Perguntas do paciente (206)

  • Eu e minha ex ficamos 1 ano e 4 meses ,porém no namoro eu não conseguir enxergar o nosso relacioname

    Eu e minha ex ficamos 1 ano e 4 meses ,porém no namoro eu não conseguir enxergar o nosso relacionamento indo para frente no quesito casamento ! Porém depois de terminar ficamos 2 anos tendo recaídas , logo após os dois anos ela se afastou e disse que estava conhecendo outro pessoa , depois de saber disso eu fiquei extremamente chateado e comecei a fazer o que eu nunca achei que iria fazer , comecei a mandar mensagem implorando para voltar , prometi até casamento, como explicar esse sentimento de querer voltar para uma pessoa que lá no fundo eu não a amo ! Mas gostaria de tentar novamente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    O que você está descrevendo é bastante comum em situações de término prolongado com recaídas. Muitas vezes, não se trata exatamente de amor, mas de apego, saudade ou medo da perda do vínculo que existia. Esses sentimentos podem gerar impulsos intensos, como querer insistir na relação mesmo sabendo, racionalmente, que não há amor ou futuro concreto.
    Entender essas emoções sozinho pode ser confuso e desgastante. A psicoterapia oferece um espaço seguro para explorar esses sentimentos, compreender por que surgem esses impulsos e desenvolver estratégias para lidar com eles de maneira mais consciente, evitando sofrimento desnecessário e escolhas das quais você possa se arrepender.


  • Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo u

    Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo um quadro de que como se o mundo não fosse real e nem eu. Não é como minhas crises anteriores onde eu tinha sintomas físicos muito fortes como: falta de ar, visão escurecendo, palpitações fortes e tontura, hoje eu não sinto nada disso apenas uma leve sensação de que o corpo está pesado e dormente mas não chega a estar. Eu tenho medo da morte súbita e isso vem afetando minha percepção das coisas, eu tento me confortar com meus exames que estão normais e minha idade que não se adequa a maioria dos casos de morte súbita, mas mesmo minha mente sossegando um pouco ainda fico com a impressão no fundo de que vou morrer amanhã ou daqui a pouco. Estou me cuidando apesar de tudo, comendo, dormindo, andando mesmo que pareça estranho fazer tudo isso e passando no psicólogo e logo no psiquiatra para fazer acompanhamento com medicação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    O que você descreve é comum em quadros de ansiedade e não indica perda de contato com a realidade ou risco de morte súbita.
    Pela Análise do Comportamento, quando o medo diminui no corpo, ele pode se deslocar para a percepção e para os pensamentos, gerando sensações de irrealidade e antecipação catastrófica.
    A sensação de “mundo estranho” é uma resposta do sistema nervoso em alerta, não um sinal de perigo real.
    O fato de você estar se cuidando, em psicoterapia e buscando acompanhamento psiquiátrico é exatamente o caminho correto para reduzir esse padrão e recuperar segurança ao longo do tempo.


  • Tenho 33 anos e passo meu tempo livre inteiro jogando vídeo game como forma de escapismo. Possuo um

    Tenho 33 anos e passo meu tempo livre inteiro jogando vídeo game como forma de escapismo. Possuo um bom emprego financeiramente falando, mas detesto o que faço. Não possuo amigos ou qualquer vida social ou amorosa (sou diagnosticado com fobia social e TEA suporte 1). Procuro usar o vídeo game para escapar da realidade e ir para mundos de fantasia. Chego a ficar mais apegado com personagens virtuais desses jogos do que com pessoas da vida real.
    É possível que isso seja sinal de depressão? Sinto que se jogos de vídeo game deixassem de existir, a vida seria um total marasmo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    O que você descreve mostra que os videogames têm se tornado uma forma de lidar com dificuldades emocionais e sociais, e isso é compreensível, especialmente diante de desafios como fobia social e TEA. O uso intenso dos jogos pode ser um sinal de que há sofrimento emocional, desmotivação ou depressão, mas só uma avaliação adequada poderá esclarecer isso. Na psicoterapia, podemos compreender os padrões de comportamento que mantêm esse apego, desenvolver estratégias para aumentar engajamento em atividades significativas e fortalecer relações sociais, mesmo que gradualmente. Com acompanhamento, é possível encontrar formas de prazer e conexão que tragam mais equilíbrio à sua vida. Se quiser, podemos marcar uma consulta para iniciar esse processo de forma personalizada.


