Perguntas do paciente (3614)
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É comum receitarem metilfenidato sem fechar um diagnóstico na criança?
É comum receitarem metilfenidato sem fechar um diagnóstico na criança?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando falamos de medicamentos como o metilfenidato, a regra básica da boa medicina é simples: primeiro se faz uma avaliação adequada, depois se estabelece uma hipótese diagnóstica consistente e, somente então, se discute o tratamento.
O metilfenidato é um medicamento amplamente utilizado no tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, mas não é um remédio para qualquer dificuldade escolar, inquietação, desatenção ou baixo rendimento. Muitas condições podem produzir sintomas parecidos, como ansiedade, depressão, dificuldades de aprendizagem, problemas de sono, conflitos emocionais, transtornos do desenvolvimento, alterações auditivas ou visuais e até situações familiares estressantes. Por isso, o diagnóstico não deve ser baseado apenas em uma queixa isolada.
Na prática, o diagnóstico de TDAH é clínico. Ele exige uma conversa detalhada com a família, análise da história da criança, informações da escola e avaliação dos prejuízos causados pelos sintomas em diferentes ambientes. Em alguns casos, avaliações complementares, como a neuropsicológica, podem ajudar a esclarecer dúvidas diagnósticas, embora não sejam obrigatórias para todos os pacientes.
Existem situações em que o médico pode iniciar um teste terapêutico quando há forte suspeita diagnóstica, mesmo antes de concluir todas as etapas da investigação. Porém, isso não significa tratar sem diagnóstico. Significa que já existe uma hipótese clínica suficientemente robusta para justificar a conduta, que será reavaliada ao longo do acompanhamento. O que não é recomendado é prescrever metilfenidato apenas porque a criança é agitada, tira notas baixas ou apresenta dificuldades na escola sem uma investigação cuidadosa.
Infelizmente, podem ocorrer situações em que avaliações são feitas de forma apressada. Entretanto, a prescrição responsável exige que o médico consiga justificar claramente por que está indicando o medicamento, quais benefícios espera alcançar, quais riscos existem e como será realizado o acompanhamento da criança.
Se houver dúvidas sobre o diagnóstico ou sobre a necessidade do tratamento, buscar uma segunda opinião médica pode ser uma atitude muito prudente. Hoje, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões de forma conveniente, rápida, segura e discreta, possibilitando acesso a especialistas experientes independentemente da cidade onde você mora.
Em uma teleconsulta é possível analisar a história clínica detalhadamente, revisar relatórios escolares, exames e avaliações já realizadas, esclarecer dúvidas sobre o diagnóstico e discutir se o uso do metilfenidato realmente está indicado. A plataforma Doctoralia facilita a busca por médicos com alto índice de satisfação dos pacientes e ampla experiência em suas áreas de atuação.
Além da praticidade, o atendimento online reduz deslocamentos, evita salas de espera e diminui a exposição a doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX, infecções por Parvovírus B19, influenza e outras viroses respiratórias. Você economiza tempo e pode receber orientação médica qualificada no conforto de sua casa. Mesmo que não precise de atendimento neste momento, vale a pena conhecer os perfis dos especialistas, guardar os contatos e lembrar que uma segunda opinião médica pode trazer mais segurança em decisões importantes relacionadas à saúde de uma criança.
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Meu bebe tem 2 anos e 4 meses. Fala nomes de animais, conta até 10, canta músicas. Fala “vem mamãe”
Meu bebe tem 2 anos e 4 meses. Fala nomes de animais, conta até 10, canta músicas. Fala “vem mamãe” “ vem papai”. Porém quando começa a falar, parece que está fazendo um discurso só que na língua dele, não dá pra entender nada. Ele faz acompanhamento com a fono. É esperado para idade?
Gostaria de uma opinião de um neuropediatra. ObrigadaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando um filho começa a falar algumas palavras, cantar músicas, contar números e nomear animais, mas ainda usa uma linguagem que os pais não conseguem compreender, é natural surgir a dúvida se isso faz parte do desenvolvimento esperado ou se merece uma investigação mais aprofundada.
Pelo que você descreve, seu filho de 2 anos e 4 meses apresenta alguns sinais bastante positivos. Ele já possui vocabulário funcional, utiliza palavras com significado, forma pequenas frases como “vem mamãe” e “vem papai”, reconhece conceitos, canta músicas e demonstra capacidade de memorização. Tudo isso sugere que existe desenvolvimento da linguagem acontecendo.
Por outro lado, a fala nessa idade deveria estar se tornando progressivamente mais compreensível. É comum que crianças de 2 anos ainda pronunciem muitas palavras de forma incorreta e que parte do que falam seja entendida apenas pelos familiares mais próximos. No entanto, quando a criança faz longos “discursos” em uma linguagem própria, semelhante a uma conversa, mas com poucas palavras reconhecíveis, vale a pena acompanhar de perto a evolução.
Existe um fenômeno chamado “jargão infantil”, em que a criança utiliza entonação, ritmo e expressões parecidas com a fala dos adultos, mas mistura palavras conhecidas com sons e palavras inventadas. Em muitos casos isso faz parte do desenvolvimento normal da linguagem. Entretanto, a frequência, a intensidade e a persistência desse comportamento precisam ser analisadas dentro do contexto global do desenvolvimento da criança.
Por isso, considero muito acertado o fato de ele já estar sendo acompanhado por uma fonoaudióloga. A fono é a profissional mais indicada para avaliar a qualidade da linguagem expressiva, a articulação dos sons, a compreensão da fala e a evolução ao longo do tempo. Além disso, é importante observar outros aspectos, como contato visual, interação social, brincadeiras de faz de conta, capacidade de seguir comandos, atenção compartilhada e interesse pela comunicação com outras pessoas.
Como neuropediatra, costumo dizer aos pais que não devemos nos preocupar apenas com quantas palavras a criança fala, mas principalmente com como ela se comunica. Uma criança pode falar pouco e estar dentro do esperado, enquanto outra pode falar bastante, mas apresentar dificuldades em usar a linguagem de forma funcional. Cada caso precisa ser analisado individualmente.
Meu conselho é continuar estimulando a linguagem por meio de conversas, leitura de livros, músicas, brincadeiras e interação familiar. Grave vídeos espontâneos dessas situações, pois eles ajudam muito na avaliação da evolução ao longo dos meses. Como diria o ET Bilu: “Busque conhecimento!”. Quanto mais informações reunirmos sobre o desenvolvimento da criança, mais precisa será a orientação.
Uma teleconsulta pode ajudar bastante nesse momento. Atualmente, a Telemedicina permite avaliações, orientações e segundas opiniões de forma rápida, segura e discreta. Durante a consulta, é possível analisar vídeos da criança, revisar o histórico do desenvolvimento, interpretar relatórios da fonoaudióloga e esclarecer dúvidas específicas da família. A própria plataforma Doctoralia facilita a escolha de médicos com excelentes avaliações e alto índice de satisfação dos pacientes.
Além da praticidade, o atendimento online reduz deslocamentos, evita salas de espera e diminui a exposição a doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, influenza e outras infecções respiratórias. Você ganha tempo para dedicar ao trabalho, aos estudos e à família, aproveitando os avanços da transformação digital na saúde. Mesmo que não precise de mim neste momento, vale a pena conhecer meu perfil, acompanhar minhas redes sociais e manter meu contato salvo para futuras dúvidas. Uma segunda opinião em Neuropediatria pode trazer mais tranquilidade e segurança para acompanhar essa fase tão importante do desenvolvimento infantil.
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Meu filho fez um eeg com fotoestimulação, dra pediu que ele fizesse acordado, porém na clínica que f
Meu filho fez um eeg com fotoestimulação, dra pediu que ele fizesse acordado, porém na clínica que fizemos colocaram ele deitado, pediram p ele fechar os olhos e se ele dormisse não tinha problema. Ele dormiu bem na noite passada justamente pra ele se manter acordado durante o exame, mesmo assim, ele acabou dormindo durante os 5min finais do exame. Acontece que, logo quando encerrou o exame, tentamos acordar ele e ele abriu os olhos e não respondia, ficou com olhar parado, chegou a fazer xixi na calça e logo depois fechou os olhos e dormiu, está com muita sonolência e está a mais de duas horas dormindo. É normal esse sono/cansaço todo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. O que você descreve merece atenção e não deve ser encarado simplesmente como uma reação normal ao exame.
O eletroencefalograma (EEG) com fotoestimulação é um exame considerado seguro e, por si só, não costuma provocar sonolência intensa prolongada. É verdade que algumas crianças podem relaxar durante o procedimento, especialmente quando estão deitadas, em ambiente silencioso e com os olhos fechados. Também não é incomum que adormeçam por alguns minutos. No entanto, o fato de seu filho ter apresentado um período de olhar parado, dificuldade para responder aos estímulos, perda do controle urinário (fazer xixi na roupa) e, em seguida, voltar a dormir profundamente por mais de duas horas merece uma investigação cuidadosa.
