Dr. Victor Viegas Vieira

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Rio de Janeiro 1 endereço

Número de registro: CRM RJ 1213571 RQE 55494

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Experiência

Dr. Victor Viegas Vieira - Médico Psiquiatra Clínico e Forense

Currículo:

Médico registrado no CRM 52.121357-1. Título de Especialista em Psiquiatria (RQE nº 55494). Residência Médica em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Instituto de Psiquiatria (IPUB). Título de Especialista em Psiquiatria Forense (RQE nº 60259). Ano adicional de Residência Médica em Psiquiatria Forense pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Instituto de Psiquiatria (IPUB). Pós-graduação em Psicopatologia pela PUC-PR. Pós-graduação em Psicanálise pelo Instituto ESPE. Perito no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) atuando no Núcleo de Apoio Técnico Multidisciplinar (NATEM). Experiência como Supervisor Clínico. Membro efetivo da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).  

Minha trajetória: 

A escolha pela Psiquiatria foi uma decisão vocacional desde os primeiros anos da formação médica. O interesse pela complexidade da mente humana, pela escuta qualificada e pelo cuidado técnico fundamentado orientou sua trajetória acadêmica e profissional.

Graduado em Medicina, foi posteriormente aprovado nas principais instituições de Residência Médica em Psiquiatria do estado do Rio de Janeiro, incluindo a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o Instituto Municipal Philippe Pinel, o Hospital Universitário da UFRJ e o Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ).

Optou por realizar sua formação no Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB), reconhecido como o berço histórico da Psiquiatria nacional e uma das mais tradicionais referências acadêmicas do país na área da saúde mental, onde concluiu sua Residência Médica em Psiquiatria.

Posteriormente, buscando aprofundar ainda mais sua especialização, prestou nova prova de residência para o ano adicional (R4) em Psiquiatria Forense no IPUB/UFRJ, sendo aprovado e classificado em primeiro lugar no concurso. A Psiquiatria Forense dedica-se à interface entre saúde mental e o sistema jurídico, área que requer rigor diagnóstico, fundamentação científica consistente e avaliação técnica qualificada em contextos complexos.

Sua formação compreende um percurso contínuo de 10 anos dedicados à área médica: 6 anos de graduação em Medicina, 3 anos de Residência em Psiquiatria Clínica e 1 ano adicional de especialização em Psiquiatria Forense.

Atua como Técnico Pericial no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, integrando o Núcleo de Apoio Técnico Multidisciplinar do MPRJ (NATEM).

Possui experiência como médico e supervisor clínico em instituição especializada em saúde mental, atuando no suporte técnico e na discussão estruturada de casos complexos junto a outros médicos psiquiatras.

É membro efetivo da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Mantém constante atualização científica, com pós-graduações em Psicopatologia pela PUC-PR e em Psicanálise pelo Instituto ESPE.

Áreas de Atuação

Como Psiquiatra Clínico e Forense, possui amplo conhecimento dos transtornos psiquiátricos que permeiam a saúde mental, atuando tanto na avaliação quanto no manejo terapêutico de condições psiquiátricas em diferentes níveis de complexidade.

Apresenta experiência no diagnóstico e tratamento dos transtornos de ansiedade, incluindo Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), Transtorno do Pânico, fobias específicas e sociais. Experiência com Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) e quadros de ansiedade social, compreendendo suas manifestações clínicas, variações de apresentação e impacto funcional.

Experiencia com transtornos do humor, atua no acompanhamento de episódios depressivos, Transtorno Depressivo Persistente (Distimia) e Transtorno Bipolar, com atenção às nuances diagnósticas, diferenciais clínicos e estratégias terapêuticas individualizadas.

Possui também experiência na avaliação e manejo do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e dos transtornos relacionados, bem como dos transtornos de personalidade, reconhecendo suas diferentes expressões clínicas e repercussões nos vínculos interpessoais, no funcionamento ocupacional e na organização da vida psíquica.

Atua na investigação diagnóstica e acompanhamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em adultos e adolescentes, com abordagem criteriosa voltada para diagnósticos diferenciais e comorbidades associadas.