  • O que fazer se o relacionamento se torna tóxico? .

    O que fazer se o relacionamento se torna tóxico? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Quando um relacionamento se torna tóxico, é comum que a pessoa se sinta confusa, desgastada e até culpada pelo que está acontecendo. Em situações assim, o primeiro passo é reconhecer os padrões de comportamento e interação que estão gerando sofrimento — algo que pode ser difícil de fazer sozinho. A psicoterapia ajuda justamente nesse processo: compreender o que mantém você preso(a) a essa dinâmica, fortalecer sua autoestima e desenvolver novas formas de se posicionar diante do outro e de si mesmo(a). Vale a pena marcar uma consulta, mesmo que seja apenas para esclarecer melhor o que está acontecendo; depois, você decide se deseja seguir com o acompanhamento.


  • Olá, tudo bem? Eu estou procurando um profissional para trabalhar questões emocionais ligadas a ape

    Olá, tudo bem?
    Eu estou procurando um profissional para trabalhar questões emocionais ligadas a apego evitativo.
    Tenho 39 anos e percebo um padrão repetitivo nos meus relacionamentos: no início eu me envolvo de forma intensa, mas depois acabo me distanciando emocionalmente, mesmo sem motivo real. É como se o sentimento simplesmente desaparecesse.
    Tive uma infância com pouca presença emocional dos meus pais — meu pai era ausente e alcoólatra, e minha mãe, embora amorosa, sempre trabalhou muito.
    Gostaria de entender qual especialidade ou abordagem terapêutica é mais indicada pra esse tipo de situação (Terapia do Apego? EFT? Somatic Experiencing?).
    Também queria saber se há profissionais que realmente trabalham esse tema de forma prática, não só conversando, mas ajudando a reconstruir o vínculo emocional.
    Agradeço desde já qualquer orientação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Olá! O padrão que você descreve é muito comum em pessoas com apego evitativo, e reconhecer isso já é um grande passo. Na psicoterapia, especialmente na abordagem da Análise do Comportamento, podemos trabalhar de forma prática e estruturada para compreender os padrões emocionais que influenciam seus relacionamentos, identificar gatilhos que levam ao distanciamento e desenvolver estratégias concretas para se conectar emocionalmente de maneira mais segura e consistente. O trabalho foca tanto na compreensão quanto na aplicação de novas formas de se relacionar, fortalecendo vínculos e autonomia emocional. Vale a pena marcar uma consulta mesmo que seja apenas para esclarecimento — depois você decide se deseja continuar o acompanhamento.


  • Como uma pessoa se sente depois de sofrer bullying?

    Como uma pessoa se sente depois de sofrer bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Depois de sofrer bullying, a pessoa pode se sentir triste, envergonhada e com a autoestima abalada. É comum sentir medo, ansiedade e até querer se isolar dos outros. Esses sentimentos podem afetar o dia a dia e a saúde emocional, por isso é importante buscar apoio de familiares, amigos e, se possível, de um psicólogo.
    Como psicólogo, estou disponível para ajudar você a lidar com essas emoções e a recuperar sua autoconfiança.


  • Como o Projeto de vida está relacionado ao autoconhecimento?

    Como o Projeto de vida está relacionado ao autoconhecimento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo analista do comportamento, vejo que o projeto de vida está diretamente relacionado ao autoconhecimento, pois entender nossos valores, habilidades e objetivos nos permite tomar decisões mais conscientes e direcionadas. Estou à disposição em meu consultório para aprofundar esse tema e ajudar no desenvolvimento de um projeto de vida alinhado ao seu autoconhecimento.


  • Quais são as consequências de não ter um Projeto de vida definido?

    Quais são as consequências de não ter um Projeto de vida definido?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo analista do comportamento, observo que a ausência de um projeto de vida definido pode gerar falta de direção, dificuldade em estabelecer prioridades, baixa motivação e maior vulnerabilidade ao estresse. Estou à disposição em meu consultório para aprofundar esse tema e ajudar no desenvolvimento de um projeto de vida mais claro e estruturado.


  • Quais características indicam um perfil proativo? .