Existem algumas possibilidades. Uma delas é que ele tenha apresentado uma crise epiléptica logo ao final do exame ou durante o período em que estava adormecendo ou despertando. Algumas crises podem se manifestar exatamente com olhar fixo, redução da responsividade, perda urinária e sonolência prolongada após o episódio, fenômeno conhecido como período pós-crítico. Outra possibilidade é que tenha ocorrido algum outro evento neurológico que precise ser avaliado pelo médico responsável.
Por esse motivo, eu não consideraria prudente assumir que tudo isso aconteceu apenas porque ele estava cansado. Quando observamos alterações do nível de consciência associadas à perda urinária e sonolência excessiva, a recomendação é sempre buscar esclarecimento médico. Como dizia o personagem ET Bilu: "Busque conhecimento". Nesse contexto, conhecimento significa entrar em contato com a neurologista que solicitou o exame, informar detalhadamente o ocorrido e, se a criança ainda estiver excessivamente sonolenta, difícil de despertar, confusa ou apresentando qualquer comportamento incomum, procurar atendimento médico imediatamente.
Também é importante verificar se durante o EEG foram registradas alterações elétricas compatíveis com crises epilépticas. Muitas vezes, justamente o sono e o despertar são momentos em que essas alterações ficam mais evidentes no exame.
Se ele já despertou normalmente, voltou ao comportamento habitual e não apresentou novos episódios, a situação se torna menos urgente, mas ainda assim merece discussão com a médica assistente e revisão cuidadosa do traçado do EEG.
Em uma teleconsulta é possível analisar toda a história clínica, revisar os sintomas em detalhes, avaliar o laudo do EEG e orientar os próximos passos com mais segurança. A plataforma Doctoralia facilita a busca por médicos com excelentes avaliações de pacientes e alta satisfação em seus atendimentos. Atualmente, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões de forma rápida, segura, discreta e conveniente, sem deslocamentos e sem exposição desnecessária a ambientes de espera. Além de economizar tempo, você recebe orientação especializada no conforto da sua casa. Mesmo que não precise de uma consulta neste momento, vale a pena conhecer os perfis médicos da plataforma e manter esse recurso disponível para quando surgir alguma dúvida sobre a saúde da sua família.
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Meu filho tem 3 anos e 11 meses, diagnóstico de TEA, pesa aproximadamente 20 kg e apresenta irritabi
Meu filho tem 3 anos e 11 meses, diagnóstico de TEA, pesa aproximadamente 20 kg e apresenta irritabilidade/agressividade importantes. A neurologista iniciou risperidona solução oral 1 mg/mL na dose de 1 mL às 18h, com orientação para aumentar para 2 mL após 3 dias. Ele apresentou melhora importante do comportamento e não ficou sedado, porém outro médico neuropediatra considerou a dose alta para a idade e solicitou eletrocardiograma. Essa dose e velocidade de aumento são consideradas adequadas/seguras para essa faixa etária? Quais sinais devo observar para saber se a dose está excessiva? Pois agora eu estou em panico, tentei suspender a medicação e a agressividade voltou.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando se trata do comportamento de uma criança com autismo, especialmente diante de episódios de agressividade e irritabilidade intensas, é natural que os pais fiquem angustiados ao receber opiniões divergentes de médicos diferentes. Mas há um detalhe importante na sua própria história: ao tentar suspender a medicação, os sintomas retornaram. Isso sugere que o medicamento provavelmente estava exercendo o efeito terapêutico esperado.
A risperidona é um dos medicamentos mais estudados e utilizados para controlar irritabilidade, agressividade, explosões comportamentais e autoagressão em crianças com Transtorno do Espectro Autista. Em crianças pequenas, a dose não é definida apenas pela idade, mas também pelo peso, pela intensidade dos sintomas, pelas doenças associadas e pela resposta individual ao tratamento.
No caso de uma criança com quase 4 anos de idade e aproximadamente 20 kg, uma dose de 1 mg ao dia não é necessariamente considerada excessiva. Da mesma forma, o aumento para 2 mg ao dia pode ser apropriado em determinadas situações clínicas, especialmente quando a agressividade é importante e causa sofrimento para a criança e para a família. Existem crianças que respondem muito bem com doses menores e outras que necessitam de doses mais elevadas. A medicina raramente trabalha com números absolutos.
O fato de ele ter apresentado melhora importante sem sonolência excessiva é um dado favorável. A sedação costuma ser um dos primeiros sinais de que a dose pode estar mais alta do que o necessário para determinada criança. No entanto, a ausência de sono excessivo não significa que o acompanhamento possa ser relaxado. Toda criança em uso de risperidona deve ser monitorada periodicamente.
Quanto ao eletrocardiograma, não encare isso como sinal de que houve um erro na prescrição. Muitos neuropediatras e psiquiatras infantis solicitam ECG como medida de segurança antes ou durante o uso de medicamentos que podem, em situações específicas, interferir na condução elétrica do coração. Trata-se de uma avaliação preventiva e prudente, especialmente quando existe aumento de dose, histórico familiar de arritmias ou uso concomitante de outras medicações.
Os sinais que merecem atenção incluem sonolência excessiva durante o dia, dificuldade para despertar, redução importante da disposição para brincar, aumento rápido do apetite com ganho acelerado de peso, tremores, rigidez muscular, movimentos involuntários da face ou da língua, inquietação intensa, tonturas, desmaios ou palpitações. Caso algum desses sintomas apareça, o médico assistente deve ser informado.
Outro aspecto importante é evitar mudanças bruscas na medicação sem orientação médica. Muitos pais, ao lerem informações na internet ou ouvirem opiniões isoladas, entram em pânico e suspendem o tratamento repentinamente. Em várias situações, isso resulta exatamente no que você descreveu: retorno da agressividade, piora do comportamento e sofrimento para toda a família. Como dizia o personagem ET Bilu, antes de tomar decisões precipitadas, é melhor "buscar conhecimento". O tratamento deve ser guiado por avaliação clínica cuidadosa, e não pelo medo.
Também vale lembrar que a risperidona não trata o autismo em si. Ela ajuda a controlar sintomas comportamentais específicos. O sucesso do tratamento depende da combinação entre acompanhamento médico, intervenções comportamentais, psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e suporte familiar.
Pela descrição que você fez, não vejo motivo para concluir automaticamente que a dose utilizada seja inadequada ou perigosa. O mais sensato é conversar novamente com o médico que acompanha seu filho, esclarecer as razões da dose escolhida e realizar os exames de monitorização que forem solicitados. Muitas vezes, duas opiniões médicas diferentes refletem estilos distintos de condução clínica, e não necessariamente um acerto de um lado e um erro do outro.
Em uma teleconsulta é possível analisar detalhadamente o histórico do seu filho, revisar peso, doses, exames, evolução comportamental e esclarecer todas essas dúvidas com calma. Atualmente, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões médicas de forma rápida, segura, discreta e conveniente, inclusive com especialistas altamente avaliados. A própria plataforma Doctoralia facilita a identificação de profissionais com elevado índice de satisfação dos pacientes.
Além da comodidade, o atendimento online reduz deslocamentos, evita salas de espera e diminui a exposição a doenças infectocontagiosas, incluindo COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, influenza e outras infecções respiratórias. Você ganha tempo para sua família, trabalho e estudos, enquanto recebe orientação médica qualificada. Mesmo que não precise de atendimento imediato, vale a pena conhecer os perfis dos especialistas, guardar os contatos e saber que existe essa alternativa disponível sempre que surgir uma dúvida importante sobre a saúde do seu filho.
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Meu filho tem 5 anos, começou tomar 10 gotas de fluoxetina 20mg por dia, prescrito pela neuropediatr
Meu filho tem 5 anos, começou tomar 10 gotas de fluoxetina 20mg por dia, prescrito pela neuropediatra. Porém ele ficou muito inquieto, as estereotipias muitas mais aguçadas e apetite fora do comum, ficou desobediente. Não para momento nenhum. É normal? Ele tem laudo de autismo nivel um de suporte.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando uma criança inicia a fluoxetina e, logo após, passa a apresentar aumento importante da inquietação, piora das estereotipias, impulsividade, desobediência, agitação excessiva e mudanças marcantes no comportamento, isso não deve ser encarado como uma reação esperada ou desejável do tratamento. Embora alguns pacientes possam apresentar um período inicial de ativação comportamental com antidepressivos, a intensidade dos sintomas que você descreve merece reavaliação médica.
A fluoxetina é um medicamento que atua na serotonina e pode ser útil em situações específicas, como ansiedade, comportamentos repetitivos ou sintomas obsessivos. No entanto, algumas crianças, especialmente aquelas com transtornos do neurodesenvolvimento, podem apresentar um efeito paradoxal, ficando mais agitadas, hiperativas, irritadas, impulsivas ou com piora das estereotipias. Quando isso acontece, é importante que o médico assistente seja informado o quanto antes para avaliar a necessidade de ajuste da dose, redução gradual ou até mesmo mudança da estratégia terapêutica.
Outro ponto que chama atenção é o aumento importante do apetite associado à piora comportamental. Embora a fluoxetina nem sempre provoque esse efeito, mudanças significativas no padrão alimentar e no comportamento após o início de uma medicação precisam ser valorizadas na análise clínica. A coincidência temporal entre o início do medicamento e o aparecimento dos sintomas sugere uma possível relação, mas somente uma avaliação individualizada pode determinar isso com segurança.
