Perguntas do paciente (251)
-
Ressaltando que depressão e Burnout são patologias diferentes, sofro de depressão há 20 anos e sou
Ressaltando que depressão e Burnout são patologias diferentes, sofro de depressão há 20 anos e sou acompanhada e medicada por psiquiatra. Após perda gradual da minha energia fui diagnosticada com Burnout por um endócrino, mas ele não trata esta doença. Qual médico devo procurar para tratar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Você está certa em destacar que depressão e burnout não são a mesma coisa. E, no seu caso, existe ainda outro ponto importante: você já convive com a depressão há muitos anos, está em acompanhamento psiquiátrico e percebeu uma perda gradual de energia que levou ao diagnóstico de burnout.
Por isso, acredito que o caminho não precisa ser procurar um profissional que trate apenas “uma coisa” ou outra.
O burnout está ligado ao trabalho e à forma como ele vem afetando a sua saúde. Mas, quando já existe um histórico de depressão, é importante olhar para o quadro como um todo.
Uma possibilidade é conversar com o seu psiquiatra e explicar essa perda de energia e o diagnóstico que recebeu. Ele poderá avaliar como você está neste momento, considerar outros fatores que possam estar contribuindo para os sintomas e orientar os próximos passos.
Além do acompanhamento médico, a psicoterapia também pode ser um espaço importante nesse processo.
Porque, muitas vezes, não basta apenas recuperar a energia para conseguir voltar a fazer exatamente tudo o que fazia antes.
Vale a pena entender o que foi acontecendo até você chegar a esse ponto.
Imagine uma pessoa que percebe que está sem combustível. Colocar mais combustível no carro é importante. Mas, se ela continua fazendo o mesmo caminho, na mesma velocidade e sem parar, talvez em algum momento fique sem combustível novamente.
Na terapia, podemos olhar para essa parte.
Como era a sua relação com o trabalho antes de chegar à exaustão?
O que fazia você continuar quando já estava cansada?
O que você acredita que aconteceria se diminuísse o ritmo?
Você estava assumindo responsabilidades que poderiam ser divididas?
Meu trabalho não seria apenas ajudá-la a “voltar ao normal”, mas entender o que esse processo está mostrando sobre a forma como você vinha vivendo e trabalhando.
Porque talvez a pergunta não seja apenas: “Como faço para recuperar minha energia?”
Mas também:
**“O que precisa mudar para que eu não precise perder toda a minha energia novamente?”**
Considerando o seu histórico e os sintomas atuais, conversar com o psiquiatra que já acompanha você e manter ou iniciar um acompanhamento psicológico pode ajudar a construir esse cuidado de forma mais completa. E, caso surjam sintomas novos ou diferentes, outros profissionais podem ser incluídos conforme a necessidade identificada na avaliação.
-
Tive sintomas como palpitação, formigamento, ataque cardia, sentimento de morte. Utilizo succinato
Tive sintomas como palpitação, formigamento, ataque cardia, sentimento de morte. Utilizo succinato de Desvenlafaxina, os ataques não apareceram mais. 8 meses depois, tive um momento stressante. Porém, não tive mais ataques e sim vejo algumas sombras. Pode haver uma relação com a ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Entendo a sua dúvida, principalmente porque você percebeu que, depois daquele momento de muito estresse, não teve novamente os mesmos sintomas das crises anteriores, mas começou a perceber algo diferente: ver algumas sombras.
A ansiedade pode causar manifestações físicas e mudanças na forma como percebemos o que está acontecendo ao nosso redor. Porém, quando surge um sintoma novo, como perceber sombras ou alterações na visão, é importante não concluir sozinho que tudo é ansiedade.
Imagine que você está ouvindo um barulho dentro de casa. Pode ser algo simples, como uma janela batendo com o vento. Mas, antes de decidir o que é, você precisa olhar de onde o barulho está vindo.
Com os sintomas acontece algo parecido. Como você já passou por crises de ansiedade, pode ser natural relacionar qualquer sensação diferente à ansiedade. Mas isso não significa que todos os sintomas tenham a mesma causa.
Por isso, além de conversar sobre esse momento de estresse e sobre como você está emocionalmente, vale procurar o médico que acompanha seu tratamento ou outro profissional de saúde para relatar essa alteração. Como você utiliza medicação, também é importante não fazer mudanças por conta própria.
