Dr.
Igor Bernardes Caciquinho
Especialista em Dor
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Belo Horizonte 1 endereço
Número de registro: CRM MG 103425 - RQE não encontrado (ESPECIALISTA EM DOR)
Experiência
Se a dor está atrapalhando seu sono, seu trabalho ou sua rotina, eu posso ajudar.
Meu atendimento é focado em entender a causa da sua dor e buscar um tratamento que ajude você a viver melhor.
Quero que você volte a se movimentar, dormir melhor e recuperar sua qualidade de vida.
Experiência em:
- Controle da dor
- Lombalgia
- Enxaqueca
- Fibromialgia
Principais doenças tratadas
- Dor
- Fibromialgia
- Cefaleia
- +15 a11y_sr_more_diseases
Fotos e vídeos
Serviços e preços
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Teleconsulta
R$ 350 -
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Consulta especialista em dor
R$ 500 -
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Consulta presencial particular
R$ 500 -
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Tratamento clínico para enxaqueca
R$ 500 -
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Tratamento da dor
R$ 500 -
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Artigos
Consulta especialista em dor
Na consulta com especialista em dor, investigamos a causa, o tipo de dor e como ela afeta sua rotina. Avaliamos sinais, exames, sono, emoções e limitações para criar um tratamento personalizado, com foco em reduzir a dor, recuperar movimentos e melhorar qualidade de vida com segurança no dia a dia!
Consultórios (2)
Rua Desembargador Edésio Fernandes 163, Estoril, Belo Horizonte 30494-450
Disponibilidade
Teleconsulta
Disponibilidade
Modalidades de pagamento (visitas privadas)
- PIX
- Transferência Bancária
- Depósito Bancário
- Cartão de Crédito
Número de telefone
Planos de saúde não aceitos
Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.
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18 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Tive uma forte pneumonia e desenvolvi empiema nível 3 e precisei fazer uma pleurectomia mais uma min
Tive uma forte pneumonia e desenvolvi empiema nível 3 e precisei fazer uma pleurectomia mais uma mini pleurostomia e agora estou com um dreno que precisarei ficar por mais ou menos 1 mês. O problema é que eu estou tendo dores intensas na região da costela onde o dreno está. Sinto como se eu estivesse levando facadas, queimação intensa e fisgadas quando as crises estão maiores. Não estou conseguindo me locomover normalmente porque a dor por vezes está insuportável. Falei com o cirurgião e ele falou que dor é relativa. Tomei alguns medicamentos indicados mas a dor não melhora. Tentei começar exercícios fisioterápicos mas as crises de dores pioraram. O que pode ter acontecido e o que eu posso fazer nesse caso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve — dor em facadas, queimação e fisgadas na região das costelas após a pleurectomia e próxima ao dreno — existe uma possibilidade importante de que sua dor não seja apenas a dor “esperada” da cirurgia.
Após uma cirurgia torácica, especialmente com manipulação da pleura e permanência de dreno, a dor pode ter mais de um mecanismo ao mesmo tempo. Pode existir um componente nociceptivo, pela inflamação e lesão dos tecidos da cirurgia, mas as características de queimação, facadas e fisgadas levantam bastante a suspeita de um componente neuropático, relacionado à irritação ou lesão dos nervos intercostais. A dor neuropática costuma justamente se manifestar como queimação, choques, pontadas ou dor lancinante.
Além disso, o próprio dreno pode provocar estímulo mecânico contínuo na parede torácica e nos espaços intercostais. Por isso, simplesmente aumentar analgésicos comuns nem sempre resolve. O tratamento ideal da dor aguda pós-operatória costuma ser multimodal, combinando estratégias diferentes de acordo com o mecanismo da dor, com o objetivo não apenas de diminuir a intensidade, mas também de permitir respirar profundamente, dormir, caminhar e realizar a reabilitação.
E um ponto importante: dor não deve ser desconsiderada por ser “relativa”. Dor é uma experiência individual e deve ser avaliada juntamente com o prejuízo que está causando. Se ela está impedindo você de caminhar, respirar adequadamente ou fazer fisioterapia, isso merece investigação e tratamento. A própria definição contemporânea de dor reconhece que ela é uma experiência sensitiva e emocional individual e que o relato do paciente deve ser respeitado.
No seu caso, eu não recomendaria simplesmente “forçar” a fisioterapia durante crises intensas. O ideal é primeiro conseguir um nível de analgesia que permita mobilização e exercícios respiratórios com segurança e, então, progredir a fisioterapia gradualmente. Dependendo do exame físico e das medicações que você já utilizou, pode ser necessário ajustar o esquema analgésico, tratar especificamente o componente neuropático e, em alguns casos, avaliar técnicas de analgesia regional ou bloqueios dos nervos da parede torácica.
Também é fundamental confirmar que não existe uma complicação relacionada à cirurgia, ao empiema ou ao próprio dreno. Procure avaliação com urgência se houver febre ou calafrios, falta de ar nova ou piorando, queda da saturação, dor que piorou abruptamente, secreção com pus ou vermelhidão importante ao redor do dreno, sangramento significativo, alteração importante na drenagem ou suspeita de que o dreno tenha saído da posição.