Também vale uma reflexão importante. O nível de suporte do autismo é definido pela intensidade das dificuldades de comunicação social, flexibilidade comportamental e necessidade de apoio no dia a dia. Uma criança que apresenta inquietação extrema, estereotipias muito intensas, dificuldades importantes de autorregulação e necessidade frequente de intervenção dos adultos pode exigir uma análise mais aprofundada do quadro global. Como dizia o famoso personagem ET Bilu: “Busque conhecimento!”. Em medicina, isso significa não se contentar apenas com um rótulo diagnóstico, mas investigar cuidadosamente todos os aspectos do desenvolvimento, comportamento, aprendizado, linguagem, atenção, sono e adaptação social da criança.
Minha orientação é que você entre em contato com a neuropediatra que prescreveu a medicação antes de realizar qualquer alteração por conta própria. Registre em vídeos os comportamentos observados, anote os horários em que ocorrem e relate detalhadamente as mudanças percebidas. Essas informações costumam ser muito valiosas para a tomada de decisão clínica.
Caso permaneçam dúvidas, uma teleconsulta pode ser uma excelente oportunidade para uma segunda opinião médica, permitindo uma análise cuidadosa da história clínica, dos relatórios e dos vídeos da criança. Atualmente, a Telemedicina possibilita avaliações rápidas, seguras, discretas e convenientes, inclusive para revisão diagnóstica e discussão de tratamentos. A plataforma Doctoralia facilita a busca por médicos com elevados índices de satisfação e experiência reconhecida pelos pacientes.
Além disso, em um cenário em que continuamos convivendo com doenças infectocontagiosas como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, influenza aviária H5N1 e outras infecções respiratórias, o atendimento online oferece uma alternativa segura para toda a família, evitando deslocamentos e exposição desnecessária em salas de espera. A teleconsulta permite acesso a especialistas de diferentes regiões, otimiza seu tempo e proporciona acompanhamento médico de qualidade sem sair de casa. Mesmo que você não precise de atendimento neste momento, vale a pena conhecer os perfis dos especialistas disponíveis, guardar contatos de confiança e manter essa possibilidade acessível para quando surgir uma necessidade futura.
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Minha bebê de 1ano e 10 meses pronúncia e identifica cores, números, formas, a maioria dos animais e
Minha bebê de 1ano e 10 meses pronúncia e identifica cores, números, formas, a maioria dos animais e objetos, e algumas letras do alfabeto, me impressiono ao mesmo tempo que me assusta, tem algo incomum para idade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se continuar assim, já pode começar a mandar ela pro escritório aos 7 anos e aponsentá-la aos 30 anos de idade! KKKKK
Entendo sua preocupação. Quando uma criança tão pequena demonstra habilidades que parecem avançadas para a idade, é natural que os pais fiquem ao mesmo tempo encantados e apreensivos.
Pelo que você descreve, sua filha de 1 ano e 10 meses apresenta um desenvolvimento de linguagem e de reconhecimento de conceitos bastante acima do que normalmente esperamos para essa faixa etária. Nessa idade, muitas crianças ainda estão ampliando o vocabulário inicial, aprendendo a nomear objetos do cotidiano e formando pequenas frases. Reconhecer e nomear cores, números, formas geométricas, diversos animais, objetos e algumas letras do alfabeto demonstra uma capacidade de observação, memória e aprendizado muito interessante.
Isso não significa necessariamente que exista algum problema. Na maioria das vezes, trata-se simplesmente de uma criança com desenvolvimento cognitivo acelerado, grande curiosidade e excelente capacidade de absorver informações do ambiente. Crianças expostas a livros, conversas frequentes, músicas educativas e interações de qualidade costumam surpreender os adultos com o que conseguem aprender.
Também é importante lembrar que crianças se desenvolvem de maneiras diferentes. Algumas avançam mais cedo na linguagem, enquanto outras se destacam primeiro nas habilidades motoras, sociais ou artísticas. O mais importante não é apenas o que ela sabe identificar, mas observar se o desenvolvimento ocorre de forma harmoniosa. Vale acompanhar aspectos como interação social, contato visual, brincadeiras compartilhadas, capacidade de apontar para mostrar interesse, resposta ao próprio nome, imitação de gestos e evolução da comunicação no dia a dia.
Se ela continua aprendendo, brincando, interagindo bem com a família e demonstrando interesse pelas pessoas ao redor, o quadro descrito parece muito mais motivo de orgulho do que de preocupação. Algumas crianças realmente apresentam características que mais tarde podem estar associadas a altas habilidades ou superdotação, mas essa é uma avaliação que só pode ser feita com muito cuidado e ao longo dos anos. Aos 1 ano e 10 meses ainda é cedo para conclusões definitivas.
E quanto à brincadeira sobre colocá-la para trabalhar aos 7 anos e aposentá-la aos 30, pode ficar tranquilo: mesmo as crianças mais brilhantes ainda precisam de algo insubstituível para crescer de forma saudável — brincar, correr, explorar o mundo, fazer bagunça e viver plenamente a infância. O desenvolvimento intelectual floresce melhor quando caminha junto com o desenvolvimento emocional e social.
Caso deseje uma avaliação mais individualizada, uma teleconsulta pode ajudar a analisar o desenvolvimento global da sua filha, esclarecer dúvidas e orientar o acompanhamento adequado. Atualmente, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões médicas de forma rápida, segura, discreta e conveniente, com acesso a profissionais experientes de diferentes regiões. A própria plataforma Doctoralia facilita a identificação dos médicos mais bem avaliados pelos pacientes.
Além da praticidade, o atendimento online reduz deslocamentos, evita salas de espera e diminui a exposição a doenças infectocontagiosas, incluindo COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza e outras infecções respiratórias. Você economiza tempo e pode receber orientação médica qualificada sem sair de casa. Mesmo que não precise de atendimento neste momento, vale a pena manter contato com profissionais de confiança e acompanhar conteúdos educativos em seus perfis e redes sociais para futuras necessidades.
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Bom dia. Minha dúvida é sobre valproico 100 ml, meu filho tem 10 anos, tá tomando ha 9 meses a médi
Bom dia.
Minha dúvida é sobre valproico 100 ml, meu filho tem 10 anos, tá tomando ha 9 meses a médica já até aumentou a dose mas ainda apresenta crises é normal?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando uma criança com epilepsia continua apresentando crises mesmo após vários meses de tratamento, é natural que os pais fiquem apreensivos e se perguntem se isso é esperado.
O ácido valproico (valproato de sódio) é um dos medicamentos mais utilizados no tratamento das epilepsias generalizadas e costuma apresentar bons resultados em muitas crianças. No entanto, nem sempre a primeira dose prescrita é suficiente para controlar completamente as crises. Por esse motivo, o neurologista pode precisar ajustar a dose gradualmente, de acordo com o peso da criança, a frequência das crises e a resposta ao tratamento.
Embora algumas crianças obtenham controle rápido das crises, outras podem continuar apresentando episódios mesmo após meses de uso da medicação. Isso não significa necessariamente que o tratamento esteja errado, mas indica que a equipe médica precisa reavaliar alguns fatores importantes. Entre eles estão o tipo exato de epilepsia, a adequação da dose ao peso atual da criança, a regularidade no uso do medicamento, possíveis interações com outros remédios e, em alguns casos, a necessidade de exames complementares ou da associação de outra medicação anticonvulsivante.
Também é importante verificar se todos os episódios observados são realmente crises epilépticas, pois algumas condições podem se parecer com epilepsia sem serem crises propriamente ditas.
Como seu filho continua apresentando crises após nove meses de tratamento e já houve aumento da dose, recomendo que essa informação seja comunicada à neurologista responsável o quanto antes. O objetivo do tratamento é reduzir ao máximo ou eliminar as crises, pois a persistência delas pode interferir na aprendizagem, no comportamento, na segurança e na qualidade de vida da criança.
Uma teleconsulta pode ser uma excelente oportunidade para revisar o histórico completo, analisar exames, avaliar a frequência das crises e esclarecer todas as suas dúvidas. Atualmente, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões médicas de forma rápida, segura, discreta e conveniente, inclusive com especialistas altamente avaliados. A plataforma Doctoralia facilita a escolha de profissionais com excelente histórico de atendimento e satisfação dos pacientes.
Além da comodidade, o atendimento online reduz deslocamentos, evita salas de espera e diminui a exposição a doenças infectocontagiosas, incluindo COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza e outras infecções respiratórias. Você economiza tempo e pode investir suas horas em atividades pessoais, familiares, profissionais ou acadêmicas. A transformação digital da saúde já é uma realidade, e a Telemedicina se tornou uma ferramenta valiosa para ampliar o acesso a cuidados médicos de qualidade.
Caso deseje uma avaliação mais detalhada ou uma segunda opinião sobre o caso do seu filho, uma teleconsulta pode ajudar a revisar o diagnóstico, o tratamento atual e os próximos passos de maneira individualizada.