Na terapia, podemos trabalhar a ansiedade, o medo de que uma nova crise aconteça e a forma como você tem lidado com situações de estresse. Mas, neste caso, cuidar também significa investigar esse novo sintoma para entender melhor o que está acontecendo.
Você não precisa escolher entre olhar para o emocional ou para o físico. Às vezes, o cuidado começa justamente quando paramos de tentar adivinhar a causa e procuramos entender o que o nosso corpo está mostrando.
-
Trabalho c crianças e comecei a ter crise de pânico. Nao gosto delas. Como lidar c isso ja q preciso
Trabalho c crianças e comecei a ter crise de pânico. Nao gosto delas. Como lidar c isso ja q preciso trabalhar. Estou de licença médica mas ja estou sofrendo por ter q voltar.
Tenho depressão bem forte tbm.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Pelo que você contou, parece que você está sofrendo antes mesmo de voltar ao trabalho. Só de pensar na volta, seu corpo já está reagindo.
E talvez seja importante olhar para uma coisa: o problema não precisa ser simplesmente “não gosto de crianças”.
Às vezes, quando estamos muito sobrecarregados ou vivendo uma depressão, até coisas que antes conseguíamos fazer passam a exigir uma energia que já não temos.
Imagine que você tem um celular com 5% de bateria. Qualquer aplicativo que você abre pode fazer a bateria acabar. Isso não significa que o aplicativo é ruim. Significa que, naquele momento, a bateria já está no limite.
Talvez seja importante entender o que acontece quando você pensa em voltar ao trabalho. É o contato com as crianças? É o ambiente? É a responsabilidade? O medo de não conseguir dar conta? Ou o trabalho está acontecendo em um momento em que você já se sente sem energia para lidar com mais nada?
Na terapia, esse seria um ponto importante de investigar. Em vez de apenas tentar encontrar uma forma de “aguentar” a volta, podemos olhar para o que está fazendo com que essa situação esteja sendo tão difícil agora.
Como você também relata uma depressão forte e crises de pânico, é importante manter ou buscar acompanhamento com profissionais de saúde. Um psicólogo pode ajudar você a compreender o que está acontecendo e desenvolver formas de lidar com esse sofrimento. Uma avaliação médica ou psiquiátrica também pode ser importante, principalmente quando os sintomas estão intensos e afetando sua capacidade de trabalhar e viver o dia a dia.
Você não precisa decidir agora se vai continuar nesse trabalho para sempre. Talvez, neste momento, o mais importante seja entender como você está e cuidar de você antes de se cobrar uma resposta para toda a sua vida profissional.
E uma pergunta que pode fazer parte desse processo é: você realmente não gosta desse trabalho ou está tentando continuar fazendo algo enquanto já está sem forças?
Essa diferença pode ser importante. E você não precisa descobrir isso sozinha.
-
Tenho um histórico de relacionamentos abusivos. Depois do último, fiquei com receio de me relacionar
Tenho um histórico de relacionamentos abusivos. Depois do último, fiquei com receio de me relacionar pessoalmente com outros homens. Me fechei para outras relações e sinto falta dos dois últimos abusadores. Sei que isso não é normal. Qual especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Depois de viver relacionamentos abusivos, faz sentido que você esteja com receio de se aproximar de outros homens e queira se proteger de uma nova experiência parecida.
E queria olhar com cuidado para uma coisa que você disse: sentir falta dessas pessoas pode ser muito confuso, principalmente quando uma parte sua sabe o quanto aqueles relacionamentos fizeram mal.
Mas sentir falta não significa, necessariamente, que você queria viver aquilo de novo.
Um relacionamento não é feito apenas dos momentos ruins. Mesmo em uma relação abusiva, podem ter existido momentos de carinho, proximidade, promessas e a sensação de que, em algum momento, tudo poderia ser diferente. Por isso, às vezes, não é simples simplesmente ir embora e deixar de sentir qualquer vínculo.
Imagine uma casa em que você viveu momentos muito difíceis, mas também teve alguns momentos felizes. Sair daquela casa pode ser necessário, mas isso não significa que você esqueça tudo o que viveu ali de um dia para o outro.
No seu caso, acredito que procurar um psicólogo ou psicóloga pode ser um caminho importante. Na terapia, você poderá olhar para essas relações com mais calma e entender não apenas o que aconteceu, mas também por que ainda existe essa saudade e o que faz com que hoje seja tão difícil se sentir segura para viver novas relações.
