Perguntas do paciente (94)

  • Tenho um acordo com minha namorada pra ela não falar com nenhum menino na escola mas ela c afastou d

    Tenho um acordo com minha namorada pra ela não falar com nenhum menino na escola mas ela c afastou de todo mundo na escola e isso está fazendo muito mal a ela, sou muito desconfiado fiz esse acordo para me sentir seguro mas estou me sentindo muito mal por fazer isso com ela, oq faço acabo com o acordo, ou continuo e cv's com ela ? Oq faço ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Percebo que esse acordo, embora tenha sido criado para te fazer sentir seguro, está impactando negativamente a vida social e emocional da sua namorada, o que pode prejudicar o relacionamento de vocês a longo prazo. Quando usamos regras restritivas como essa, muitas vezes estamos lidando com inseguranças pessoais que, se não forem trabalhadas, podem levar a dinâmicas de controle e desgaste mútuo. Seria importante reconsiderar a necessidade desse acordo e, possivelmente, revogá-lo, permitindo que ela se relacione de forma saudável com seus colegas. Ao mesmo tempo, vale a pena refletir sobre a origem dessa desconfiança e, se possível, buscar ajuda terapêutica individual ou de casal para trabalhar esses sentimentos, promovendo uma comunicação mais aberta e uma confiança mútua. Dessa forma, vocês poderão reconstruir a segurança emocional de ambos sem impor limites que afetem a autonomia e o bem-estar dela.


  • Meu filho de 5 anos foi vítima de abuso pelo meu enteado de 13 anos. Se ele ficar vendo o seu agress

    Meu filho de 5 anos foi vítima de abuso pelo meu enteado de 13 anos. Se ele ficar vendo o seu agressor é possível que ele tenha mais consequências graves? E ñ consiga esquecer a medida que ele vá crescendo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Sinto muito que sua família esteja passando por essa situação tão delicada. Sim, se seu filho de 5 anos continuar tendo contato com o enteado de 13 anos, isso pode dificultar sua recuperação emocional e aumentar o risco de consequências psicológicas mais graves no futuro. Ver o agressor pode gerar medo, ansiedade, estresse e reviver o trauma, impedindo que ele processe o ocorrido de forma saudável. Além disso, pode prejudicar sua sensação de segurança e confiança nos adultos ao redor.

    Crianças que sofrem abuso podem ter dificuldades emocionais e comportamentais ao longo do tempo, como ansiedade, depressão, dificuldades de relacionamento e até sintomas de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). O acompanhamento psicológico com um profissional especializado em trauma infantil é fundamental para ajudar seu filho a elaborar o que aconteceu e encontrar formas saudáveis de seguir em frente.

    Também é importante garantir que medidas de proteção sejam tomadas para evitar qualquer novo contato ou risco. Buscar apoio jurídico e de serviços especializados pode ajudar a tomar as melhores decisões para a segurança e o bem-estar do seu filho.


  • Eu gostaria de um conselho. Eu e meu namorado estamos juntos tem 2 anos e 2 meses, ele disse que me

    Eu gostaria de um conselho.
    Eu e meu namorado estamos juntos tem 2 anos e 2 meses, ele disse que me ama ainda e eu também amo ele, mas ele mudou de uns dias pra cá, de uma forma tão rápida.
    Motivo: ele conheceu uma pessoa no trabalho e acha que esta gostando dela.
    Me pediu um tempo pra pensar, até sábado.
    Pra ele pensar o que realmente ele quer.
    Passamos por muitas coisas juntos, ele tem depressão, tem dias que ele tá bem e tem dias que não, o nosso relacionamento tava meio balando, mas não tem motivos suficientes para terminar além desse.
    1 mês, na minha opinião eu acho tão pouco tempo pra você dizer que gosta de alguém e querer terminar 2 anos de relacionamento por isso.
    Eu não sei o que aconteceu como ele, pra ele virar a cabeça tão rápido assim.
    Tava tudo bem e como eu disse do nada mudou.
    Eu não quero desistir desse relacionamento, nós batalhamos muito pra chegar onde chegamos, até pq nenhum relacionamento dele durou tanto tempo como o nosso.
    Eu percebo que ele tá confuso, pois se ele não quisesse consertar nosso relacionamento ele já teria terminado teria terminado comigo no sábado(20/08) e não terminou, apenas pediu um tempo pra pensar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    É compreensível que você esteja se sentindo confusa, insegura e com medo diante de uma mudança tão repentina no comportamento do seu parceiro. Quando estamos emocionalmente envolvidos, especialmente em uma relação com história e afeto, é natural querer entender por que o outro mudou tão de repente. Os sentimentos e os desejos das pessoas podem oscilar, principalmente quando há sofrimento psíquico envolvido, como no caso da depressão. Essa condição pode interferir na clareza das decisões e na forma como ele se conecta com você. O interesse por outra pessoa não significa necessariamente que ele deixou de te amar, mas pode sinalizar que está enfrentando algum tipo de insatisfação ou confusão interna que ainda não conseguiu expressar plenamente. O pedido de tempo pode ser uma tentativa de organizar os sentimentos antes de tomar uma decisão definitiva, e embora isso seja difícil, pode evitar atitudes impulsivas. Neste momento, é essencial que você cuide de si, preserve seu bem estar emocional e reflita também sobre o que você deseja e precisa. Um relacionamento saudável exige envolvimento dos dois lados, com disposição para o diálogo e o compromisso mútuo. Se possível, buscar apoio psicológico pode te ajudar a atravessar esse momento de incerteza com mais clareza e fortalecimento pessoal.