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ganhei uma bebe e tomo lamitor cd e fenobarbital posso amamentar esse bebe
ganhei uma bebe e tomo lamitor cd e fenobarbital posso amamentar esse bebe
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando nasce um bebê, é natural surgir o medo de que os medicamentos passem pelo leite materno e possam fazer mal à criança. A boa notícia é que, em muitos casos, a amamentação ainda pode ser mantida, mas isso exige avaliação médica individualizada.
O Lamitor CD, cujo princípio ativo é a lamotrigina, pode passar para o leite materno em quantidades variáveis. Alguns bebês toleram bem, enquanto outros podem apresentar sonolência excessiva, irritabilidade, dificuldade para mamar ou, raramente, alterações mais importantes. Já o fenobarbital também passa para o leite e costuma causar maior preocupação por seu potencial sedativo, podendo deixar o bebê mais “molinho”, sonolento ou com sucção mais fraca.
Isso não significa automaticamente que você precise interromper a amamentação. Em muitas situações, neurologistas e pediatras optam por manter o aleitamento materno porque os benefícios do leite materno são enormes para o desenvolvimento imunológico, neurológico e emocional do bebê. O mais importante é avaliar a dose dos medicamentos, o motivo do uso, o controle das crises e observar atentamente o comportamento da criança.
O erro mais perigoso seria suspender os remédios por conta própria. Tanto a lamotrigina quanto o fenobarbital costumam ser usados para epilepsia e outras condições neurológicas importantes. Uma crise convulsiva na mãe pode representar risco para você e para o bebê. Por isso, qualquer ajuste deve ser feito apenas com orientação médica.
Vale observar alguns sinais de alerta no recém-nascido: excesso de sono, dificuldade para acordar para mamar, sucção fraca, ganho de peso inadequado, dificuldade respiratória ou irritabilidade incomum. Caso algo assim aconteça, o pediatra deve ser avisado rapidamente.
Em alguns casos, o médico pode solicitar acompanhamento mais próximo do bebê, avaliação do desenvolvimento e, raramente, exames laboratoriais. Muitas mães usam essas medicações e conseguem amamentar com segurança sob supervisão adequada.
Hoje, a Telemedicina permite esclarecer essas dúvidas de forma rápida, segura e discreta, inclusive por meio de teleconsultas de segunda opinião com médicos experientes e bem avaliados na plataforma Doctoralia. Em uma teleconsulta é possível analisar suas medicações, doses, idade do bebê, histórico de saúde e orientar a melhor conduta para proteger tanto a mãe quanto a criança.
Além da praticidade, o atendimento online ajuda a evitar exposição desnecessária a doenças infectocontagiosas, incluindo COVID-19, MPOX, parvovírus B19, influenza e outras viroses respiratórias. Você economiza tempo, evita deslocamentos e salas de espera lotadas, mantendo mais segurança para sua família. A Telemedicina se tornou uma importante ferramenta da saúde moderna, permitindo acesso rápido a orientação médica qualificada logo no início dos sintomas ou dúvidas. Mesmo que não precise de atendimento agora, vale a pena conhecer perfis médicos bem avaliados na plataforma e manter esse contato disponível para quando precisar.
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Oi meu menino começou a tomar fluxetina a 3, dias ele e autista leva quanto tempo pra funcionar ele
Oi meu menino começou a tomar fluxetina a 3, dias ele e autista leva quanto tempo pra funcionar ele e nível 3 de suporte
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando começamos um medicamento em uma criança com autismo, principalmente em casos com maior necessidade de suporte, é natural que a família fique ansiosa esperando melhora rápida. A fluoxetina, porém, não costuma agir nos primeiros dias.
Na maioria das vezes, os efeitos iniciais começam a aparecer entre 2 e 6 semanas após o início do tratamento. Em algumas crianças, especialmente no transtorno do espectro autista com nível 3 de suporte, a resposta pode demorar um pouco mais e exigir ajustes graduais da dose pelo médico responsável. Isso acontece porque a fluoxetina atua lentamente nos circuitos cerebrais ligados à ansiedade, irritabilidade, rigidez comportamental, obsessões e humor.
Nos primeiros dias, algumas crianças podem até parecer mais agitadas, irritáveis, inquietas ou apresentar alteração no sono e no apetite. Nem sempre isso significa que o medicamento “não deu certo”. Muitas vezes, é uma fase inicial de adaptação do organismo. Por outro lado, se surgirem piora importante do comportamento, agressividade intensa, autoagressão, insônia severa, crises de choro persistentes ou qualquer reação que preocupe a família, o médico deve ser comunicado imediatamente.
Também é importante entender que a fluoxetina não “trata o autismo” em si. Ela pode ajudar em sintomas associados, como ansiedade, compulsões, rigidez, humor deprimido, irritabilidade ou comportamentos repetitivos em alguns pacientes. Em outros, o benefício pode ser pequeno ou inexistente. Cada criança responde de maneira muito individual.
Outro ponto fundamental: não interrompa o medicamento por conta própria após poucos dias achando que “não funcionou”. Um dos erros mais comuns é abandonar o tratamento antes do tempo necessário para avaliação adequada. O ideal é acompanhar de perto a evolução da criança, observando sono, alimentação, crises, comunicação, interação social e comportamento no dia a dia.
Em uma teleconsulta, é possível avaliar melhor os sintomas do seu filho, entender por que a fluoxetina foi indicada, analisar possíveis efeitos colaterais e orientar a família de forma individualizada. A plataforma Doctoralia facilita a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação dos pacientes, permitindo acesso rápido a profissionais experientes sem sair de casa.
Hoje, a Telemedicina permite inclusive consultas de segunda opinião de forma prática, segura, discreta e conveniente, conectando famílias aos médicos mais bem avaliados da plataforma. Em tempos de COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, circulação de influenza e cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1, o atendimento online se tornou uma das maneiras mais inteligentes de proteger sua família, evitando exposição desnecessária em trânsito, clínicas e salas de espera lotadas. Além da segurança, você economiza tempo e consegue investir melhor sua rotina em trabalho, estudos e qualidade de vida.
Mesmo que você não precise de atendimento agora, vale a pena conhecer meu perfil profissional e redes sociais, guardar o contato e acompanhar conteúdos educativos sobre desenvolvimento infantil, autismo, comportamento e saúde neurológica infantil.
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Olá, meu filho e TEA|TDAH ele tem 08 anos o psiquiatra aumentou as doses do respiridona e a fluoxeti
Olá, meu filho e TEA|TDAH ele tem 08 anos o psiquiatra aumentou as doses do respiridona e a fluoxetina é a acrescentou o imipramina, com 5 dias da medicação percebi que ele foi parando de fazer XIxi e defecar ele fazia de hora em hora o xixi que está no processo de desfralde. E defecar todo dia ou em alguns momentos que era dia sim e dia não, hoje faz 5 dias sem defecar! E levei na emergência foi descartado a infecção urinária. Parei a medicação pois teve um dia que ele fez só dois xixi o dia todo, agora está indo com mais frequência, porém ainda não está no normal como era antes. Não estou conseguindo marcar para o médico.
Essa medição imipramina tem esses efeitos colaterais?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Ver uma criança que estava evoluindo no desfralde mudar o padrão urinário e intestinal de forma tão rápida realmente assusta, principalmente após alteração de medicações psiquiátricas.
A imipramina pode, sim, causar retenção urinária e prisão de ventre em algumas crianças. Embora esse não seja um efeito colateral considerado dos mais comuns, ele é conhecido e acontece porque a medicação possui efeito anticolinérgico, capaz de reduzir os movimentos do intestino e dificultar o esvaziamento adequado da bexiga. Em crianças com TEA e TDAH, essas reações podem aparecer de maneira mais intensa, especialmente quando há associação com outras medicações, como a Risperidona e a Fluoxetina.
O fato de ele ter passado a urinar poucas vezes ao dia e ficar cinco dias sem evacuar merece atenção médica, porque a constipação importante pode, inclusive, piorar o funcionamento da bexiga. Muitas crianças acabam “travando” o xixi por desconforto abdominal, distensão intestinal ou alteração na percepção corporal. A boa notícia é que vocês já procuraram emergência e descartaram infecção urinária, o que é importante.
Por outro lado, interromper a medicação por conta própria não costuma ser o mais indicado, principalmente em medicamentos que atuam no sistema nervoso central. O ideal é sempre conversar antes com o médico assistente para avaliar se o quadro realmente está relacionado ao remédio, se existe necessidade de redução gradual da dose ou troca da medicação. Em alguns casos, a suspensão abrupta também pode trazer efeitos indesejados.
Enquanto não consegue contato com o psiquiatra, vale observar alguns pontos importantes: se ele continua urinando ao longo do dia, se apresenta dor abdominal, barriga endurecida, vômitos, febre, sonolência excessiva ou desconforto para urinar. Caso fique muitas horas sem urinar novamente, apresente distensão abdominal importante ou piora do estado geral, uma nova avaliação presencial deve ser feita rapidamente.
