Perguntas do paciente (251)

  • Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?

    Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Se você vai iniciar o acompanhamento com outro psicólogo, o ideal é conversar com o profissional que está atendendo você atualmente. Essa conversa pode ser uma oportunidade para encerrar o processo de forma respeitosa, esclarecer os motivos da mudança e até refletir sobre o que você busca nessa nova etapa.

    Caso se sinta à vontade, também é interessante informar ao novo psicólogo que já fazia terapia e compartilhar um pouco da sua experiência. Isso pode facilitar a compreensão da sua história e dar continuidade ao cuidado com a sua saúde mental.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que a qualidade da relação terapêutica é um dos fatores que contribuem para o tratamento. Por isso, é natural que, em alguns momentos, a pessoa perceba que precisa de uma abordagem diferente ou de um profissional com quem se identifique mais.

    Se essa mudança tem gerado dúvidas, ansiedade ou sobrecarga emocional, vale a pena conversar abertamente sobre isso durante o processo. E, se você busca um atendimento psicológico online baseado na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entre em contato. Ficarei feliz em explicar como funciona o acompanhamento e tirar suas dúvidas.


  • Quais vieses de processamento interpessoal (hostilidade, abandono) podem ser medidos em avaliação ne

    Quais vieses de processamento interpessoal (hostilidade, abandono) podem ser medidos em avaliação neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Os vieses de processamento interpessoal, como tendência a perceber hostilidade, rejeição ou abandono, geralmente não são medidos de forma direta em uma avaliação neuropsicológica. O foco da avaliação neuropsicológica é investigar funções cognitivas, como atenção, memória, linguagem, funções executivas e raciocínio.

    Quando há interesse em compreender como a pessoa interpreta as intenções dos outros ou reage aos relacionamentos, o profissional pode complementar a avaliação com entrevistas clínicas e instrumentos psicológicos específicos que investigam personalidade, crenças, funcionamento emocional e padrões de relacionamento.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), esses vieses são entendidos como padrões de interpretação que podem fazer a pessoa perceber ameaça, rejeição ou abandono mesmo em situações ambíguas. Eles podem estar relacionados a experiências de vida, ansiedade, traumas ou outros fatores, e influenciam diretamente pensamentos, emoções e comportamentos.

    Se você percebe que esses padrões têm causado conflitos, sofrimento ou sobrecarga emocional, uma avaliação psicológica pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • Quais distorções cognitivas mantêm os ciclos de instabilidade interpessoal e emocional?

    Quais distorções cognitivas mantêm os ciclos de instabilidade interpessoal e emocional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Algumas distorções cognitivas podem contribuir para manter ciclos de instabilidade interpessoal e emocional, porque influenciam a forma como a pessoa interpreta as situações e reage a elas.

    Entre as mais comuns estão a **leitura mental** (acreditar que sabe o que o outro está pensando), a **catastrofização** (imaginar sempre o pior desfecho), a **personalização** (interpretar acontecimentos como se fossem sempre sobre si), o **pensamento tudo ou nada** (ver as pessoas ou as relações como totalmente boas ou totalmente ruins) e o **raciocínio emocional** (concluir que algo é verdadeiro apenas porque sente dessa forma).

    Na **Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)**, entendemos que essas interpretações podem aumentar a **ansiedade**, gerar conflitos nos relacionamentos e intensificar a **sobrecarga emocional**. Por exemplo, uma mensagem não respondida pode ser interpretada como rejeição, despertando emoções intensas e comportamentos que acabam reforçando esse ciclo.

    Identificar esses padrões é um passo importante para desenvolver formas mais equilibradas de interpretar as situações e fortalecer a **saúde mental**. Se você percebe que esses ciclos têm se repetido na sua vida e afetado seus relacionamentos, buscar acompanhamento psicológico pode fazer a diferença. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela **Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)**. Será um prazer ajudar.


  • Como modos disfuncionais (Criança Vulnerável, Criança Raivosa, Pai Crítico) se manifestam nas sessõe

    Como modos disfuncionais (Criança Vulnerável, Criança Raivosa, Pai Crítico) se manifestam nas sessões de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Na prática clínica, esses modos costumam aparecer durante o relato do paciente e na forma como ele vivencia as situações dentro e fora da terapia.

