Perguntas do paciente (206)
-
Quais estratégias de comunicação são recomendadas ao discutir problemas com alguém com Transtorno de
Quais estratégias de comunicação são recomendadas ao discutir problemas com alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) costumam sentir emoções de forma muito intensa, o que pode dificultar conversas em momentos de conflito. Algumas estratégias de comunicação importantes são: validar os sentimentos antes de discutir o problema, falar de forma clara e objetiva, evitar críticas e generalizações, descrever comportamentos em vez de rotular a pessoa e estabelecer limites de maneira respeitosa, preferencialmente em momentos de maior calma emocional.
Também é importante destacar que a psicoterapia é fundamental, não apenas para a pessoa com TPB, mas também para quem convive com ela. Algumas sessões ajudam familiares e parceiros a compreender melhor essas dinâmicas, aprender formas mais eficazes de comunicação e cuidar da própria saúde emocional.
-
Tive uma primeira experiência amorosa muito positiva com uma pessoa. Foi algo bastante intenso, que
Tive uma primeira experiência amorosa muito positiva com uma pessoa. Foi algo bastante intenso, que não vivia há muito tempo. Era a sensação de estar apaixonado. Mas eu não sei se pela ansiedade, por ser introvertido e muito sensível, logo começaram a surgir questionamentos sobre a experiência, do tipo: será que eu gosto dela, como vai ser o futuro? É muito estranho, sensações antagônicas, uma angústia grande. Foi uma situação muito boa e logo depois eu já estava questionando tudo, pensando se iria pra frente.
Isso é normal?
Acho que Preciso de terapia, mas não conheco nenhum profissional também.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é mais comum do que parece. Vivências afetivas intensas costumam produzir sensações agradáveis, mas também podem ativar ansiedade, dúvidas e pensamentos antecipatórios, especialmente em pessoas mais sensíveis, introspectivas ou que passaram muito tempo sem se envolver emocionalmente.
Na Análise do Comportamento, entendemos que emoções e pensamentos fazem parte da experiência, mas não são sinais de que algo está “errado” com você ou com a relação. Questionamentos como “será que eu gosto?” ou “como será o futuro?” costumam surgir quando o vínculo começa a ganhar importância, pois o envolvimento também traz a possibilidade de perda, frustração ou rejeição.
Essa ambivalência — sentir prazer e, ao mesmo tempo, angústia — é algo humano. O problema não está em sentir, mas em como essas sensações passam a conduzir decisões, muitas vezes levando à evitação ou ao sofrimento excessivo.
A psicoterapia pode ajudar bastante nesse processo. Ela oferece um espaço seguro para compreender melhor suas reações emocionais, sua ansiedade e seus padrões de relacionamento, favorecendo escolhas mais conscientes e alinhadas com o que você valoriza. Buscar um profissional é um passo de cuidado consigo mesmo, não um sinal de fraqueza.
Se sentir que essas angústias estão frequentes ou interferindo na sua vida, procurar um psicólogo pode ser muito benéfico.
-
tenho 18 anos e acabei de terminar o ensino medio. durante esses 3 anos eu tive diversas amizades, n
tenho 18 anos e acabei de terminar o ensino medio. durante esses 3 anos eu tive diversas amizades, nenhuma delas durou e hj em dia tenho muitas pessoas q nao gostam de mim e falam coisas ruins sobre mim. talvez eu seja uma pessoa ruim e difícil. eu sinto um sentimento de culpa quando to perto de alguem q eu gosto, como se eu nao merecesse. eu me saboto nessas relações e qualquer coisa é motivo de afastamento, e eu nunca converso ou aviso a outra pessoa. eu quero ter amigos, ainda tenho esperanças. mas sinto q tem algo de muito errado cmg, só posso confiar na minha familia e mesmo assim parece q a qualquer momento algo vai estragar minha relação com eles. O que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado por compartilhar algo tão sensível. O que você descreve dói, confunde e cansa — e não significa que exista “algo errado” com você como pessoa.
Pelo olhar da Análise do Comportamento, esses afastamentos, a culpa e a autossabotagem não definem quem você é, mas padrões de comportamento que foram aprendidos ao longo das experiências. Quando você se afasta sem conversar ou sente que não merece vínculos, isso pode estar funcionando como uma forma de se proteger do medo de rejeição ou de sofrimento — mesmo que, no fim, acabe trazendo mais solidão. Não é maldade, é tentativa de lidar com a dor.
O fato de você querer ter amigos, manter esperança e refletir sobre si mesma mostra que existe desejo de vínculo e mudança. E isso é um ponto muito importante. Esses padrões podem ser compreendidos, nomeados e transformados quando há um espaço seguro para isso.
A psicoterapia pode te ajudar a entender por que essas reações acontecem, como elas se mantêm e, principalmente, como construir relações de forma mais segura, com diálogo e menos culpa. Você não precisa passar por isso sozinha.