    Quais características indicam um perfil proativo? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo analista do comportamento, entendo que um perfil proativo se revela em pessoas que demonstram iniciativa, autonomia e responsabilidade, antecipando demandas antes que se tornem problemas. Elas mantêm foco em soluções, aprendem com a experiência, adaptam-se com rapidez e não esperam ordens para agir, mas buscam constantemente formas de contribuir e melhorar os resultados. Coloco-me à disposição em meu consultório para aprofundar esse tema e auxiliar no desenvolvimento dessas competências.


  • Como identificar se uma pessoa é proativa? .

    Como identificar se uma pessoa é proativa? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo analista do comportamento, identifico a proatividade quando observo que a pessoa não apenas reage às situações, mas antecipa necessidades, busca soluções antes que os problemas ocorram e assume responsabilidades sem esperar ser solicitada.


  • Como cuidar da saúde mental e encontrar um propósito de vida ?

    Como cuidar da saúde mental e encontrar um propósito de vida ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo, vejo que cuidar da saúde mental é observar e ajudar a pessoa a identificar seus comportamentos que influenciam seu bem-estar, reforçando aqueles que promovem equilíbrio emocional e prejuízo aos que geram sofrimento. Acredito que encontrar um propósito de vida passa por alinhar ações e escolhas a valores pessoais e às consequências que realmente são significativas, construindo sentido a partir de experiências próprias no ambiente. Dessa forma, saúde mental e propósito são resultados das contingências que moldam nosso comportamento no dia a dia.
    Se desejar, convido você a conhecer meu consultório, onde podemos trabalhar juntos para promover sua saúde mental e ajudar na construção de um propósito de vida que faz sentido para você. Estou aqui para apoiar esse processo.


  • O que fazer para lidar com a falta de propósito ? .

    O que fazer para lidar com a falta de propósito ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo, entendo que lidar com a falta de propósito envolve observar os comportamentos que estão funcionando ou não em sua vida e identificar quais consequências eles trazem. É importante começar a experimentar ações alinhadas com seus valores pessoais e que possam gerar reforço positivo, mesmo que inicialmente pareçam pequenas ou simples. Com o tempo, esses comportamentos vão ajudar a construir um sentido maior e mais claro para sua vida, promovendo um propósito que surge das próprias experiências e escolhas diárias.
    Se quiser, posso ajudá-lo a explorar isso com mais profundidade no meu consultório, criando juntos estratégias para superar essa sensação e encontrar um caminho significativo.


  • Como a falta de propósito afeta a saúde mental? .

    Como a falta de propósito afeta a saúde mental? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo, entendo que a falta de propósito pode afetar a saúde mental porque ela muitas vezes gera sentimentos de vazio, desmotivação e até desânimo, que refletem em comportamentos de isolamento, procrastinação ou baixa autoestima. Esses padrões comportamentais, quando mantidos, podem aumentar o sofrimento emocional e dificultar o bem-estar. Por isso, é fundamental identificar e ampliar comportamentos que promovam sentido e reforço positivo, ajudando a resgatar a motivação e o equilíbrio emocional.
    Caso queira, convido você a conhecer meu consultório para trabalharmos juntos nessas questões e promover sua saúde mental de forma eficaz.


  • Como posso aliviar uma crise existencial? .

    Como posso aliviar uma crise existencial? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo, ver que para aliviar uma crise existencial é importante primeiro refletir sobre os sentimentos e pensamentos que estão surgindo, sem julgamento. A partir disso, busco ajudar a pessoa a identificar comportamentos que podem estar mantendo o sofrimento, e incentivá-la a experimentar pequenas ações que tragam interrupção imediata, como técnicas de autocuidado e redirecionamento do foco para tarefas e relações relevantes. Também trabalha para que, gradualmente, ela possa reconstruir um sentido de propósito alinhado aos seus valores e reforçadores, o que ajuda a superar esse momento difícil.
    Se desejar, podemos explorar essas estratégias juntos no meu consultório, com um acompanhamento que respeite seu tempo e particularidades.


  • Em que idade a crise existencial costuma ocorrer? .