    A **Criança Vulnerável** pode se manifestar por sentimentos intensos de medo, rejeição, solidão ou desamparo. Já a **Criança Raivosa** tende a aparecer quando a pessoa reage com irritação ou explosões emocionais diante de situações que percebe como injustas ou frustrantes. O **Pai Crítico**, por sua vez, costuma surgir como uma voz interna marcada por cobranças, culpa e autocrítica excessiva.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), identificar esses padrões ajuda a compreender como pensamentos, emoções e comportamentos se relacionam e mantêm o sofrimento psicológico. A partir dessa compreensão, é possível desenvolver estratégias para responder às situações de forma mais flexível, reduzindo a ansiedade, a autocrítica e a sobrecarga emocional.

    Se você percebe que esses padrões fazem parte da sua rotina e têm impactado sua saúde mental ou seus relacionamentos, vale a pena buscar acompanhamento psicológico. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • O que diferencia defesas primitivas de defesas maduras?

    O que diferencia defesas primitivas de defesas maduras?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    A principal diferença está na forma como a pessoa lida com conflitos internos e situações de estresse.

    As **defesas primitivas** costumam distorcer mais a percepção da realidade e são utilizadas para aliviar um sofrimento intenso. Já as **defesas maduras** permitem enfrentar as dificuldades de maneira mais adaptativa, preservando o contato com a realidade e favorecendo relações mais saudáveis.

    É importante lembrar que todos nós utilizamos mecanismos de defesa em algum momento. Eles só passam a ser um problema quando se tornam rígidos, frequentes e começam a impactar a saúde mental, os relacionamentos ou gerar sobrecarga emocional.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o foco é compreender como pensamentos, emoções e comportamentos mantêm o sofrimento e desenvolver estratégias mais flexíveis para lidar com os desafios do dia a dia.

    Se você percebe que determinados padrões têm se repetido e afetado sua qualidade de vida, buscar acompanhamento psicológico pode ajudar. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • “Quais são os impactos dos mecanismos de defesa maduros e primitivos sobre a função executiva, o con

    “Quais são os impactos dos mecanismos de defesa maduros e primitivos sobre a função executiva, o controle emocional e o desempenho cognitivo do indivíduo?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Os mecanismos de defesa podem influenciar a forma como a pessoa lida com situações de estresse e, consequentemente, impactar o controle emocional e o desempenho cognitivo.

    Quando predominam **defesas maduras**, a pessoa tende a enfrentar os desafios de maneira mais flexível, favorecendo a regulação das emoções, a tomada de decisões e o uso das funções executivas, como planejamento, organização e resolução de problemas.

    Já as **defesas primitivas** podem dificultar esse processo, pois costumam estar associadas a interpretações mais rígidas da realidade e a reações emocionais intensas. Isso pode aumentar a ansiedade, gerar sobrecarga emocional e prejudicar funções como atenção, memória de trabalho e controle inibitório, especialmente em momentos de maior estresse.

    É importante destacar que nenhum mecanismo de defesa, isoladamente, determina o funcionamento cognitivo de uma pessoa. A avaliação deve considerar o contexto, a história de vida e a presença de possíveis transtornos que também podem influenciar essas habilidades.

    Se você percebe que dificuldades no controle emocional, na atenção ou nas funções executivas têm afetado sua qualidade de vida, uma avaliação psicológica pode ajudar a compreender esses padrões. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • “De que maneira crenças centrais, esquemas cognitivos e padrões de regulação emocional aprendidos na

    “De que maneira crenças centrais, esquemas cognitivos e padrões de regulação emocional aprendidos na infância mediam a relação entre experiências de apego precoce e o desenvolvimento de características de personalidade borderline na vida adulta?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    As experiências de apego precoce influenciam a forma como a pessoa passa a interpretar a si mesma, os outros e o mundo. A partir dessas vivências, podem se desenvolver **crenças centrais** e **esquemas cognitivos**, como "vou ser abandonado", "não sou digno de amor" ou "não posso confiar nas pessoas".