  • O TOC pode fazer com que você chore do nada? Ou isso e mito?

    O TOC pode fazer com que você chore do nada? Ou isso e mito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é um transtorno de ansiedade caracterizado por obsessões (pensamentos intrusivos, indesejados) e compulsões (comportamentos repetitivos para tentar aliviar a ansiedade gerada pelas obsessões). Embora o TOC em si não cause choro diretamente, a ansiedade intensa e o estresse relacionados ao transtorno podem resultar em episódios emocionais, como choro, especialmente quando a pessoa se sente sobrecarregada pelas obsessões ou incapaz de controlar as compulsões. O choro pode ser uma reação ao cansaço emocional, frustração, vergonha, ou até mesmo à sensação de impotência em relação ao controle do comportamento.

    Portanto, embora o choro não seja uma característica primária do TOC, ele pode ocorrer devido à sobrecarga emocional que a pessoa experimenta como resultado do transtorno. Se o choro frequente e outras dificuldades emocionais estão interferindo na vida, é importante buscar o apoio de um psicólogo ou psiquiatra para um diagnóstico adequado e um plano de tratamento, que pode incluir terapia cognitivo-comportamental (TCC) e, em alguns casos, medicação.


  • Boa noite! Tenho um filho de 29anos, ele já alguns anos esta tendo um comportamento de muitas menti

    Boa noite!
    Tenho um filho de 29anos, ele já alguns anos esta tendo um comportamento de muitas mentiras ,esta praticamente impossível em acreditar nele.Qual especialista devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Olá! Entendo a sua preocupação com o comportamento do seu filho. Como ele tem 29 anos, ele é um adulto e o ideal é que a iniciativa de buscar ajuda venha dele. Entretanto, para auxiliar nesse processo, pode ser interessante sugerir que ele procure um psicólogo clínico, que pode ajudar a identificar e modificar padrões de comportamento relacionados à desonestidade. Se houver a suspeita de que esse comportamento esteja inserido em um quadro mais amplo, como questões de personalidade, um psiquiatra também pode ser consultado para uma avaliação completa e para discutir, se necessário, abordagens terapêuticas ou medicação. Além disso, se o impacto na dinâmica familiar for significativo, a terapia familiar pode ser uma opção para melhorar a comunicação e a compreensão entre vocês.


  • Bom dia! Sou casada a 12 anos,meu esposo tem atitudes com as amigas que me deixaram muito chateada,

    Bom dia!
    Sou casada a 12 anos,meu esposo tem atitudes com as amigas que me deixaram muito chateada, ele disse que a amiga do trabalho tomou um remédio pra emagrecer e ela perguntou se eu queria ver a foto do antes e depois e me mostrou a foto da menina de biquíni, achei falta de respeito pois somos evangélicos, muitas dessas situações se repetem, a vizinha se escondeu para não ir no meu aniversário e no dela chamou a gente e ele perguntou se eu não queria ir pq ia ter muita comida, ele não se importa com meus sentimentos .Ele é um provedor do lar , mas na parte das emoções não consigo ser feliz sinto vontade de terminar , ainda não tenho filho por isso penso em divórcio.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    É compreensível se sentir desvalorizada e magoada com atitudes que você interpreta como desrespeitosas e que vão contra os valores que vocês compartilham. Do ponto de vista da psicologia comportamental, é importante primeiro validar seus sentimentos e reconhecer o impacto que esses comportamentos têm no seu bem-estar emocional. Quando atitudes, como as que você descreveu, se repetem, elas podem reforçar sentimentos de insegurança e de não ser ouvida ou respeitada.