Mais do que tentar fazer você “superar” isso rapidamente, a terapia pode ajudar você a compreender sua história, reconhecer padrões e construir relações em que não precise abrir mão de si mesma para ser amada.
E talvez essa seja uma pergunta importante para você levar para esse processo: o que você sente falta quando pensa nessas pessoas? Da pessoa em si ou daquilo que você esperava que aquela relação pudesse ser?
Você não precisa responder isso sozinha. Seu sofrimento merece ser cuidado com atenção e sem julgamento.
-
Olá, tenho um grande problema que afeta demais no meu cotidiano, tenho 15 anos e quando alguém fala
Olá, tenho um grande problema que afeta demais no meu cotidiano, tenho 15 anos e quando alguém fala meu nome, quando tenho seminário, quando várias pessoas olham pra mim e esperam algo eu imediatamente fico vermelho, sei que é falta de confiança e medo do julgamento dos outros, mas o que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo como isso pode ser desconfortável, principalmente porque são situações comuns do dia a dia: alguém falar o seu nome, precisar apresentar um seminário ou perceber várias pessoas olhando e esperando que você diga alguma coisa.
Mas uma coisa que vale a pena pensar é: ficar vermelho não significa necessariamente apenas falta de confiança.
Às vezes, o que mais incomoda não é nem falar ou estar na frente das pessoas. É o que você imagina que pode acontecer naquele momento.
“E se perceberem que estou vermelho?”
“E se acharem que sou estranho?”
“E se eu falar alguma coisa errada?”
E aí acontece algo parecido com um ciclo: você percebe que está ficando vermelho, fica preocupado porque percebeu, e essa preocupação pode fazer você ficar ainda mais nervoso.
Imagine que você está tentando não olhar para uma mancha na sua roupa. Quanto mais você pensa “não posso olhar”, mais difícil fica não pensar nela.
Por isso, talvez o caminho não seja simplesmente tentar “parar de ficar vermelho”. Pode ser mais importante entender o que acontece dentro de você quando sente que está sendo observado e o que você acredita que pode acontecer se as pessoas perceberem seu nervosismo.
Na terapia, podemos olhar para essas situações com mais calma, entender o medo que está por trás delas e trabalhar para que você não precise viver tentando controlar cada reação do seu corpo.
Você tem 15 anos e não precisa descobrir tudo isso sozinho. Conversar com um psicólogo pode ser um espaço para entender melhor o que está acontecendo e aprender novas formas de lidar com essas situações, sem precisar simplesmente “forçar” confiança.
Se isso tem atrapalhado sua vida, seus estudos ou feito você evitar situações que gostaria de viver, vale a pena procurar ajuda. E, por você ser menor de idade, é importante conversar também com um responsável de confiança para que ele possa te ajudar nesse processo.
-
Síndrome do pânico como ajudar?
Síndrome do pânico como ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Quando uma pessoa passa por crises de pânico, é comum que ela comece a viver com medo de sentir aquilo novamente.
E, aos poucos, pode acontecer algo muito cansativo: ela não está mais apenas lidando com a crise. Está tentando o tempo todo evitar que ela aconteça.
Evita lugares.
Presta atenção em cada sensação do corpo.
Percebe o coração acelerar e já pensa que algo ruim pode acontecer.
E quanto mais tenta controlar tudo, mais assustada pode ficar.
Por isso, ajudar alguém que vive crises de pânico não significa apenas dizer para ela “se acalmar” ou tentar fazer com que a crise desapareça rapidamente.
É importante entender o que acontece antes, durante e depois dessas crises e, principalmente, o que essa pessoa passou a acreditar sobre elas.
Muitas vezes, o medo não é apenas da sensação que aparece no corpo. É o medo de perder o controle, passar mal, morrer ou não conseguir sair daquela situação.
Imagine alguém que levou um grande susto com um cachorro. Depois disso, ela pode começar a ficar em alerta sempre que vê qualquer cachorro na rua. Mesmo quando não existe perigo naquele momento, o corpo já se prepara para fugir.
Na terapia, é possível olhar para esse ciclo com mais cuidado. Em vez de apenas tentar controlar os sintomas, podemos compreender o que está mantendo esse medo e construir, aos poucos, novas formas de lidar com ele.
A síndrome do pânico pode causar muito sofrimento, mas você não precisa enfrentar isso sozinho. Um acompanhamento psicológico e, quando necessário, uma avaliação médica ou psiquiátrica podem fazer parte desse cuidado.