    Essas crenças tendem a influenciar a **regulação emocional**, tornando algumas pessoas mais sensíveis à rejeição, ao medo de abandono e às mudanças nos relacionamentos. Diante dessas situações, emoções intensas podem levar a comportamentos impulsivos ou a dificuldades para manter vínculos estáveis.

    Na **Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)**, compreendemos que não são apenas as experiências da infância que mantêm o sofrimento, mas também a forma como elas continuam influenciando os pensamentos, as emoções e os comportamentos na vida adulta. Por isso, o tratamento busca identificar esses padrões e desenvolver estratégias mais flexíveis e saudáveis de lidar com as relações e com as próprias emoções.

    Se você percebe que padrões de abandono, instabilidade nos relacionamentos, ansiedade ou sobrecarga emocional têm se repetido na sua vida, buscar acompanhamento psicológico pode ser um passo importante. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado

    Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado uma pessoa difícil e estamos discutindo constantemente, nossa primeira discussão foi porque ele começou a questionar respostas de comentários das minhas fotos de 2022, época que eu não estava com ele, e nos comentários não tinha nada de mais. Ele sempre questiona coisas bobas e sempre faz muitas perguntas e quer saber muitos detalhes sempre, ele viu uma foto antiga com um amigo meu e começou a questionar, vocês estão muito perto não acha? Como vocês conversavam? porque tirou essa foto? para quem mandou? porque tirou para mandar para outra pessoa?... Isso me incomoda e ao falar sobre com ele, ele fala que só está tentando me entender melhor e que não tem culpa de eu só ter tido relacionamentos rasos e que passado importa para ele, isso está acabando com a minha cabeça e eu não estou conseguindo ficar feliz, pois sei que quando ele está perto e estamos conversando eu posso falar algo ou fazer e ele começar a questionar e acabar com o momento feliz. Ele já falou que não é ciúmes e nem desconfiança. Sinto que nenhuma resposta e o suficiente para ele. O que fazer? Devo procurar um especialista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Pelo que você descreve, o que mais chama atenção não são as perguntas em si, mas o efeito que essa dinâmica está tendo em você. Em apenas um mês de relacionamento, você já se sente preocupada com o que pode falar ou fazer para evitar novos questionamentos. Isso merece atenção.

    É natural que, no início de um relacionamento, exista curiosidade sobre a história do outro. Porém, quando as perguntas são constantes, focam em situações do passado e nenhuma resposta parece ser suficiente, isso pode gerar desgaste emocional e insegurança.

    Vale a pena conversar com ele sobre como você se sente diante desses questionamentos e observar se há abertura para que seus limites sejam respeitados. Um relacionamento saudável também envolve confiança e respeito pela história de cada um.

    Se essa situação está afetando seu bem-estar, conversar com um psicólogo pode ser uma boa ideia. A terapia ajuda a compreender seus sentimentos, fortalecer seus limites e avaliar, com mais clareza, se essa relação está contribuindo para a sua saúde mental ou gerando sofrimento.


  • Quais são os principais desafios clínicos e psicopatológicos associados à comorbidade entre o Transt

    Quais são os principais desafios clínicos e psicopatológicos associados à comorbidade entre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), particularmente no que se refere à formulação diagnóstica, à dinâmica sintomatológica e às implicações terapêuticas na prática psiquiátrica contemporânea?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Os principais desafios clínicos começam pela formulação diagnóstica. Sintomas como impulsividade, pensamentos recorrentes, ansiedade intensa e dificuldade na regulação emocional podem estar presentes em ambos os transtornos, mas por motivos distintos. Por isso, é fundamental compreender a função de cada sintoma, sua frequência, intensidade e o contexto em que ocorre.

    Outro desafio é a dinâmica sintomatológica. Enquanto o TOC costuma ser marcado por obsessões e compulsões que buscam reduzir a ansiedade, o TPB envolve maior instabilidade emocional, medo de abandono, impulsividade e dificuldades nos relacionamentos. Quando coexistem, esses sintomas podem se potencializar, aumentando a sobrecarga emocional e os prejuízos na vida social, familiar e profissional.