    Uma abordagem útil seria buscar uma comunicação mais assertiva, onde você possa expressar exatamente como esses comportamentos te afetam, utilizando uma linguagem que foque em suas emoções – por exemplo, “Eu me sinto desrespeitada quando...” – sem atribuir culpa de forma direta. Essa estratégia pode ajudar a criar um espaço de diálogo onde ambos possam explorar as intenções por trás dos comportamentos e, se for o caso, ajustar a dinâmica para que você se sinta mais valorizada.

    Além disso, considerar a terapia de casal pode ser um caminho para trabalhar essas questões em conjunto, mas a terapia individual também é uma boa opção para que você explore e fortaleça suas próprias necessidades e limites. Se, após tentativas de diálogo e de buscar ajuda, você continuar se sentindo desrespeitada e emocionalmente prejudicada, pode ser importante refletir sobre se o relacionamento atende às suas necessidades e valores, lembrando sempre que sua felicidade e bem-estar merecem prioridade. Você já teve a oportunidade de conversar abertamente com seu esposo sobre como essas situações têm te afetado?


  • Eu tenho 22 anos, e sou casada com o pai da minha filha, namoramos desde os 16 e nos casamos ano pas

    Eu tenho 22 anos, e sou casada com o pai da minha filha, namoramos desde os 16 e nos casamos ano passado. A cerca de 8 meses não consigo ter relações com ele.. me sinto incomodada quando ele me toca, sinto tesão, mas me sinto incomodada, as vezes até com vontade de chorar, ficamos semanas sem relações e acabo fazendo porque ele nao tem culpa, tenho vergonha de falar para ele como me sinto, medo de que o mesmo fique chateado. Nunca me senti assim antes, começou a pouco tempo como dito acima.. é um incomodo tao grande que quando ele me toca preciso pensar em algo muito distante para nao sair correndo ou chorar, evito ate beija-lo pois me incomoda,

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Essa sensação de desconforto com o toque e com a proximidade sexual pode ser muito angustiante, especialmente quando não se entende bem a causa. O que você está vivendo pode ter várias origens, como questões emocionais, estresse, mudanças hormonais, traumas passados ou até dificuldades relacionadas ao relacionamento. É importante que você se permita explorar essas sensações com calma e sem pressões externas.

    Buscar o apoio de um psicólogo pode ser uma excelente opção, pois ele pode ajudar a entender o que está por trás desse desconforto e trabalhar questões emocionais e psicológicas que possam estar influenciando suas reações. Além disso, se você se sentir confortável, uma terapia de casal também pode ser útil para que você possa comunicar seus sentimentos ao seu marido de maneira mais aberta e sem medo de julgamentos, criando um espaço de compreensão mútua.

    A sexualidade e o desejo são aspectos muito pessoais e podem ser influenciados por vários fatores. Não se sinta culpada ou envergonhada por sentir o que está sentindo. O mais importante é encontrar a ajuda necessária para compreender o que está acontecendo e restabelecer um equilíbrio emocional.








  • Olá. Minha filha sempre foi reservada na escola e sempre se queixou de que seus colegas eram desorga