Também é importante lembrar que crianças em processo de desfralde podem regredir temporariamente quando há mudança de medicação, alteração emocional, ansiedade ou desconforto intestinal. Isso não significa necessariamente perda definitiva do aprendizado.
Hoje, a Telemedicina permite realizar teleconsultas de segunda opinião de forma rápida, discreta e segura, inclusive com médicos experientes no acompanhamento de crianças com TEA e TDAH. Muitas vezes, uma avaliação online consegue orientar os próximos passos, revisar interações medicamentosas e evitar sofrimento desnecessário da criança e da família. Plataformas como a Doctoralia ajudam na escolha de profissionais bem avaliados pelos próprios pacientes.
Além da praticidade, o atendimento por telemedicina reduz exposição a ambientes de risco em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e variantes respiratórias potencialmente graves, incluindo cepas de gripe aviária H5N1. Você economiza tempo de deslocamento, evita salas de espera lotadas e consegue orientação médica sem sair de casa. Mesmo que não precise de atendimento imediato, vale a pena manter contato com profissionais que trabalhem com acompanhamento digital e segunda opinião médica, porque isso pode fazer diferença em momentos de dificuldade como este.
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Olá me chamo Roberto e tenho uma filha que teve convulsões e não encontraram o motivo e msm assim fo
Olá me chamo Roberto e tenho uma filha que teve convulsões e não encontraram o motivo e msm assim foi prescrito a ela Fenobarbital com a dosagem de 28 gotas , porém minha preocupação é se está certo por que ela só tem 7 meses!
Poderia me orientar por favor ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando um bebê tão pequeno apresenta convulsões, é natural que os pais fiquem assustados, principalmente quando os exames ainda não conseguiram mostrar uma causa definida. Isso acontece com mais frequência do que as pessoas imaginam. Em muitos casos, especialmente em crianças pequenas, a convulsão pode ocorrer antes mesmo de os exames conseguirem identificar claramente a origem do problema.
O Fenobarbital é um dos anticonvulsivantes mais antigos e mais utilizados na pediatria, inclusive em bebês de poucos meses de vida. Apesar de o nome assustar e da criança ter apenas 7 meses, ele continua sendo uma medicação muito usada justamente porque possui boa eficácia no controle das crises convulsivas nessa faixa etária. A dose correta não é definida apenas pela quantidade de gotas, mas principalmente pelo peso da criança, pela concentração do medicamento e pelo tipo de quadro clínico apresentado.
Por isso, dizer se “28 gotas está certo ou errado” apenas olhando o número isoladamente seria perigoso e impreciso. Em algumas crianças pode ser uma dose adequada; em outras, pode realmente estar acima ou abaixo do necessário. Tudo depende do peso atual da bebê, da apresentação do remédio e da avaliação do neuropediatra ou pediatra responsável.
Outro ponto importante: mesmo quando os exames iniciais vêm normais, muitos médicos optam por iniciar o tratamento para evitar novas crises. Uma convulsão repetida em bebês pequenos pode trazer riscos importantes, principalmente se durar muito tempo ou ocorrer várias vezes. Em medicina, muitas vezes precisamos proteger primeiro a criança enquanto continuamos investigando a causa.
Os efeitos colaterais mais comuns do Fenobarbital costumam ser sonolência excessiva, irritabilidade, diminuição da disposição e, em alguns casos, alterações no sono ou no comportamento. Se você perceber dificuldade para acordar, respiração diferente, bebê “mole” demais, recusa alimentar importante ou piora do estado geral, isso precisa ser comunicado rapidamente ao médico.
Também é importante nunca suspender o anticonvulsivante por conta própria. A retirada abrupta pode facilitar novas convulsões, inclusive crises mais graves.
Uma avaliação cuidadosa geralmente inclui revisão detalhada da história clínica, análise do desenvolvimento da criança, eletroencefalograma e, dependendo do caso, exames metabólicos, genéticos ou de imagem. Nem sempre tudo aparece logo no início da investigação.
Hoje, a Telemedicina permite acompanhamento neuropediátrico e pediátrico de segunda opinião de forma prática, rápida, segura e discreta, inclusive para revisar doses, receitas, exames e condutas em crianças pequenas. Em uma teleconsulta, é possível analisar o peso da bebê, confirmar a apresentação do medicamento, revisar os exames já realizados e esclarecer com mais precisão se a dose prescrita parece compatível com o caso dela.
A plataforma Doctoralia facilita a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação dos pacientes. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online por Telemedicina oferece mais segurança para sua família, evita exposição desnecessária em salas de espera e reduz perdas de tempo com deslocamentos. Além disso, permite acesso conveniente a médicos experientes e bem avaliados, inclusive para segunda opinião médica. Caso tenha interesse, basta acessar o perfil do especialista na plataforma para receber orientação adequada e individualizada para sua filha.
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Levei minha filha de 2 anos para a emergência no dia da crise e também para uma emergência pediátric
Levei minha filha de 2 anos para a emergência no dia da crise e também para uma emergência pediátrica no dia seguinte. Nos dois atendimentos disseram que foi uma convulsão febril benigna. Mesmo assim fiquei muito assustada porque ela ficou roxa, parecia sem respirar, com olhos arregalados, corpo rígido e a boca travada. Quando conseguiram abrir a boca dela, saiu uma baba espessa e espumosa. Esses sintomas podem acontecer mesmo em uma convulsão febril benigna? Existe algo que indique necessidade de exames mais aprofundados ou acompanhamento com neurologista infantil?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo o tamanho do susto que vocês passaram. Ver um filho convulsionando é uma das experiências mais angustiantes para qualquer pai ou mãe. A descrição que você faz — corpo rígido, olhos arregalados, dificuldade para respirar, lábios arroxeados, mandíbula travada e saída de saliva espessa ou espumosa — realmente impressiona muito. Apesar disso, esses sinais podem, sim, acontecer em uma convulsão febril benigna.
Durante uma crise convulsiva febril, a criança pode apresentar aumento importante da rigidez muscular, interrupção temporária da respiração normal, acúmulo de saliva na boca e redução da oxigenação por alguns segundos, o que explica a coloração roxa nos lábios ou no rosto. A boca “travada” também pode ocorrer pela contração intensa da musculatura da mandíbula. A saliva espumosa costuma aparecer porque a criança não consegue engolir adequadamente naquele momento. Tudo isso assusta bastante, mas não significa automaticamente que houve algo mais grave.
As convulsões febris benignas são relativamente comuns entre 6 meses e 5 anos de idade, principalmente durante febres que sobem rapidamente. Na maioria das vezes, elas duram poucos minutos, acontecem apenas uma vez em um período de 24 horas e a criança volta gradualmente ao comportamento habitual após a crise, embora possa permanecer sonolenta por algum tempo.
Mesmo sendo consideradas benignas, existem situações em que vale aprofundar a investigação ou realizar acompanhamento com neuropediatra infantil. Alguns sinais chamam mais atenção, como crises prolongadas, duração acima de 10 a 15 minutos, repetição de convulsões no mesmo dia, movimentos acometendo apenas um lado do corpo, dificuldade persistente para acordar após a crise, atraso no desenvolvimento, perda de habilidades já adquiridas, histórico familiar importante de epilepsia ou convulsões sem febre. Também merece avaliação mais detalhada quando a febre não parece justificar o quadro ou quando existem dúvidas se realmente foi uma convulsão febril típica.
Em muitos casos, especialmente quando a criança foi bem avaliada na emergência, está neurologicamente normal e teve uma crise clássica e curta, exames como ressonância, tomografia ou eletroencefalograma nem sempre são necessários de imediato. O excesso de exames pode gerar mais ansiedade do que benefício. O mais importante é analisar cuidadosamente a história clínica, o padrão da crise e o desenvolvimento da criança.
Outro ponto importante é observar como sua filha ficou após o episódio. Crianças que recuperam progressivamente a consciência, voltam a interagir, caminhar, brincar e não apresentam déficits neurológicos geralmente evoluem bem. Ainda assim, o medo dos pais é absolutamente compreensível, porque a cena costuma ser dramática.
Em futuras crises, manter a calma ajuda muito. O ideal é colocar a criança de lado, afastar objetos ao redor, não colocar nada dentro da boca e observar o tempo da convulsão. Tentar abrir a boca à força pode machucar dentes ou mandíbula. Se a crise durar mais de 5 minutos, houver dificuldade respiratória persistente, coloração roxa prolongada ou recuperação muito lenta, o atendimento de urgência deve ser procurado imediatamente.
Uma teleconsulta também pode ajudar bastante nesse momento. Muitas vezes, os pais saem da emergência sem conseguir esclarecer todas as dúvidas por causa da tensão emocional do episódio. Pela Telemedicina, é possível revisar toda a história com calma, analisar fatores de risco, avaliar a necessidade de exames complementares e definir se existe indicação de acompanhamento com neurologista infantil. A própria plataforma Doctoralia orienta a busca por médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação dos pacientes.