    Do ponto de vista terapêutico, o tratamento precisa ser individualizado. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é realizada uma formulação de caso para compreender como pensamentos, emoções e comportamentos estão mantendo o sofrimento. A partir dessa compreensão, são desenvolvidas estratégias específicas para trabalhar tanto os sintomas do TOC quanto as dificuldades de regulação emocional e de relacionamento associadas ao TPB. Em muitos casos, o acompanhamento conjunto com o psiquiatra também é importante para avaliar a necessidade de tratamento medicamentoso.

    Se você convive com sintomas semelhantes ou busca compreender melhor esse tipo de comorbidade, uma avaliação psicológica pode ajudar a identificar os fatores envolvidos e definir o tratamento mais adequado. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • Quais os maiores desafios em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Transtorno

    Quais os maiores desafios em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) coexistentes?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Os maiores desafios em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) coexistentes estão relacionados à interação entre os sintomas, que pode aumentar o sofrimento psicológico e a sobrecarga emocional.

    É comum que a ansiedade provocada pelas obsessões e compulsões se some à dificuldade de regulação emocional, ao medo de abandono e à impulsividade. Essa combinação pode impactar os relacionamentos, dificultar a rotina, aumentar os conflitos interpessoais e prejudicar a qualidade de vida.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), um dos principais desafios é compreender como esses padrões se influenciam mutuamente, para que o tratamento seja individualizado. A avaliação cuidadosa permite identificar quais pensamentos, emoções e comportamentos estão mantendo o sofrimento e desenvolver estratégias que favoreçam maior equilíbrio emocional e funcionalidade.

    Se você convive com esses sintomas ou tem dúvidas sobre esse diagnóstico, buscar uma avaliação psicológica é um passo importante. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • “Quais impactos a comorbidade entre Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Obse

    “Quais impactos a comorbidade entre Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode ocasionar na vida psíquica e social do paciente?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    A comorbidade entre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode tornar o sofrimento psicológico mais intenso, pois os sintomas de ambos os transtornos podem interagir e aumentar os desafios do dia a dia.

    Enquanto o TOC costuma envolver obsessões e compulsões que geram ansiedade, o TPB está associado à dificuldade na regulação emocional, medo de abandono, impulsividade e instabilidade nos relacionamentos. Essa combinação pode aumentar a sobrecarga emocional, dificultar a tomada de decisões, gerar conflitos interpessoais e impactar a vida familiar, social e profissional.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é fundamental compreender como esses padrões se manifestam em cada pessoa, já que o tratamento precisa ser individualizado. Identificar a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos permite desenvolver estratégias para reduzir os sintomas, melhorar o controle emocional e promover mais qualidade de vida.

    Se você percebe que esses sintomas têm afetado sua saúde mental ou seus relacionamentos, procurar uma avaliação psicológica pode ser um passo importante. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar você.


  • “De que forma a comorbidade entre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Obse

    “De que forma a comorbidade entre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) repercute no funcionamento psíquico e nas relações sociais do paciente?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Quando o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ocorrem juntos, os desafios podem ser mais intensos, mas é importante lembrar que cada pessoa vivencia essa combinação de forma diferente.

    O TOC costuma estar relacionado à presença de obsessões e compulsões que geram ansiedade e interferem na rotina. Já o TPB pode envolver dificuldade na regulação emocional, impulsividade, medo de abandono e instabilidade nos relacionamentos. Quando há comorbidade, esses sintomas podem se influenciar mutuamente, aumentando o sofrimento, a sobrecarga emocional e os prejuízos na vida social, familiar e profissional.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o tratamento busca compreender como pensamentos, emoções e comportamentos estão mantendo esse ciclo, desenvolvendo estratégias específicas para cada dificuldade. Com um acompanhamento adequado, é possível reduzir os sintomas, melhorar o controle emocional e fortalecer a qualidade de vida.

    Se você convive com esses sintomas ou tem dúvidas sobre esse diagnóstico, uma avaliação psicológica é fundamental. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • “De que forma a presença concomitante de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Transtorno O

    “De que forma a presença concomitante de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) interfere na dinâmica psíquica do paciente?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    A presença concomitante do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode tornar a dinâmica psíquica mais complexa, pois os sintomas de um transtorno podem intensificar o sofrimento relacionado ao outro.