Se sentir que é o momento, deixo aqui um convite para iniciar um processo psicoterapêutico. Cuidar da sua história agora, nesse começo da vida adulta, pode fazer muita diferença no futuro. Estou à disposição para te acolher.
-
Venho me sentindo sozinha, tem um tempo que sinto que moro com fantasmas, cada um imerso no próprio
Venho me sentindo sozinha, tem um tempo que sinto que moro com fantasmas, cada um imerso no próprio mundo. Minha mãe não fala comigo a uma semana, e hj é véspera de Natal, sinto que todos os feriados perderam o significado. E tem esse sentimento que nunca vai embora essa "companhia" constante, essa tristeza que me afoga. Tenho sentido muitas dores de cabeça, pescoço rígido e uma angústia crescente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado por confiar e colocar em palavras algo tão difícil de carregar. O que você descreve — essa sensação de solidão mesmo estando acompanhada, o silêncio dentro de casa, a perda do sentido dos feriados — dói profundamente. Nada disso é “exagero” ou fraqueza. É sofrimento humano real, e merece cuidado.
Pelo olhar da Análise do Comportamento, é importante perceber que sentimentos como tristeza, angústia e essa “companhia constante” que você menciona não surgem do nada. Eles costumam estar relacionados às condições do ambiente e às relações que vivemos. Quando há afastamento, falta de diálogo, silêncio prolongado ou ausência de trocas afetivas — como você relata em relação à sua mãe — o organismo responde. Essa resposta pode vir em forma de angústia emocional, mas também de sinais físicos, como dores de cabeça, rigidez no pescoço e cansaço constante.
Esses sintomas não são apenas “coisas da sua cabeça”. Eles são formas do corpo e da mente sinalizarem que algo não está bem, que há necessidades emocionais importantes não sendo atendidas. Quando o ambiente deixa de oferecer acolhimento, previsibilidade e vínculo, a tristeza tende a se manter — não porque você seja assim, mas porque o contexto reforça esse estado.
A boa notícia é que nada disso é definitivo. Emoções não são sentenças, são processos. E processos podem ser compreendidos, acolhidos e transformados. Na psicoterapia, especialmente a partir da Análise do Comportamento, trabalhamos para entender como essas experiências foram se construindo, quais padrões de relação e de enfrentamento estão em jogo, e, principalmente, como criar novas formas de se relacionar consigo mesma e com os outros — de maneira mais saudável e possível.
Você não precisa atravessar isso sozinha. Um espaço terapêutico pode ser um lugar seguro para falar, chorar, organizar pensamentos e, aos poucos, reconstruir sentidos que hoje parecem perdidos. Se sentir que é o momento, deixo aqui um convite sincero para iniciarmos uma sessão de psicoterapia. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, é um ato de cuidado consigo.
Desejo a você, mesmo que o Natal tenha vindo com dor, um Natal de acolhimento interno, ainda que tardio. E que o Ano Novo traga novas possibilidades, novos encontros e, principalmente, mais gentileza com você mesma. Há caminhos, mesmo quando agora tudo parece escuro.
Com carinho e respeito,
José Eduardo Santos Miguel
Psicólogo
-
Olá , rudo bem ! Então meu filho 04 anos , ele tem comportamento como se não tivesse educação, não q
Olá , rudo bem ! Então meu filho 04 anos , ele tem comportamento como se não tivesse educação, não quer obedecer ele é agitado quer todo no tempo ,mas agora deu de gritar com os olhos fechados , e as vezes quanto vou repreende não quer ouvir e colocar a mão na cabeça reclamando que cabeça dói e está muito barulho, ja conversei e coloquei de castigo e nada adiantou , mas quanto está em público fica ainda mas agitado tipo querendo sempre chamar a atenção, o que devo fazer
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigado por compartilhar sua preocupação — sei o quanto isso pode ser cansativo e angustiante.
Pelo olhar da Análise do Comportamento, é importante dizer que o comportamento do seu filho não é falta de educação, mas uma forma de comunicar desconforto, dificuldade de lidar com estímulos (barulho, ambientes cheios) e emoções intensas, algo comum nessa fase do desenvolvimento. Quando ele grita, fecha os olhos ou reclama de dor, provavelmente já está muito sobrecarregado para conseguir ouvir ou obedecer naquele momento — por isso castigos e repreensões tendem a não funcionar.
Diante desses sinais, o mais indicado é uma avaliação com um psicólogo infantil, para compreender melhor o que está acontecendo e orientar vocês de forma adequada, sem rótulos e com estratégias eficazes.
Se desejar, entre em contato comigo que posso indicar um colega de confiança, com abordagem comportamental, para acolher vocês e ajudar nesse processo. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
-
Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?
Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ótima pergunta — e muito comum. Obrigado por trazê-la.