    Olá. Minha filha sempre foi reservada na escola e sempre se queixou de que seus colegas eram desorganizados e bagunceiros o que para ela era um incomodo. Ela sempre foi inteligente e não gosta de fazer perguntas sobre as matérias na escola porque acredita não ter necessidade, certo dia anos atrás, ela chegou em casa chorando pedindo para aprender a socializar, coisa que infelizmente não consegui ajudar no fim das contas.
    Dias antes de fazer doze anos, começou a se isolar ainda mais que antes e a procurar amigos que jamais viu na internet. O problema é que ela mudou com a família também, ainda acha os colegas chatos e focou a amizade dela em dependência de apenas uma unica colega. Passou a ficar encostada em pilastras na escola durante o intervalo, usando uma blusa de frio com capuz em dias de extremo calor, tomar chuva sem vontade de sair dela durante horário escolar e se cortou escondido com uma gilete em casa, coisa que, segundo ela, não doeu e ela não sabe o porquê fez. Estou lutando para ajudar, mas ela tem picos de humor, socializa comigo apenas quando quer e que ninguém de fora da família esteja vendo, tendo momentos de stress sem aparente motivo.
    Na escola, os professores tentaram inserir ela em convívio com as colegas de sala, mas ela mesma se recusa a criar um relacionamento, recusando os convites das colegas para estarem juntas e voltando a se isolar.
    Tento passar ela em psicólogo (a), só que ela fica tensa, me chama de superprotetora, reclama de não precisar de ajuda profissional ou da família e sempre tenta me tapear quebrando as regras que imponho sobre o uso de celular como, horário, sites, redes sociais, jogos, vídeos com conteúdo sobre automutilação que antes ela andava assistindo escondida tal como músicas tristes e com letras sobre ser inútil e buscar o suicídio, infelizmente, disponíveis em apps de vídeos populares.
    Preciso de ajuda para ajudar minha filha. Obrigada a quem puder me orientar!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Sinto muito por sua filha estar passando por essa fase difícil. O comportamento que ela tem apresentado, como o isolamento, a busca por amizades virtuais, o uso de automutilação e o envolvimento com conteúdos prejudiciais, são sinais de sofrimento emocional que precisam de atenção imediata. Ela pode estar lidando com questões como ansiedade, depressão ou até mesmo sinais de um transtorno emocional mais complexo. A terapia é fundamental nesse momento, e apesar da resistência dela, é importante que você continue tentando apoiá-la nesse processo. Um psicólogo especializado pode ajudá-la a entender seus sentimentos, encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com as emoções e melhorar as habilidades sociais. Além disso, é essencial que haja um acompanhamento para lidar com o risco de automutilação e promover sua segurança. Buscar ajuda profissional é um passo importante e necessário para garantir o bem-estar dela.


  • Olá, estou atualmente tendo um problema sobre ciúmes, minha namorada é incrível, e adoro nossa relaç

    Olá, estou atualmente tendo um problema sobre ciúmes, minha namorada é incrível, e adoro nossa relação, porém ela é amiga de um ex ficante que costuma mandar mensagens inconvenientes, e costuma visitar ela, ela diz que não tem nada com ele, porém eu fico com ciúmes, ela alegou que eu deveria confiar mais nela, não sei bem o que fazer, isso realmente me incomoda, ela disse que não vai parar de falar com ele pois é amigo dela. Espero grato pela resposta

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Entendo que essa situação pode ser muito desafiadora e é natural sentir ciúmes quando surgem interações que te incomodam, mesmo que, objetivamente, sua namorada afirme não haver nenhum interesse romântico. Do ponto de vista da terapia comportamental, é importante explorar a origem desse ciúmes e identificar os pensamentos automáticos que surgem nessas situações, para que você possa compreender se eles estão baseados em inseguranças ou medos que talvez não estejam totalmente relacionados à realidade do relacionamento. Uma estratégia útil é praticar a comunicação assertiva, compartilhando seus sentimentos de forma “eu sinto” – por exemplo, dizendo: “Eu me sinto inseguro e desconfortável quando vejo mensagens inconvenientes, porque valorizo muito nossa relação e desejo manter a confiança entre nós.” Essa abordagem pode abrir espaço para um diálogo mais empático e construtivo. Além disso, técnicas de autorregulação emocional, como a prática de mindfulness ou exercícios de respiração, podem ajudar a manejar a ansiedade que esses sentimentos provocam. Se, mesmo após esses esforços, o ciúmes continuar afetando seu bem-estar, pode ser útil buscar o apoio de um terapeuta para trabalhar essas questões de maneira mais profunda e fortalecer sua confiança pessoal e na relação.









  • Ola boa tarde Estou passando por uma situação que me deixa mal Eu e minha ex namorada temos uma fi

    Ola boa tarde
    Estou passando por uma situação que me deixa mal
    Eu e minha ex namorada temos uma filha, mas eu sempre sou presente desde quando ela engravidou, inclusive tento ter a melhor relação possível com a mãe dela. Recentemente tivemos uma conversa que eu iria contar uns vínculos com ela por que poderiamos misturar as coisas, e combinei que mandaria um video de no máximo 15 segundos todo dia para minha bebe e fazer uma ligação de video todo dia rápida só isso e claro pegar ela as finais de semana
    Porem minha ex faz pouco caso sobre mostrar o video e dar informações da minha filha e isso me deixa muito mal, eu mando todo dia as 8 horas, e ela abre 17 horas, quando pergunto algo nao responde e demora
    Isso me deixa sem animo as vezes por que só quero ser um pai presente
    Mas queria saber se isso e um exagero, se devo parar de mandar os videos e ligar todo dia, pq quando não faço essas coisas eu me cobro por que parece que não estou sendo um bom pai
    Como eu devo me comportar sobre essas situações, confesso que gosto um pouco dela mas não me vejo com ela mais
    Queria saber só como agir perante a essas situações