    Enquanto o TOC costuma envolver pensamentos obsessivos e compulsões que aumentam a ansiedade, o TPB pode estar associado à dificuldade na regulação emocional, impulsividade, medo de abandono e instabilidade nos relacionamentos. Essa interação pode gerar uma maior sobrecarga emocional, dificultar a tomada de decisões e favorecer ciclos de sofrimento que impactam diferentes áreas da vida.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o foco é compreender como pensamentos, emoções e comportamentos estão se relacionando e mantendo esses padrões. A partir de uma avaliação individualizada, é possível desenvolver estratégias para reduzir os sintomas, fortalecer a regulação emocional e melhorar a qualidade de vida.

    Se você convive com essas dificuldades ou busca compreender melhor esse funcionamento, uma avaliação psicológica pode fazer a diferença. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • “Quais manifestações psicológicas podem surgir em pacientes que apresentam simultaneamente Transtorn

    “Quais manifestações psicológicas podem surgir em pacientes que apresentam simultaneamente Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Pacientes que apresentam simultaneamente o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) podem vivenciar um sofrimento psicológico mais intenso, embora as manifestações variem de acordo com cada caso.

    É comum haver dificuldade na regulação emocional, ansiedade, medo de abandono, pensamentos obsessivos, compulsões, impulsividade e conflitos nos relacionamentos. Essa combinação também pode aumentar a sobrecarga emocional, favorecer sentimentos de culpa, insegurança e prejudicar o funcionamento social, familiar e profissional.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a avaliação individual é essencial para compreender como esses sintomas se relacionam e quais pensamentos, emoções e comportamentos estão mantendo o sofrimento. A partir disso, é possível desenvolver estratégias para melhorar o controle emocional, reduzir os sintomas e promover mais qualidade de vida.

    Se você convive com essas dificuldades ou tem dúvidas sobre esses transtornos, buscar acompanhamento psicológico pode fazer a diferença. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • “Quais aspectos psicológicos podem estar relacionados à coexistência entre Transtorno de Personalida

    “Quais aspectos psicológicos podem estar relacionados à coexistência entre Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Alguns aspectos psicológicos podem estar relacionados à coexistência entre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), como dificuldade na regulação emocional, ansiedade intensa, medo de abandono, perfeccionismo, rigidez cognitiva e pensamentos intrusivos que geram sofrimento.

    Essa combinação também pode favorecer conflitos nos relacionamentos, impulsividade, sentimentos de culpa e uma maior sobrecarga emocional, impactando a qualidade de vida e o funcionamento social, familiar e profissional.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), buscamos compreender como pensamentos, emoções e comportamentos interagem e mantêm esse ciclo de sofrimento. A partir de uma avaliação psicológica individualizada, é possível desenvolver estratégias para lidar com os sintomas, fortalecer o controle emocional e promover mais qualidade de vida.

    Se você se identifica com essas dificuldades ou tem dúvidas sobre esses transtornos, buscar acompanhamento psicológico pode ser um passo importante. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • “Quais são as principais características sintomatológicas do Transtorno de Personalidade Borderline

    “Quais são as principais características sintomatológicas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é caracterizado por um padrão persistente de instabilidade emocional, nos relacionamentos, na autoimagem e nos comportamentos. No entanto, é importante lembrar que apenas uma avaliação realizada por um profissional pode confirmar esse diagnóstico.

    Entre as principais características estão a dificuldade na regulação emocional, medo intenso de abandono, impulsividade, mudanças rápidas de humor, sensação de vazio, conflitos frequentes nos relacionamentos e, em alguns casos, comportamentos de automutilação ou ideação suicida. A intensidade e a combinação desses sintomas variam de uma pessoa para outra.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), buscamos compreender como pensamentos, emoções e comportamentos contribuem para manter esse sofrimento. Com um acompanhamento adequado, é possível desenvolver estratégias para melhorar o controle emocional, fortalecer os relacionamentos e promover mais qualidade de vida.

