Sabrina Backes Pereira, Psicólogo Porto Alegre

Sabrina Backes Pereira

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Número de registro: 07/20147
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Sobre mim: Sou formada pela PUCRS. Tenho pós graduação em Psicologia Clínica com ênfase em avaliação psicológica pela UFRGS, e pós graduação em Terap...

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  • Terapia de Casal
  • Depressão
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C
Paciente verificado
Local: Consultório particular Consulta psicológica do adulto

Profissional sensível à problemática vivenciada e relatada. Escuta com atenção e acolhimento, e de uma forma muito tranquila nos conduz ao encontro de alternativas e soluções. De maneira muito firme e serena nos guia em direção ao nosso autoconhecimento, autocontrole, equilíbrio emocional. Mais que um simples ofício, é possível vislumbrar nessa profissional amor ao que faz, com foco, dedicação, responsabilidade, sensibilidade, empatia.


T
Paciente verificado
Local: Consultório particular

A experiência fez com que eu acreditasse na psicoterapia. Fui sempre acolhido, com respeito e sem julgamento. Sem dúvida, eu indico a Sabrina.


G
Paciente verificado
Local: Consultório particular

Atendimento excelente, me sento muito acolhido e a vontade. Recomendo com certeza, me ajuda muito!!!


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Dúvidas respondidas

6 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Transtorno Da Personalidade Paranóide

Minha ex noiva possui diversos sinais do Transtorno da Personalidade Paranoide. O psiquiatra que consultei me disse que há riscos para meu filho mas n disse quais riscos. Gostaria de saber se meu filho corre risco devido a esse transtorno e quais riscos são esses? Tambem se seria melhor ele viver comigo.

Bom dia! Pessoas com transtorno de personalidade paranoide, sem tratamento, tendem a ter inúmeros prejuízos nas relações sociais. É preciso avaliar melhor o cenário em que vocês vivem, o quadro atual da doença da tua ex-noiva, bem como a forma como ela se relaciona com o filho, uma vez que as questões genéticas e de ambiente/convivência influenciarão diretamente no desenvolvimento emocional e da personalidade do teu filho. Quanto mais saudável for o ambiente, menos chances ele terá de desenvolver o diagnóstico. Sugiro buscar uma avaliação para o teu filho, o especialista terá mais informações da vida de vocês e poderá auxiliá-lo neste processo de definir se a criança deve ou não morar com você. Nestes casos, é extremamente importante a busca por ajuda, na tentativa de minimizar os danos para a criança, evitando expô-la a situações de risco e exposição. Espero ter ajudado. Fico à disposição!

Sabrina Backes Pereira

Pergunta sobre Depressão

Boa tarde estou tomando Desvenlafaxina a 3 dias meu médico deu para síndrome do pânico mais Rivotril sublingual será que vai me ajuda pois to tendo muitas crises dês que comecei a tomar, o que eu faço?

Três dias é considerado a fase inicial do tratamento, o organismo ainda está se adaptando a medicação. É importante esperar mais uns dias, mas entendo o incômodo que é lidar com as crises. Em caso de urgência, faça um novo contato com o médico para reavaliação... ele é o profissional especializado para fazer qualquer ajuste necessário. Também sugiro o acompanhamento psicológico, para além de entender sobre o diagnóstico, a psicoterapia te ajudará a encontrar estratégias de enfrentamento para minimizar os sintomas da crise. Espero ter ajudado. Abraço.

Sabrina Backes Pereira

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

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Sobre mim

Sobre mim: Sou formada pela PUCRS. Tenho pós graduação em Psicologia Clínica com ênfase em avaliação psicológica pela UFRGS, e pós graduação em Terap...

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Artigos

Depressão

A depressão-tristeza é diferente da depressão-doença. A primeira faz parte da vida, e pode ter um papel de transformação. Enquanto isso, a depressão é paralisante e precisa de tratamento específico. Não é brincadeira, não é frescura! Como os pacientes costumam se ver: Estranheza de si ("eu não era assim", "tenho medo de enlouquecer, de não aguentar"), mudança nos afetos e prazeres ("sinto um vazio", "sinto medo de tudo, medo de morrer", "me esforço para sair, mas nada é como antes"), inibição e bloqueio ("me sinto amarrado"), sofrimento do corpo (problemas no sono, dores, cansaço), etc. Saber identificar o que realmente o paciente está sentindo, é chave para o sucesso do tratamento.

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