Perguntas do paciente (304)
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Por que surge ansiedade existencial no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
Por que surge ansiedade existencial no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Do ponto de vista psicanalítico, a ansiedade existencial no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) surge porque a doença crônica confronta o sujeito com limites, vulnerabilidade e perda de controle sobre o próprio corpo. O corpo deixa de ser vivido como estável e passa a ser fonte de dor, fadiga e incerteza, abalando a sensação de segurança psíquica. Além disso, o LES pode provocar mudanças na autonomia, nos projetos de vida, na imagem corporal e nas relações, despertando medo da incapacidade, da dependência e do futuro. Essa ansiedade não se refere apenas à doença, mas ao confronto com a fragilidade da existência e com a impossibilidade de controle absoluto da vida. O trabalho clínico busca favorecer a simbolização dessas angústias e ajudar o paciente a construir novas formas de adaptação subjetiva.
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Como podemos ajudar uma pessoa aliviar as suas frustrações do comprometimento cognitivo causado pelo
Como podemos ajudar uma pessoa aliviar as suas frustrações do comprometimento cognitivo causado pelo Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá.
Quando o Lúpus afeta funções cognitivas _ memória, atenção, velocidade de raciocínio _ a pessoa costuma viver perdas internas difíceis de nomear. Essas perdas mexem com a autoestima, com a sensação de continuidade do eu e com a capacidade de confiar no próprio pensamento. O comprometimento cognitivo cria pequenas “rupturas” internas. Nomear essas mudanças (como tristeza, raiva, medo ou sensação de injustiça) reduz a angústia. A palavra organiza aquilo que, sem nome, vira sofrimento difuso. O que ajuda é validar: “Sim, isso é difícil, é uma perda real, e você tem direito de se frustrar.” A validação sustenta o ego quando ele está fragilizado.
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Quais são os tipos de transtornos de comportamento disruptivo na infância?
Quais são os tipos de transtornos de comportamento disruptivo na infância?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os transtornos de comportamento disruptivo reconhecidos pelos manuais diagnósticos incluem principalmente:
Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD)
Transtorno de Conduta (TC)
Transtorno Explosivo Intermitente (TEI)
TDAH (sobretudo o subtipo hiperativo-impulsivo)
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Quais são os objetivos do tratamento para o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (deficiência i
Quais são os objetivos do tratamento para o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (deficiência intelectual) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
O tratamento da Deficiência Intelectual (DI) serve para te ajudar a aprender melhor, se comunicar com mais facilidade, lidar com suas emoções e fazer mais coisas sozinho no dia a dia. A ideia é te dar mais autonomia, melhorar seus relacionamentos e apoiar você a construir um futuro com segurança e confiança. O acompanhamento de um especialista é vital para a boa aplicação de t´ecnicas e instrumentos que visem a execução dos objetivos do tratamento.
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Como o conceito de comportamento adaptativo pode ser definido no Transtorno do Desenvolvimento Intel
Como o conceito de comportamento adaptativo pode ser definido no Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (deficiência intelectual)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O comportamento adaptativo em pessoas com deficiência intelectual é caracterizado pela capacidade de lidar de forma eficaz com as demandas e desafios da vida diária, considerando seu nível de desenvolvimento intelectual. Ele envolve três áreas principais: 1) Habilidades conceituais: Relacionadas ao uso de linguagem, leitura, escrita, habilidades matemáticas e compreensão de conceitos de tempo e dinheiro. Pessoas com deficiência intelectual podem apresentar dificuldades nessas áreas, mas com apoio adequado, podem desenvolver habilidades básicas. 2) Habilidades sociais: Envolvem interações com outras pessoas, capacidade de comunicar-se adequadamente, de seguir normas sociais e de entender as relações interpessoais. Indivíduos com deficiência intelectual podem ter dificuldade em perceber ou reagir a contextos sociais complexos, mas podem aprender comportamentos sociais com o suporte de familiares e profissionais. 3) Habilidades práticas: Relacionadas a atividades diárias, como cuidar de si mesmo (higiene, alimentação), tomar decisões sobre o ambiente e cumprir com responsabilidades. A deficiência intelectual pode afetar a independência nessas atividades, mas as pessoas podem desenvolver autonomia com treinamentos específicos e adaptados.