    Se você se identifica com esses sintomas ou conhece alguém que esteja passando por essa situação, buscar uma avaliação psicológica é um passo importante. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • “Quais são os principais achados clínicos e neurocognitivos associados ao Transtorno de Personalidad

    “Quais são os principais achados clínicos e neurocognitivos associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), segundo a neuropsicologia contemporânea, com ênfase na desregulação emocional, impulsividade, cognição social e funções executivas?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Segundo a neuropsicologia contemporânea, o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) está frequentemente associado a alterações na regulação emocional, impulsividade, cognição social e funções executivas.

    A desregulação emocional é considerada uma das principais características do transtorno, levando a respostas emocionais intensas, dificuldade para retornar ao equilíbrio e maior sensibilidade a situações de rejeição ou abandono. A impulsividade também pode estar presente, influenciando a tomada de decisões e favorecendo comportamentos impulsivos em momentos de sofrimento.

    Em relação à cognição social, algumas pessoas podem apresentar dificuldades para interpretar adequadamente as intenções, emoções e comportamentos dos outros, o que pode contribuir para conflitos interpessoais e instabilidade nos relacionamentos.

    Já as funções executivas, como planejamento, flexibilidade cognitiva, controle inibitório e memória de trabalho, podem apresentar prejuízos em parte dos pacientes, especialmente em situações de estresse ou intensa sobrecarga emocional. No entanto, esses achados variam entre os indivíduos e não são suficientes, isoladamente, para estabelecer o diagnóstico.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), compreender como esses aspectos cognitivos e emocionais se relacionam permite construir um plano de tratamento individualizado, com estratégias voltadas para a regulação emocional, redução da impulsividade e fortalecimento das habilidades de enfrentamento.

    Se você tem dúvidas sobre o TPB ou percebe que esses padrões têm afetado sua saúde mental e seus relacionamentos, uma avaliação psicológica pode trazer mais clareza sobre o seu funcionamento. Se desejar, entre em contato para saber como funciona meu atendimento psicológico online pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Será um prazer ajudar.


  • “Como déficits em flexibilidade cognitiva (set-shifting), avaliados por meio de instrumentos neurops

    “Como déficits em flexibilidade cognitiva (set-shifting), avaliados por meio de instrumentos neuropsicológicos de funções executivas, impactam o desempenho no funcionamento interpessoal de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Sim, pode existir uma relação. Mas, antes, vale entender o que é flexibilidade cognitiva.

    Flexibilidade cognitiva é a capacidade de mudar a forma de pensar ou agir quando uma situação pede isso. É conseguir olhar para um problema por outro ângulo, considerar novas possibilidades e adaptar o comportamento quando algo não sai como o esperado.

    Em algumas pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), essa habilidade pode ficar mais difícil, principalmente em momentos de intensa emoção. Quando isso acontece, pequenos conflitos podem parecer muito maiores, pode ser mais difícil compreender o ponto de vista do outro e encontrar formas diferentes de lidar com uma situação.

    Isso acaba influenciando o funcionamento interpessoal, ou seja, a maneira como a pessoa se relaciona com familiares, amigos e parceiros. Às vezes, uma conversa pode terminar em um conflito porque fica difícil sair daquele primeiro pensamento ou daquela emoção intensa que apareceu.

    Os instrumentos de avaliação neuropsicológica ajudam a identificar como funções executivas, como a flexibilidade cognitiva, estão funcionando. Mas eles são apenas uma parte da avaliação. É sempre importante interpretar esses resultados junto com a história da pessoa, os sintomas e a forma como essas dificuldades aparecem no dia a dia.

    Na terapia, esse é um aspecto que também pode ser trabalhado. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ajuda a pessoa a perceber seus padrões de pensamento, desenvolver formas mais flexíveis de lidar com os desafios e construir relacionamentos mais saudáveis. O objetivo não é mudar quem ela é, mas ajudá-la a responder às situações com mais equilíbrio e menos sofrimento, tornando a rotina e as relações mais leves.


  • “Qual é a relação entre prejuízos na flexibilidade cognitiva e padrões disfuncionais de cognição, em

    “Qual é a relação entre prejuízos na flexibilidade cognitiva e padrões disfuncionais de cognição, emoção e comportamento no funcionamento interpessoal de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) segundo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) contemporânea?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Quando falamos em Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), é importante entender que emoções, pensamentos e comportamentos estão conectados. Por isso, uma dificuldade em uma dessas áreas acaba influenciando as outras também.