Além disso, realiza avaliação e seguimento de pacientes com Transtornos do Espectro Autista (TEA);

Sua formação clínica, aliada à experiência em Psiquiatria Forense, permite uma abordagem diagnóstica minuciosa, técnica e fundamentada, especialmente em casos complexos ou de difícil delimitação. Paralelamente, seu percurso em Psicanálise contribui para uma escuta atenta e apurada dos aspectos subjetivos que ultrapassam a dimensão estritamente biológica do adoecimento psíquico, possibilitando uma compreensão mais ampla e integrada do sofrimento mental.

Sobre a primeira consulta

A primeira consulta é um momento fundamental do processo terapêutico. Trata-se de uma avaliação clínica detalhada, com duração média aproximada de duas horas, podendo variar conforme a complexidade e as necessidades de cada caso.

Nesse encontro inicial, são explorados de forma cuidadosa a história de vida, o contexto atual, os sintomas apresentados, antecedentes médicos e familiares, além de aspectos emocionais e funcionais relevantes para a construção do diagnóstico. O objetivo é compreender o paciente de maneira ampla, não apenas a partir dos sintomas, mas também de sua trajetória e singularidade.

A partir dessa avaliação criteriosa, são discutidas as hipóteses diagnósticas e as possibilidades terapêuticas, construindo-se um plano de tratamento individualizado e fundamentado.

Por fim, embora o diagnóstico seja uma etapa essencial, a saúde mental ultrapassa classificações formais e exige a compreensão cuidadosa da sua história e da sua experiência subjetiva. Conte conosco nesse percurso. E, como o Dr. Victor costuma dizer aos seus pacientes: qualquer coisa, estarei por aqui.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psiquiatria forense
  • Psicanálise
  • Psiquiatria adulto
  • Psiquiatria clínica

Pacientes que trato

Adultos
Crianças a partir dos 16 anos de idade

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Atendimento domiciliar


  • Teleconsulta

    R$ 600

  • Consulta Psiquiatria

    R$ 600

  • Primeira consulta Psiquiatria

    R$ 600

Consultórios (2)

Victor Viegas Vieira

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Número de telefone

(21) 3094...
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Clínica Viégas Vieira

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  • Atencioso durante a consulta
  • Explicações detalhadas
  • Pontual
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    Rubens Machado

    Profissional extremamente atencioso, consulta humanizada e focada em ouvir o paciente para oferecer o melhor tratamento/acompanhamento.

    Indico fortemente! Totalmente satisfeito.

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    Dienson

    Excelente atendimento. O Dr. Vitor foi muito atencioso, ouviu minha história com calma, esclareceu dúvidas e mostrou profissionalismo.

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    Clarice Abreu

    Melhor médico psiquiatra que já vi. Victor é um exemplo a ser seguido por todos os profissionais da área.

     • Teleconsulta Outro  • 

  • L

    LLA

    Atencioso, solícito, gentil, compreensivo, empático e uma assertividade ímpar em suas colocações, acepções e condutas.

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

  • R

    Rafaela Soares

    Muito atencioso, paciente. Explica tudo muito bem.

     • Clínica Viégas Vieira Primeira consulta Psiquiatria  • 

  • B

    Bárbara Reis

    Me senti muito bem com Dr Victor, atencioso e didático! Fora que a clinica é linda e harmônica

     • Clínica Viégas Vieira Consulta Psiquiatria  • 

  • M

    MBA

    Ótima experiência ser consultado pro dr Victor. Passa muita segurança e tranquilidade

     • Clínica Viégas Vieira Consulta Psiquiatria  • 

  • L

    L.M

    Médico atencioso, me escutou com calma e me explicou tudo de como seria o tratamento

     • Clínica Viégas Vieira Consulta Psiquiatria  • 

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    BL

    esta me ajudando muito em um periodo muito dificil da minha vida.

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    Dr. Victor Viegas Vieira

    Muito obrigado pela mensagem! Saiba que estarei por aqui, ok? Um grande abraço.


  • M

    Marcius Melhem

    Tudo perfeito na consulta como sempre. Seguimos o tratamento

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    Dr. Victor Viegas Vieira

    Agradeço muito pela mensagem. Fico contente em saber que pude ajudar. Saibam que estarei por aqui, ok?

    Um abraço em todos!!


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Dúvidas respondidas

20 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Uma pessoa esquizofrênica pode fazer mal a crianças?