Pelo olhar da Análise do Comportamento, a ansiedade não é apenas um “sintoma”, mas uma resposta que se constrói a partir das experiências, do ambiente e das formas que a pessoa aprendeu para lidar com situações difíceis. Por isso, a psicoterapia é fundamental, pois ajuda a compreender esses padrões e a desenvolver novas formas de enfrentamento no dia a dia.
Em alguns casos, o acompanhamento com psiquiatra também pode ser indicado, especialmente quando a ansiedade está muito intensa, persistente ou comprometendo o funcionamento da pessoa. A medicação não substitui a terapia, mas pode ser um recurso temporário para reduzir o sofrimento enquanto o trabalho psicológico acontece.
O ideal, quando necessário, é que psicólogo e psiquiatra atuem de forma complementar, cada um dentro da sua área, sempre respeitando a singularidade de cada pessoa.
Se você sente que a ansiedade está difícil de manejar, deixo aqui um convite para iniciar um processo de psicoterapia. Um espaço de escuta e cuidado pode ajudar muito a entender o que está acontecendo e construir caminhos mais saudáveis. Estou à disposição.
-
Eu queria entender melhor alguns sintomas que tenho. Eu não costumo sentir empatia ou preocupação, m
Eu queria entender melhor alguns sintomas que tenho. Eu não costumo sentir empatia ou preocupação, mesmo em situações extremas, e acabo fingindo essas reações para parecer ‘normal’. Também tenho crises de paranoia e ansiedade; às vezes sinto como se houvesse câmeras escondidas me observando em casa. Além disso, tenho dificuldade em controlar meus pensamentos, que ficam muito acelerados e saem do meu controle. Gostaria de saber o que isso pode indicar e como posso buscar tratamento.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado por compartilhar algo tão íntimo e difícil. Falar sobre isso já mostra muita coragem e um desejo verdadeiro de entender o que está acontecendo com você.
Os sintomas que você descreve — dificuldade de sentir empatia, necessidade de “fingir” reações, episódios de paranoia, sensação de estar sendo observado e pensamentos muito acelerados — certamente geram um sofrimento enorme. E é importante dizer: nada disso significa que você está “errado” ou “quebrado”. São experiências humanas possíveis, que merecem ser olhadas com cuidado, compreensão e sem julgamento.
Na Análise do Comportamento, entendemos que nossos sentimentos e percepções são moldados pela história de vida, pelas contingências que enfrentamos e pelos contextos em que crescemos. Muitas vezes, para sobreviver a ambientes difíceis, o nosso corpo aprende a se “desligar” emocionalmente, ou a ficar permanentemente em alerta. Isso pode explicar tanto a dificuldade em sentir quanto a sensação constante de vigilância e o pensamento acelerado.
Mas é muito importante ressaltar: esses sinais não devem ser analisados isoladamente. Eles pedem uma avaliação clínica cuidadosa, feita em um espaço seguro onde você possa falar abertamente sobre isso.
Existem tratamentos eficazes para lidar com ansiedade intensa, paranoia, desconfiança excessiva e dificuldade em regular emoções e pensamentos. O acompanhamento psicológico pode ajudar você a:
entender a origem dessas experiências,
aprender maneiras mais seguras de lidar com elas,
reduzir o sofrimento e o medo,
e retomar um senso de tranquilidade no dia a dia.
Como psicólogo clínico, trabalho justamente acolhendo pessoas que vivem experiências como as suas — sem julgamento, com muito respeito e buscando construir, junto com você, caminhos mais leves e funcionais para a sua vida.
Se você sentir que faz sentido, estou à disposição para te acompanhar e te ajudar a entender tudo isso com cuidado e profundidade. Você não precisa enfrentar esses sintomas sozinho.
-
Estou tendo crises de ansiedade pois quero implementar um clube na minha faculdade de meio-período,
Estou tendo crises de ansiedade pois quero implementar um clube na minha faculdade de meio-período, baseando-se no sistema educacional nos países de referência nessa categoria. Entretanto, toda vez sinto que eu falho nisso ou que meus familiares insistem para que eu pare com essa ideia. Isso está me deixando depressiva demais e está me levando a chorar todas as noites.
Será que eu deveria parar de tentar implementar um clube na minha faculdade e viver uma vida chata que nem a dos meus pais, os quais me obrigaram a fazer uma faculdade cujas matérias eu não gostei, tive que trancá-la 1 vez e chorei + tive crises de ansiedade ao descobrir que teria que aprender a dirigir um carro ao invés de seguir com o que eu gostatia de fazer dinheiro?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por você estar passando por tudo isso. De verdade. O que você descreve — crises de ansiedade, sentimento de falha, choro frequente e a sensação de estar vivendo algo que não escolheu — é muito doloroso, e ninguém deveria enfrentar isso sozinho.
Percebo na sua fala uma força enorme: mesmo diante da pressão familiar e do medo de falhar, você ainda tem um desejo vivo de construir algo seu, como esse clube na faculdade. Isso mostra que existe em você uma direção, um valor, algo que faz sentido. E quando nossos valores entram em choque com expectativas externas, o corpo tende a gritar por meio da ansiedade. Isso não é fraqueza — é um sinal de que algo importante precisa de cuidado.