    A flexibilidade cognitiva é a capacidade de olhar para uma situação por mais de um ponto de vista e adaptar a forma de pensar quando necessário. Quando essa habilidade está prejudicada, a pessoa pode ter mais dificuldade para encontrar outras maneiras de interpretar o que aconteceu.

    Imagine, por exemplo, que um amigo demorou para responder uma mensagem. Em vez de considerar diferentes possibilidades, a pessoa pode concluir rapidamente que foi rejeitada ou que fez algo errado. Esse pensamento desperta emoções muito intensas, como tristeza, raiva ou medo de abandono, que podem levar a comportamentos impulsivos ou conflitos no relacionamento.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que esses padrões não surgem do nada. Eles são construídos ao longo da vida e acabam influenciando a forma como a pessoa interpreta as situações e reage a elas. A boa notícia é que esses padrões podem ser identificados e trabalhados.

    O objetivo da terapia não é fazer a pessoa deixar de sentir emoções, mas ajudá-la a reconhecer esses pensamentos automáticos, desenvolver uma forma mais flexível de enxergar as situações e responder de maneira que faça mais sentido para a vida que deseja construir.

    É justamente esse trabalho que contribui para melhorar os relacionamentos, diminuir os conflitos e aumentar a qualidade de vida. Na minha prática clínica, utilizando a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), ajudo cada pessoa a compreender esses padrões com calma e, aos poucos, desenvolver estratégias para lidar com as emoções e os desafios do dia a dia de forma mais leve e saudável.


  • “De que modo déficits em flexibilidade cognitiva se relacionam com a manutenção de padrões disfuncio

    “De que modo déficits em flexibilidade cognitiva se relacionam com a manutenção de padrões disfuncionais de pensamento, regulação emocional e comportamento interpessoal em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), considerando a persistência de crenças nucleares, vieses de processamento cognitivo e dificuldades de adaptação comportamental em contextos relacionais à luz da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) contemporânea?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Gleyce  Fidelis

    Quando falamos em Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), é importante lembrar que a forma como uma pessoa pensa, sente e age está conectada. Por isso, uma dificuldade em mudar a forma de enxergar uma situação pode acabar influenciando também as emoções e os relacionamentos.

    A flexibilidade cognitiva é justamente a capacidade de considerar outras possibilidades diante de um problema. Quando ela está prejudicada, pode ser mais difícil sair da primeira interpretação que surgiu. E nem sempre essa interpretação corresponde ao que realmente aconteceu.

    Por exemplo, imagine que alguém importante não respondeu uma mensagem. Uma pessoa pode pensar: "Ela deve estar ocupada". Outra pode concluir imediatamente: "Ela não gosta mais de mim". Quando esse segundo pensamento aparece com muita força, é comum que emoções como medo, tristeza ou raiva também apareçam de forma intensa.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que isso pode estar relacionado a crenças que foram construídas ao longo da vida, como a sensação de não ser importante, de ser rejeitado ou de que as pessoas sempre vão embora. Sem perceber, essas crenças influenciam a maneira como a pessoa interpreta as situações e podem fazer com que ela veja ameaças mesmo quando elas não existem.

    Esse funcionamento também pode dificultar a adaptação nos relacionamentos. Em vez de conseguir parar, refletir e buscar outras explicações, a pessoa pode agir no impulso, se afastar, discutir ou tomar decisões que depois trazem sofrimento.

    A boa notícia é que esses padrões podem ser trabalhados. Na terapia, o objetivo não é mudar quem a pessoa é, mas ajudá-la a reconhecer esses pensamentos, compreender de onde eles vêm e desenvolver formas mais flexíveis de lidar com as emoções e com os desafios dos relacionamentos.

    É esse trabalho que realizo no consultório por meio da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Juntos, buscamos entender os padrões que mantêm o sofrimento e construir maneiras mais saudáveis de pensar, sentir e se relacionar, para que a pessoa tenha mais equilíbrio, autonomia e qualidade de vida.


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