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Entendo que essa situação seja muito dolorosa, especialmente porque você se dedica intensamente a ser um pai presente e a manter uma boa relação não só com sua filha, mas também com a mãe dela, mas a falta de reciprocidade—como o atraso na abertura dos vídeos e a demora em responder—está afetando seu ânimo e fazendo você se questionar sobre o seu papel. Talvez o que você esteja vivenciando seja mais sobre uma diferença de ritmo e expectativas na comunicação do que um exagero da sua parte, e pode ser importante repensar a frequência desses contatos diários, de modo a não deixar que a demora da sua ex interfira na sua percepção de ser um bom pai. Concentrar-se na qualidade do tempo que você passa com sua filha nos finais de semana e buscar uma forma de estabelecer uma rotina de comunicação que seja menos estressante para você pode ajudar a amenizar a frustração; além disso, manter o foco no que realmente importa—o vínculo com sua filha—e considerar o apoio de um profissional, caso esses sentimentos persistam, pode trazer novas perspectivas e estratégias para lidar com essa situação.


  • Eu e minha namorada somos bem diferentes em relação aos gostos, e ela todo fim de semana briga comig

    Eu e minha namorada somos bem diferentes em relação aos gostos, e ela todo fim de semana briga comigo porque não quero assistir as mesmas séries com ela. Eu gosto de fazer outro tipo de coisa, e mesmo ficando perto dela enquanto ela assiste ela só reclama e diz que eu tenho que assistir com ela e que todo casal faz isso. O que posso fazer? Não seria normal o casal ter sua individualidade e fazer as cosias que gosta sozinho também?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    É completamente normal que casais tenham gostos diferentes e ainda assim compartilhem momentos juntos. A individualidade é uma parte importante de qualquer relacionamento saudável, e é essencial que ambos tenham espaço para fazer as coisas que gostam, seja sozinhos ou com outras pessoas. Porém, no seu caso, o que parece estar acontecendo é que sua namorada está esperando que você participe ativamente das coisas que ela gosta, como assistir séries, e isso tem gerado frustração dela.

    O importante aqui é encontrar um equilíbrio. Uma sugestão é ter uma conversa aberta e honesta sobre como cada um se sente em relação à situação. Explique que você valoriza a relação e quer passar tempo com ela, mas que também tem seus próprios gostos e interesses que são importantes para você. Talvez ela não esteja percebendo que, embora você esteja fisicamente presente, você não está totalmente envolvido porque não está compartilhando a atividade que realmente gosta de fazer. Você pode sugerir compromissos, como assistir a séries juntos em alguns momentos, mas também garantir que ambos tenham espaço para fazer o que gostam de forma independente, sem que isso prejudique o relacionamento.

    O casal pode, sim, ter atividades em conjunto, mas também precisa respeitar a individualidade de cada um. A chave é o respeito mútuo e o entendimento de que o fato de um não participar de tudo o que o outro gosta não significa que a relação está em crise. É um processo de encontrar o que funciona para ambos, criando um espaço onde ambos se sintam confortáveis e felizes, tanto individualmente quanto juntos.


  • Bom dia! N sei oque fazer ! Meu companheiro me agrediu por ciumes qd retornavamos p casa de um casam

    Bom dia! N sei oque fazer ! Meu companheiro me agrediu por ciumes qd retornavamos p casa de um casamento de sua sobrinha, me agrediu dentro do carro na frente da minha filha, ela n é filha dele. O que devo fazer ?? Na noite do ocorrido liguei ao 190, mas n sabia oque dizer. Pois estou na casa dele. Preticamente uma prisioneira juntamente com mhs tres filhas. Ja disse que quero sair da casa dele ir embora.. n me deixa. Pensei em sair sem ele saber.por favor oque eu faço???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Sinto muito que você esteja passando por essa situação tão dolorosa e perigosa. A violência doméstica é um problema muito sério e você não merece viver sob esse controle e risco. Sua segurança e a de suas filhas são a prioridade máxima. Se você sentir que está em perigo imediato, por favor, ligue para a polícia ou procure um local seguro imediatamente.

    É importante considerar buscar apoio especializado para mulheres em situação de violência. No Brasil, há serviços como o Disque 180, que oferecem orientação e apoio para casos de violência doméstica, além de abrigos e assistência jurídica. Também pode ser útil conversar com alguém de confiança – seja um amigo, familiar ou profissional – que possa te ajudar a traçar um plano seguro para sair desse ambiente. Se possível, busque ajuda de um advogado para orientar sobre medidas protetivas e os seus direitos.