O próximo passo é uma avaliação direcionada da dor, examinando a região do dreno e o trajeto dos nervos intercostais, procurando alterações de sensibilidade e revisando exatamente quais medicamentos você já tomou, em quais doses e com qual resposta. A partir daí conseguimos tratar o mecanismo da dor, e não somente a intensidade, e estabelecer uma meta muito concreta: conseguir respirar, dormir, caminhar e retomar a fisioterapia com tolerância.
Se você continua com dor intensa apesar das medicações e isso já está limitando sua locomoção, vale uma avaliação especializada em Medicina da Dor sem esperar a retirada do dreno. Se quiser, agende uma consulta para avaliarmos o componente pós-operatório e neuropático dessa dor e montarmos um plano de controle que permita sua recuperação e a continuidade segura da fisioterapia.
E possível tomar dexametasona e adorlan 50, em tempos diferentes mas no mesmo dia?
E possível tomar dexametasona e adorlan 50, em tempos diferentes mas no mesmo dia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em algumas situações, dexametasona e Adorlan 50 podem ser utilizados no mesmo dia, mesmo em horários diferentes, desde que exista indicação médica para essa associação.
O Adorlan 50 contém tramadol e diclofenaco. Como o diclofenaco é um anti-inflamatório e a dexametasona é um corticoide, o uso conjunto pode aumentar o risco de irritação do estômago, gastrite, úlcera e sangramento gastrointestinal. Tomá-los em horários diferentes não elimina esse risco. A atenção deve ser ainda maior em pessoas com histórico de gastrite ou úlcera, doença renal, uso de anticoagulantes, idade avançada ou uso de outros anti-inflamatórios.
Além disso, o tramadol pode causar sonolência, náuseas, tontura e, em algumas situações, interagir com outros medicamentos. Por isso, a segurança dessa combinação depende da dose, do tempo de tratamento, das doenças pré-existentes e dos demais remédios em uso.
Se os dois medicamentos foram prescritos pelo mesmo médico, provavelmente houve uma avaliação individual da necessidade da associação. Porém, não é recomendado acrescentar dexametasona por conta própria apenas porque a dor não melhorou, pois isso pode aumentar riscos sem necessariamente tratar o mecanismo responsável pela dor.
Se a dor está persistente ou insuficientemente controlada, o ideal é investigar sua causa e ajustar o tratamento de forma direcionada. Agende uma consulta para uma avaliação completa e definição da estratégia mais segura e eficaz para o seu caso.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.
Perguntas frequentes
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Quais são as principais especialidades de Igor Bernardes Caciquinho?Igor Bernardes Caciquinho é especialista em dor. Te mostramos alguns dos serviços oferecidos pelo especialista graças à sua trajetória e vasta experiência: Teleconsulta, Consulta presencial particular, Visita domiciliar, Tratamento terapêutico da fibromialgia, Tratamento da dor crônica, Vídeo consulta de avaliação, Tratamento clínico para enxaqueca, Tratamento de dor lombar, Tratamento para cefaleia (dor de cabeça), Consulta especialista em dor.
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Onde fica o consultório de Igor Bernardes Caciquinho?Igor Bernardes Caciquinho atende em:
- Rua Desembargador Edésio Fernandes 163 Belo Horizonte
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Posso passar por atendimento online com Igor Bernardes Caciquinho, sem ter que ir até o consultório?Sim, Igor Bernardes Caciquinho oferece atendimento online. Basta selecionar "Teleconsulta" ao agendar sua consulta e você poderá ver as datas e horários disponíveis.
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Quais métodos de pagamento são aceitos por Igor Bernardes Caciquinho?Igor Bernardes Caciquinho aceita os seguintes métodos de pagamento: Cartão de Crédito, Depósito Bancário, Transferência Bancária, PIX.
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Em quais idiomas Igor Bernardes Caciquinho atende?Igor Bernardes Caciquinho atende em Espanhol, Inglês, Português.
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Como posso marcar uma consulta com Igor Bernardes Caciquinho?O calendário que Igor Bernardes Caciquinho exibe em seu perfil na Doctoralia é atualizado em tempo real. Tudo o que precisa é escolher o dia e a hora que forem mais convenientes para você. O agendamento é gratuito e você também recebe um lembrete antes da consulta.
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Quando poderia me consultar com Igor Bernardes Caciquinho?Igor Bernardes Caciquinho costuma ter horários disponíveis dentro da mesma semana ou para a semana seguinte. Verifique o calendário: você verá o primeiro horário disponível, atualizado em tempo real. Caso o horário sugerido não funcione para você, verifique outras datas. Agendar uma consulta é sempre imediato e gratuito.
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Quais são os convênios aceitos por Igor Bernardes Caciquinho?Igor Bernardes Caciquinho não aceita convênios, apenas pacientes particulares. Recomendamos que caso tenha alguma dúvida, entre em contato com o especialista.