Além da praticidade, a teleconsulta oferece segurança para você e sua família. Em tempos de circulação de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online evita exposição desnecessária em trânsito, recepções e salas de espera lotadas. Você economiza tempo, mantém sua rotina de trabalho ou estudo e ainda tem acesso rápido e discreto a uma segunda opinião médica qualificada. A Telemedicina evoluiu muito e hoje permite consultas seguras, convenientes e eficazes, inclusive com especialistas altamente recomendados. Mesmo que você não precise de atendimento agora, vale a pena conhecer o perfil profissional e manter esse contato acessível para momentos de necessidade.
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meu filho tem 2 anos e 10 meses e eu não sei mais o que fazer em relação ao comportamento dele. Ele
meu filho tem 2 anos e 10 meses e eu não sei mais o que fazer em relação ao comportamento dele. Ele sempre foi uma criança mais intensa, mas faltando poucos dias pra fazer 2 anos e 10 meses, uma chave virou. Ele ta extremamente impaciente, intolerante à menor frustração. Não sabe dizer o que quer se não for gritando. ATé com os brinquedos ele tá brigando. Somos apenas meu marido e eu no dia a dia, somos tranquilos, tentamos gerenciar os comportamentos difíceis da melhor maneira. Na escola esta semana, fomos chamados pra ouvir que de repente ele passou a bater nos coleguinhas e está muito impaciente. Eu sinceramente não sei mais o que fazer. Eu to exausta!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua exaustão e a angústia de ver uma mudança tão brusca no comportamento do seu filho. Essa fase pode ser muito desafiadora, principalmente quando a criança ainda não consegue expressar com clareza o que sente ou precisa.
Por volta dos 2 a 3 anos, muitas crianças passam por um período de imaturidade emocional importante. O cérebro ainda está em desenvolvimento, especialmente nas áreas responsáveis por controle de impulsos, tolerância à frustração e linguagem. Quando a criança não consegue se comunicar bem, ela “fala” com o corpo: grita, bate, se irrita. Não é falta de educação, nem falha dos pais. É limitação de desenvolvimento naquele momento.
O que chama atenção no seu relato não é apenas a intensidade, mas a mudança relativamente súbita e o impacto em diferentes ambientes, como casa e escola. Isso pode acontecer por vários motivos: avanço das demandas cognitivas, dificuldades de linguagem, questões sensoriais, alterações na rotina, ou até início de dificuldades no neurodesenvolvimento que merecem um olhar mais cuidadoso.
Quando a criança não consegue nomear o que quer, ela tende a reagir com frustração intensa. É como se estivesse “presa” dentro da própria vontade, sem conseguir se fazer entender. Nessa idade, bater ou gritar muitas vezes é uma tentativa de comunicação, não um comportamento intencional de agressão.
Alguns pontos ajudam a orientar melhor o manejo. Manter uma rotina previsível reduz ansiedade. Antecipar mudanças (“agora vamos guardar os brinquedos”) evita explosões. Nomear emoções (“eu sei que você ficou bravo”) ajuda a criança a construir linguagem emocional. E, principalmente, não reforçar o comportamento agressivo com atenção excessiva, mas também não ignorar: o ideal é conter com firmeza, sem agressividade, mostrando o limite com clareza.
Dito isso, quando há sofrimento familiar importante, impacto escolar e dificuldade persistente de comunicação, é prudente investigar mais a fundo. Avaliações com fonoaudiologia, psicologia infantil e, se necessário, neuropediatria podem identificar se existe atraso de linguagem, dificuldade de regulação emocional ou outro fator contribuindo.
Você não está falhando. Você está lidando com uma situação complexa, que exige orientação adequada e, muitas vezes, intervenção precoce. Quanto antes se entende o que está por trás do comportamento, mais rápido a criança aprende formas mais saudáveis de se expressar.
Em uma teleconsulta é possível aprofundar essa avaliação, entender melhor o contexto, orientar estratégias práticas e, se necessário, direcionar para intervenções específicas. Plataformas como a Doctoralia facilitam o acesso a médicos bem avaliados, com experiência em comportamento infantil e desenvolvimento.
Além disso, em tempos de circulação de infecções como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e outras doenças respiratórias, o atendimento por telemedicina oferece segurança para sua família, evita deslocamentos desnecessários e otimiza seu tempo. É uma forma moderna, eficiente e cada vez mais essencial de cuidado em saúde.
A telemedicina hoje também permite acesso a segundas opiniões de forma rápida, discreta e com especialistas de diferentes regiões, o que amplia muito a qualidade do cuidado. Mesmo que você ainda esteja no início dessa jornada, buscar orientação já faz diferença no desfecho.
Se sentir que precisa de ajuda para organizar esse cenário, posso te orientar melhor em uma teleconsulta e ajudar a construir um plano mais claro e seguro para seu filho.
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Olá, Meu filho com tripla excepcionalidade (TEA leve, ansiedade e AL/SD) passou a "regredir" após
Olá,
Meu filho com tripla excepcionalidade (TEA leve, ansiedade e AL/SD) passou a "regredir" após essa idade. O desfralde ocorreu aos 5 anos, porém após +/- um ano, começou com escapes de cocô e muitos problemas emocionais. Parecia muito deprimido e relatava tristeza dizendo não compreender o motivo. A sensibilidade emocional aumentou e ele passou a chorar e olhar somente a parte negativa de qualquer questão com os pares na escola. Baixa autoestima, sentimento de incapacidade, por vezes se sentindo culpado de situações em que não tinha culpa. Relatava mil pensamentos. Sempre enxergando o lado negativo. Seguiu esse quadro até dois meses atrás, quando os sintomas tiveram grande piora, sendo que passou a relatar um cansaço extremo, desmotivação para ir nas terapias e escola. A escola no primeiro ano, também já é desafiadora, ele chegou a iniciar fazendo os temas com muito capricho, mas acabou desmotivando e ficando sem foco com esses pensamentos.
Sei que existe uma poda neuronal entre 6 a 8 anos. Meu filho teve autismo regressivo com sintomas se manifestando próximo aos 2 anos. Faz tratamento desde então e nesse momento dos 6 anos ficou dessa forma!
Pode ser uma poda?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando uma criança começa a apresentar escapes de fezes depois de já ter passado pelo desfralde, junto com tristeza persistente, baixa autoestima, culpa excessiva, pensamentos negativos, cansaço extremo e desmotivação para escola e terapias, não devemos atribuir isso simplesmente a “poda neuronal”.
Há alguns outros pontos importantes e equívocos em seu depoimento. O termo “tripla excepcionalidade” não é uma classificação médica consolidada, não é visto como algo a se usar e, siceramente só excuto nas falas do público leigo. O que se discute é a real existência de outra condição, trazida muito a tona atualmente no dabate militante, a dupla excepcionalidade: crianças com habilidades acima do esperado em algumas áreas e dificuldades importantes em outras. Além disso, quando a criança precisa de suporte escolar, terapias e adaptações relevantes, é preciso reavaliar com cuidado o real nível de suporte no TEA. No caso, sua descrição não bate com o nível 1 de suporte, visto estarmos em um quadro de involução e necessidade de suporte até em rotina escolar. Muitas vezes, o chamado “TEA leve” não traduz bem o impacto funcional da condição na vida diária.
Outro equívoco é acreditar que a poda neuronal ocorre apenas em determinados períodos da vida. A poda neural não acontece apenas entre 6 e 8 anos. O cérebro passa por remodelações durante toda a vida. Portanto, ela não explica, sozinha, uma mudança clínica tão marcada. O quadro descrito sugere a necessidade de investigar ansiedade, depressão infantil, sobrecarga escolar, bullying, dificuldades sensoriais, TDAH, constipação intestinal com escape fecal, encoprese e outros fatores emocionais e orgânicos.
Escapes de cocô não devem ser vistos como birra ou preguiça. Muitas crianças têm constipação crônica, perdem sensibilidade retal e passam a apresentar escapes involuntários. Ao mesmo tempo, sofrimento emocional intenso pode piorar o controle intestinal. Uma avaliação pediátrica, neuropediátrica e psicológica é indicada, com participação da escola.
Em uma teleconsulta é possível organizar melhor essa história, revisar relatórios, orientar os próximos passos e tirar dúvidas com segurança. A Doctoralia ajuda na escolha de médicos com bom perfil de atendimento e satisfação. A telemedicina permite segunda opinião de forma prática, segura e discreta, evitando deslocamentos, trânsito e salas de espera, especialmente em tempos de doenças infectocontagiosas. Caso se interesse, basta clicar no perfil do médico escolhido e agendar.
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Bom dia doutor, meu filho foi diagnosticado encefalomalacia aos 2anos depois de algum tempo começou
Bom dia doutor, meu filho foi diagnosticado encefalomalacia aos 2anos depois de algum tempo começou a convulsionar o que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque receber um diagnóstico como esse e, depois, lidar com crises convulsivas no seu filho causa insegurança e medo em qualquer família.
A encefalomalácia é uma condição em que uma parte do cérebro sofreu algum tipo de lesão e, com o tempo, aquele tecido perdeu sua função normal. Isso pode acontecer por diferentes motivos, como falta de oxigênio, infecções ou traumas. Quando essa área lesionada passa a interferir na atividade elétrica do cérebro, podem surgir crises convulsivas, o que chamamos de epilepsia secundária.