Outra coisa importante: não existe “vida chata” ou “vida certa”. Existe a sua vida, com os seus interesses, seus projetos e seu ritmo. A ansiedade e a tristeza que você sente não são porque você é incapaz, mas porque está vivendo sob contingências muito aversivas — críticas, pressão, falta de apoio — enquanto tenta construir algo que importa para você.
Você não precisa tomar decisões radicais agora, nem desistir do clube ou se obrigar a seguir um caminho que não combina com quem você é. O que pode ajudar muito é ter um espaço seguro para entender melhor suas emoções, identificar o que de fato é seu e o que é imposição externa, e aprender estratégias para lidar com a ansiedade enquanto organiza seus passos.
Como psicólogo clínico que trabalha com Análise do Comportamento, posso te ajudar nesse processo: compreender suas contingências, fortalecer comportamentos alinhados aos seus valores e reduzir o sofrimento associado à ansiedade. Você merece apoio — e pode encontrar maneiras mais leves e possíveis de seguir com seus projetos, sem se machucar no caminho.
Se você sentir que faz sentido, estou à disposição para te acompanhar com acolhimento e profissionalismo.
Você não está sozinha. E não precisa enfrentar isso sem apoio.
-
Oi, tudo bem? Estou passando por algo que está mexendo muito comigo. Meu marido diz que me ama, m
Oi, tudo bem? Estou passando por algo que está mexendo muito comigo.
Meu marido diz que me ama, mas perdeu o desejo sexual por mim. E isso me afeta profundamente, porque o desejo é a forma como eu existo dentro da relação — é o que me faz sentir vista, amada e viva. Quando isso desaparece, eu também desapareço um pouco.
Estou confusa, machucada e não sei como lidar com essa falta de desejo. Quero ajuda para entender o que está acontecendo e como posso seguir de um jeito mais saudável, comigo e com a relação.
Obrigada.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por uma dor tão profunda. O que você descreve não é “exagero” nem “drama”: quando o desejo do outro tem um papel tão importante na forma como você se sente vista e amada, a ausência dele realmente machuca. E machuca fundo.
É compreensível que isso mexa com a sua identidade, com a sua autoestima e até com a maneira como você percebe seu valor dentro da relação. Quando algo que era fonte de conexão e vitalidade se perde, é natural que você também sinta que perde um pedaço de si.
Mas é importante trazer uma perspectiva: a falta de desejo do seu marido não é um reflexo do seu valor, nem da sua beleza, nem da sua importância. O desejo humano é influenciado por inúmeros fatores — emocionais, históricos, relacionais, contextuais — e não se reduz à qualidade da pessoa ao lado.
Na Análise do Comportamento, entendemos que cada comportamento (inclusive o sexual) acontece dentro de contingências específicas: estresse, rotina, cansaço, conflitos silenciosos, expectativas diferentes, mudanças na dinâmica do casal… E muitas vezes, quando o desejo diminui, ele está sinalizando que algo na relação ou no ambiente precisa ser cuidado, reorganizado ou compreendido — não que o amor acabou.
O ponto mais importante agora é você cuidar de si. Você não precisa enfrentar essa confusão sozinha, nem continuar sentindo que “desaparece” quando o desejo do outro diminui. Existe um caminho mais saudável, no qual você pode:
recuperar a sua própria sensação de valor,
entender o que essa dinâmica desperta na sua história e nas suas emoções,
e encontrar formas de reconstruir o vínculo sem carregar tudo nas suas costas.
Como psicólogo clínico, posso te ajudar a compreender o que esse momento significa para você, para a sua relação e para o seu bem-estar emocional. É possível reorganizar essa dor, resgatar a clareza e aprender novas formas de existir dentro (ou fora) da relação — com leveza e respeito a quem você é.
Se você sentir que faz sentido, estou à disposição para te acompanhar nesse processo.
Você merece ser vista, cuidada e amada — inclusive por você mesma.
-
Faço terapia há mais ou menos 3 anos, mas mesmo assim costumo voltar para o mesmo estado de desânimo
Faço terapia há mais ou menos 3 anos, mas mesmo assim costumo voltar para o mesmo estado de desânimo de sempre, antes achava que era preguiça, mas tenho vontade de fazer coisas mais ativas, mas meu corpo e minha mente parecem sempre quererem ficar em um estado constante de repouso. Tomo vitaminas e pratico atividade física regularmente, então não acredito que seja questão de saúde física, no entanto constantemente me sinto triste sem motivo, não consigo criar laços com ninguém e sempre evito ambientes com muitas pessoas porque é sufocante pra mim. Estou quase no fim da faculdade, porém não possuo perspectiva de futuro alguma, sinto que vou morrer sendo um fracasso, porque constantemente não me vejo como capaz de fazer o que tenho vontade, sinto que sou burra e que todos estão alcançando algo na vida, menos eu. Costumava desejar muito a morte, no entanto, sei que no fundo só gostaria de poder a vida sem saber que minha cabeça funciona de uma maneira completamente diferente das outras pessoas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja carregando tudo isso há tanto tempo. É doloroso viver essa sensação de cansaço emocional constante, como se a vida pedisse movimento, mas seu corpo e sua mente respondessem com um freio invisível. Isso não é preguiça — isso é sofrimento. E é um sofrimento real, legítimo, que merece ser acolhido com muito cuidado.