    Você não está sozinha nessa, e há profissionais e serviços preparados para ajudar em momentos tão difíceis. Por favor, cuide-se e lembre-se que você merece estar em um ambiente seguro e livre de violência. Estou aqui para te apoiar na medida do possível, e espero que você encontre o suporte necessário para superar essa situação.


  • Meu marido me contou q me traiu, q a moça agarrou ele no banheiri e ele acabou cedendo por uns breve

    Meu marido me contou q me traiu, q a moça agarrou ele no banheiri e ele acabou cedendo por uns breves minutos e depois veio a consciência e ele mandou ela sair, eu estou gravida de 7 meses e e ele diz q foi a uns dois meses. Uma unica vez e que se arrependeu muito pq me ama e sou suficiente pra ele, diz não saber por que fez isso. Ele smp foi o melhor marido do mundo nós nos amamos mt e por isso esta tão dificil entender e saber se o perdoo ou se largo tudo de vez. Como buscar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Sinto muito por essa situação difícil pela qual você está passando. A traição, especialmente em um momento delicado como a gravidez, pode causar muita dor e confusão. O fato de seu marido ter se arrependido, mas você ainda sentir insegurança e dúvida, é completamente compreensível.

    Buscar ajuda nesse momento pode ser uma excelente maneira de lidar com os sentimentos e decidir o que é melhor para você e para o seu relacionamento. A terapia de casal pode ser muito útil, já que um profissional pode ajudar a explorar as razões por trás da traição, melhorar a comunicação entre vocês, e ajudá-los a lidar com a dor e as inseguranças. A terapia individual também pode ser importante para você entender seus próprios sentimentos e fazer o melhor para o seu bem-estar emocional.

    Além disso, é importante que você se sinta ouvida e respeitada em todo o processo de recuperação, caso decida tentar seguir em frente com o relacionamento. O mais importante é que você tome o tempo que precisar para refletir sobre o que é melhor para sua saúde emocional e para a sua família, e procure apoio emocional tanto de profissionais quanto de pessoas próximas que possam te oferecer suporte.

    Como você está se sentindo em relação ao seu marido agora? Está buscando algum tipo de apoio ou terapia?


  • Ótimo dia a todos estamos casados a 29 anos, minha esposa estava se relacionando com outro a uns 4 m

    Ótimo dia a todos estamos casados a 29 anos, minha esposa estava se relacionando com outro a uns 4 meses e tudo foi confirmado inclusive por ele mesmo, o que devo fazer já que não estou certo da separação de imediato

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Sinto muito pela situação difícil que você está enfrentando. Descobrir uma traição após tantos anos de casamento pode ser um choque emocional profundo e uma experiência dolorosa. Esse momento exige muito cuidado e reflexão antes de tomar qualquer decisão. É compreensível que você esteja se sentindo perdido e sem saber qual caminho seguir, especialmente se ainda não está certo sobre a separação de imediato. Uma opção importante é procurar apoio emocional, seja com um terapeuta individual ou com terapia de casal. Isso pode ajudar tanto você quanto sua esposa a entenderem os sentimentos de ambos, as causas da traição e o que cada um espera para o futuro. Além disso, é essencial que você tire um tempo para refletir sobre seus próprios sentimentos em relação ao casamento e à sua esposa, pensando se ainda há amor e se é possível reconstruir a confiança. Essa reflexão pode exigir um tempo de afastamento emocional, um espaço para processar tudo o que está acontecendo e conseguir tomar uma decisão mais clara sobre o que fazer. Ter uma comunicação honesta e aberta com sua esposa também é fundamental nesse momento. Perguntar sobre os motivos da traição, como ela se sente agora e o que ela deseja para o futuro do relacionamento pode ajudar a entender melhor o que aconteceu e o que ambos desejam. Se, ao final, você decidir que não está pronto para tomar uma decisão definitiva sobre a separação, estabelecer um período de reflexão, ou até mesmo morar separados temporariamente, pode ser útil para ambos pensarem no que querem para o relacionamento. Caso decida seguir no casamento, é possível que seja necessário estabelecer novos acordos para reconstruir a confiança, e isso pode incluir terapia de casal e o compromisso de ambos em trabalhar pela recuperação do relacionamento. O mais importante é que você não tome decisões impulsivas e busque o apoio necessário para lidar com seus sentimentos, garantindo que qualquer escolha seja feita de forma consciente e equilibrada.


