O Transtorno da personalidade Borderline ( Limítrofe) faz parte dos transtornos de personalidade.
Tem como caracteristicas na maioria dos casos um padrões de relacionamentos intensos, confusos e desorganizados.
São muito comuns as variações de humor.
O comportamento impulsivo geralmente é auto-destrutivo e dificuldades com a auto-imagem costumam a ser frequentes.

  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.

 Isabela Zeggiato Passos
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Essa é uma pergunta muito comum e merece uma resposta cuidadosa. O terapeuta não é e não pode ser uma figura parental substituta, e tentar ocupar esse lugar seria, na verdade, um problema clínico.…

 Isabela Zeggiato Passos
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
O medo de perder o terapeuta em quem tem borderline não é irracional, ele faz todo sentido dentro da história dessas pessoas. O vínculo terapêutico muitas vezes é o primeiro espaço onde alguém…

Dra. Léa Michaan
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
É a grande dificuldade em confiar que o outro a ama mesmo na ausência de contato: mensagens, telefonemas e em situações de conflito. A pessoa com TPB, precisa de asseguramentos sobre o afeto…

Olá, há, sim, maior risco de vínculos intensos, mas quando o processo é bem conduzido, a terapia não reforça dependência, ela promove mais autonomia, regulação emocional e relações mais saudáveis…

 Isadora Guerreiro
Psicanalista
Santos
Um conceito central aqui vem de Melanie Klein: o mecanismo de cisão (splitting).

O outro é percebido como totalmente bom = gera confiança intensa, idealização
Ou como totalmente…

Dr. Carlos Almada
Psicólogo
Canoas
Sim, pode. Às vezes parece confiança, mas vem com medo de perder o outro, necessidade constante de validação e dificuldade de decidir sozinho. A confiança real inclui autonomia, não exclusividade.

Dr. Carlos Almada
Psicólogo
Canoas
Sim, é possível. No TPB, a dependência terapêutica não é regra. Com um vínculo seguro, limites claros e foco em autonomia, a terapia fortalece recursos internos em vez de criar dependência.

Dr. Carlos Almada
Psicólogo
Canoas
Pode, quando vira a única fonte de segurança. No TPB, a dependência terapêutica pode reforçar medo de abandono e dificultar autonomia emocional.

Mas o vínculo terapêutico bem conduzido…

Dr. Carlos Almada
Psicólogo
Canoas
Sim. No TPB, é comum que o terapeuta seja percebido como “figura de abandono”, especialmente em momentos de ausência, limites ou frustrações. Isso ativa medos profundos e pode gerar reações intensas.

Dr. Carlos Almada
Psicólogo
Canoas
Na TPB, a regulação diádica falha porque, no conflito, o outro deixa de ser percebido como fonte de calma e vira ameaça. A emoção sobe rápido, a conexão cai e surgem reações intensas (afastamento…