O que você descreve — tristeza sem motivo claro, dificuldade de criar vínculos, sensação de estar “desligada” do mundo, evitar ambientes, medo de ser um fracasso, comparar-se o tempo todo e sentir que seu funcionamento é diferente — não é falta de força, nem falta de caráter. São sinais de que algo dentro de você está pedindo ajuda.
E quando isso persiste mesmo com atividade física, vitaminas e anos de terapia, significa que existe um processo psicológico mais profundo acontecendo, que precisa ser compreendido com delicadeza e com uma abordagem que consiga enxergar sua história, seus padrões, suas contingências e o contexto em que tudo isso foi sendo construído.
Na Análise do Comportamento, entendemos que esses sentimentos não surgem do nada. Eles têm função, têm história, têm gatilhos e têm contingências que os mantêm. E, quando entendemos isso juntos — com calma, com afeto e sem julgamento — começamos a abrir espaço para que novas formas de existir possam aparecer.
Você não é burra.
Você não é um fracasso.
Você não está atrasada na vida.
Você está enfrentando algo muito maior do que a maioria das pessoas imagina.
Seu desejo de morrer, e ao mesmo tempo o desejo de “viver sem essa cabeça tão pesada”, mostram que, apesar da dor, existe em você uma vontade de seguir, de encontrar leveza, de descobrir outra forma de se relacionar com o mundo e com você mesma.
E isso é extremamente valioso.
Sim — buscar ajuda profissional faz todo sentido, especialmente agora, quando você está percebendo que sozinha (ou só com o que já foi tentado) está muito difícil romper esse ciclo.
Se você sentir que faz sentido, estou à disposição para te acompanhar nesse processo. Podemos, juntos, entender de onde vêm esses sentimentos, o que os mantém vivos, e construir caminhos reais e possíveis para que sua vida deixe de ser esse peso constante.
Você merece cuidado.
Você merece acolhimento.
E você não precisa carregar isso sozinha.
-
Acho que tenho algum problema relacionado aos meus sentimentos. Ao mesmo tempo que sinto muitas cois
Acho que tenho algum problema relacionado aos meus sentimentos. Ao mesmo tempo que sinto muitas coisas, também sinto um vazio enorme. Recentemente perdi alguém muito próximo da minha família, mas não consegui sentir o luto de uma forma “normal”. Chorei no dia, mas era algo que ia e voltava rapidamente, e no dia seguinte já parecia distante. Depois disso, simplesmente parei de sentir qualquer coisa sobre o assunto. Não sinto preocupação, mas ao mesmo tempo sou muito ansiosa. Isso pode indicar algum problema emocional que eu precise procurar ajuda profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua perda. Mesmo que você diga que não conseguiu “sentir o luto de forma normal”, o simples fato de estar refletindo sobre isso já mostra o quanto esse momento mexeu com você.
É importante dizer: não existe uma forma correta de sentir o luto. Algumas pessoas choram muito, outras quase não choram, algumas ficam anestesiadas, outras oscilam entre momentos de emoção e momentos de aparente indiferença. Todas essas reações são humanas e podem aparecer em diferentes fases do processo.
Esse vazio que você descreve, junto com a dificuldade de acessar alguns sentimentos, pode ser uma forma do seu corpo e da sua mente tentarem te proteger de algo muito difícil. Às vezes, quando a dor é grande demais, o organismo “desliga” algumas respostas emocionais para que você consiga seguir funcionando. Isso não significa falta de amor, falta de vínculo ou frieza — significa sobrevivência.
Ao mesmo tempo, a ansiedade que você sente mostra que há um movimento interno acontecendo, mesmo que você não consiga nomear ou acessar tudo que está aí dentro. A mistura de “sentir muito” e “não sentir nada” é algo que vemos com frequência quando os sentimentos ficam confusos, intensos ou difíceis de elaborar sozinho.
Tudo isso merece cuidado.
E sim: pode indicar que seria muito importante buscar ajuda profissional.
Na psicoterapia — especialmente dentro da Análise do Comportamento — é possível:
entender por que suas emoções aparecem dessa forma,
explorar como sua história, suas contingências e seus vínculos influenciam esse padrão,
aprender a reconhecer e organizar o que você sente,
e encontrar formas mais leves e saudáveis de lidar com perdas, ansiedade e vazio emocional.