Essas habilidades variam de acordo com o grau de deficiência intelectual e podem ser aprimoradas com intervenções adequadas, educação e estratégias de apoio. O comportamento adaptativo também está relacionado à capacidade de uma pessoa de viver de forma independente ou com mínima assistência, dependendo de sua idade e desenvolvimento.
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Quais os sintomas que o modelo transdiagnóstico pode ajudar a gerir no Transtorno do Desenvolvimento
Quais os sintomas que o modelo transdiagnóstico pode ajudar a gerir no Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem?
No Transtorno do Desenvolvimento Intelectual, o modelo transdiagnóstico auxilia na gestão de sintomas nucleares e associados, especialmente: déficits de autorregulação emocional, comportamentos externalizantes e internalizantes, impulsividade, rigidez cognitiva, dificuldades atencionais, ansiedade, instabilidade do humor, déficits nas habilidades sociais, baixa tolerância à frustração e comportamentos adaptativos desfuncionais, independentemente de diagnósticos comórbidos específicos.
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Quais são as abordagens diagnósticas para o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência I
Quais são as abordagens diagnósticas para o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem?
As abordagens diagnósticas do Transtorno do Desenvolvimento Intelectual incluem, de forma resumida: 1) Avaliação clínica do desenvolvimento global e do histórico médico e educacional. 2) Testes padronizados de inteligência para estimar o funcionamento intelectual. 3) Avaliação do comportamento adaptativo, considerando habilidades conceituais, sociais e práticas. 4) Análise do início do quadro no período do desenvolvimento (infância/adolescência). 6)Investigação interdisciplinar, podendo envolver aspectos neurológicos, genéticos, psicológicos e educacionais.
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Existem transtornos que compartilham fatores transdiagnósticos com o Transtorno do Desenvolvimento I
Existem transtornos que compartilham fatores transdiagnósticos com o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem com você?
Sim. Diversos transtornos compartilham fatores transdiagnósticos com o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (TDI), como alterações neurodesenvolvimentais, déficits cognitivos e adaptativos, vulnerabilidades genéticas, fatores ambientais precoces e comprometimentos na autorregulação emocional e comportamental. Entre eles destacam-se os Transtornos do Espectro Autista, TDAH, Transtornos Específicos da Aprendizagem, Transtornos da Comunicação, Transtornos do Comportamento Disruptivo e alguns transtornos psiquiátricos associados (ansiedade, humor), sobretudo quando há comorbidades e trajetórias desenvolvimentais compartilhadas.
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Que transtornos que podem ter fatores transdiagnósticos em comum com o Transtorno do Desenvolvimento
Que transtornos que podem ter fatores transdiagnósticos em comum com o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? De forma sucinta, o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual pode compartilhar fatores transdiagnósticos com:
Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Transtornos do Neurodesenvolvimento (TDAH, Transtornos de Aprendizagem)
Transtornos de Comunicação
Transtornos de Conduta e de Comportamento Disruptivo
Transtornos de Ansiedade
Transtornos do Humor.
Esses transtornos podem apresentar em comum déficits cognitivos, dificuldades adaptativas, alterações no desenvolvimento e vulnerabilidades psicossociais.
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Existem formas de avaliar a memória autobiográfica em pessoas com rebaixamento intelectual leve ?
Existem formas de avaliar a memória autobiográfica em pessoas com rebaixamento intelectual leve ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. A memória autobiográfica pode ser avaliada em pessoas com rebaixamento intelectual leve, desde que os métodos sejam adaptados. As principais formas incluem: entrevistas estruturadas, uso de estímulos visuais (fotos, objetos), linhas do tempo, e relatos guiados com apoio de informações fornecidas por cuidadores. Também é possível adaptar instrumentos como a Autobiographical Memory Interview (AMI). A avaliação deve usar linguagem simples, perguntas concretas e foco qualitativo na clareza, coerência e detalhes das lembranças.
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De que forma a introjeção pode impactar a experiência de uma doença mental crónica?