Se as crises estão fazendo você deixar de ir a lugares, evitar situações ou viver com medo da próxima crise, procurar ajuda pode ser um passo importante.
-
O medico disse que sindrome do pânico, transtorno de ansiedade generalizada e depressão são comorbidade
O medico disse que sindrome do pânico, transtorno de ansiedade generalizada e depressão são comorbidade (pessoa é diagnosticada com síndrome de asperger). O que seria comorbidades? Muito obrigada!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Comorbidade é um nome usado quando uma mesma pessoa apresenta mais de uma condição ou diagnóstico ao mesmo tempo.
Por exemplo, no caso que você descreveu, a pessoa já recebeu o diagnóstico de síndrome de Asperger e também apresenta transtorno de pânico, transtorno de ansiedade generalizada e depressão. Quando essas condições aparecem juntas, podemos dizer que existem comorbidades.
Mas isso não significa que uma condição necessariamente causou a outra.
Imagina que uma pessoa está olhando para várias peças de um quebra-cabeça. Todas fazem parte da experiência daquela pessoa, mas cada peça precisa ser compreendida dentro do seu próprio contexto.
Por isso, é importante que o acompanhamento não olhe apenas para um diagnóstico.
Às vezes, a pessoa recebe vários nomes e pode começar a pensar: “Então tudo o que eu sinto é por causa disso?”. Mas compreender um diagnóstico também envolve entender como cada dificuldade aparece na vida daquela pessoa e o que pode ajudá-la no dia a dia.
Através da terapia, eu posso ajudar nesse processo de compreensão, olhando não apenas para os nomes dos diagnósticos, mas para como essas questões afetam a sua vida, seus pensamentos, suas emoções e sua rotina.
A ideia não é resumir você aos seus diagnósticos, mas entender o que está acontecendo e encontrar formas de lidar com o sofrimento de maneira mais adequada para a sua realidade.
-
Estou fazendo acompanhamento terapêutico mas há dias em que me desespero porque não consigo tomar
Estou fazendo acompanhamento terapêutico mas há dias em que me desespero porque não consigo tomar decisões. Meu cérebro fica pulando de uma alternativa para outra e todas têm o mesmo peso e me sinto paralisada com a angústia aumentando.que posso fazer nesses momentos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Quando você diz que todas as alternativas parecem ter o mesmo peso e que seu cérebro fica pulando de uma para outra, talvez o problema, naquele momento, não seja apenas descobrir qual é a decisão certa.
Pode ser que você esteja tentando encontrar uma decisão que não traga nenhuma dúvida, nenhum arrependimento ou nenhuma consequência.
E, quando tentamos ter certeza de tudo antes de decidir, podemos ficar paralisados.
Imagina que você está em uma encruzilhada e fica tentando enxergar o que existe no final de cada caminho antes de dar o primeiro passo. Quanto mais tenta ter certeza, mais difícil fica escolher.
Nesses momentos, pode ajudar parar de tentar resolver todas as possibilidades de uma vez. Você pode perguntar: “O que eu preciso decidir agora?” e “Existe alguma decisão pequena que eu consigo tomar neste momento?”.
Também pode ser importante conversar sobre esses episódios com o profissional que já está te acompanhando. Como isso acontece dentro do seu processo terapêutico? O que você teme que aconteça se escolher uma alternativa e depois perceber que não era a melhor?
Através da terapia, eu posso ajudar você a entender o que está por trás dessa dificuldade de decidir. Às vezes, não é falta de capacidade para fazer escolhas. Pode existir um medo muito grande de errar, decepcionar alguém ou precisar lidar com as consequências de uma decisão.
Quando entendemos o que está fazendo cada escolha parecer tão perigosa, podemos começar a olhar para as decisões de outra forma, sem sentir que precisamos encontrar a resposta perfeita antes de dar qualquer passo.
-
Qual e o diagnostico da Sindrome Burnout em estudantes?
Qual e o diagnostico da Sindrome Burnout em estudantes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O diagnóstico de burnout em estudantes não é feito apenas porque a pessoa está cansada ou estressada com os estudos.
É preciso entender o que está acontecendo de forma mais ampla.
Um estudante pode, por exemplo, começar a sentir um esgotamento muito grande, dificuldade para continuar estudando, perda de interesse, sensação de não conseguir mais dar conta das atividades e até pensar: “Eu não aguento mais estudar”.
Mas esses sintomas também podem aparecer em outros momentos de sofrimento. Por isso, é importante não tentar descobrir sozinho qual é o diagnóstico.