Você não precisa enfrentar tudo isso tentando adivinhar o que é “normal” ou não. É totalmente possível encontrar um caminho de compreensão e acolhimento para as suas experiências.
Se você sentir que faz sentido, estou à disposição para caminhar com você nesse processo.
Você merece ser cuidado — e não precisa carregar isso sozinho.
-
Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada po
Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada por motivos familiares ela pediu um tempo até o fim de Dezembro: a irmã surtou e a mãe está em briga constante com o padrasto dela. Estou tendo crises na empresa, muita falta de ar e choro e uma das crises sem querer acabei me abrindo com a gerente que eu estava namorando alguém da empresa, sem citar o nome. Minha namorada agora está chateada comigo. Eu a amo muito tenho medo de ter destruído a chance de recomeçar com ela. Como posso recuperar a confiança dela? Será que o relacionamento não tem mais salvação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo como essa situação pode ser dolorosa para você. Quando estamos emocionalmente envolvidos, qualquer instabilidade no relacionamento pode intensificar ansiedade, insegurança e pensamentos catastróficos. É importante reconhecer que suas reações — falta de ar, choro, medo de perder alguém — não acontecem “do nada”: elas são respostas a um contexto de estresse, incerteza e afastamento.
Do ponto de vista da Análise do Comportamento, confiar novamente não é algo que acontece de uma vez, mas um processo construído a partir de pequenas ações consistentes: clareza, respeito aos limites dela e estabilidade emocional da sua parte.
Forçar conversas, justificar-se repetidamente ou tentar “consertar rápido” pode aumentar ainda mais a pressão.
Um ponto essencial é cuidar do que está acontecendo com você agora. Suas crises na empresa mostram que você também precisa de apoio e espaço seguro para reorganizar o que está sentindo. A psicoterapia pode ajudar a lidar com essa ansiedade, ampliar sua compreensão do que está mantendo esse sofrimento e desenvolver maneiras mais saudáveis de se posicionar no relacionamento.
Sobre o futuro do casal, não há como afirmar se acabou ou não — até porque ela pediu um tempo justamente por estar passando por um momento familiar difícil. O que você pode fazer agora é oferecer segurança, respeitar o tempo que ela pediu e trabalhar o seu próprio equilíbrio emocional. Relacionamentos tendem a se reorganizar quando ambos conseguem se comunicar de forma mais tranquila e sem tanta tensão acumulada.
Se sentir necessidade de um espaço para falar sobre isso e aprender a manejar melhor essa ansiedade, estou à disposição.
-
É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo
É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo (3 ou 4 semanas) tempo tive uma crise de ansiedade e estou me recuperando. Porém as vezes quando estou tranquilo ou sentado na cadeira eu sinto dores nas costas, desconforto na garganta e até ombros. É possível que esse tipo de hábito me torne mais ansioso ou preocupado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, hábitos como má postura podem aumentar a ansiedade, embora não sejam a causa principal.
Pela Análise do Comportamento, dores e desconfortos corporais funcionam como estímulos internos que chamam atenção e podem ser interpretados como ameaça, especialmente após uma crise de ansiedade.
Isso aumenta a hipervigilância corporal e mantém a preocupação.
Ajustar a postura, alongar e reduzir o foco excessivo nas sensações ajuda, junto com a psicoterapia, a quebrar esse ciclo de ansiedade.
-
Como saber se eu devo procurar ajuda psicológica ou n? Tenho convivido com uma tristeza que n sei se
Como saber se eu devo procurar ajuda psicológica ou n? Tenho convivido com uma tristeza que n sei se é normal, tenho momentos felizes no meu dia mas dps q eles passam continuo sentindo uma tristeza e um vazio o resto do dia. Quando participo de eventos escolares, festas, passeios e saio com os colegas de serviço mesmo q tenha me divertido lá no momento quando chego em casa minha primeira reação é chorar e eu n entendo o pq. Nos últimos 2 anos eu saí de atividades q eu gostava por desânimo e mesmo q eu me interesse por algo e vá fazer n consigo sair da aula experimental.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Percebo, pelo que você descreve, que tem vivido um sofrimento emocional constante, mesmo em meio a momentos que deveriam trazer prazer ou leveza. Essa oscilação entre breves instantes de bem-estar e uma sensação persistente de tristeza e vazio pode indicar que algo em sua rotina, em seus relacionamentos ou na forma como tem lidado com as situações está exigindo mais de você do que parece.
Procurar ajuda psicológica não precisa esperar “piorar” ou chegar a um limite. Quando o sofrimento começa a interferir na sua motivação, nas atividades que antes traziam satisfação e na qualidade de vida, já é um bom momento para buscar apoio.
Na psicoterapia — especialmente com base na Análise do Comportamento — trabalhamos para compreender o que mantém esse padrão emocional e identificar novos caminhos para que suas ações estejam mais alinhadas com o que é realmente importante para você. Esse processo pode ajudar a resgatar o sentido, a energia e o prazer nas experiências do dia a dia.