O mais importante agora é compreender que as convulsões não aparecem por acaso. Elas são uma consequência da alteração estrutural no cérebro, e por isso precisam de acompanhamento contínuo. O tratamento costuma envolver o uso de medicações anticonvulsivantes, ajustadas de forma cuidadosa até encontrar a dose e o remédio que melhor controlem as crises. Em muitos casos, a criança pode ter uma boa qualidade de vida quando as crises estão controladas.
Além da medicação, é fundamental investigar melhor o quadro. Exames como eletroencefalograma ajudam a entender o padrão das crises, e a ressonância magnética permite avaliar a extensão da lesão cerebral. Isso orienta decisões importantes sobre o tratamento. Também é comum que essas crianças precisem de acompanhamento multidisciplinar, com fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, dependendo das áreas do desenvolvimento afetadas.
Outro ponto essencial é observar sinais de alerta: crises prolongadas, aumento da frequência ou mudança no padrão das convulsões exigem avaliação médica imediata. Nunca suspenda ou ajuste medicação por conta própria, mesmo que as crises melhorem.
Esse tipo de situação exige seguimento próximo com um neuropediatra, que vai acompanhar a evolução, ajustar o tratamento e orientar a família em cada etapa. Em muitos casos, o controle adequado das crises reduz riscos e melhora o desenvolvimento da criança.
Hoje, a telemedicina permite esse acompanhamento de forma prática e segura, inclusive para segunda opinião médica. Em uma teleconsulta, é possível analisar exames, entender melhor o histórico e ajustar condutas com mais precisão. Plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar profissionais bem avaliados, com alta satisfação dos pacientes.
Em um cenário com doenças infecciosas circulando, como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e até cepas mais agressivas de gripe, o atendimento online se tornou uma forma segura de proteger sua família, evitar deslocamentos e otimizar seu tempo. Você consegue cuidar da saúde do seu filho sem exposição desnecessária e com acesso a especialistas de qualquer lugar.
Se precisar, posso te orientar melhor em uma teleconsulta, avaliando o caso com mais detalhes. Mesmo que não seja agora, vale a pena conhecer o perfil, acompanhar conteúdos e manter esse contato. A telemedicina veio para facilitar o acesso, ampliar possibilidades e oferecer cuidado de qualidade desde o início da jornada de saúde.
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Ola meu filho começo a toma risperadona 0,06 ml a neurologista falo q ele nao tem autismo entt pq el
Ola meu filho começo a toma risperadona 0,06 ml a neurologista falo q ele nao tem autismo entt pq ela passo esse remédio pra ele sera q tenho q passa pela outra neurologista pra saber o certo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação, porque quando um médico prescreve um remédio sem um diagnóstico claro para os pais, isso gera insegurança mesmo.
A Risperidona é uma medicação usada em várias situações na infância, não apenas no Transtorno do Espectro Autista. Ela pode ser indicada, por exemplo, para irritabilidade intensa, agressividade, agitação, dificuldades importantes de comportamento ou desregulação emocional. Ou seja, o fato de a médica ter dito que seu filho não tem autismo não impede, por si só, o uso da medicação. O remédio trata sintomas, não apenas diagnósticos.
Agora, um ponto importante chama atenção: a dose que você descreveu, 0,06 ml (ou aproximadamente 0,06 mg), é extremamente baixa, praticamente sem efeito clínico na maioria dos casos. Isso pode significar três possibilidades. Pode ter havido erro de entendimento da dose, erro na prescrição ou uma tentativa inicial muito cautelosa, o que, na prática, costuma não trazer benefício real. Por isso, antes de qualquer decisão, vale a pena conferir exatamente como foi prescrito na receita.
Diante dessa dúvida, buscar uma segunda opinião é uma atitude sensata, principalmente se você não entendeu claramente o motivo do uso ou não percebeu melhora. Um neuropediatra experiente costuma explicar o porquê da medicação, quais sintomas está tratando e o que se espera de resultado. Sem essa clareza, o tratamento fica inseguro.
Evite interromper ou ajustar o remédio por conta própria. Mesmo em doses baixas, o ideal é sempre discutir com o médico que prescreveu ou com outro especialista.
Hoje, você não precisa ficar com essa dúvida. Em uma teleconsulta é possível revisar a história do seu filho com calma, entender o comportamento que motivou a prescrição e avaliar se a medicação faz sentido, se a dose está adequada ou se há outras abordagens mais indicadas. Plataformas como a Doctoralia facilitam esse processo, permitindo escolher profissionais bem avaliados, com experiência comprovada e alta satisfação dos pacientes.
Além disso, em um cenário atual com circulação de doenças como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e até variantes de gripe aviária como H5N1, o atendimento por telemedicina se tornou uma forma segura de cuidar da saúde da família sem exposição desnecessária. Você economiza tempo, evita deslocamentos e filas, e ainda tem acesso a especialistas de forma rápida e discreta.
A telemedicina também permite algo muito valioso: a segunda opinião médica. Você pode ouvir diferentes especialistas, comparar condutas e tomar decisões mais seguras, tudo de forma prática.
Se quiser, posso te orientar melhor em uma teleconsulta, avaliando o caso com mais detalhes e ajudando você a entender com clareza o que está acontecendo e qual o melhor caminho a seguir. Mesmo que não seja agora, vale a pena manter esse contato.
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Boa noite, minha filha tem 5 anos e escorregou e bateu a parte de trás da cabeça no chão, saiu um ga
Boa noite, minha filha tem 5 anos e escorregou e bateu a parte de trás da cabeça no chão, saiu um galo enorme. Coloquei gelo desinchou um pouco, mais ainda está grande e ela diz que dói quando encosta. No dia seguinte fiz lavagem nasal pois ela tem alergia, e saiu um pouquinho de sangue quando assoo o nariz. Isso é um sinal de alerta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando uma criança pequena sofre uma queda com impacto na parte de trás da cabeça e forma um “galo” volumoso, é natural que isso chame atenção e cause insegurança. Na maioria das vezes, trata-se de um hematoma superficial, que pode doer ao toque por alguns dias. O fato de ter reduzido com gelo é um sinal esperado. No entanto, o conjunto de informações que você descreve merece um olhar mais cuidadoso.
O surgimento de sangue ao assoar o nariz no dia seguinte, mesmo que em pequena quantidade, não deve ser ignorado nesse contexto. Pode ser algo simples, como irritação da mucosa nasal pela lavagem ou pela própria alergia, mas também pode estar relacionado ao impacto sofrido. Em situações de trauma craniano, especialmente quando há sintomas associados, precisamos descartar lesões internas, ainda que raras.
Alguns sinais funcionam como alerta após pancadas na cabeça: dor persistente, aumento ou endurecimento do “galo”, sonolência excessiva, vômitos, comportamento diferente do habitual, tontura, dificuldade para caminhar ou qualquer sangramento incomum. Mesmo que sua filha não apresente todos esses sinais, o episódio de sangramento nasal após o trauma justifica uma avaliação mais detalhada.
Por segurança, esse é um caso que merece avaliação especializada e, possivelmente, a realização de um exame de imagem, como uma tomografia, para afastar qualquer complicação interna. Em crianças, preferimos sempre pecar pelo excesso de cautela quando há impacto craniano associado a sintomas adicionais.
Uma avaliação médica permite examinar sua filha de forma direcionada, entender melhor o mecanismo da queda e decidir com precisão se há necessidade de exames complementares. Quanto mais precoce essa avaliação, maior a tranquilidade para você e mais segura a condução.
Hoje, a telemedicina possibilita uma primeira avaliação rápida, segura e bastante resolutiva nesses casos. Em uma teleconsulta, é possível analisar os sinais clínicos, orientar condutas imediatas e decidir com mais clareza sobre a necessidade de exames ou atendimento presencial. Plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar profissionais bem avaliados, com alta taxa de satisfação, o que traz mais confiança nesse momento.
Além disso, em um cenário em que ainda convivemos com doenças infectocontagiosas como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e cepas virulentas de influenza, o atendimento online reduz riscos desnecessários. Você evita deslocamentos, salas de espera e ganha tempo, mantendo o cuidado com a saúde da sua filha de forma eficiente e segura.
A telemedicina também permite buscar uma segunda opinião de forma prática e discreta, com acesso a médicos experientes. Se julgar necessário, você pode agendar uma avaliação e esclarecer todas as dúvidas com mais profundidade. Mesmo que não precise agora, vale a pena conhecer os profissionais disponíveis e manter esse recurso acessível.
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Meu filho tem 11 anos ,tem TDAH,vive pegando em sua parte íntima ele diz que não consegue se control
Meu filho tem 11 anos ,tem TDAH,vive pegando em sua parte íntima ele diz que não consegue se controlar , isso tem haver com o TDAH ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque esse tipo de comportamento costuma gerar dúvidas e até constrangimento na família. Vamos por partes. Crianças na faixa dos 11 anos estão entrando na puberdade, um período marcado por curiosidade corporal, descoberta de sensações e aumento de estímulos hormonais. O ato de tocar a própria genitália pode, em muitos casos, fazer parte desse processo de desenvolvimento e não necessariamente indica algo grave.