    Em que idade a crise existencial costuma ocorrer? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo social, entendo que a crise existe pode ocorrer em diferentes idades, pois está ligada a fases de transição e questionamento sobre sentido e identidade. As crises mais comuns ocorrem na adolescência, no chamado "quarto de vida" (entre 18 e 30 anos) e na meia-idade (por volta dos 40 anos). Cada fase traz desafios específicos, como insegurança sobre o futuro ou avaliação das escolhas feitas até então, mas a experiência pode variar muito de pessoa para pessoa.
    Se quiser, posso ajudar a entender melhor e lidar com esse momento no meu consultório.


  • O que uma pessoa com crise existencial sente? .

    O que uma pessoa com crise existencial sente? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo, vejo que alguém passando por uma crise existencial tende a sentir uma profunda angústia e vazio, insegurança sobre quem é e qual seu lugar no mundo, além de ansiedade, desespero e tristeza. É comum também haver uma sensação de falta de sentido, pensamentos negativos recorrentes, isolamento e desmotivação. Esses sentimentos são intensos e geram confusão mental, desgaste emocional e dificuldade para tomar decisões.
    Se quiser, posso ajudar a trabalhar esses sentimentos no meu consultório para que você encontre mais claro e equilibrado.


  • O que fazer quando a vida parece vazia? .

    O que fazer quando a vida parece vazia? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo, quando penso em alguém que sente uma vida vazia, acredito que é importante começar a observar os comportamentos que estão sendo praticados e as consequências que esses comportamentos são gerados. Muitas vezes, essa sensação surge da falta de contato com atividades que trazem prazer, significado ou reforço pessoal. Assim, oriente-se a iniciar pequenas ações homologadas aos próprios valores, experimente novas rotinas e busque conexões sociais que possam fortalecer o bem-estar. Essas mudanças comportamentais ajudam a construir sentido e resgatar o prazer e o propósito no cotidiano.
    Se desejar, podemos explorar juntos esse caminho no meu consultório, para encontrar estratégias personalizadas que façam sentido para você.


  • Qual a importância do livre-arbítrio? .

    Qual a importância do livre-arbítrio? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo com base na Análise do Comportamento, entendo que o conceito tradicional de livre-arbítrio, como uma escolha totalmente independente de influências ambientais, é compensado. Na Análise do Comportamento, nosso "livre-arbítrio" é compreendido como o repertório comportamental aprendido ao longo da vida, moldado por contingências de reforço e ansiedade no ambiente. Embora não sejamos livres de influências, podemos desenvolver repertórios mais flexíveis e conscientes que ampliem nossas opções comportamentais e a capacidade de escolha funcional dentro das situações em que estamos.

    Assim, o “livre-arbítrio” é uma capacidade de agir com base em aprendizados prévios e escolhas operantes que aumentam a autonomia prática e o controle sobre o próprio comportamento, mesmo que sempre sob o controle ambiental.
    Se quiser, posso ajudar a aprofundar essa compreensão no consultório para refletir como isso pode impactar seu modo de agir e decidir.


  • Como lido com a ansiedade e a falta de sentido? .

    Como lido com a ansiedade e a falta de sentido? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo, entendo que lidar com a ansiedade e a falta de sentido envolve primeiro considerar os comportamentos que estão mantendo esses estados e as contingências ao redor que os reforçam. É importante trabalhar para ampliar seu repertório de habilidades, como técnicas de autocontrole, distração funcional e práticas que promovam o bem-estar emocional. Além disso, ajudar o cliente a identificar valores pessoais e construir ações alinhadas a eles contribuem para resgatar o sentido na vida, reduzindo a sensação de vazio e ansiedade.
    Se preferir, podemos explorar essas estratégias juntos no meu consultório, criando um caminho prático para você recuperar o equilíbrio emocional e encontrar mais significado.


  • O sentido da vida é algo dado ou construído? .

    O sentido da vida é algo dado ou construído? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     José Eduardo  Santos Miguel

    Como psicólogo fundamentado na Análise do Comportamento, vejo o sentido da vida como algo construído, não dado de forma fixa ou absoluta. Ele surge a partir das experiências, dos comportamentos que emitimos e das consequências que recebemos no ambiente ao longo do tempo. Ou seja, o significado é resultado das contingências sociais e pessoais que moldam nosso repertório e que podem ser modificadas para criar um propósito que faça sentido para cada indivíduo.
    Se desejar, posso explorar essa construção do sentido da vida no meu consultório, auxiliando no desenvolvimento de um propósito alinhado aos seus valores e contexto.


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