  • Um indivíduo adulto com TEA (que era conhecido como ASPERGER) pode ter imensa dificuldade em matemát

    Um indivíduo adulto com TEA (que era conhecido como ASPERGER) pode ter imensa dificuldade em matemática, que é uma área que não possui interesse, de modo que o faça não conseguir fazer cálculos básicos, mas ao mesmo tempo ter um vocabulário acima da média para a sua idade e habilidades notórias em artes?
    Já vi algumas pessoas falando que asperger tem facilidade com matemática, em detrimento de outras áreas, isso é verdade?
    Obrigado pela atenção.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Sim, um adulto com TEA nível 1 (antigo Asperger) pode ter grande dificuldade em matemática se essa não for uma área de interesse dele. Embora muitas pessoas associem o autismo a habilidades excepcionais em lógica e exatas, isso não é uma regra. O TEA se manifesta de forma muito diversa, e cada indivíduo tem seus próprios padrões de habilidades e dificuldades.

    Algumas pessoas autistas podem ter interesses intensos em áreas linguísticas ou artísticas, desenvolvendo um vocabulário avançado e talentos notáveis em desenho, música ou escrita, enquanto enfrentam dificuldades em matemática. Isso pode ocorrer porque o cérebro autista tende a focar intensamente em determinados temas de interesse, deixando outras áreas em segundo plano. Além disso, dificuldades em cálculos podem estar relacionadas a questões como discalculia (um transtorno específico de aprendizagem) ou desafios na forma como a pessoa processa informações numéricas.

    Ou seja, não é obrigatório que autistas tenham facilidade com matemática—cada um tem um perfil único de habilidades, interesses e dificuldades.


  • A Síndrome de Asperger se desenvolve com o tempo? Os sintomas do autismo podem se tornar mais evid

    A Síndrome de Asperger se desenvolve com o tempo?
    Os sintomas do autismo podem se tornar mais evidentes conforme o crescimento da pessoa? Por exemplo: ter mais sintomas aparentes quando se é adulto, do que quando se era criança.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    A Síndrome de Asperger, que atualmente faz parte do Transtorno do Espectro Autista (TEA), não se desenvolve com o tempo – ou seja, a pessoa já nasce autista. No entanto, os sintomas podem se tornar mais evidentes ao longo da vida, especialmente na transição para a adolescência e a vida adulta.

    Isso acontece porque, na infância, muitas pessoas autistas aprendem a mascarar ou camuflar certos comportamentos para se encaixar nas expectativas sociais. Porém, conforme as demandas sociais e responsabilidades aumentam, como trabalho, faculdade e relacionamentos mais complexos, esse "mascaramento" pode se tornar exaustivo, e as dificuldades podem ficar mais visíveis. Além disso, o estresse, a sobrecarga sensorial e a necessidade de maior independência podem acentuar traços que antes passavam despercebidos.

    Se você sente que está percebendo mais características agora do que antes, pode ser útil buscar um especialista para uma avaliação. Isso pode ajudar a entender melhor suas experiências e encontrar estratégias para lidar com desafios do dia a dia.


  • Eu sou diagnosticado com síndrome de asperger, e as vezes quando oiço ou vejo algo, isso fica se rep

    Eu sou diagnosticado com síndrome de asperger, e as vezes quando oiço ou vejo algo, isso fica se repetindo diversas vezes na minha mente, e eu para aliviar tenho que ouvir ou ver de novo diversas vezes (normalmente é uma cena ou uma frase de um filme), as vezes escrevo, e as vezes acabo por repetir a frase
    Isto é ecolalia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    O que você descreve, a repetição mental ou em voz alta de frases, cenas ou sons que você ouviu ou viu, especialmente de filmes ou mídias, e a necessidade de revê-los ou repeti-los para aliviar a tensão, pode sim estar relacionado com a ecolalia, mas com algumas nuances importantes. A ecolalia é, de forma geral, a repetição de palavras ou frases que a pessoa ouviu, podendo ocorrer imediatamente após a escuta, ou muito tempo depois. Em pessoas com Síndrome de Asperger, que faz parte do espectro autista, esse comportamento pode ter diferentes funções, como regulação emocional, processamento da linguagem, expressão de afeto ou até mesmo prazer sensorial e alívio de ansiedade. No seu caso, parece haver também um componente de compulsão, uma necessidade de repetir ou reviver algo para “fechar um ciclo” interno, o que é relativamente comum em pessoas no espectro e pode se sobrepor a comportamentos semelhantes aos do transtorno obsessivo-compulsivo. Além da ecolalia, esse comportamento pode ser denominado interesse restrito ou comportamento repetitivo com função autorregulatória, ou ainda palilalia, quando a repetição é espontânea e não necessariamente ligada a um modelo anterior. Escrever a frase ou reviver mentalmente a cena também pode ser uma forma de ecofixação, um padrão de repetição mais complexo que envolve linguagem, imagem e emoção. Se isso não traz prejuízo para a sua vida ou relações, pode ser apenas uma característica do seu funcionamento neurológico. Porém, se estiver causando sofrimento ou interferindo nas suas atividades, é possível trabalhar estratégias terapêuticas, como reestruturação cognitiva, redirecionamento comportamental ou técnicas de regulação sensorial, para reduzir seu impacto.