No entanto, quando a criança diz que “não consegue se controlar”, isso merece atenção. O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade está associado a dificuldades de controle inibitório, impulsividade e autorregulação. Ou seja, crianças com TDAH podem ter mais dificuldade em conter impulsos, inclusive comportamentos corporais, principalmente em situações de tédio, ansiedade ou necessidade de autorregulação emocional. Isso não significa que o TDAH “cause” diretamente o comportamento, mas pode facilitar que ele ocorra de forma mais frequente, intensa ou em momentos inadequados.
Outro ponto importante é observar o contexto. Se esse comportamento acontece em público, de forma repetitiva e sem percepção de limites sociais, precisamos intervir com orientação clara e consistente. A criança deve ser ensinada, com linguagem simples, que esse tipo de comportamento é privado e deve acontecer apenas em locais adequados, como no quarto ou no banheiro. Não se trata de punição, mas de educação e direcionamento. Crianças com TDAH, em especial, se beneficiam de regras objetivas, repetição e supervisão próxima.
Também vale investigar se há fatores associados, como ansiedade, tédio excessivo, dificuldade de engajamento em atividades, exposição a conteúdos inadequados ou até questões sensoriais. Em alguns casos, esse comportamento pode funcionar como uma forma de aliviar tensão interna. Se houver aumento progressivo, prejuízo social ou dificuldade importante de controle, a avaliação com neuropediatra ou psicólogo é indicada para um olhar mais amplo.
Com orientação adequada, manejo comportamental e, quando necessário, ajustes no tratamento do TDAH, esse comportamento tende a ser compreendido e reduzido ao longo do tempo. Em uma teleconsulta é possível aprofundar essa investigação, entender melhor o contexto da criança e orientar estratégias práticas para o dia a dia. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar médicos com alto índice de satisfação, facilitando o acesso a uma segunda opinião qualificada.
Em um cenário com doenças infectocontagiosas como COVID-19, Mpox, Parvovírus B19 e Gripe Aviária H5N1, o atendimento por telemedicina se tornou uma alternativa segura e eficiente. Você evita deslocamentos, reduz riscos de exposição e ganha praticidade no cuidado com seu filho. A teleconsulta permite acompanhamento, esclarecimento de dúvidas e até segunda opinião médica de forma rápida, discreta e confiável. Mesmo que não precise agora, vale conhecer o perfil dos profissionais, manter o contato e estar preparado para quando surgir a necessidade.
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Meu filho com 3 meses foi diagnosticado com Hidrocefalia e é algo que não compreendo até hoje e me c
Meu filho com 3 meses foi diagnosticado com Hidrocefalia e é algo que não compreendo até hoje e me culpo amargamente.
O neurologista disse que é por causa de um cisto congênito e me lembro de não ter completado a vainação da hepatite B por ter passado muito mal na gestação, será que isso contribuiu para esse diagnostio??RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua dor e a culpa que você está sentindo, mas é importante dizer com clareza: você não causou a hidrocefalia do seu filho.
A Hidrocefalia ocorre quando há um acúmulo de líquido dentro do cérebro, chamado líquido cefalorraquidiano. Esse acúmulo pode aumentar a pressão intracraniana e acontece por diferentes motivos. No caso descrito, o médico identificou um cisto congênito, ou seja, uma alteração estrutural que já se formou durante o desenvolvimento do bebê ainda na gestação. Esse tipo de condição não está relacionado a decisões pontuais da mãe, como ter ou não completado uma vacina.
A vacina contra a Hepatite B protege contra uma infecção viral específica e não tem relação com a formação de estruturas cerebrais do feto. Não há evidência científica que associe a ausência dessa vacinação durante a gestação ao surgimento de hidrocefalia ou cistos congênitos. Muitas dessas alterações têm origem multifatorial, envolvendo fatores genéticos, desenvolvimento embrionário e, em alguns casos, causas ainda não totalmente compreendidas pela medicina.
É natural tentar encontrar uma explicação ou um motivo, principalmente quando se trata de um filho. Mas, na prática clínica, vemos com frequência situações como essa acontecerem mesmo em gestações bem acompanhadas e sem intercorrências. Culpar-se só aumenta o sofrimento e não contribui para o cuidado da criança.
O ponto mais importante agora é o acompanhamento adequado. A hidrocefalia, quando diagnosticada precocemente, pode ser tratada e monitorada, muitas vezes com bons resultados, dependendo da causa e da evolução. O seguimento com neuropediatra e, quando necessário, com neurocirurgião é essencial para definir se será preciso algum procedimento, como derivação ou outras intervenções.
Hoje, a telemedicina permite acompanhar casos como esse de forma segura e contínua, inclusive com acesso a segunda opinião especializada, o que ajuda muito na tomada de decisões. Em uma teleconsulta, é possível revisar exames, esclarecer dúvidas e orientar a família com tranquilidade. Plataformas como a Doctoralia facilitam encontrar médicos bem avaliados e experientes, o que traz mais segurança nesse momento.
Além disso, em um cenário com doenças infectocontagiosas circulando, como COVID-19, MPOX (varíola do macaco), parvovírus B19 e até cepas de gripe aviária como H5N1, o atendimento online protege você e sua família, evitando exposição desnecessária, deslocamentos e tempo em salas de espera. Você cuida da saúde sem sair de casa e ainda otimiza seu tempo.
Caso sinta necessidade, uma teleconsulta pode ajudar a organizar melhor esse momento, esclarecer todas as suas dúvidas e orientar os próximos passos com mais segurança.
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Meu filho tem 3 anos, ele e diagnosticado com Tea,TDH,TOD ele toma 3 tipos de medicação controlada,
Meu filho tem 3 anos, ele e diagnosticado com Tea,TDH,TOD ele toma 3 tipos de medicação controlada, mais ele come incompessivamente, ele está acima do peso, se ele comeu agora quando terminar ele já pede mais que está com fome, quando não dar ele entra em crises e eu não sei oque fazer pra ele parar de comer assim, oque eu faço pra tudo isso ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua angústia. Ver um filho tão pequeno sofrendo com impulsos que ele mesmo não consegue controlar é extremamente difícil, ainda mais quando isso começa a afetar a saúde física e emocional dele.
O que você descreve não é apenas “fome” ou “mania de comer”. Em crianças com Transtorno do Espectro Autista, TDAH e Transtorno Opositivo Desafiador, esse comportamento alimentar pode fazer parte de um padrão de autorregulação inadequada. Ou seja, a comida passa a ser uma forma de aliviar ansiedade, frustração ou desorganização interna. A criança sente um desconforto que não sabe explicar, e comer vira uma tentativa de se acalmar.
Além disso, alguns medicamentos usados nesses quadros podem aumentar o apetite ou desregular a sensação de saciedade. Isso precisa ser avaliado com muito cuidado, porque pode estar contribuindo diretamente para esse padrão compulsivo.
O ganho de peso nessa fase da vida não é um detalhe. Ele pode trazer consequências metabólicas precoces e piorar ainda mais a agitação, o sono e o comportamento. Por isso, encare como um sinal de alerta importante, que exige intervenção estruturada.
O caminho mais seguro envolve alguns pilares. Primeiro, revisão médica das medicações: doses, horários e até a necessidade de ajustes. Segundo, organização ambiental rigorosa: não deixar comida disponível livremente, estabelecer horários previsíveis e rotinas bem definidas. Terceiro, intervenção comportamental, preferencialmente baseada em análise do comportamento (ABA), para ensinar outras formas de lidar com frustração e ansiedade sem recorrer à comida. Quarto, acompanhamento nutricional especializado, porque não se trata apenas de “comer menos”, mas de reorganizar a relação com o alimento.
Outro ponto essencial: não ceder durante as crises. Sei que é difícil, mas quando a criança aprende que insistir ou entrar em crise resulta em comida, o comportamento se fortalece. É preciso consistência, previsibilidade e apoio profissional para orientar a família nesse manejo.
Esse tipo de quadro não melhora sozinho e tende a se intensificar se não for tratado de forma coordenada. A boa notícia é que, com abordagem correta e integrada, é possível reduzir bastante esse comportamento e melhorar a qualidade de vida da criança e da família.
Hoje, a telemedicina permite avaliar tudo isso com profundidade, revisar medicações, orientar estratégias práticas e acompanhar a evolução de forma próxima e contínua. Plataformas como a Doctoralia reúnem médicos bem avaliados, com experiência nesse tipo de situação, facilitando o acesso a uma segunda opinião qualificada, de forma rápida, segura e discreta.
Em um cenário em que ainda convivemos com infecções como COVID-19, MPOX, parvovírus B19 e até riscos emergentes como a gripe aviária H5N1, o atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos e otimiza seu tempo. É parte da transformação digital da saúde, com apoio da inteligência artificial e da medicina moderna.
Se for possível, busque esse acompanhamento o quanto antes. Em uma teleconsulta, dá para organizar um plano claro, ajustar condutas e te orientar com mais segurança em cada passo. Mesmo que não seja agora, vale conhecer os profissionais disponíveis e manter esse contato por perto.
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Perguntas frequentes
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
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