagar incêndios em automóveis ( recentemente descoberto ) devemos sair imediatamente e tomar uma distância grande. Carros podem facilmente destruir a vida de pedestres. Particularmente sou contra o uso de veículos sem todas as condições necessárias para faze-lo. Como em tudo na vida há exceções, uma coisa é dirigir continuamente e constantemente, outra é ir levar um Pai ou uma mãe infartada a um hospital. Na minha experiência clínica sempre deixo muito claro que todos nós, lidamos sempre com algum tipo de limitação, isso faz parte da vida.
O que pode fazer um paciente ficar impedido de dirigir um carro não é especificamente o transtorno bipolar em si, mas sim o uso de algumas medicações que podem ter um efeito sedativo e diminuir os reflexos do paciente (durante o tratamento), aumentando também a sonolência, por exemplo. Outro fator que pode prejudicar a capacidade de direção e coloca-lo em risco é o período de crise dentro do transtorno, tanto um episódio de mania/hipomania, onde o paciente acaba assumindo uma atitude com mais perigosa e destemida, tem aumento da agressividade, pode aumentar a irritabilidade no trânsito, etc, ou então um episódio depressivo, que pode também prejudicar a sua capacidade funcional da direção. Mas é importante destacar que, caso o paciente esteja sendo adequadamente tratado,esteja sendo corretamente medicado, esteja em acompanhamento com um psicólogo em conjunto com o psiquiatra e não esteja em nenhum episódio de crise, a vida dele vai ser bastante normal, com uma ótima qualidade de vida!
Desde que esteja em psicoterapia, e devidamente medicada por um psiquiatra, poderá conduzir.
Na verdade a doença não é limitante, a questão são os medicamentos que podem causar sonolência e diminuição em seus reflexos. Em tratamento (medicamentoso e psicológico) muitas vezes o paciente consegue perceber quando vai entrar em crise e ao avisar seu médico consegue em alguns casos evitar a crise. Evidentemente há riscos, mas uma crise não se precipita em questão de minutos, ela vai dando sinais, seja de insônia ou uma irritabilidade , e o paciente quando se conhece pode evidentemente avisar seus familiares e amigos mais próximos, evitado que ele possa se colocar em risco. O T.A.B. (transtorno afetivo bipolar), quando acompanhado de maneira adequada permite que o indivíduo tenha uma vida muito próximo ao normal.
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