  • Quais são os principais sinais de um adolescente com Asperger? Esses sinais sempre o acompanham desd

    Quais são os principais sinais de um adolescente com Asperger? Esses sinais sempre o acompanham desde o início da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Os principais sinais de um adolescente com Asperger incluem dificuldades na interação social, como interpretar expressões faciais, entender sarcasmo ou manter conversas naturais. Muitos têm interesses intensos e específicos, falando bastante sobre um único tema, além de apresentarem comportamentos repetitivos e resistência a mudanças na rotina. Também podem ter sensibilidade sensorial aumentada, reagindo fortemente a luzes, sons ou texturas. Dificuldades em compreender regras sociais implícitas e uma comunicação mais literal são comuns. Esses sinais geralmente acompanham a pessoa desde a infância, pois o Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem origem no desenvolvimento neurológico, mas podem se tornar mais perceptíveis na adolescência devido às maiores exigências sociais dessa fase.


  • Tenho 17 anos e sou uma menina, na pré adolescência os comportamentos que dizem respeito à síndrome

    Tenho 17 anos e sou uma menina, na pré adolescência os comportamentos que dizem respeito à síndrome de Asperger se tornaram mais evidentes em mim, fui a dois psicólogos em certo intervalo de tempo e ambos mostraram opiniões divergentes entre si. O diagnóstico em meninas é realmente mais difícil? E ainda tem o fato de ser tardio, tem algum profissional ou especialização especial para casos como esse?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Sim, o diagnóstico da síndrome de Asperger em meninas costuma ser mais difícil, e isso pode acontecer por várias razões. As meninas, em geral, têm uma tendência a "mascarar" ou disfarçar seus sintomas, adaptando-se melhor aos padrões sociais ou imitando comportamentos dos outros para se encaixar. Isso pode fazer com que os sinais da síndrome de Asperger se tornem mais sutis ou menos evidentes em meninas, o que dificulta o diagnóstico. Além disso, os critérios diagnósticos, originalmente mais focados em como os sintomas se manifestam em meninos, podem não ser tão sensíveis às particularidades das meninas com o transtorno, o que contribui para um diagnóstico tardio ou até incorreto.

    Em relação ao fato de o diagnóstico ser tardio, isso também é comum, já que os comportamentos mais característicos da síndrome de Asperger podem se tornar mais evidentes durante a adolescência, quando as demandas sociais aumentam e as habilidades de interação e comunicação se tornam mais exigentes. Isso pode gerar dificuldades e trazer à tona questões que não eram tão visíveis antes.

    Existem profissionais especializados em diagnóstico e intervenção em casos de transtornos do espectro autista em meninas, como psicólogos ou psiquiatras com experiência em autismo em mulheres. Além disso, uma abordagem multidisciplinar, que pode envolver também terapeutas ocupacionais ou fonoaudiólogos, pode ser útil. Se o diagnóstico ainda for uma dúvida, um profissional especializado em diagnóstico de autismo em adolescentes e mulheres pode oferecer uma avaliação mais detalhada e direcionada, levando em consideração as particularidades de como a síndrome se manifesta nas meninas.

    Você já considerou procurar um especialista nessa área ou um centro de referência que possa oferecer uma avaliação mais aprofundada?


  • Sinto faltas de ar repentinas que duram segundos e logo após se estabilizam. Fui a um médico e ele d

    Sinto faltas de ar repentinas que duram segundos e logo após se estabilizam. Fui a um médico e ele disse que era ansiedade. Pode mesmo ser isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Juliana Cintra Proença

    Falta de ar é um dos sintomas psicossomáticos mais comuns em uma crise de ansiedade. Técnicas de respiração e relaxamento ajudam a controlar esse desconforto. Além de acompanhamento terapêutico e se necessário realizar exames médicos de rotina pra conferir se está tudo certo com a saúde.


Perguntas frequentes

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