Uma avaliação com um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a entender melhor o que está acontecendo.
E também vale olhar para uma coisa: o que fez essa pessoa chegar a esse nível de esgotamento?
Às vezes, ela está tentando resolver o problema apenas estudando mais, se cobrando mais e descansando menos.
Imagina uma pessoa correndo porque está atrasada. Ela fica cansada, mas, em vez de diminuir o ritmo e entender para onde está correndo, decide apenas correr mais rápido.
Através da terapia, eu posso ajudar a entender o que está por trás desse esgotamento, como a pressão, a autocobrança, o medo de fracassar e a sensação de que você precisa dar conta de tudo.
O objetivo não é apenas fazer você voltar a estudar. É ajudar você a construir uma forma de estudar e cuidar da sua vida sem precisar chegar ao seu limite para perceber que algo precisa mudar.
-
Preciso fazer exame médico admissional , mas sou muito ansiosa e as vezes altera a pressão , oq fazer
Preciso fazer exame médico admissional , mas sou muito ansiosa e as vezes altera a pressão , oq fazer para não fica ansiosa na hora do exame ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Quando sabemos que vamos passar por um exame e já tivemos experiências em que a ansiedade alterou a pressão, é normal chegar pensando: “Não posso ficar nervosa”.
O problema é que, muitas vezes, quanto mais você tenta não sentir ansiedade, mais começa a prestar atenção nela.
Você pensa: “Será que minha pressão vai subir?”
Aí observa o coração.
Percebe que ele está mais acelerado.
E pensa: “Pronto, agora vai dar errado”.
Uma coisa que pode ajudar é não tentar convencer seu corpo de que você precisa estar completamente calma. Você pode reconhecer: “Estou ansiosa porque esse momento me preocupa, mas posso passar por ele mesmo assim”.
Antes do exame, tente chegar com antecedência para não acrescentar a pressa à ansiedade. Também pode ser importante avisar o profissional que você costuma ficar ansiosa durante a medição da pressão. Assim, se for necessário, ele poderá orientar você sobre como proceder.
Mas também vale olhar para algo além desse exame: o que faz a sua ansiedade aparecer com tanta força nesses momentos?
Através da terapia, eu posso te ajudar a entender esse ciclo. Não apenas tentando encontrar uma forma de “controlar” a ansiedade toda vez que ela aparece, mas compreendendo o que acontece antes dela crescer.
Porque, às vezes, quanto mais tentamos garantir que nada vai dar errado, mais o nosso corpo entende aquela situação como algo perigoso.
Na terapia, podemos trabalhar para que você consiga enfrentar situações como essa com menos medo e sem sentir que precisa controlar cada reação do seu corpo.
-
Que especialista devo procurar para o sindrome de burnout e como me tratar?
Que especialista devo procurar para o sindrome de burnout e como me tratar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Se você acredita que pode estar vivendo um burnout, procurar ajuda psicológica pode ser um passo importante. Dependendo dos sintomas, também pode ser necessária uma avaliação com um psiquiatra.
Muitas pessoas tentam resolver o esgotamento apenas descansando alguns dias ou tentando organizar melhor a rotina. Isso pode ajudar, mas também vale a pena entender o que fez você chegar até esse ponto.
Porque, às vezes, o problema não é apenas a quantidade de trabalho.
É a dificuldade de dizer não.
É achar que precisa dar conta de tudo.
É não conseguir delegar.
É sentir culpa quando descansa.
É acreditar que, se você diminuir o ritmo, vai deixar de ser uma boa profissional.
Através da terapia, eu posso te ajudar a entender o que está por trás dessa sobrecarga e a olhar para os padrões que estão fazendo você continuar vivendo dessa forma.
O objetivo não é fazer você abandonar sua carreira ou deixar de ser uma pessoa comprometida com o seu trabalho. É ajudar você a trabalhar com excelência sem precisar pagar por isso com a sua saúde, seu descanso e a sua vida fora do trabalho.
Às vezes, descansar é importante. Mas também precisamos olhar para o que faz você pegar todas as sacolas de novo assim que se sente um pouco melhor.
E é nesse processo que a terapia pode ajudar.
Autor
Perguntas frequentes
-
Estou fazendo uso de Antibiótico Cefalexina 6h/6h por 7 dias. No 3° dia de uso do Antibiótico inici
Olá bom dia! Não há interferência direta conhecida entre a vacina anti-rábica…