Buscar ajuda é um ato de cuidado e coragem. Considere iniciar esse processo — ele pode fazer uma grande diferença.
-
Olá, bom dia, me chamo Luiz Fernando, tenho 26 anos, e moro no sul de Minas Gerais. Gostaria de faz
Olá, bom dia, me chamo Luiz Fernando, tenho 26 anos, e moro no sul de Minas Gerais.
Gostaria de fazer uma pergunta especificamente para um psicólogo.
A minha dúvida é sobre o modo de pensar e agir(ou até, ser), das pessoas.
Recentemente conheci uma pessoa em um aplicativo de relacionamentos, e marcamos de nós encontramos, e o que eu posso falar, sem revelar muitas informações pessoais, é que ela é do sexo masculino, e tem 19 anos.
A minha dúvida sendo bem direto é que, eu não estou entendendo, por que de que, o modo padrão dele de comportamento por mensagens, é extremamente passivo-agressivo, até muitas vezes só agressivo mesmo, e ele diz que o problema é que, eu que o "estresso". Porém, quando nos encontramos pessoalmente, pelo menos até agora, as coisas já mudam, e o tratamento é melhor.
Sendo mais direto ainda na minha dúvida, é que eu faço a comparação entre a grande maioria das pessoas que conheço, e até eu mesmo, versus ele. Por que o modo "padrão" dele, seria "tratar" desta forma?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Luiz Fernando. Agradeço por compartilhar sua dúvida com tanta clareza. O que você descreve parece estar lhe gerando confusão e talvez até desconforto — e faz sentido que isso aconteça.
Na Análise do Comportamento, entendemos que o modo como uma pessoa se comporta (inclusive a forma de se comunicar) é aprendido ao longo das experiências de vida e depende muito do contexto. Ou seja, é possível que esse jovem apresente respostas mais agressivas nas mensagens porque, naquele ambiente, ele se sente mais à vontade para agir assim — talvez como uma forma de defesa ou de manter controle da situação. Já no contato presencial, outros fatores entram em jogo (como o olhar, o tom de voz e as reações do outro), o que pode alterar completamente o comportamento.
Essa diferença entre o comportamento virtual e o presencial é mais comum do que parece, mas quando começa a causar sofrimento, insegurança ou confusão emocional, é importante olhar para isso com mais profundidade. A psicoterapia pode ajudá-lo a compreender melhor como você se posiciona nas relações, o que o afeta emocionalmente e de que forma pode se proteger e se comunicar de maneira mais saudável.
Se sentir que essa situação está lhe trazendo incômodo recorrente, considere iniciar o acompanhamento psicológico — esse processo pode trazer mais clareza e equilíbrio para suas relações e para si mesmo.
-
tenho problemas com meu pai desde que me entendo por gente, e toda vez que tento falar com ele eu co
tenho problemas com meu pai desde que me entendo por gente, e toda vez que tento falar com ele eu começo a chorar e simplesmente não consigo parar, por mais que eu queira. consigo falar sobre com qualquer pessoa menos com ele. sinto que cada vez mais isso vai ficando maior pois não consigo colocar pra fora na frente dele, tem algo que possa me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que falar com seu pai desperte emoções tão intensas — isso indica o quanto essa relação tem peso na sua história e no seu repertório emocional. Na Análise do Comportamento, entendemos que essas reações são respostas aprendidas ao longo do tempo e podem ser trabalhadas.
A psicoterapia é o espaço ideal para compreender esses sentimentos, ressignificar experiências e desenvolver novas formas de lidar com elas.
Se desejar, podemos conversar e iniciar esse processo juntos.
-
É normal de sentir tão triste com a maldade humana a ponto de não querer mais viver? eu não sei como
É normal de sentir tão triste com a maldade humana a ponto de não querer mais viver? eu não sei como as outras pessoas conseguem ser felizes mesmo sabendo de tudo que acontece no mundo, porque mesmo que não me afete, eu me sinto bem triste e sem esperanças. Eu realmente não quero estar perto de ninguém, as pessoas me deixam com nojo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se sentir triste diante da maldade humana é uma reação compreensível — mostra sua sensibilidade e empatia. No entanto, quando essa tristeza se torna constante e interfere no desejo de viver ou se relacionar, é importante buscar ajuda.
Na psicoterapia, especialmente pela Análise do Comportamento, é possível compreender essas emoções, fortalecer repertórios de enfrentamento e reconstruir o sentido da vida com mais equilíbrio.
Se desejar, podemos conversar e iniciar esse processo juntos.