De que forma a introjeção pode impactar a experiência de uma doença mental crónica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A introjeção influencia o modo como uma pessoa lida com uma condição psíquica crônica porque, ao tomar para si vozes, críticas, expectativas ou modelos vindos do outro, o sujeito passa a viver esses elementos como parte de sua própria vida interna. Em situações de sofrimento prolongado, esses conteúdos introjetados podem fortalecer a autocrítica, aumentar sentimentos de culpa ou fixar padrões subjetivos rígidos, dificultando o enfrentamento da doença. Por outro lado, introjeções de apoio — como lembranças de cuidado, figuras protetoras ou mensagens que oferecem estabilidade — podem funcionar como recursos internos que auxiliam na elaboração da condição crônica e favorecem formas mais organizadas de lidar com ela.
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Como posso Lidar com a Inibição Comportamental? .
Como posso Lidar com a Inibição Comportamental? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A inibição se afrouxa quando você começa a dar sentido ao que te bloqueia, em vez de lutar contra isso, fale sobre seus medos, nomeie suas tensões, reconheça o desejo que fica escondido atrás da paralisia. Ao colocar em palavras, o corpo começa a se soltar. A mudança nasce do entendimento, não da força.
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Como a Inibição Comportamental se Manifesta? .
Como a Inibição Comportamental se Manifesta? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A inibição comportamental se manifesta quando o desejo tenta aparecer, mas algo dentro de você o bloqueia. Você sente vontade de agir, falar, escolher, mas o corpo trava, as palavras não vêm, a iniciativa some. É como se uma parte sua avançasse e outra puxasse você de volta. Isso pode aparecer como timidez extrema, procrastinação, silêncio, medo de se expor ou sensação de “não consigo”. No fundo, é o conflito entre o que você quer e o que teme.
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Quais são as opções de tratamento da Inibição Comportamental ?
Quais são as opções de tratamento da Inibição Comportamental ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem?
As principais opções de tratamento envolvem psicoterapia, especialmente abordagens que ajudam a compreender os conflitos internos que bloqueiam a ação, como a psicanálise.
Terapias focadas em regulação emocional, treino de habilidades sociais e, em alguns casos, acompanhamento psiquiátrico para tratar ansiedade associada também podem ajudar.
O mais importante é entender o conflito, reduzir a angústia e fortalecer a capacidade de agir.
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Quais são as causas da Inibição Comportamental ? .
Quais são as causas da Inibição Comportamental ? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A inibição comportamental costuma nascer de conflitos internos que você não consegue simbolizar totalmente. Muitas vezes, há medo de errar, angústia diante do julgamento, ou um desejo que foi reprimido, e o corpo responde parando. Também pode vir de experiências antigas em que você aprendeu que “agir é perigoso” ou que “se destacar custa caro”. Então, a inibição não é falta de força — é uma forma de proteção que seu inconsciente criou. Aos poucos, ao entender o que está por trás desse bloqueio, ele começa a perder poder.
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Quais são as características da Inibição Comportamental ?
Quais são as características da Inibição Comportamental ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A inibição comportamental costuma ter algumas marcas bem reconhecíveis.
A pessoa sente vontade de agir, mas encontra um bloqueio interno que a impede de avançar.
Surgem o travo, a dificuldade de iniciar tarefas, o silêncio onde havia fala, a sensação de “não consigo” mesmo sabendo o que fazer.
Às vezes aparece como procrastinação, retraimento social, medo de errar ou de se expor. É uma mistura de desejo e temor, em que o corpo e a mente recuam para evitar uma angústia que ainda não foi simbolizada. São sinais de um conflito interno pedindo tradução.
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Como estimular o controle inibitório desde a primeira infância?
Como estimular o controle inibitório desde a primeira infância?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem?
O controle inibitório começa a se formar quando a criança percebe que não precisa agir no mesmo ritmo dos seus impulsos, e isso acontece sobretudo na relação com quem cuida dela.
Você pode ajudar de algumas formas:
1. Dando nome às emoções dela. Quando você diz “eu sei que você ficou com raiva” ou “parece que você ficou frustrado”, a criança aprende a pensar antes de agir.