Uma pessoa esquizofrênica pode fazer mal a crianças?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Victor Viegas Vieira

Na realidade, o contrário é mais comum: indivíduos com esquizofrenia tendem a estar mais vulneráveis à sociedade do que o oposto, especialmente quando estão em tratamento adequado. A maior parte das pessoas com esquizofrenia não apresenta comportamento agressivo e não representa risco para crianças ou qualquer outro grupo. Pelo contrário, são frequentemente vítimas de estigma, discriminação e até violência, muitas vezes devido à falta de compreensão sobre a doença.

A esquizofrenia, por si só, não torna uma pessoa perigosa. No entanto, em situações específicas, quando há descompensação do quadro, alguns sintomas psicóticos ativos podem levar a comportamentos imprevisíveis, como nos casos de delírios persecutórios graves, em que a pessoa acredita estar sendo ameaçada e pode reagir defensivamente, ou alucinações auditivas imperativas, que podem dar comandos para ações impulsivas (embora a maioria dos pacientes não aja conforme essas vozes). Além disso, a presença de fatores como uso de substâncias psicoativas e falta de adesão ao tratamento pode aumentar a instabilidade do quadro. No entanto, quando a esquizofrenia é diagnosticada precocemente e tratada com acompanhamento psiquiátrico, psicoterapia e suporte familiar, a pessoa pode levar uma vida funcional e conviver normalmente com crianças e outras pessoas. O grande desafio não está na periculosidade do indivíduo, mas sim no estigma que cerca a doença. A desinformação frequentemente leva à exclusão e ao isolamento, o que pode piorar o quadro do paciente e reduzir suas chances de recuperação. Se um indivíduo com esquizofrenia apresentar sinais de descompensação psicótica, como discurso desconexo, delírios intensos ou comportamento desorganizado, é fundamental buscar avaliação psiquiátrica urgente. Isso não apenas protege a pessoa, garantindo o suporte adequado, mas também ajuda a evitar qualquer tipo de situação de risco para ela mesma e para os outros. É fundamental compreender que cada indivíduo com esquizofrenia é único e precisa ser avaliado de forma individualizada. O curso da doença, a resposta ao tratamento e a presença de fatores adicionais variam de pessoa para pessoa. Por isso, sempre que houver dúvidas sobre o estado clínico, o nível de estabilidade ou possíveis riscos, é essencial conversar diretamente com o médico assistente do paciente. O profissional poderá fornecer uma avaliação detalhada do quadro atual, discutir medidas de segurança, caso necessário, e orientar a melhor conduta para garantir tanto o bem-estar do paciente quanto das pessoas ao seu redor.


É possível utilizar sertralina por períodos? Parar um tempo... voltar a tomar quando precisar novame

É possível utilizar sertralina por períodos? Parar um tempo... voltar a tomar quando precisar novamente? Já em alguns períodos, como também já passei meses sem tomar. Gostaria de saber se isso é possível?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Victor Viegas Vieira

O uso da sertralina de forma intermitente, ou seja, parar e retomar conforme a necessidade, não é a abordagem mais recomendada na maioria dos casos. Os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs), como a sertralina, precisam de um tempo de uso contínuo para alcançar seus efeitos terapêuticos plenos, geralmente entre 4 a 8 semanas. Além disso, interrupções frequentes podem levar a um ciclo de recorrência dos sintomas, síndrome de descontinuação (com tonturas, irritabilidade, ansiedade rebote) e menor eficácia ao longo do tempo.

Se o medicamento foi prescrito para transtornos como ansiedade generalizada, depressão recorrente, transtorno do pânico ou TOC, o tratamento costuma ser contínuo por pelo menos 6 a 12 meses, podendo ser reavaliado conforme a evolução. Em alguns casos, pacientes com histórico de múltiplos episódios podem necessitar de tratamento prolongado para prevenção de recaídas.

No entanto, há situações em que o uso intermitente pode ser considerado, desde que com acompanhamento médico rigoroso. Por exemplo, em casos específicos de transtorno afetivo sazonal ou quando a sertralina é utilizada apenas em períodos de maior vulnerabilidade emocional. Mesmo assim, qualquer interrupção deve ser feita de maneira gradual e orientada pelo psiquiatra, para minimizar os riscos de sintomas de abstinência ou retorno abrupto do quadro clínico.

Se você sente que há momentos em que precisa da medicação e outros em que não, o ideal é conversar com seu psiquiatra para definir a melhor estratégia de manejo. Em alguns casos, ajustes na dose ou mudanças no plano terapêutico podem ser mais eficazes e seguras do que interrupções repetidas no uso da sertralina.


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