-
Como superar uma ex que começou a namorar a pouco tempo, porém trabalhamos juntos de segunda a sexta
Como superar uma ex que começou a namorar a pouco tempo, porém trabalhamos juntos de segunda a sexta e aos domingos acabamos nos vendo nos cultos da igreja , obs: nossas ideias não batiam sempre e o relacionamento em si foi muito conturbado , muitas brigas e muitos términos por parte dela, por motivos bobos do dia a dia , exemplo se eu não fizesse algo em específico que ela queria ela já falava em terminar sem se importar com o que eu sentia e dias depois aparecia como se o fato dela ter terminado comigo não fosse pra valer e dizia vem aqui em casa ,como se nós tivéssemos algo ainda ! E eu acabava cedendo a todas as vezes em que ela terminava , até que um dia chegou em que ela terminou comigo mais uma vez e eu dei um basta e não voltei , tentei seguir minha vida , mas acabei voltando a falar com ela por que trabalhamos juntos e temos uma rotina , voltamos a ficar de vez em quando , e no tempo em que só ficávamos eu não percebi nenhuma mudança que fizesse reacender a vontade de voltar e namorar noivar e casar ! Porém ela agora arrumou outra pessoa e eu estou sofrendo com isso! Não gostaria de se sentir mais essa angústia ,como superar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O sofrimento após o término é compreensível, especialmente quando há convivência frequente e um histórico de idas e vindas. Na Análise do Comportamento, entendemos que a dificuldade em se desligar está ligada a padrões de reforço emocional — momentos em que o vínculo é reativado e a esperança de reconciliação se mantém viva.
A psicoterapia ajuda a compreender esses padrões, fortalecer o autocontrole emocional e desenvolver novos comportamentos que promovem bem-estar e autonomia afetiva.
Se desejar, podemos conversar e iniciar esse processo juntos.
-
Como curar uma ferida de ser rejeitado por uma ex ? Eu e minha ex terminamos mas porém eu e ela tive
Como curar uma ferida de ser rejeitado por uma ex ? Eu e minha ex terminamos mas porém eu e ela tivemos várias recaídas , mas meu racional me dizia que não valia a pena voltar, nossas ideias de futuro não se enquadrava( ela queria que eu aceitasse morar no porão da casa dela onde é o único espaço que daria para construir algo , se fosse para comprar um apê ou alugar algo ela disse que eu que teria que me virar sozinho por que já que tinha o porão da casa dela e eu não quis ir então eu que me virasse ,certa vez ela ameaçou terminar comigo por que eu disse que não iria na casa dela naquele dia por que eu estava cansado ,eu trabalhava e fazia faculdade, e ela disse que se caso eu não fosse ela terminaria e depois de terminar eu perguntei se ela se arrependia de ter ameaçado tá tas vezes terminar comigo se ela estava certa , e ela disse que estava certa si. Por que eu deveria dar mais prioridade a ela e disse que não se arrependia e dentre outras coisas que não concordamos ,porém paramos de ficar e ela começou a namorar com outra pessoa e eu implorei pra voltar e disse que aceitaria o que ela me propôs e que me doaria mais no relacionamento para ela enfim me aceitar de volta , estou sofrendo com isso tudo as vezes me pego angustiado mesmo sabendo lá no fundo que se eu realmente estivesse com ela não iríamos tão longe assim haja vista que ela não queria mudança alguma eu quero que essa dor passe.obs: trabalhamos no mesmo trabalho o pai dela e nosso chefe e frequentamos a mesma igreja ao qual ela irá começar a levá-lo , como esquecer como me curar disso tudo ??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dor após o término e a rejeição está relacionada às consequências emocionais que o rompimento gerou em sua história de vida. Na Análise do Comportamento, entendemos que o sofrimento persiste quando continuamos reforçando pensamentos, lembranças e comportamentos que nos mantêm ligados à relação anterior — mesmo que ela já não traga bem-estar.
O processo psicoterapêutico ajuda a compreender esses padrões, ampliar o autoconhecimento e desenvolver novas formas de lidar com as emoções e com a perda.
Se desejar, você pode agendar uma consulta para conhecer esse processo e trabalharmos juntos na reconstrução do seu equilíbrio emocional.
-
Como saber se o que eu sinto é amor ou somente apego aos momentos bons que o relacionamento tinha ?
Como saber se o que eu sinto é amor ou somente apego aos momentos bons que o relacionamento tinha ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida muito comum e compreensível. Sentimentos em relacionamentos podem ser complexos e, muitas vezes, confundimos amor verdadeiro com a saudade ou apego aos momentos bons que vivemos. Observar como você se sente na rotina, como reage às dificuldades do relacionamento e se consegue perceber os desejos e necessidades do outro pode trazer alguns indícios, mas não é fácil chegar a uma conclusão sozinho. Conversar com um psicólogo pode ajudar você a explorar esses sentimentos com segurança, entender suas emoções mais profundas e tomar decisões mais conscientes para o seu bem-estar.
Perguntas frequentes
-
Olá! Um médico dermatologista pode tratar uma verruga na região perianal? notei uma pequena verruga
Se for uma "verruga", pode sim. Se for diagnóstico proctológico,…