2. Mantendo rotinas claras e previsíveis. A previsibilidade acalma o corpo e ajuda a criança a tolerar pequenos atrasos e frustrações.
3. Contendo sem punir. Segurar o impulso dela com firmeza e carinho — “eu sei que você quer, mas agora não é hora” — mostra que existe um limite, mas sem quebrar a ligação afetiva.
4. Mostrando que esperar é possível. Pequenos convites, como “vamos contar até três antes de pegar?”, ajudam a criança a criar esse espaço interno entre o desejo e a ação.
5. Sendo um modelo. Quando ela vê você respirando fundo, se organizando, pensando antes de fazer, ela aprende a fazer o mesmo.
No fundo, o controle inibitório nasce do vínculo: a criança sente que é amparada, e isso dá segurança para não agir de maneira impulsiva o tempo todo.
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Como o funcionamento intelectual borderline (limítrofe) pode afetar o desenvolvimento emocional e so
Como o funcionamento intelectual borderline (limítrofe) pode afetar o desenvolvimento emocional e social de uma pessoa adulta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
O funcionamento intelectual borderline, na vida adulta, costuma trazer marcas emocionais ligadas à sensação de insuficiência, vergonha e medo de exposição, muitas vezes herdadas de experiências escolares frustrantes. Emoções como sensibilidade à crítica, dificuldade de lidar com frustrações e tendência ao retraimento tornam-se frequentes. Socialmente, pode haver insegurança para assumir responsabilidades, receio de errar e medo de julgamento, o que leva a evitar certos ambientes profissionais ou relacionais. A autoestima fragilizada pode fazer com que pequenas falhas sejam vividas como rejeição. Ainda assim, quando há acolhimento e apoio para organizar o cotidiano, a pessoa pode reconstruir seu sentimento de competência e desenvolver modos mais estáveis e confiantes de se posicionar no mundo.
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O que deve ser feito para que haja uma melhora do funcionamento intelectual borderline (limítrofe) ?
O que deve ser feito para que haja uma melhora do funcionamento intelectual borderline (limítrofe) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
A melhora no funcionamento intelectual borderline envolve oferecer suporte contínuo, tanto emocional quanto cognitivo. Isso inclui intervenções psicoeducacionais, estratégias de organização e rotina, ensino de habilidades adaptativas, acompanhamento psicoterápico para trabalhar autoestima e manejo da ansiedade, além de adaptações no ambiente que reduzam sobrecarga e valorizem o ritmo singular da pessoa. Com apoio consistente e condições mais previsíveis, o sujeito consegue fortalecer suas capacidades, ampliar autonomia e desenvolver modos mais estáveis de lidar com as demandas do cotidiano.
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Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com funcionamento intelectua
Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com funcionamento intelectual borderline (limítrofe) no contexto escolar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A pessoa com funcionamento intelectual borderline costuma viver a escola como um espaço de constante comparação e sentimento de inadequação. As exigências de ritmo e rendimento frequentemente despertam vergonha e retraimento. Demandas abstratas e tarefas que exigem planejamento tendem a ser vividas como excessivas. A ansiedade aumenta quando o sujeito percebe que suas capacidades não acompanham o que o ambiente escolar solicita. Dificuldades de atenção, organização e impulsividade podem comprometer o desempenho e a continuidade das tarefas. Essas manifestações são muitas vezes mal interpretadas como desinteresse, gerando maior conflito interno. O medo de julgamento leva o aluno a esconder dúvidas e a evitar pedir ajuda. Sentimentos de desvalia e insuficiência tornam o cotidiano escolar emocionalmente desgastante. A preocupação com o futuro aparece como angústia recorrente, marcada pela dúvida sobre a própria capacidade.
A teoria aponta que o sofrimento diminui quando o sujeito encontra espaço para nomear suas angústias e sustentar um modo singular de aprender.
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Perguntas frequentes
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entrada do canal esbranquiçada e não melhora é normal ou eu deveria procurar a ginecologista denovo?
Uma alteração esbranquiçada persistente na entrada vaginal merece nova avaliação…